Quando passei a ser a amante oficial do meu pai, estava com mais de 18 anos. Mas anos antes, foi que tudo começou. Era normal sentar no colo do meu pai quando ele ficava no sofá assistindo o horário do jornal na TV. Não me lembro exatamente quando é que comecei a perceber e a gostar de sentir aquela coisa dura debaixo da minha bundinha quando sentava no seu colo. Só sei que já sabia que aquilo era safadeza e de propósito já procurava fazer ficar encaixado bem no meu reguinho. No início fiquei com medo dele zangar comigo, mas, ele sempre permanecia em silêncio como se nada de anormal estivesse acontecendo. Certa vez, estávamos sozinhos em casa, depois de sentir que estava muito duro, sai do seu colo e deitei no sofá colocando minha cabeça exatamente sobre sua coxa pra onde seu pinto duro estava virado. Primeiro coloquei minha mão entre meu rosto e sua coxa, depois, me ajeita daqui e me ajeita dali, deixei minha mão solta sobre o local exato onde estava o volume na sua bermuda. Novamente achei que ele poderia se zangar comigo, mas tinha que fazer aquilo; fechei minha mão segurando seu pinto duro por cima do tecido... Fiquei vários minutos com a mão que dava pra sentir aquela coisa dura pulsando. Ele sem dizer uma palavra, colocou sua mão sobre a minha me fazendo ficar movimentando... Logo ele tirou sua mão e eu continuei brincando de fazer carinho no seu pinto mesmo ele dentro da sua bermuda... Até ele levantar e ir na direção do banheiro. Passou a ser normal eu deitar e ficar alisando seu pinto por cima do tecido e ele só se manifestar quando percebia que minha mãe; que normalmente naquela hora preparava nosso jantar, saia da cozinha, tirando minha mão de sobre seu pinto. Foi num domingo, que estávamos novamente sozinhos em casa e ele assistindo futebol pela TV que pela primeira vez quebrou o silêncio. - Vem cá Rita... Deita aqui com o papai. Mais que depressa, deitei e já fui passando a mão sentindo seu pau ir crescendo e ficando cada vez mais duro. Quando ele começou a abrir sua bermuda fiquei toda eufórica ao saber que ia ver seu pinto sem ter a bermuda atrapalhando. Arregalei os olhos vendo pela primeira vez o cacete duro do meu pai tão próximo ao meu rosto que dava pra ver algumas veias salientes. Ele nem precisou pedir; segurei e comecei a fazer carinho deslizando minha mão pra cima e pra baixo... Foi quando senti sua mão entrando por baixo da minha blusa indo até meus peitinhos e ficar massageando-os e brincando de girar os biquinhos. De repente ele levantou, pegou-me no colo e foi andando na direção do meu quarto... Colocou-me na cama, tirou meu short, minha calcinha e enfiando a cabeça no meio das minhas pernas começou a passar a língua na minha xaninha. Eu que só tinha ouvido falar sobre orgasmo, comecei a sentir um formigamento percorrer todo meu corpo, depois se concentrar na minha barriga, e sem mais nem menos sair pela minha xaninha como se fosse um vendaval... Lambuzei toda a cara do meu pai que levantando do meio das minhas pernas veio segurando seu pau. - Passa sua língua aqui no papai. Tudo que ele ia me pedindo, eu ia fazendo... Lambi, beijei e deixei colocar a cabeça e mais um pouquinho dentro da minha boca. - Caramba filha... Papai vai gozar... Bebe o leitinho do papai, bebe! Só sei que naquele dia bebi uma quantidade enorme de esperma do meu pai e ainda tive o rosto também todo lambuzado. Sempre que podíamos, papai chupava minha xana e eu chupava seu pau até gozar na minha boca. Demorou muito, mas foi numa excursão que minha mãe fez com algumas amigas é que fui ficar com meu pai totalmente pelado na minha cama. E foi nesse dia que me senti sendo sua namorada... Ele depois de beijar e chupar muito meus peitinhos; subiu e foi direto beijar minha boca. - Você é uma delícia filha... Eu te amo muito! - Eu também te amo pai... Me beija mais, me beija! Ele me beijou muito na boca e me virando de bruços começou a passar seu pinto duro sobre meu ânus... No colégio já tinha ouvido muitas garotas falarem que já davam a bundinha pros seus namorados; e como eu considerava que meu pai era meu namorado. - Quer minha bundinha pai, quer? - Você deixa? - Deixo sim pai. Nem sei como seria se meu pai não pegasse um óleo pro corpo que eu tinha no quarto pra usar pra comer minha bundinha... Passou bastante sobre meu ânus e bastante também no seu pinto antes de me fazer ficar de quatro e ir empurrando seu pau duro no meu buraquinho... Créuuuuu... Fiquei até tonta vendo estrelas girando em torno da minha cabeça enquanto meu delicado cuzinho ia sendo arrombado... Gritei tanto que ele teve que tapar minha boca com sua mão, parando com seu pau quase todo dentro de mim. - Calma! Calma! Já vai passar... Calma! Realmente, logo a dor aguda foi dando lugar apenas a uma dorzinha até suportável... Papai