Pequeno deposito de porra: outra noite e mais porra.

Obrigado pelos votos e pelos comentários, espero que gostem desse capitulo.

Depois que o vô Dino me fodeu a noite inteira, eu passei a manha em casa por ter perdido o horaria pra escola, me levantei e fui preparar um café da manha bem reforçada como sempre fazia para meu pai que logo chegou em casa. Meu pai adorava meu café pois era bem forte, e mesmo que agora ele fosse direto pra cama dormir, ele sempre tomava pelo menos uma xicara.
— Porque ainda está em Julinho? A essa hora já perdeu o horário. — Falou meu pai sentando na mesa e abocanhando um pedaço da banana frita que eu tinha feito.
— Eu perdi a hora pai, acabei dormindo demais.
— Se dormiu demais é porque ficou até tarde acordado. Um dia so não vai fazer muita diferença, mas não quero saber de você faltando mais aulas, entendeu?
— Foi mal, pai. Segunda feira eu vou direitinho.
— Ta bom! Seu avô veio por aqui ontem a noite? Acabei saindo mais cedo e esqueci dele.
— Veio sim, ele estava procurando pelo senhor.
— Okay, a essa hora ele já deve estar na empresa, eu vou dormir, aproveita que você ta ai sem fazer nada e vai no mercado comprar o que tiver faltando, você sabe onde deixo o dinheiro pras compras. — Ele terminou o café e eu fui a vila onde havia um ou dois mercados pequenos onde se vendia de tudo.
A vila era realmente pequena, e todos que moravam ali trabalhavam na empresa direta ou indiretamente. Na grande maioria do tempo as ruas ficavam vazias, não haviam crianças ali e nem mesmo um cachorro caramelo de rua. Os trabalhadores do turno do dia a essa horas estavam na fabrica, os do turno da noite estavam dormindo e a sensação era que eu vivia em uma cidade fantasma, não que fosse assustador, mas era tedioso.
Ao chegar na mercadinho do Senhor Jeremias, ou Jerê como o povo o chamava, eu entrei e lhe dei bom dia e fui até as prateleiras pegar o que precisava. Seu Jerê era amigo do meu avô e tinha nos ajudado no dia nossa mudança. Era um homem de pele queimada, tinha alguns cabelos pretos lisos e uma calvice bastante acentuada e um grande bigode que ele mantinha e o deixava engraçado, seu corpo tambem era parrudo igual ao do meu avõ so que com bem menos pelos. Da prateleira eu fiquei observando seu braços e pernas e o tesão me subiu pelo cuzinho, ter dado a noite toda pro meu avô tinha me trago desejos por homens mais velho com aparência de Vovôs e pais de família.
— Como é mesmo seu nome, garotinho? — Ele me perguntou interrompendo meus pensamentos perdidos na visão do corpo dele.
— Ahhh eu me chamo Júlio, seu Jerê.
— É mesmo, seu avô tinha me dito. E o que tanto me olha ai para, garoto Julio?
— Eu...eu tava pensando no que levar pra fazer de almoço pro meu pai, me distrai aqui.
— Sei... e é você que cozinha la na sua casa? Sua mãe não veio com você né?... Normal, por essas bandas so tem marmanjo, os poucos que chegam aqui casados ou vão embora ou as esposas vão embora, aqui não foi feito pra segurar mulher.
— Realmente tem poucas mesmo.
— É a homorada fica doida, mas cê ainda não tem idade pra isso.
Mal sabia ele que eu entendia muito bem do que ele estava falando, mas não me demorei por la, logo paguei minhas compras e voltei pra casa, o resto do dia foi tranquilo, fiz alguns deveres de casa, limpei e arrumei a casa, fiz almoço e quando meu pai acordou ficou por ali vendo anúncios de carros no celular, pois estava planejando comprar logo um carro para que podássemos ao menos visitar o cidade mais próxima uma vez ou outra. As 5 tarde meu avô bate a porta, meu pai o atendeu e eles foram pra cozinha, ficaram conversando até que apareci. Estava ansioso pra ver meu avô.
— Oi Julinho, como você esta? — Ele me cumprimentou com um riso safado e um brilho nos olhos que fez meu cuzinho tremer.
— Oi vovô, to bem!
