A Vida secreta de uma adolescente – Meu primeiro gangbang. part6



– A maior generosidade é dar mais do que você pode.

Completei 3 meses de aventuras com Léo e eu tinha acreditado que podíamos ter muitos mais tempo junto. Tinha experimentado tantas loucuras nesse período que quando voltava a ser uma garota normal me sentia uma estranha, aquele não era eu, tudo parecia artificial.

Controlar meu desejos naquela época era cruel, se segurar, não poder ser eu mesma e flertar com sexo todos os dias. Na escola era o centro das atenções principalmente dos homens. Roupas curtas, sempre desinibida e muito sexualizada, passava uma mensagem de garota sexualmente ativa e isso tudo mexia com os meninos da escola e passei ser muito desejada.

Sempre em busca de novidades, livros sobre sexo e filmes pornôs, tudo que envolvia sexo era comigo. Não demoraria muito até surgir um papo inusitado com o Léo que me contava suas experiências, coisas que fazia no “mundo” adulto me excitavam, tão novo e com todos seus desejos realizados;

– por quê não ser a versão dele só que feminina ?

Enfim, queria algo novo, ousado e bem extremo que testasse meu limites me fizesse ser mulher por inteira e como ele quem sempre tomava as rédeas da putaria fui apresentada ao temido ou sonhado Gangbang. Um sexo onde apenas uma mulher era estimulada por vários homens, explodiu minha cabeça e que mudaria tudo na minha vida. Nem tudo era flores, convencer outros homens a participar era muito complicado (hoje em dia nem tanto), mas na época até por ser nova e inexperiente precisa de uma ajudinha. Então foi ai que conheci a Suely, mulher com 34 anos, negra, cabelos cacheados ruivo uma,peitos e bundas gigantes uma cavala, uma garota de programa responsável por ensinar todas aquelas manhas e putarias ao Léo (ela tirou a virgindade dele).

Isso explicava muitas coisas, ele me apresentou a ela e contamos sobre realizar o meu Gangbang e para minha surpresa ela é a mãe do Negão que tinha feito um ménage com Léo, que loucura. Mas indo direto ao ponto, pedimos uma ajudinha em me ajudar com o gangbang, precisávamos de homes para tal missão. Ela seria uma espécie de “Madrinha” que cuidaria do espaço onde iria acontece, organização e todos os preparativos. Ela já tinha em mente quais rapazes conhecido dela iriam fazer o gangbang, seriam quatro homens ao todo comigo.

Medo, ansiedade até tudo acontecer, eu sabia que dali não teria mais volta, eu precisava saber se eu era isso mesmo, uma mulher promiscua, vulgar e viciada em putaria, essa era a prova final comigo mesmo, se rolasse tudo e eu pedisse mais, eu tinha meu atestado de puta.

Uma semana inteira até o grande dia, faltei na escola para irmos ao local. Um sítio no extremo leste de SP que a Suely alugava para festinhas particulares seria meu ninho. Como o Léo sempre fazia, conheceria os dois marmanjos na hora e isso me dava medo, não pela aparecia ou algo do tipo, mas não sentir a mesma vibe do Léo ou do negão. Suely ficou a manhã inteira fazendo meu cabelo e me maquiando, me passava dicas, truques para não ficar desconfortável ou ter incômodos na hora e tinha muita, mas muita experiência com isso. Que mulher!

Nem na minha festa de debutante eu estava tão linda assim, cabelo e maquiagem de alto nível no primeiro gangbang criamos um tema tanto no ambiente e no que vestiria. Ela escolheu algo que transmitisse para os rapazes algo como uma coisa inocente, doce e delicado e ao mesmo tempo uma mensagem do tipo: Estou aqui para foder!

E deu certo, um vestido curto e bem chamativo, aberto que escondia apenas peitos, bunda e buceta, o resto ficava totalmente a mostra e uma coroa de princesa na cabeça, sem calcinha e sem sutiã para facilitar e a ninfeta agora estava pronta para os marmanjos. A Suely desceu conferiu se todos estavam prontos e por conta do calor, seria na parte externa da casa na parte onde ficava a área de jogos eles colocam uma cama redonda. Ao voltar ele me diz:

Suley: Tudo pronto, aproveita muito garota!

