A vontade de fazer sexo era absurda todos os dias e cada vez mais eu estava entregue ao Léo. Não pensava em outra coisa que não fosse sexo mesmo ainda estando de castigo precisava dar um jeitinho de furar essa barreira.
Queria muito fazer outro ménage com o Léo e Negão, ficamos semanas pensando em um jeito de conseguir fazer e dessa vez teria que ser mais insano possível, Isso eu podia esperar e os rapazes eram bons em elevar o nível da putaria, sempre tinham algo em mente para me impressionar. Inventei uma história que ia na casa da Shirley fazer algumas atividades da escola mas não colou. Depois foi a vez de inventar um passeio de escola e não funcionou. Minha mãe sabia muito bem que eu estava querendo, e ao sentia o meu abatimento, me disse a seguinte frase:
Ela: Eu sei que você estava querendo encontrar seu namoradinho.
Como um certo tom de deboche, mas me surpreendeu a segunda frase;
Ela: Pode ir ver ele, só não quero uma filha grávida dentro de casa;
Virou as costas e saiu….
Eu não entendi muito bem o que tinha acontecido, mas na hora peguei meu celular e liguei para o Léo dando a notícia e que podia arrumar um lugar.
Voltei, subi as escolas e dei um belo agraço e agradeci, a única condição era que ela o conhecesse pessoalmente para, pelo menos, saber quem estava frequentando sua casa na sua ausência. Não demorou muito até ele chegar, parou o carro e entrou e o apresentei para minha mãe. Um cavalheiro e muito educado rapidinho tinha conquistado a velha enquanto me preparava no quarto para a gente sair. Saímos, entrei no quarto e ali no portão de casa já começou a pegação, mãozinha na perna e depois dedinhos na buceta e muitos beijos molhados, viramos e paramos na primeira esquina. Arranquei minha roupa ali mesmo.
Tirei a bermuda do marmanjo, com o seu pau super duro e enorme chupei o safado enquanto segurava no meu cabelo.
Ele: Saudades de boquinha gostosa bebe…..
Eu: Eu também estava morrendo de saudades de pau meu amor…
Pedia para eu cuspir no seu pau para deixar todo babado. Fomos para o banco de trás. Sem roupas e empinadinha como ele gostava, botou bem gostoso na minha buceta e bombou com muito tesão. Gemido e gritos, a rua estava deserta e a gente estava aproveitando eu confesso estar realmente precisando muito disso, um macho no controle, batendo na minha bunda me chamando de puta por mim, podia ser assim todos os dias.
Depois ele sentou no banco da trás e fui por cima, hora de galopar no garanhão, muita porrada na xota para matar minha vontade. Na ponta do pé eu mantinha o ritmo, quicando só na cabecinha do pau dele. Estava tão gostoso que gozei muito rápido de tão seca que estava. O Léo também não perdeu tempo, pediu para eu abrir a boca e gozou dentro até a ultima gota, para não cair e manchar o banco do carro.
Enfim, continuamos sem roupas e continuamos indo para uma “surpresa” que ele havia preparado para nós. Chegamos em uma casa, grande e bonita, baixei o vidro e o Negão estava nos esperando, na hora eu sabia muito bem o que aconteceria. Desci do carro peladinha, me agarrou por trás dizendo que estava com saudades de mim, então peguei minhas coisas e corri para tomar uma bela ducha e me preparar para os marmanjos.
Com a porta aberta, eles me viram tomando banho, aqueles papos com muita putaria e sacanagem que a gente gostava de fazer.
Me sequei e sem roupas, descemos as escadas até a área atrás da casa onde tinha uma área, com bastante espaço, eu não fazia ideia de quem era aquela casa. Um sofá estava a minha esperava e ao lado tinha duas garrafas de champanhe com algumas taças para bebermos. Aquelas mão passando no meu corpo me excitava, aqueles corpos nus, um de cada lado. Enquanto eu ganhava beijos na nuca e pelo corpo, eles já estavam duros, era hora de chupar. Duas rolas enormes mais uma vez, ajoelhada, servindo e sendo escrava daqueles putos mais umas vez. Do jeitinho que eles gostavam, bem babado, saliva escorrendo boca, no pescoço e nos peitos. Tossia e engasgava, eles me maltratar, eu senti uma necessidade dessa perversão que eles faziam comigo.