enfiou tudo e puxando pra trás como se fosse tirar voltava com tudo novamente pra dentro do meu ardido cuzinho. - Ooooh! Ooooh! Papai tá gozando filha... Ahhhhh! Ahhhhh!... Dava a impressão que papai estava urinando dentro da minha bundinha de tanto esperma que soltava. Percebendo que meu pai não podia ser o meu namorado o tempo todo, acabei que comecei a namorar alguns garotos no colégio... Era gostoso beijar na boca e ficar provocando pra deixa-los de pau duro. Quantas e quantas vezes tive que punhetar um namorado ou deixar colocar na minha bundinha... Mas nunca deixava colocar na minha xoxota; pois meu cabaço eu preservava pra entregar pro meu paizinho. Muitas vezes pedi pro papai meter na minha buceta, mas ele sempre dizia que jamais ia fazer aquilo comigo, e que minha virgindade teria que entregar pra algum namorado com quem eu desejasse me casar. Com o tempo, já estava me preparando pra prestar o vestibular, e entre todas minhas amigas acho que eu era a única ainda virgem (pelo menos na xoxota). Sabendo que ia ficar novamente pelo menos uns dois dias sozinha com meu pai, resolvi que não podia continuar mais virgem. Pelados na cama e depois de alguns minutos de rala e rola, pegando meu pai deitado de barriga pra cima tratei de ficar com ele entre minhas pernas e segurando seu pau comecei a passar minha bucetinha na ponta da sua piroca. - Oh pai! Ooooh! Quero ele dentro de mim. - Não filha... Não faça isso. Consegui encaixar na portinha e tentei forçar pra baixo sentindo algo impedindo. - Ai! Ai! Tá quase pai... Tá quase entrando. Até ele não se conformava de ainda continuar virgem durante todos aqueles anos que ele só meteu na minha bundinha... Me virou jogando-me de costas sobre a cama e entrando no meio das minhas pernas foi procurando colocar seu pau na entrada da minha buceta. - Oh filha... Por quê? Eu só não queria ser o primeiro. Deu um solavanco pra frente fazendo seu pau entrar numa só estocada que senti algo sendo rasgado dentro da minha buceta. - Iiiiissooooooo! Vai pai... Mete! Mete! Ooooh que deliiiiiicia! O prazer de ter meu pai socando seu pau na minha buceta era muito maior do que a dor que sentia... Mesmo com minha buceta sangrando, tive dois orgasmos seguidos antes dele tirar e gozar sobre minha barriga. Depois de comer pela primeira vez minha buceta e arrancar meu cabaço, meu pai passou a querer constantemente... Chegou até ir no meu quarto de madrugada pra me foder. Entrando na faculdade, ele mesmo fez questão de alugar um pequeno apartamento perto da faculdade só pra mim, e tudo ficou muito mais fácil pra nós dois. Papai passou a ir constantemente no apartamento, e, sempre antes me ligava normalmente falando alguma sacanagem: - “Fique sem calcinha que já estou chegando” – “Lava bem sua bucetinha que hoje vou te chupar até você gozar” – “Hoje vou querer sua bundinha”... etc. Eu ficava louca de tesão, e era só trancar a porta pra voar no seu pescoço, beijar muito sua boca e irmos direto pra cama. Eu sabia que tinha me transformado numa putinha pro meu pai; mas era justamente isso que me deixava feliz... Ter aquele homem pelado na minha cama, me beijando, mamando nos meus peitos e socando seu delicioso pau duro na minha buceta me fazendo gozar feito uma cadela no cio. Com 24 anos me casei, e entre as cerimônias do civil (de manhã) e a do religioso (à noite); enquanto minha mãe arrumava o salão da igreja pra festa, papai me deu uma trepada que tive dois orgasmos antes dele encher minha buceta com seu gozo. - Espero que essa não seja a última vez, filha! Era minha intenção passar a ser totalmente fiel ao meu marido, mas bastou voltar da lua de mel pra novamente ir pra cama com meu pai enquanto meu marido teve que retornar à firma em que trabalhava. O bom foi que passamos a não mais nos preocupar com nada... Éramos dois amantes sedentos de sexo. Era tudo calculado pra não sermos surpreendidos, mas a adrenalina ia lá no alto ao ficar pelada com meu pai na cama onde eu deitava com meu marido e deixar ele abusar de mim de todas as maneiras me fazendo ter deliciosos orgasmos e ainda encher minha buceta de porra.
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Hummmm....puta que pariu..que tesao hein..você sendo a puta de seu pai, caralho que delícia! Adoro isso, a filha puta do pai...ou a mãe sendo puta do próprio filho..nossa não existe nada tão maravilhoso como isso! Amo incesto, essa putaria entre família! E seja mesmo sempre a puta dele, faça de tudo e mais um pouco com ele viu! Suas fotos ficaram lindas...beijos sua biscatinha mais linda!
que delicia de conto, parabens, adoro esse tipo de aventura e cuidado para não lhe dar um netinho/filho. Voce sabe que seria a consumação total desse desenfreado incesto, principalmente ele enchendo sua xoxota de porra como vem fazendo.