Este é meu segundo conto, estou meio sem inspiração, mas vou tentar caprichar. Sou tonbertao e comecei a publicar meus contos neste site que sempre visito, vou usar meu nome de guer-ra- Toninho como protagonista.
Na vila em que moro tem um pequeno centro esportivo que costumo frequentar para me exercitar e de vez em quando pratico algum esporte com a rapaziada do bairro. Os rapazes que jogam lá formaram um time de basquete, esporte que adoro praticar, acho que pelas encoxadas que são muito comuns durante as partidas e embora eu nem seja muito alto, me chamaram pra participar. Claro que aceitei.
Modéstia a parte me acho um cara bem gostozinho, capricho sem exagerar na musculação e me mantenho em forma. Mesmo já sendo um homem maduro, com trinta e poucos anos, minhas coxas bem torneadas e bundinha durinha e empinada são um atrativo a mais nas partidas e, quando pego a bola durante o jogo não é raro algum dos carinhas, ficar de bobeira por traz de mim e só por sacanagem ficar-me encoxando e esfregando a rola em minha bundinha gostosa. Adoro provocar eles e alguns deles até sabem que eu gosto da coisa, mas como não dou pinta, eles me respeitam e fica por isso mesmo.
O que me intrigava não era o fato de nenhum deles se inte-ressar em me cantar, mas sim, o Seu Jorge que ficava todo animado assistindo a noite, nossas partidas. Bem, não era nenhuma novidade ver aquele negão gostoso por ali, ele como trabalhava no centro esportivo, quando a partida terminava arrumava tudo e fechava o local. O que me encucava era o jeito como ele me olhava vendo os lances do jogo quando os caras me pegavam por traz. Ele ficava todo animadinho e eu tinha certeza, pelo volume na calça dele, que o negão ‘tava de pau duro.
Seu Jorge era um homem negro muito bem apessoado, tinha uns quarenta e dois anos e tinha se aposentara bem cedo por conta de um acidente numa indústria, mas fisicamente não se via nada e ele estava sempre tão alegre e prestativo que eu achava que tinha coisa alí. Como não era da minha conta, nem me interessava. O fato é que era viúvo e um amigo da família dele tinha arrumado aquele bico pra ele e embora Seu Jorge tivesse até casas de aluguel, ele morava alí nos fundos do centro esportivo.
Tenho uma queda especial por homens negros, eles atiçam a minha imaginação e despertam os meus desejos mais sacanas e esse me deixava doido de tesão. Não era um galã de novela, mas tinha aquela beleza máscula de homem viril, era forte e com porte de garanhão. Calvo, ele raspava a cabeça com navalha e deixara o bigode negro e bem aparado crescer. Tinha um uniforme, mas estava sempre de short jeans e camiseta regata branca, dava pra ver que o cara era bem musculoso e como tinha pouca barriga Seu Jorge chamava bastante a atenção.
Resolvi ver qual era dele. Depois de uma partida bastante animada, eu como estava de férias e não tinha que voltar tão cedo pra casa, em vez de ir logo pro banheiro tomar um banho rápido para tirar o suor, saí pra fora e fui a uma barraquinha do outro lado da rua tomar um suco de laranja. Seu Jorge que estava de tocaia e sempre arrumava uma desculpa pra ir ao vestiário e me ver pelado, ficou me olhado, acho que com uma cara de decepcionado. Quando notei que quase todos já tinham ido e com certeza o vestiário estava vazio, voltei e encontrando o Seu Jorge já arrumando algumas coisas pra fechar, perguntei:
- Seu Jorge será que daria tempo de eu tomar um banho bem rapidinho, se não for abusar de sua boa vontade... Eu me lavo bem rápido, é só pra tirar o suor e trocar essa roupa fedida...
Seu Jorge ficou me olhando e o último cara saiu se despe-dindo de nós dois. Dei uma bela coçada no rego com ele me olhando e o safado deu uma bela pegada no pau e falou:
-Vai, eu vou fechar tudo e já vou...
Me fodi- pensei. Claro que ele sacou tudo na hora e agora eu não sabia o que fazer. Fui pro vestiário, tirei a roupa e entrei em baixo do chuveiro. Em minutos Seu Jorge já estava lá me observando com aqueles olhos de tarado. Falou:
-Como ‘ce é gostoso cara! Posso tomar banho com você, quero passar o sabonete em você todinho... Quero passar o sabonete em você Toninho e olha já faz tempo que se ‘ta judiando de mim – enquanto falava essas safadezas apertava o pau que estava visivelmente duro e saltava por baixo do short.