Então respirei e desci as escadas. Cada passo era uma eternidade, demorava eu não podia correm por conto do salto. Meu coração acelerava, um medo misturado com tesão me fazia tremer. Chegando no lugar me esperam só de cueca, os convidados deitados na cama e o Léoe o Negão em pé ao lado em um cenário incrível com flores, lençõis brancos e rosas em volta como se fosse uma tenda ou um santuário. Confesso ter achado lindo e me emocionar com o carinho e cuidado que tiveram. Chegando perto deles pediram para eu subir na cama para conhecer os dois novos convidados; O Lucca e o Rick.

Jovens e lindos, tinham corpos magros e maravilhosos, um deles tinha olhos verdes, um papinho descontraído até dar os primeiros beijos e sentir as mão deles me tocar. Por quanto Léo e o negão apenas olhavam e brincavam comigo, fiquei no meio deles, um beijinho de língua em ambos só apara atiçar, levantaram e como não podia ser diferente levantaram meu vestido para ver minha bunda GG. Ficaram no cio e davam tapas na minha bunda me chamando de safada. Ficaram de pé, e ansiosa como sou tirei a cueca dos dois para ver seus paus, não eram como o Negão e o Léo (ainda bem) tinham cabeça bem rosada por serem branquinhos.

Hora de mamar, e eu não ida dar moleza para eles e também não esperava o mesmo, oral agressivo bem babado até ficar sufocada com eles empurrando na garganta e chupão nas bolas, chupa um cuspia na rola do outro. Até ai tudo bem, mas foi a hora dos outros marmanjos subirem na cama com seu paus enormes para eu chupar. Fiquei cercada por rolas, eu sorria enquanto os quatro batiam com seus paus no meus rosto.

Como diz uma amiga minha:

– Esse é o melhor churrasco que existe, só entra linguiça (risos).

Até ali só tinham visto minha bunda, e me deitaram na cama, tiraram meu vestindo apresentando minha buceta para os meninos. Enquanto meu chupava dois que estava ao lado do meu rosto, o Lucca começou a me chupar e depois foi a vez do Rick chupar meu melzinho.

Muitas linguadas e eu já estava bem excitada, foi incrível sentir todas aquelas mãos passando no meu corpo, muito homem, muito pau eu estava no paraíso. Muitos palavrões muita putaria e eu ficava com mais tesão quando eles falavam o que iam fazer comigo. Hora de brincar de verdade, e o primeiro começou a comer minha bucetinha enquanto o resto seguravam minhas pernas mantendo bem abertas. Primeiro Rick e o Lucca, Socava com vontade e estava uma delicia;

Rick: Caralho, que tesão gostoso

Negão: Isso ai meu parceiro, come ela.

Lucca: Vou regaçar essa puta

Demonstravam muita habilidade e mesmo sendo algo bem Hardcore, sentia muito carinho e cautela e como a única inexperiente era eu, tomaram o controle sobre mim facilmente. Muitos tapas e puxões no cabelo, o calor aumentava enquanto eles iam revezando minha buceta e na minha boca, um entra e sai insano, cada um com sua pegada, com o seu jeito como se estivessem extravasando dentro da minha buceta, literalmente roteando amor. Er muito homem para dar conta, serio, eu precisava urgente liberar o cú para dar uma pausa na buceta. Os meninos não viam a hora de poder brincar no meu bumbum grande. Dessa empinada na cama, empinada e os meninos novos faziam as honras enquanto o Léo e o Negão ajoelhados na minha frente para mamalos.

O Lucca foi o primeiro, alguns tapas na bunda, enterrou seu pau, mais tranquilo dessa vez, rapidinho já estava bobando.

Lucca: Uhhhhn cuzão gostoso… uuuuuhnnn

Eu: Soca seus safados, come essa puta vai….

