Era fim de semana e a dona do rancho precisava de alguém pra dar uma ajeitada no rancho dela. Como minha família sempre ia de graça, me ofereci para ajudar. Ela me deu as chaves e eu fui de ônibus até o rancho na cidade vizinha. No caminho ficava lembrando das últimas aventuras com os meninos do laranjal e com César. Cheguei no rancho, fiz boa parte do trabalho e depois resolvi dar uma volta.
É um lugar muito sossegado, com casas na beira do rio, um bar bem tradicional onde a vizinhança se encontrava e um grande laranjal bem no meio do "bairro". Praticamene todos os ranchos tinha o fundo para o rio e a frente para o laranjal. Caminhei por um tempo naquela rua de terra e cascalho, reparando que havia muitas laranjas boa para comer. Disfarcei, já que o laranjal era propriedade privada, e entrei em meio as árvores. Ouvi algumas vozes e pensei em correr, com medo de soltarem os cachorros em mim. Mas ao longe vi um rosto conhecido. Manoel era o nome dele. Impossîvel de esquecer. Ele era um dos rapazes que eu havia traçado tempos atrás.
Manoel era alto, moreno de Sol, 21 anos, tinha cabelos claros e um corpo de dar tesão. Forte por conta do trabalho, Manoel ajudava na colheita em época de laranja. Por sorte, estava na época certa. Junto dele havia mais um cara, nunca o havia visto por ali. Pensei estar escondido, mas logo ouvi Manoel me chamando.
- Carl, ei, vem cá. - Caminhei até os dois, deixando as laranjas para trás.
- E ai Mano, como vai? - Perguntei.
- Tudo na paz. Ah, esse é o Henrique, ta trabalhando aqui. O Pedro, lembra do pedro? - É claro que lembrava. - Ele saiu, foi embora e o Henrique entrou no lugar dele.
- Ah que bacana. Prazer, Henrique, sou Carl. - Ficamos falando sobre a vida enquanto os dois pegavam as últimas laranjas, e então resolvi convidá-los para tomar alguma coisa.
Os dois aceitaram, iam terminar o serviço e logo estariam no meu rancho. Voltei e arrumei algumas bebidas no bar. Tinha vodca, cerveja e uma bebida forte que o cara do bar fazia. Deixava a pessoa louca em dois goles. Era uma mistura que funcionava. Enquanto tomava banho, ouvi baterem palma mo portão. Me enrolei na toalha e joguei a chave pela janela. Manoel e Rique haviam chegado.
Me troquei e pedi oara ficarem à vontade. Manoel estava com uma vermuda tectel branca, apertada, que marcava o volume que havia entre as pernas. Sem camisa, pude ver seu peito nu, liso e gostoso. Fiquei lembrando da nossa noite, mas espantei o pensamento antes que endurecesse ali mesmo. Rique estava de bermuda jeans e uma regata. Ele tinha 18, era branco, magro mas gostoso também. Logo estaria sarado e bronzeado devido ao trabalho.
Ficamos conversando, até que o assunto caiu em sexo. Rique contou que não era pegador, mas que se divertia com as putas que frequentavam o bar do bairro. Logo vi que ele era hétero e era bom não dar mole. Manoel, já meio alto por causa das bebidas, começou a falar:
- Dizem por aí que o Carl é pegador. Provavelmente já comeu metade do bairro. - Disse ele, dando um sorriso safado mexendo o copo.
- Imagina. Sou rapaz de família. - Respondi, sem graça por causa de Rique.
- Ouvi dizer que ele tem um instrumento bastante interessante, Rique. Será haha. - Mano falou, rindo e zombando.
- É, quanto a isso tenho que concordar. Pode não ser um mastro, mas ninguém reclamou até agora. Certo Mano?
Nisso, Rique olha para Mano e ri. Todos continuam bebendo. E então Rique sugere que joguemos baralho. Mas, pra ficar legal, diz que tem que ser jogo de strip.
- Querem jogar Strip-buraco? - Diz Henrique.
- Não seria pôquer? - Pergunto.
- Buraco mesmo, não sei esse pôquer. E tem que ser strip. Ta calor, só tem macho aqui. Vai ser divertido.
Todos topam, porém, precisávamos de duplas e estávamos em trio. Na hora um único nome passou pela minha cabeça: Cêsar. Fui até o rancho dele e ele estava lá. Chamei no portão e ele apareceu usando um samba canção de cetim. Disse sobre o jogo e na hora ele topou. Mexeu no saco e disse que estava animado. Ele trocou de roupa e me seguiu. Fomos ao meu rancho e a jogatina começou.
Todos estavam vestindo cueca, bermuda e camisa. Mas com o tempo, as peças foram caindo. As bebidas estavam no fim, todos bêbados zoando até. Eu usava uma cueca comum, preta; Cêsar de samba canção; Manoel com uma box vermelha e Rique com uma cueca comum branca. Eis que alguém tem que tirar a cueca, e esse alguém ê Manoel. Ele reclamou, mas tirou e a jogou na mesa. Mais uma rodada e dessa vez era a minha cueca que estava na mesa. Comecei a ficar com tesão mas me controlei. A mesa era de madeira, então apesar de pelado ninguém viu a pica de ninguém. Mais uma rodada e era César que perdeu a peça íntima. Na rodada seguinte, Cêsar voltou a perder. Sem nada a dar, entramos em uma discussão sobre o que ele faria, já que estava pelado. Rique, o único de cueca, fala:
- Chupe alguém. - Todos trocaram olhares e Cêsar desconversou. - Chupe alguém que está pelado, esse é o preço. - Rique continuou.
