MINHA ESPOSA LEVOU PICA DO NOVINHO



Eu, Gil, 65 anos, minha mulher Marcinha, de 60, toda gostosinha e agora, principalmente após termos nos dado conta de que existe tesão depois dos sessenta anos, colocou para fora a magnífica puta que estava represada dentro dela mesma! Nosso casamento nunca esteve melhor! Leiam os contos anteriores. Estão em ordem cronológica. E aqui vamos nós em mais uma aventura que precisamos relatar e dividir com vocês.
No sábado cedo, fomos à praia e levamos Débora, a sobrinha de minha mulher que estava passando uns tempos conosco, mas que iria retornar para o interior na segunda-feira. Nos dias que ficou lá em casa, a putinha tinha arrumado um “ficante” e que iria nos apresentar quando chegássemos lá.
Eram 8 da manhã e o sol já estava escaldante. Pisamos nas areias quentes de Copacabana e fomos até próximo da água. O rapaz, Gerson, já estava nos aguardando e reservou lugar, barraca e três cadeiras de praia. Comprei logo uma cervejinha para cada porquê o calor já estava me fazendo pensar em voltar para casa! Gerson era um preto bem bonito, nem magro e nem gordo. Deu um beijo bem safado em Débora, no rosto de minha mulher, apertando minha mão com cordialidade. Marcinha pediu para que arrumássemos as coisas enquanto ela e a sobrinha iriam dar um mergulho para se refrescar. Eu e o Gerson sentamos lado a lado. Percebi o olhar dele para as mulheres.
- O que você achou da Márcia?
- Da sua esposa, Seu Gil? Ah, muito simpática, assim como a sobrinha. O senhor também!
- E olhe que ela já é coroa, heim! Olha o andar sensual dela...não tem uma bundinha bem jeitosinha?
- Bem, Seu Gil, assim eu fico sem graça...
- Porquê? Você é homem, ora! Não gosta de uma coroa?
- Ah, sempre gostei, mas nunca tive oportunidade com uma...é uma fantasia desde mais novo...quero dizer...puxa, Seu Gil, me perdoe, mas sua esposa é bem gostosa mesmo...com todo o respeito! (ri disfarçando).
Gerson não tirava os olhos da minha mulher. Sem se dar conta, alisava o seu pau por cima da sunga deixando-o duro, quase impossível de esconder. Ele viu que percebi. Tirou o boné e o colocou em cima, tentando esconder. O rapaz parecia ter um cacete dos grandes. Na mesma hora imaginei aquela vara invadindo a buceta de minha mulher. Nessa hora, o meu foi que começou a dar sinais de excitação. Débora e Marcinha vinham se aproximando da gente. Pisquei para Marcinha que entendeu e deu uma rápida olhada na sunga de Gerson, sorrindo discretamente para mim. Débora puxou o rapaz pelo braço fazendo com que ficasse de pé. De pau duro, ela a abraçou para disfarçar. Marcinha sentou ao meu lado e cochichou em meu ouvido:
- Amor, do que vocês falavam que deixou o menino com naquele estado?
- Do seu corpo! Perguntei o que ele estava achando de sua bunda.
- Nossa! Quando percebi aquela vara, te juro que pensei sacanagem na hora!
- Então não sei? Já fui adiantando a coisa, ora! Que tal uma rodada com os novinhos?
- Para, Gil! Você sabe que pego fogo só de imaginar putaria! Nossa...confesso que fiquei curiosa de ver aquele pau...
- E ele tem a fantasia de comer uma coroazinha tesuda...
- Ele disse isso?
- Disse! (menti, já sabendo o que ela queria ouvir)
Ficamos mais um pouco tomando algumas cervejas. Saímos lá pelas duas da tarde e fomos à um barzinho da orla. Ali começamos a puxar papo de sacanagem. O negócio estava esquentando. Todos já estávamos bem calibrados.
- Quer dizer que você tem tesão em mulher madura? (perguntei para Gerson). – Nunca comeu nenhuma?
- Eu adoro homens maduros...(disse Débora) – Eles têm uma pegada forte, que deixa a gente sem ar...ufa...
- Seu Gil, todo mundo tem sua fantasia secreta, né? O senhor não curte uma novinha? Vai dizer que não? (respondeu Gerson)