Eles: Empurra tudo na garganta nessa puta.
Uma brutalidade sem igual, me levantam que colocando de quatro, o Negão segurou e entrou com fome de sexo. Socadas, lentas mas bem funda, enquanto o chupava o Léo, ele batia com o pau na minha cara.
Léo: Isso, chupa o cassetão do Leozão.
Eu: Que delicia! seu gostoso....
Revezavam entre eles. Sempre com muita vontade e dominação, eles gostava de me compartilhar e fazia isso com perfeição. E como não podia faltar, era a hora de liberar o cuzinho. Lubrificante, e o Léo foi o primeiro a empurrar. Aquela dorzinha enquanto ele forçava, de quem não dava o cú a dias. Mas nada que muito amor e carinho não resolva, e aos poucos eu sentia as primeiras bombadas no rabo.
Eu: Ai porra
Negão: Rasga essa puta!
Léo: Toma sua puta, toma….
Enquanto o Léo bombava o negão sentou, segurava as bolas com a mão empurravam na minha boca e pediu para mim punhetar o seu pau. E meu braço cansava, usava o outro, não queria que perdessem o tesão comigo e sempre dava um jeitinho de deixá-los sem meus carinhos.
Depois trocaram, hora do Negão brincar, espalhei bem lubrificante no pau dele, virei a bunda e deixei ele Colocar. O Léo diferente do Negão, ajoelhou na minha frente com as mãos em volta do púbis, como se quisesse dar um destaque ao seu pau, queria que eu tratasse aquele cassetão do melhor jeito possível.
Estava incrível diferente das outras vezes lá tinha ar-condicionado, um ambiente bem agradável me deixava mais à vontade, sem aquele desgaste do calor. Hora de fazer DP.
Eu sempre prefiro o Negão por baixo e o Léo por cima, não sei o motivo mas era muito mais prazeroso e com aquela energia e vigor começou aquele entra e sai maravilhoso. Não rolava muito papo, tudo estava pratico dessa vez, estavam mais focados em foder.
Um empurra outro tira, aliviava a pressão e sentia muito prazer, eram craques em fazer dupla penetração e eu aproveitava o máximo. Em seguida, o Léo me virou para cima, agora eles trocaram de buracos aproveitando meu corpo por completo.
Era muito incrível estar no meio de dois homens ao mesmo tempo o tesão era dobrado e entre gemidos e gritos eu gozava, eles continuavam me fazendo perder o folego. Me puxaram, ficamos os três de pé, o Negão levantou minha perna o máximo que consegui, encaixou o pau na minha buceta e o Léo veio por trás, entrou e continuamos naquele sincronismo divino, enquanto um me beijava no pescoço, o outro beijava minha boca, eu morri de tanto tesão com aqueles meninos. Mas, percebi que estavam aumentando o ritmo e a força, passei a ser castigada para valer. Frenéticos, e incansáveis, eu estava apenas com uma perna no chão e estava quase desabando quando eles começaram a gozar.
Eles: ah caralhooooo, porrra…..
Eu sem folego, apenas ouvia os gritos misturados entre respirações ofegantes que iam diminuindo o ritmo das socadas, como se fossem se acalmando. Eu sentia seus paus latejar quando jorravam dentro de mim, era algo magico sentir eles ao mesmo tempo gozar e muito satisfatório. Um pequena pausa de sorrisos nos rostos e quando tiraram seus paus de dentro mim, o rio de porra derramava entre minhas pernas, mostrando uma fartura na quantidade que saia dos meu buracos, eu fui leitada com gosto. Que sensação incrível na aquele momento.
Enfim, meu cuzinho foi preenchido de porra!
Amo sexo anal com carinho. S2 Betto o admirador do que é belo S2
Delicia
que maravilha de conto, puro e total tesão, do inicio ao fim, delicioso de ler e muito bem escrito. votado e aprovado
Nossa, que delícia. Também já vivemos algumas fantasias assim. Depois se interessar, lê os nossos contos.
Delícia