César então se levantou, veio até mim, me olhou nos olhos e se abaixou. Ele estava debaixo da mesa, então os outros dois não viram a cena. Manoel reclamou e mandou que eu sentasse na mesa e que César me chupasse na luz. Assim fizemos. Sentei na mesa, abri as pernas, e Cêsar me chupou gostoso. Lambeu a cabeça, chupou meu pau e lambeu as bolas. Vi Manoel fazer cara de safado e Rique, piscando de bêbado, sussurrava "vai, chupa, seu viado".
César, já de pau duro, parou de me chupar e foi até Rique. "Quer também né safado?" ele disse. Puxou Rique da cadeira, o colocou na mesa, abriu as pernas do rapaz e chupou o pau por cima da cueca. Manoel saiu de seu lugar e veio até mim, com a tora dura na mão e pediu que eu o chupasse. Assim foi. Chupei Manoel e César chupou o Henrique.
O tesão estava forte, puxei Manoel e lhe dei um beijo gostoso. Fiz ele me chupar o corpo todo. Ele me deitou na mesa e abriu minhas pernas, enfiando a língua em meu cu e me punhetando. César chupava Rique com fervor e vontade. Rique gemia baixinho. Então César tirou Rique da mesa e o levou pro sofá. Colocou rique sentado e, com os dois pés no sofá, meteu a rola na boca de Rique. A lingua de Manoel entrava no meu cu e me levava à loucura. Então disse que o foderia.
Não tínhamos camisinha, então ele me chupou melando meu pau com baba e eu abrindo o cuzinho dele com o dedo. Depois de um tempo, ele sentou no meu cacete e cavalgou gostoso. "Rebola safado, vai, rebola na minha vara, isso...". Enquanto isso, César colocava Rique de 4 e lhe socava a lingua mo rabo. Rique gemia de prazer sendo chupado no cu e me vendo foder seu amigo de trabalho. Depois, Cêsar meteu sem dó no menino, que gritou de dor e depois de tesão. Ficamos assim por uns minutos, eu fodendo Mano e César comendo Rique.
Depois, trocamos. Me atraquei com César no chão da sala e surrava meu pau no corpo peludo e suado dele. Vireo-o de costa e enfiei meu pau no cu dele. El e gemeu e pediu mais forçava. Estoquei nele sem dó, igual da outra vez. Fodi ele com gosto, fazendo meu pau entrar e sair do rabo beludo dele. Manoel sentou no sofá e Rique sentou em seu caralho grosso duro feito pedra. Enquanto era fodido por mim, de 4, César lambia as bolas de Manoel que era cavalgado por Rique.
Então aconteceu a coisa mais gostosa que já fiz. Rique, que se fazia de hétero resolvido, adorava dar o rabo. Então, César se libertou de meu pau e deitou no chão. Rique deitou por cima e Csar enfiou o pau no cu de Rique. Então eu deitei por cima e enfiei meu pau no cu de Rique. O branquinho estava recebendo duas bengas no rabo e soltava gemidos de dor e prazer. Eu tentava me movimentar, enfiando e tirando meu pau, mas aquele cu apesar de arromado estava bem apertado. Manoel, de fora da brincadeira, sentou perto de César e recebu uma bela mamada.
Todos suados, pingando, o cheiro de sexo e álcool pairava no ar. Manoel anunciou que ia gozar, foi até atrás de Rique e mirou no cu arrombado que recebia dois caralhos ao mesmo tempo. Então Manoel gozou. Um jato forte e quente atingiu o alvo. Aquela porra quente e grossa deslizava em meu pau e ajudava a entrar melhor no cu de Rique. Então Rique gozou. Meu corpo roçava no pau dele e logo nossos abdomens estavam melados de porra.
Anunciei que ia gozar. Tirei o pau do cu de Rique e logo estava ejaculando jatos de porra grossa no corpo de Rique. A porra escorria e melava César, que estava por baixo e anunciava o gozo.
- Aaaaah, vou gozar, aaaah caralho, porra, vou gozar.
E ele gozou. Tendo o cu de Rique só para ele, meteu com gosto e urrava de tesão. Enquanto socava com força, encheu o cu arrombado de Rique com sua porra. O tesão era tanto que Manoel gozou outra vez. Passada a tensão, ficamos largados o chão da sala e dormimos. Suados, pelados e melados de porra.
Era umas 10:30 da noite quando acordei. César estava no chuveiro, com Manoel. Rique já vestido, arrumava e limpava a bagunça. Eu estava com uma dor de cabeça dos diabos, pelado e com o corpo cheio de porra de outros machos em mim. Fui para o banheiro e dei de cara com Manoel comendo Cêsar no chuveiro. Tomamos banho juntos e depois nos despedimos. Cada um foi pra sua casa e eu fiquei ali, lembrando da putaria na noite anterior.
Até hoje me lembro, e gozo gostoso só com a lembrança. Aliás, gozei após escrever essa história. Comentem e votem se curtiram. Espero que tenham gostado e até a próxima.
DELICIA AMO ORGIAS
Este é um sonho meu: comer, ser comido, chupar, ser chupado. Tb quero mijo, mto mijo. Bjs
MUITO MASSA! VOTADO!
Kralho! Delícia de conto, meu pau ficou todo melado, só de ler seu conto.
Orgia do caralho, adoraria participar de uma dessas, chupar, ser chupado, beijar e feder muito.
Tesão. Gostaria de ter participado...
Muito tesudo esse seu relato