gritei que não iria fazer, o tapa estalou em meu rosto, repeti que não outro tapa do outro lado do rosto, meu rosto ardendo, lágrimas rolam na minha face.
- Ajoelha, seu viado
obedeço chorando, meus cabelos são puxados .
- Cala a boca porra e chupa meu pau.
Sinto o cheiro forte de urina, uma piroca balança na frente do meu rosto, sinto batidas no meu rosto, eu rosto leva uma surra de piroca.
- Abre a porra da boca.
Obedeço, sinto o gosto salgado, minha boca invadida sinto tocar no fundo de minha garganta, ânsias de vômito.
- Sem vomitar, porra.
Um tapa estala no meu rosto, minha boca saliva, minha cabeça e puxada até que minha língua toque no saco cabeludo do meu macho, minha boca e fodida por vários minutos.
- Fica de quatro.
Novamente obedeco, sinto tapas em minha bunda, meu cu pisca.
- Vai seu viado, arreganhar esse cu para eu meter.
Um tapa e usando as duas mãos arreganhou minha bunda deixando meu cu pronto para ser invadido. Sinto uma pressão e de uma vez a piroca é cravada em meu cu, sem tempo para aliviar ganho tapas e estocadas cada vez mais forte, o barulho alto de nossos corpos se tocando eu de cara nos lençóis aguento tudo sem reclamar, fico tomando no cu direto sem pena, aguardando ordens.
- Agra vai chupa minha piroca.
A piroca deixa meu cu de uma vez e sem nenhuma higiene é metida em minha boca, sou seguro pelos cabelos, minha cabeça se movimenta cada vez mais rápida, até que uma metida forte meu macho para e despeja em minha garganta toda sua porra, o fato de estarmos juntos há algum tempo me deu habilidade para não desperdiçar nenhuma gota se não apanho na cara.
Meu macho satisfeito agora me permite gozar, deitado tenho os peitos mordidos enquanto me masturbo, em minutos gozo num copo e bebo minha porra.
Satisfeitos, um banho rapido, vestimos nossos ternos e voltamos para o escritório, onde sou o chefe do meu macho.
No escritório quem manda sou euzinha kkkk.
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