Ladrões de pregas



José estava um adolescente rebelde, normal pra idade. Como a maioria dos moleques, se acham os caras, os bons, os espertos.
Família viajou passar o final de semana na casa da avó. Ele não quis ir. Coisa de mané visitar a vó. A viajem era rápida, praticamente 1 hora. Por isso os pais acabaram deixando ele em casa. Dadas as recomendações, que ele nem prestou atenção, saíram na sexta-feira no início da noite, pra voltar no domingo a tarde.
Ocorre que na sexta-feira mesmo, de madrugada, dois ladrões invadiram a casa que José dormia sozinho. Sono pesado, só se deu conta quando os meliantes já haviam vasculhado a casa toda e o acordaram com tabefes na orelha.
Acorda moleque...
Ai ai ai... o que é isso? Quem são vocês? O que vocês querem?
Cala boca babaca. Só fala quando a gente mandar. Onde é que tão as coisas de valor? Agora responde rápido se não o bicho vai pega pá tu.
O dinheiro tá na minha carteira.
Nóis já viu. Tinha uma micharia... tem mais dinheiro não?
Não tenho, por favor não me machuca.
Porque tu tá sozinho, cadê os outros da casa?
Meus pais viajaram.
E as joias?
Que joias... não tem joias...
Que merda negão... te disse que aqui não ia te nada... ainda por cima esse bosta pode reconhecer a gente.
É, mais a gente pode se divertir um pouco e ainda ter a certeza que ele não vai abrir o bico.
Tendi... manero... tô dentro...
Eu vô primeiro... eu que tive a ideia...
É justo aí... manda ferro... só não estraga muito...
Xá comigo...
Qué dize que tu tá sozinho nas parada? Teus velho viajaram?
É... tô sozinho... mais não me machuca por favor... eu não vou contar pra ninguém... eu juro...
É o seguinte gente boa... só pra ter certeza que tu não vai abri o bico, eu vou faze o teu botão, sacou?
O que? Não moço, não quero, por favor.
Esquenta não... é só tu fica de boa que vai ser gostoso. Agora para de choramingar e tira essa roupa. Fica de olho lá, depois tu vem aqui.
O comparsa saiu do quarto.
Tira logo essa roupa...
Não moço, por favor...
Plaft...
José tomou um tapa na cara e teve seu calção e camiseta arrancados do corpo.
Para de reclamar se não a coisa vai fica feia pro teu lado.
Aos prantos e assustado José se calou. O homem o virou, abriu suas nádegas com os polegares e deu uma línguada em seu cuzinho. José se assustou, esperava dor, porém a sensação foi gostosa. Nova línguada, agora a ponta da língua tentava entrar em seu cu e as mãos ásperas do bandido seguraram o seu saco e o pau que começou a reagir endurecendo. O homem o virou deixando de barriga pra cima e com a cabeça próximo ao seu pau. Não estava completamente ereto, era comprido, mas não muito grosso. O bandido esfregou a rola na cara de José.
Chupa...
José titubeou.
Anda chupa...
E forçou a pica no lábios. Em ato contínuo, se curvou sobre o corpo de José e puxou suas pernas, erguendo e as abrindo completamente. Deu umas línguadas novamente no cuzinho e sentiu o guri por seu pau na boca. Com a sensação gostosa continuou lambendo as partes íntimas, se dedicando ao saco e ao pau. Nessa altura José já chupava a rola comprida sem restrições. Inclusive segurando.
O homem rodou José na cama, o deixando com as pernas erguidas e o cuzinho na mira de seu pau, na tradicional posição frango assado. Se ajeitou encaixando a cabeça da rola na entrada e até foi carinhoso. Não entrou de vez no cuzinho virgem. Foi entrando aos poucos. José estava estático, não chorava, não estava sentindo dor, nem sabia direito o que estava sentindo. Acho que medo era o que sentia.
A cabeça do pau entrou, José deu um sobressalto. O bandido se deitou sobre ele e procurou sua boca. Enfiou a língua enquanto o pau ia entrando. Em dado momento José se percebeu retribuindo o beijo e seu cu já estava completamente invadido. O homem o fodeu por vários minutos. Mudou de posição algumas vezes e José já sentava na rola do bandido com vontade.
De fato o homem o tratava com carinho. Punhetava José enquanto socava o cuzinho e fazia elogios. Finalmente veio o gozo.