- Sexo bem feito é para qualquer idade, meu amigo! Minha mulher me satisfaz, ela sabe do que e como eu gosto!
- Então essa é sua fantasia, Gerson? (pergunta Márcia)
- Uma delas! Agora, se ela for casada...
Todos percebemos que ele alisava o pau por debaixo da mesa. Discretamente, Marinha encosta a mão na coxa do rapaz, que abre um pouco mais as pernas. Vagarosamente, com cuidado para que ninguém das outras mesas percebessem, ela dedilha o cacete de Gerson, em toda a sua extensão. O cara já estava babando na mesa. Débora copiou a tia e posou a mão em meu colo, apertando devagarinho meu pau que já latejava dentro da sunga. Ao mesmo tempo, fui metendo a mão entre as suas pernas até conseguir puxar o biquíni para o lado. Que bucetinha macia! Forcei o dedo até conseguir enfiá-lo e sentir a babinha que já escorria daquela grutinha. Chamei o garçon, pedi a conta e voamos para casa.
Eu e minha mulher entramos no banheiro primeiro. No box, ela sussurrou ao meu ouvido: “estou com muito tesão, meu macho...vai meter essa pica toda em mim, vai? Estou louca para gozar bem na cabecinha dela...” – “Então faz ele ficar mais duro, faz...do jeito que só você sabe...” Respondi. Ela começou beijando e mordiscando meus mamilos, descendo pelo meu peito, minha barriga, meu umbigo, até abocanhar meu pau que já estava doido para gozar. Márcia passou a língua nele todo, esfregou com vontade a cara em meu saco, mordendo e chupando alternadamente, enquanto me punhetava. “Quer jogar essa porra dentro de mim, quer? “ –“Hum,humm”-Respondi. Só que Marcinha se levantou, me ensaboou e à ela também e terminamos o banho. Fiquei sem entender nada, ela sorriu, dizendo: “calma, meu fodão! O melhor vem agora...” – É...minha mulher, a cada dia, me fazendo surpresas! Saímos do banheiro. Márcia colocou apenas uma camiseta e eu um short, sem nada por baixo. O pau ainda não estava totalmente amolecido. Na sala, Débora e Gerson tomavam cerveja e quando nos viram, ela correu para o tomar banho, afinal, todos teríamos que tirar o sal e a areia do corpo. O rapaz, ainda de sunga, não desgrudava os olhos de minha mulher que, sempre que podia, deixava-o perceber que estava sem calcinha. Pedi para que Márcia fosse buscar uma cerveja eela entendeu o meu código já ensaiado. Sentei no sofá, ao lado dele, que agora não disfarçava mais a vara dura. Falei baixinho para ele:
- Deu para ver que ela está sem nada por baixo?
- Bem...(tímido) – Não reparei...quer dizer..acho que sim...
- Garoto, quando ela entrar de volta da cozinha, com as cervejas, bota esse pau pra fora e deixa ela ver...
Espantado, Gerson responde:
- Como assim, Seu Gil?
- Assim, olha...
E pus meu cacete duro para fora do short. A cabeça brilhava, assim como os olhos dele. Comecei uma punheta bem lentamente. Gerson não sabia o que dizer ou fazer, demonstrando sua pouca experiência no mundo da putaria. Puxei a mão dele para cima de meu pau e foi aí que parece que o menino se assanhou. Arriou a sunga e aquele cacete preto, monstruoso e cheio de veia, pulou pulsando. Com uma das mãos ele se masturbava e com a outra, acariciava meu pau, que honrava seus 18 cm. O pau dele babava muito. Marcinha veio chegando com as cervejas, deu uma latinha para cada um e sentou-se entre nós. Sem perder tempo, punhetava as duas picas que estava doidas para entrar naquela bucetinha rosinha e cheirosa. O rapaz gemia alto. Marcinha abocanhou o meu cacete com gosto, sem largar a pica do Gerson, depois trocava. Passou a língua dem demoradamente no saco dele, lambendo todo aqueles 22 cm até a cabeça que mais parecia um cogumelo. Ela ía e voltava. Da cabeça da pica até o cuzinho dele, ainda cheio de sal da água do mar. Minha mulher pegou as mãos dele e foi levando-o para nosso quarto, eu fui