— Ele acordou tarde e perdeu o horario da escola, o senhor pode ficar de olho nele e garantir que ele durma cedo e não perca o horario na segunda?— Disse meu pai afivelando seu sinto e terminando de se arrumar pro trabalho.
— Ele não vai mais perder aulas se depender de mim, pode deixar filho, eu vou cuidar direitinho dele.
— Ta bom, vamos jantar que daqui a pouco eu to de sainda.
Eu e meu pai fomos jantar, mas meu avô saiu e foi pra sua casa. Depois de tudo isso, meu pai pai saiu pra trabalhar e eu corri para o banheiro, queria estar preparado caso meu avô resolvesse aparecer de novo, fiz minha limpeza, tomei meu banho e escovei os dentes, passei um pouco do oleo hidratante no meu corpo e fiquei macio e cheiroso. Logo eu estava peladinho em cima do sofá, mas sem aguentar esperar muito mais comecei a enfiar dois dedinhos no meu cuzinho, estava em êxtase quando ouço meu avô bater na porta e me chamar. Peladinho como eu estava eu fui abrir a porta pra ele.
— Olha que putinha mais gostosa, já tava se divertindo, bebê?
—Tava esperando o senhor, vovô.
— Delicia, eu gosto assim, sem fazer cu doce e por dificuldade... vem cá bebê. — Meu avô me pegou no colo, e começou a me beijar, sua língua ia fundo na minha garganta e quando voltava eu a chupava com força e vontade. Ele se encaminhou para o meu quanto e la se deitou comigo na cama, ainda me beijando e se esforçando para tirar sua roupa. Logo ele estava completamente pelado e deitado em cima de mim e me fazia sentir aquele corpo peludo em cima do meu, entre as minhas pernas. Todas aqueles pelos e músculos me excitavam e faziam meu cuzinho piscar sem parar, e sentido a cabeça daquela rola cutucar minha entradinha, eu ficava ainda mais louco. Mas mesmo com toda vontade e tesão que eu estava sentindo eu ainda estava com desejo e vontade de sentir o sabor daquela pica, e sem medir pudor eu falei diretamente o meu desejo.
— Vovô, eu posso chupar o senhor?
— A putinha quer sentir minha pica na garganta, é?
— Quero, ontem o senhor não me deixou chupar.
— Safado!...Então vai, trabalha essa boquinha no meu pau, abre bem ela e deixa tudo entrar na sua garganta, Bebê .—Com ele deitado de barriga pra cima na minha cama eu não perdi tempo de cai de boca naquela pica, colocando diretamente o máximo que eu conseguia no fundo da garganta. Aquela rola cabia completamente no cuzinho, mas so conseguia engolir um pouco além da metade, em termos de tamanho ela deveria ter cerca de 21 cm, como já disse era bem grassa e veiuda e tinha uma cabeça um pouco mais larga que corpo por onde saia uma quantidade deliciosa de baba. — Ahhhhhh...Porra que boquinha gostosa meu netinho tem, isso chupa minha mamadeira, neném...Assim, suga bem a cabeça...AHHHHH...faz de novo...AHHHH...PORRA!
Eu tentava colocar mais daquele pau na garganta mais não ia, talvez se fosse mais fina entrasse um pouco mais. Meu cuzinho tinha sido acostumado a receber muitas picas desde cedo, por conta disso eu tinha uma elasticidade grandiosa, mas minha boquinha não conseguia dar conta daquela rola, mesmo assim meu avô gemia e parecia estar sentindo tanto prazer quanto eu, e eu notava isso devida a rigidez da sua pica, a pulsação que ela tinha na minha lingua e todo aquele pre gozo gosmento e doce que eu sorvia como a melhor coisa do mundo.
— Vem cá, bebê. Senta esse cuzinho na cara do vovô e continua mamando minha pica, vai.— Fiz como ele tinha pedido, mas se eu não consegui colocar toda sua pica na minha boca, ele por outro lado conseguia enfiar toda a sua lingua no meu cuzinho, e ele me varria por dentro me causando um prazer ainda maior, eu buscava me concentrar no prazer de chupar uma pica e no prazer de ter meu cuzinho sendo chupado. Devido a diferença entre nossos tamanhos eu so conseguia chupar um pouco além da cabeça daquele pau, mas eu sorvia com tanta força que o fazia gemer dentro do meu cuzinho. — Delicia de cuzinho, delicia de boquinha, faz tempo que não vinha um viadinho gostoso desse jeito pra cá, a homarada vai ficar louca quando sentir esse cheirinho de putinha novinha no cio...Ahhhh quero dar a primeira gozada nessa na tua liguinha, bebê. Você vai beber todo o leitinho do vovô, vai?