Fiz que sim com a cabeça e ele foi tirando toda a roupa e veio me lavar com o sabonete na mão. Passou em meu peito, desceu pela minha barriga, pelas minhas coxas e meu rosto. Na hora meu pau também começou a ficar duro e ele foi por traz, em minhas costas. Começou a me ensaboar por traz do pescoço e foi descendo até a minha bunda. Corria com as duas mãos ensaboadas em minhas nádegas e então encaixou aquela mamba negra enorme entre minhas coxas e se esfregando em mim, me abraçou e começou a apertar os meus mamilos.
Eu que já tinha certa experiência com outros homens, mesmo assim, tremia nas mãos exigentes daquele negão e um fogo me invadiu as entranhas me fazendo rebolar na vara dele. Eu apertava e massageava com minhas coxas aquele membro que latejava entre minhas pernas e ele por baixo estocava com a cabeça da pica em minhas bolas. Ele sussurrou:
- Isso minha putinha, assim que o Seu Jorge quer, fica to-dinho tesudo que o negão vai-te foder bem gostoso. ‘Ta sentindo a minha tora ‘ta? Vê como ‘ce me deixa babando de vontade, meu viadinho gostoso. Eu vou entrar de “chuá” nessa cestinha apertadinha... Fica tranquilo que o negão aqui vai bater na bandeja e vai entrar com tudo...
-Putz...Aquilo estava me deixando louco, virei, me ajoelhei a frente dele e cai de boca no mastro grosso e enorme do Seu Jorge. Meti o que deu na boca e mamei feito um bebezinho faminto, ele me deixou mamar a vontade e quando percebeu que eu não me controlava mais, me pôs de quatro bem alí, embaixo do chuveiro. Seu Jorge ensaboou bem meu rabo e esfregava devagar o sabonete no pauzão todo me torturando naquela agonia da espera.
Quando encostou o mastro em meu buraquinho eu já o esperava com as coxas bem afastadas e ele foi entrando sem parar. Doeu e ardeu um pouquinho, mas eu estava com tanta vontade que assim que senti a espada embainhada comecei a rebolar feito uma vadia na vara do negão. Depois disso tudo ficou bem mais fácil e Seu Jorge pode cumprir o que tinha me prometido.
Ele fincou em mim, sem pressa e sem dó aquele vergalhão de macho. Arrombou-me todo e me senti tão comido, tão saboreado por aquele homem negro, que sem conseguir mais me controlar comecei a gozar com aquele tolete todo atolado dentro de mim. Seu Jorge percebendo pelas contrações violentas de meu cuzinho espetado em sua vara que eu estava ejaculando e me masturbando pra prolongar ainda mais aquele prazer, também gozou- de “chuá”- bem dentro de mim. Ele dizia coisas desconexas enquanto esporreava e me estocava com toda força com sua rola imensa. Quando terminamos estávamos exaustos, mas aquele sorriso de satisfação estava estampado em nossas faces que ferviam no fogo daquela empreitada.
Ele tirou o membro já meio amolecido de mim e ficamos um tempão alí embaixo do chuveiro nos lavando e conversando. Senti o esperma dele escorrer, ainda morno, entre minhas coxas enquanto me ensaboava, depois Seu Jorge me mostrou seu quarto e me convidou pra vir visitá-lo sempre que eu estivesse sem sono ou quando eu quisesse. Claro que eu ia visitar aquele homem tão solitário...
Como já era tarde ele me levou até o portão que estava trancado com um cadeado que ele abriu no maior silêncio. Seu Jorge olhou se estava tudo “limpo” na rua e discretamente eu saí e fui para um barzinho perto de casa tomar uma com os amigos e comemorar comigo mesmo essa foda pra lá de gostosa.
Meu nobre amigo Toninho! Obrigado por me convidar a sermos amigos aqui no site....vim me deliciar em seus contos, esse por ter foto e diz do Seu Jorge o NEGÃO, que delicia de NEGÃO! Lindo o conto e as fotos ilustrativas! Que delícia de PICA! Betto
Vc é muito corajoso ... proximo de casa e trabalho lugar sagrado ... Mas foi um bom conto
TESÃO de conto... Queria um NEGÃO assim.
Nossa q conto gostoso. Seu jorge mete no meu cu apertadinho?