atrás. Ela empurrou o cara para a cama e voltou a mamar a sua caceta. Aos pés da cama, eu tocava uma punheta bem gostosa. Gerson estava extasiado. Márcia subiu em cima dele e, de frente para mim, foi sentando naquela vara que ainda forçou para invadir seu buraquinho apertado. Me aproximei e coloquei o pau em direção ao seu rosto até que começasse uma mamada deliciosa. Ela estava delirando com a buceta completamente preenchida por um pau daquele tamanho e a minha pica em sua boca. Para os cornos iniciantes, digo que dá um tesão danado ver nossa mulher sendo varada por outra pica. O menino agarrou a cintura de minha mulher e socava sem controle, fazendo com que ela soltasse um grito com misto de dor e prazer. Marcinha foi deitando suas costas no peito dele. Minha mulher ali, deitada de costas, em cima de outro homem, com a buceta atolada com o pau dele, que mal entrava todo. Que visão do paraíso. “Vai meu neném, vai...enterra na buceta da tia...”
Débora estava assistindo à toda nossa putaria, em pé, encostada na porta do quarto. Tocava seu peitinho empinado e siriricava ao mesmo tempo. Vaio até mim e virou-me para ela, que se ajoelhou e pagou um boquetezinho que me levou aos céus! Joguei-a na cama, ao lado do namorado que comia minha mulher. O quarto era puro cheiro de foda. Não perdi tempo. Arreganhei as pernas da menina e dei apenas algumas lambidas no grelo que saltava durinho. Ela pedia: “mete logo, tio, mete...enterra essa pica na sobrinha...me come gostoso, seu puto!”
Ao meu lado, Marcinha, agora por baixo de Gerson, gemia como louca, dizendo que estava gozando. “goza na coroa, goza...me enche de porra...” O rapaz deu algumas estocadas e tirou o pau de dentro da minha mulher. Deu duas ou três punhetadas e esporrou em vários jatos em cima dela. Era muita porra grossa, farta. Eu disse que também iria gozar, foi quando Marcia empurrou o menino de cima dela e me puxou: “quero mais porra, mais porra...goza também em cima de sua putinha, goza...”
Deu para ver que o pau de Gerson não abaixava. Ele partiu para cima de Débora e cravou aquela vara de uma vez só Enterrou até onde pode. Ele bombava alucinadamente em cima dela e eu estocava fundo na buceta de minha mulher. A sentia arrombada por aquele monstruoso cacete. Não aguentei mais. Gozei gostoso pra caralho, curtindo um gemido longo de Marcinha. Gerson repetiu o que fez com Márcia, tirou o pau de dentro de Débora e despejou mais outra quantidade grande de porra em cima dela. Que tarde fascinante estávamos tendo! Caí para o lado, exausto. Gerson parecia esgotado também. Nós quatro acabamos dormindo, porém todos satisfeitos. Quando que iria me imaginar nessa situação. Márcia abraçou-me e deitou-se em meu peito. Na segunda Débora iria embora, mas ainda tivemos a despedida no domingo. Conto depois. Só de lembrar meu pau aqui já está latejando.
Comentem e votem. Tem mais...
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Comentários


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sexgrafia Comentou em 03/04/2025

Fiquei excitado!

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semprejuntos Comentou em 03/04/2025

Como é gostoso!

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casalbisexpa Comentou em 03/04/2025

delicia de conto e fotos

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loira-safadinha Comentou em 03/04/2025

Delicia de esposa.




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Ficha do conto

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kasalbi

Nome do conto:
MINHA ESPOSA LEVOU PICA DO NOVINHO

Codigo do conto:
232520

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
03/04/2025

Quant.de Votos:
10

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2