— Bebo sim, vovô! — Ele me colocou de joelhos na cama e ficou em pé com os joelhos um pouco dobrados para que eu alcançasse a sua vara e começou a socar na minha boquinha.
— Neném obediente e gostosinho... Não vou mais te largar, vai ser minha putinha por muito tempo...AHHHHHH... continua assim que vou gozar, vai mama putinha.... AHHHH PORRA, MAMA SAFADO!— Ele socava num ritmo cadenciado, mas ainda duro e com força. Ele se movimentava de forma a não me machucar, mas sentir tambem muito prazer e logo a sua pica começou a ficar ainda mais dura e grossa, eu sentia as veias inchando com a ponta da minha lingua e logo a cabeça bulbosa e grossa cospiu uma quantidade enorme de gala, o primeiro jato veio acompanhado de um urro animalesco vindo do meu vovô.— UHHHHHHHHHH...CARALHO...AHHHHHHHH...Bebe meu leitinho, bebe o leitinho do vovô seu safado.
Sua porra era levemente adocicada e não era tão acida quanto a porra que eu bebia dos moleque antes de me mudar pra cá. Eu tinha bebido quase tudo e o que sobrou ficou no meu queixo e eu passava os dedos e labia querendo aproveitar ao maximo. Vô Dino me olhava com ainda mais tesão e seu pau ainda não tinha amolecida, pelo contrario, parecia estar ainda mais duro e pulsava junto com a respiração dele.
— Agora é hora de tomar leitinho pelo cuzinho, safado. Deita na pontinha cama e abre as pernas.
— Assim vovô?
— Isso meu bebê, abre bem as perninhas e mostra esse cuzinho pro vovô — Meu avô logo se ajoelhou e meteu cara no meu da minha bunda, me chupando de frango assado. Sua ligua ia ainda mais fundo no meu cuzinho e com uma chupada forte que fez minhas preguinhas formarem um bico entre seus labios ele me tirou um gemido.— Geme putinha, geme na minha lingua e grita no meu caralho — Vô dino foi ate a sua calça e de um dos bolsos tirou um frasquinho, ele despejou o liquido na ponta dos seus dedos e os enfiou no meu cuzinho, o liquido tinha um cheirinho de morango e era frio e gelatinoso. Depois ele passou o mesmo liquido porta toda a extensão do seu pau denxando uma quantidade maior na cabeçorra e veio em direção a mim. Ele deitou em cima do meu corpo de novo e veio me beijando, enfiando sua lingua na minha gargata e logo senti a enorme cabeça do seu pau buscando a entradinha do meu cuzinho que se abriu com uma flor e começou a receber aquela pica deliciosa dentro de si. Meu cuzinho doia um pouco, mas não que não podesse aguentar e sentir prazer, ao contrario do dia anterior eu não tinha socado o cabo da espátula nele e por isso estava mais fechadinho, mas logo alojei meu avô dentro de mim e gemi de prazer e satisfação.
— AIIII Vozinho...Entrou tudo.
— Entrou bebê, o vovô ta todinho dentro de te, minha delicia...senti meu pauzão pulsando dentro do teu cuzinho, sente...Ta sentindo?
— To sim vovô.
— Então toma mais pica, gostosinho. — Ele começou a socar no meu rabinho, novamente de forma dura e cadenciada, fazendo meu corpinho se arrepiar de prazer e o biquinho dos meus peitos endurecer, meu avô percorria suas mãos sobre a minha pele sentindo meu poros eriçados e logo ele voltou a me beijar. Seus braços fortes envolviam meu corpinho, onde eu praticamente sumia em baixo daquele corpo imenso e musculoso coberto de pelos. Sua pica ia fundo dentro de mim e além de arrepios eu também tinha espasmos que faziam meu cuzinho piscar e apertar aquela pica. — Ahhhh isso, morde meu caralhão com esse cuzinho seu safado.
Vovô socava seu pau deliciosamente, esticando cada preguinha do meu cuzinho naquela vara, a torrente de beijos so ajudava a melhorar toda a situação. Definitivamente vô Dino era um amante e tanto e um beijo que levaria qualquer viadinho a loucura. Seu pau já babava novamente dentro de mim fazendo desnecessário usar novamente o gel lubrificante pois todo aquele pré gozo ajudava seu pau a deslizar pra dentro da minhas entranhas.
