Acordei e ao levantar me encontrei em um estado onde ao me olhar no espelho via corpo e minha cama cobertos de porra, tinha sido triturada e muito dolorida. Tive dificuldade ao levante e fui me arrastando em direção ao quarto dos meus pais e para minha sorte os meninos tinham arrumado tudo. Tomei um banho bem demorado e muito gostoso, ao sair do banheiro ainda com dores é verdade, eu estava leve e muito realizada pensando na loucura que tinha feito.
Segunda-feira (pior dia da semana) fui para a escola e ao chegar minha mãe me espera na sala e me pediu para sentar. Foi direta e me falou que tinha descoberto que andava trazendo homens em casa. Eu não era de mentir (mas omitia) contei tudo para ela, SIM, todos os detalhes de onde, como e com quem fazia aquelas coisas. Surtou, levantou e buscou um teste de gravides para fazer, ficou na porta do banheiro esperando o resultado que para a surpresa de zero pessoas tudo NEGATIVO.
Eu era louca mas não burra, sabia muito bem o que fazia e mesmo assim tomei uma bela lição de moral dela e por pena de mim, não contou para meu pai e agora sem celular e 24 horas sendo monitorada, da escola para a natação, e depois para as aulas de inglês. Eu estava lascada.
Foi difícil ficar de castigo, após semanas eu não conseguia falar com o Léo sobre o que tinha acontecido e graças a sala de informática da escola puder dar a notícia para ele pelo facebook e falei que faria uma pequena viajem no final de semana para a praia e queria muito ele desce um jeito ir também e dar um jeito de nos encontrar passei tudo sobre estaria. Fomos sexta-feira a bem cedo nosso destino era a Praia da Fortaleza em Ubatuba era minha favorita e amava andar pelas pedras enormes que tinham lá. Chegamos e paramos para tomar o café dentro da pousada, depois subir nos trocamos e para o mar. Entrei na água e meu pai como sempre reclamava do meu biquini. Fiquei horas no sol até minha pele ficar com as marquinhas do biquíni destacando meu corpo e os machos da praia babavam olhando para a ninfeta bronzeada, não é por nada mas estava de mais. De repente, ouvi alguém chamar meu nome e para minha alegria era o Léo. Estava um bom tempo me procurando e ao se aproximar queria muito pular no seu colo mas fiquei contida. Apresentei ele aos meus pais inventamos uma história que ele era um amigo do curso de inglês se eles me autorizava ir com ele ver o “pessoal” dele que estava alguns quilômetros dali.
Inocentes e sem saber de nada me deixaram sair e ainda devolveram meu celular, vesti minha saída de banho, entrei no carro e ao virar a esquina arranqueis minhas roupas para marmanjo, abri minhas pernas no painel do carro mostrando minha buceta pra ele e ficou cheio de tesão vendo minhas marquinhas de biquini. Parou o carro e ele não perdeu tempo em lamber minhas marquinhas, passava a língua nas minhas coxas até minha buceta e depois voltava, eu gemia tão gostoso e fomos para o baco de trás. Duro como ferro, sentou e comecei a mamar, com vontade, sentia as bolas dele cheias, como se estivesse guardando para mim e depois deitou, pediu para eu colocar minha buceta na cara dele e fizemos um 69 bem babado e molhado. Tivemos que parar, tinha muito movimento na rua então partimos para a Praia da Raposa. Uma praia desértica em SP e eu sabia muito bem o que esperar. Ao chegar, passamos por um caminho de pedras até chegar na areia e ali ele iria realizar um dos meus fetiches de transar em lugares proibidos. Sem roupas corremos em direção ao mar, me pegava no colo e me beijava, minha bucetinha começa a pulsar pois “sabia” que hoje iria ter piroca de macho dentro dela. Voltamos para a areia, ajoelhei em sua frente com ele duro, imponente, viril, um belo exemplo de espécime masculino, ali mesmo ao ar livre no lugar que mais gosto de frequentar vida voltei a mamar ele de novo.
Chupadas fortes e bem intensas, ele pedia calma mas eu estava morrendo de tesão, estava no cio como uma cadela, mordidinhas na cebeça do pau e nas bolas, assistia ele fazer carinha de dor, ADORO! e para revidar ele batia com o pau na minha cara. Em seguida forramos uma tolha no chão o Léo deitou e fui galopar e como era um lugar deserto, podia ser eu mesma, me soltar, xingar e gritar como uma louca.
Eu: PORRA, QUE SAUDADE DE VOCÊ…
Eu: Fode essa buceta…
Eu: Me comer amor…..
Eu estava com abstinência por sexo, eu não sabia que fica assim por falta de pau, o Léo começou a socar de baixo para cima, com força e meu útero começava a sofrer.
Ele: Toma caralhooo, toma pau sua puta….
Eu: Isso, isso não para vai…..
Isso que era matar a saudade, batia no meu rosto, puxava meu cabelo, com brutalidade do jeito que estava acostumada. Levantamos, deitei sobre atoalha de pernas abertas e ele continuou a me castigada….
Eu: Bate na minha cara vai…. Adoro apanhar de macho.
E Ele batia, levantou e mandou eu chupar…. Pediu para eu abrir minha boca, e cuspiu dentro, e me levantou pelos cabelos como uma puta. Fomos até uma pedra, apoiei minhas mãos e empinei o rabo pra ele. Entrou com tudo, e bombou com força. Não parava por nada, era um folego incrível e invejável, uma mão puxando meu cabelo e a outra dando tapas na bunda, virava meu rosto e batia nada cara e esse o carinho que tanto sonhei em ter de um homem.
Ele deitou, e fui por cima mas de costas para ele e rebolava na pontinha do pé virada para frente olhando o mar….(Igual a foto). Então gozei, gozei bem gostoso no cassete do Léo mas dessa vez continuei com tesão e continuamos a foder. Ele queria muito botar no meu cú, mas no seco, sem moleza ou frescura eu queria esse sexo bem selvagem e com muita brutalidade, e eu deitei sobre a tolha, ele pegou nos meus tornozelos, levantou até a minha cabeça, fiquei de cabeça para baixo, meu cú ficou MUITO, mas muito escancarado, aberto pra ele e enterrou aquela tora no meu rabo.
Entrou rasgando só com cuspe, aguentei firme, sentia como se meu pescoço e coluna fossem quebrar, meu rabo estava sendo arrombado sem piedade. Tirara e cuspia, queria me rasgar pra valer enquanto me masturbava bem rápido. Bombava, mas lentamente, era hora de botar tudo pra fora tanto ele quanto eu.
Um jato saiu da minha buceta dando um banho no Léo, PQP, o que era isso ? Mijei nele que vergonha. Eu tinha feito o famoso squirting, eu não tinha ideia que era capaz de fazer isso, mesmo hoje em dia, é muito raro eu conseguir fazer isso e de qualquer formar é algo normal e na sequência ele me levantou pelos cabelos como se eu fosse uma boneca e jorrou bem no meu rosto.
Eu sentia que podíamos ficar ali podendo mais, mas era hora de voltar, nos tínhamos perdi a noção do tempo. Nos limpamos e nos arrumamos e voltamos aonde eu estava hospedada com meus pais e de presente passei a noite inteira com dor no pescoço e meu cuzinho ardendo.
NUNCA MAIS DOU O CÚ NO SECO.
Muito bom
Agora você já ta arrombada sua safada vadia você pode encaixar vários cacetes kkk