E da mesmo forma que revezavam na buceta era a vez do meu cu. Hora dos marmanjos dotados e um de cada vez enterrando em mim e o primeiro foi o Léo, me puxou para trás, empinei entrou rasgando o meu rabo e pisou na minha cabeça e começou a bombar.

Léo: Ai mano, é assim que se come um cú de vagabunda

Que delicia era aquilo tudo, ele me fodeu para valer pisando na minha cabeça, quando tirava o pé cuspiam no meu rosto, sem pena enquanto eu aguentava firme. Um calor infernal naquele espaço, todos pingando de tanto suor, amo esse tipo penetração mais bruta, tirar do cú e botar na boca, e vice e versa, estava viciada no sexo sujo e hardcore, uma putaria que me deixava com mais tesão por eles. Todos passaram no meu cú e em seguida foi a hora de fazer DP (dupla penetração). Não podia ser diferente enquanto o Léo estava por baixo os demais botavam no meu cú, tudo tão incrível e gostoso, meus buracos estavam ocupados e todos gemendo era algo que amei realizar. Sempre dobrávamos a aposta e ou vir alguém dizer:

– Vamos botar ela pra fazer DP Anal.

Eu: como assim?

É exatamente isso, dois pau dentro do meu cú. Amei a ideia, serio, queria experimentar tudo que eles propunham. O Léo continuou por baixo e o Lucca por cima, muito lubrificante e o Léo entrou primeiro a entrar e o Lucca começou a empurra. É Uma pressão enorme, pior que a minha primeira vez, mas dei conta e como não fosse o bastante, o Negão entrou na brincadeira e trocamos tudo, Léo na buceta, Negão e Lucca no cú, isso mesmo meus amigos, três rolas dentro mim, sem contar o Rick na minha boca todos dentro mim. Ameeeei!

Um calor de matar, aqueles corpos suados se esfregavam no meu, um cheiro de macho e testosterona se misturava dentro daquele pequeno espaço. Eles me mostravam a verdadeira natureza masculina, não era sobre pênis eretos e gozar, mas sim em mostrar todos seus sentimentos primitivos, selvagem e agressivo e desde os tempos mais remotos, eles são assim, é da natureza deles e eu era apenas uma fêmea, que tinha a missão de ser a anfitriã de receber todo aquele amor selvagem , fiquei simplesmente apaixonada por eles.

FOI INSANO!!!

Perdi as contas de quantas vezes eu gozei, eles não paravam por nada, eram jovens e muito potentes, não perdiam a ereção por nada, amam fazer sexo de várias formas e comigo não foi diferentes.

Exausta, era hora deles finalizar em mim, mas não era em qualquer lugar e me falaram que iam TODOS, sim, TODOS gozar no meu rosto. Topei essa loucura e como se fosse um ritual, fiquei no meio da cama, cercada por eles punhetavam com vontade, e um por um, foram despejando leite quente e grosso sobre mim, uma cerimonia de sexo extremamente deliciosa e no final eu mal conseguia abrir os olhos de tanta porra dos meninos.

Ao voltar, a Suely voltou e viu todo mundo derrubado, eu estava totalmente arrombada mas feliz por realizar mais fetiche e dessa vez um Gangbang. Como ninguém é de ferro, como todo mundo estava pelado, juntos pulamos na piscina. Que dia maravilhoso.

Sim, oficialmente puta.

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Comentários


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sergius Comentou em 22/03/2025

Conto Excelente, em qualidade compatível com toda a saga desta Adolescente topada. Muito bons os contos. Desejo ser seu amigo.

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carlosanton4 Comentou em 17/03/2025

Muito bom deliciosa

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vidanacabana- Comentou em 16/03/2025

Adorei tudo ,principalmente o final marcante onde vc disse: oficialmente puta

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pegadasdetigre Comentou em 15/03/2025

hun safadinha ótimo conto, agora você já tá estourada quero penetrar até o braço...




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Ficha do conto

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cahfigueira

Nome do conto:
A Vida secreta de uma adolescente – Meu primeiro gangbang. part6

Codigo do conto:
231233

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
15/03/2025

Quant.de Votos:
17

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