Minha mãe era uma loira de olhos verdes, e tirando uma falha que ela tinha nos dentes dianteiros, era muito atraente, principalmente por que a grande bunda que ela tinha compensava qualquer defeito. Ela tinha um corpo todo feito pro pecado.
Sem dinheiro, sem rumo, minha mãe entrou para a prostituição bem nova e ainda grávida, apenas para conseguir uma renda. Mas depois que eu nasci ela pareceu gostar da coisa, e continuou até ficar bem rica. Dona Beth tornou-se uma profissional.
Minha mais tenra lembrança era da casa cheia de homens no final de semana. Eles trepavam com minha mãe. Era uma orgia violenta, e acho que ela gostava, principalmente da renda que era gerada. Eu nunca podia ver, ficava trancado no quarto assistindo desenho ou jogando videogame.
Quando eu amadureci e comecei a entender as coisas, senti orgulho de minha mãe, pois ela era uma vencedora, ainda que uma puta. Ela era ainda muito jovem, e cheia de energia. Compramos até um carro e uma mansão em Sevilha.
Um dia quando eu estava tomando banho, minha mãe bateu na porta e eu abri. Ela parecia meio bêbada. Fazia tempo que ela não me via pelado. Percebi que ela mordeu os lábios e me estudou com aqueles olhos verdes, experientes. Voltei para o banho, e depois de um tempo, eu escuto a descarga do sanitário. Em seguida, minha mãe abre o boxe e entra pra dentro pelada falando coisa com coisa. Uma coisa só eu consegui discernir, “Está na hora de você virar um homem, e eu serei sua professora”. Ela baixou na altura da minha cintura e chupou meu pau, com o chuveiro caindo por cima dos cabelos loiros dela. Depois de chupar minhas bolas, ela empinou a bunda pro meu lado e me mandou enfiar o pau. Soquei por longos minutos o pau dentro dela, enquanto o chuveiro caía pesado no tapete de borracha. Depois ela me jogou no chão e subiu em cima de mim me beijando nos lábios. Ela trepou com força até minhas bolas começarem a doer. E mesmo depois que eu tinha gozado dentro da buceta dela, ela continuou mais um pouco. Só depois que ela percebeu que eu estava quase desmaiando, com os olhos revirando, ela parou. Levantou, me xingou, esfregou a buceta na minha cara e disse que eu tinha ainda muita coisa a aprender.
A partir daí eu não parei de foder com minha mãe. Cada trepada era uma aula. Ela queria me levar para o mundo pornô, eu acho. Sempre quando ela não tinha cliente, ou logo após uma sessão, mamãe me arrastava para o quarto e me dava. Ou às vezes, na sala mesmo, no chão, na cozinha ou na piscina. Mamãe vivia pelada pela casa, me atiçava sempre. Eu não negava pica pra ela.
Depois que eu fiquei craque em foder o cu deminha mãe, ela me apresentou suas amiguinhas. Consuelo era dez anos mais nova que minha mãe e de todas a melhor. Às vezes eu era brinquedinho das duas. Naqueles dias de inverno, elas terminavam com seus clientes e depois da meia noite vinham esquentar minha cama.
Todo fim de ano passávamos no Brasil. Eram nossas férias. Nunca cheguei a conhecer meus parentes. Mas minha mãe tinha uns bons clientes aqui, de empresários a senadores. Deixamos a Espanha e fomos morar em São Paulo.
Então, um playboy cheio da grana, filho de um empresário se apaixonou por mamãe. Bruno era apenas cinco anos mais velho que eu. Casou com a puta da minha mãe, mas eu nunca deixei de fode-la. Nunca.
Muito bom relato, expressivo!!! tem o meu voto.