Goza comigo guri... ssssss... vem vem vem... ssssss.
E o cu de José foi se enchendo de porra e ele também gozou gemendo de prazer.
O bandido tirou a rola ainda dura e beijou a boca de José.
Viu como foi gostoso?
José não respondeu.
O homem se vestindo saiu e chamou o comparsa.
Porra que demora.
Vai logo e não me enche o saco. E não maltrata o guri.
Tá bom, tá bom.
Esse era afoito, só baixou um pouco a calça, colocou José de 4 e já enfiou a pica, que entrou fácil. Bombou alguns minutos. O pau de José começou a endurecer, mas o homem gozou em seguida e já foi falando...
Guri não abre o bico, se não a gente acaba contigo e com tua família... tá entendo?!
O primeiro bandido voltou.
Vai pra lá, vou ter uma conversa com o moleque.
Não demora, já vai amanhecer.
Ele te machucou?
Não.
Tá... seguinte, gostei de tu. Então não sacaneia a gente. Não tamo levando nada da tua casa. Então fica de boa aí. Não chama a polícia nem nada.
Tá, não vou falar nada pra ninguém.
Beleza. Gostou da minha rola?
José não respondeu com vergonha.
Fala... gostou?
Gostei.
Faz um carinho...
José apalpou por cima da calça e sentiu o pau endurecendo.
Vem, chupa mais um pouco.
O marginal colocou a rola pra fora e José foi chupar sem reclamar. Não queria admitir mas estava gostando daquilo.
É isso aí... ssssss... tu chupa gostoso...ssssss... isso tesudo.
Esses elogios também o faziam se sentir bem e com isso se dedicava mais a agradar o marginal. Já apalpava e lambia as bolas do cara sem que ele pedisse.
Isso minha putinha... que delícia... deixa eu ver o teu pau... tá duro né... olha só... tá gostando de mamar na minha rola né safado?... me fala...
Ahã...
Isso você tá fazendo direitinho...
O comparsa voltou.
E aí cara... que que tu tá fazendo? Temo que i embora.
Relaxa camarada eu só tô recebendo um trato.
Pô, aí sim... agora fiquei afim de novo.
Pode comer o cuzinho dele, mas faz com carinho.
Tá, tranquilo.
Fica de quatro garoto. Ele vai te enrabar mais uma vez.
José já não se opunha. Se ajeitou deixando a bunda a mercê do homem.
Devagar aí, não machuca o moleque. Ele tá sendo gente boa.
E a rola do cara entrou fácil no rabinho ardido e cheio de porra. O que estava sendo mamado pegou no pau de José e o punhetou enquanto o outro lhe fodia a bunda com mais calma, devagar. José gemia de tesão e não demorou pra gozar. Mas os marginais continuaram, um na sua boca e outro no cu lhe fodendo.
Então o do cu gozou mas continuou dentro dele até que o outro também gozou. Encheu a boca de José.
Chupa moleque... ssssss... isso... minha putinha... mama tudo... ssssss... não perde nada...
E José se esmeirava no boquete sugando toda a porra que fluía da rola que lhe fodeu pela primeira vez.
Os bandidos saíram, não levaram nada, exceto suas pregas. Deixaram José com saudade das rolas. Principalmente a do seu primeiro algoz.

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Comentários


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edumanso Comentou em 23/03/2025

Conto gostoso ! Eu faria mesma coisa e pedia mais !

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engmen Comentou em 22/03/2025

Na tradicional linha de fazer de um limão uma gostosa limonada. Excelente conto.

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alda Comentou em 21/03/2025

Eita cara se eram conhecidos, não teve repetições não?

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paulo-79 Comentou em 21/03/2025

Maravilhoso

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morsolix Comentou em 21/03/2025

Vez ou outra aparece um conto erótico.E este foi um desses como de vê ser um conto sacana, envolvente de sacanagem e bem brasileiro.Vitado e recomendado




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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico caratodecara

Nome do conto:
Ladrões de pregas

Codigo do conto:
231595

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
21/03/2025

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