— Ahhhhh neném lindo e gostoso do vovô...Ta gostando de sentir a minha pica no seu cuzinho? — Ele falava enquanto dava uma estoca forte em mim.
— Eu to gostando vozinho..—
— Ta gostando de que? Me fala...Você é uma putinha gostosa e eu vou ser teu macho, fala pro teu macho que tu ta gostando e o que mais tu quer, fala.
— Eu to amando a sua rola dentro de mim vozinho.
— É?... e o que mais, putinha, fala como você quer que eu te foda.
— Me fode de costas, vovô. Sobe em cima de mim igual os meninos faziam comigo. — Os moleques que comiam não tinham muito repertorio sexual, então as posições que eles me fodiam eram sempre comigo de costas pra ele, então eu meio que so sabia aquilo também, mas vovô estava me ensiando coisas novas e legais. Logo ele me virou de costas e me colocou no meu da cama, abriu as minha bundinha e caiu do boca no cuzinho, enfiando sua lingua la no fundo, em seguida ajeitou a cabeça da sua pica dentro do meu buraquinho e socou com força.
— Assim que minha putinha gosta, é?...de sentir o peso do vovô nas tuas costas?
— Assim vovô, me come com força como ontem.
— Ta lembrando da foda de ontem safado, vou te foder todos os dias, aqui nessa vila o que não vai te faltar é pica nesse teu cuzinho de viadinho gostoso e puto. Toma pica, meu bebê. — Eu desapareci completamente em baixo daquele homem, o movimento de vai ve que ele fazia era frenético e parecia que naquela posição ele estava ainda mais excitado. Eu gemia alto e uma de suas mãos foi até a minha boca contendo meu gemidos. O cheiro de sexo e foda ali era impressionante e por muito e muitos anos será meu cheiro favorito. Vô Dino suava em bicas em cima de mim e começou a gemer mais alto e mais forte. Sua pica já pulsava dentro de meu cuzinho e senti que a hora de receber seu leite estava chegando.
— Vovô ta quase gozando, bebê. Vou socar mais forte e gozar bem no fundo... você aguenta se eu socar mais forte?
— Vai vovô, eu aguento, pode socar.
— Delicia de putinha, então segura meu leite seu safado. — Ele começou a socar com as ainda mais força e brutalidade, meu corpinho parecia que ia se partir no meio tamanho a força que ele estava sendo submetido. Vô Dino urrava feito um animal de logo sua pica pulsou e depejou um jato continuo de porra no meu cuzinho. — AHHHHHHHHHH BEBE MEU LEITE, TOMA MEU LEITE PELO CU, SEU BOIOLINHA GOSTOSO.
— Ahhhhhhhhhhhhhhh — Eu abafado de dor e prazer, eu havia gozado tambem, meu pauzinho estava todo melado e eu nem tinha encostado nele. Meu cuzinho piscava mastigando aquela tora de carne dura e grossa dentro dele.
— Que foda boa, safadinho do caralho... agora levanta, senta aqui na cara do vovô. — Com muito custo devido ao cansaço eu fiz como ele disse e sente de frente em cima da sua cara, meu avô então enfiou a lingua dentro do meu cuzinho gozado e sorvida toda a gala que tinha depositado ali, em seguida lambia minha própria porra no meu saquinho e na minha virilha. Olhei pra tas e seu pau continuava duro, depois de alguns minuto com meu avô me chupando e sentei de novo nele, mas dessa vez em seu pau que me fodeu novamente por mais meia hora antes de me dar mais alguns jato de porra quente e novamente ele me lamber por dentro.
Finalmente depois de tres gozadas, tomamos banho e fomos comer alguma coisa, já se passavam da meia noite e eu estava esgotado, mas durante a madrugada com certeza meu avô me foderia mais e eu estava muito feliz com aquilo.

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Ficha do conto

Foto Perfil catastrofe
catastrofe

Nome do conto:
Pequeno deposito de porra: outra noite e mais porra.

Codigo do conto:
230086

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
27/02/2025

Quant.de Votos:
4

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