Era uma tarde abafada, o ar pesado de tesão. Eu havia chegado no apartamento dela sem avisar, e quando abriu a porta, lá estava ela: vestido listrado justo, marcando aquele corpo de deusa, e por baixo – eu sabia – uma calcinha vermelha de renda, daquelas que deixam a bunda ainda mais gostosa.
Mal entramos no quarto, empurrei ela contra a cama, passando a mão por baixo do vestido.
— Tira essa roupa, agora — ordenei, puxando o zíper pelas costas.
Ela obedeceu, deixando cair o tecido no chão. Ficou só de calcinha vermelha, os seios perfeitos balançando, a bunda empinada.
— Deita e abre as pernas — comandei.
Ela se recostou na cama, pernas abertas, aquele montezinho lisinho e convidativo. Não resisti: abaixei e enfiei a língua nela, chupando com vontade.
— Ai, amor… assim… — ela gemeu, os dedos se enrolando nos lençóis.
Enquanto chupava, enfiei um dedo no cuzinho dela, fazendo círculos lentos. Ela arqueou, a buceta ficou ainda mais molhada na minha boca.
— Você tá com muito tesão, né, putinha? — perguntei, tirando a língua só para provocar.
— Tô… seu dedo no meu cu me deixa louca — ela confessou, a mão dela já agarrando meu pau por cima da calça.
— Vira de quatro, agora — mandei, puxando ela pela cintura.
Ela se ajoelhou na cama, empinou aquela bunda perfeita de calcinha rendada e eu, sem pena, puxei o tecido pro lado e enfiei meu pau de uma vez na buceta molhada dela.
— CARALHO! — ela gritou, as unhas cavando no colchão.
Meti com força, batendo na bunda dela, deixando marcas vermelhas na pele morena. Puxei seus cabelos, obrigando a arquear as costas.
— Gosta de levar pau assim, não é, sua puta?
— Adoro… seu pau grosso me deixa doida — ela gemeu, o corpo tremendo de prazer.
Depois de foder ela bem gostoso naquela posição, puxei meu pau e enfiei no cuzinho dela sem aviso.
— AI, AMOR! TÁ MUITO APERTADO! — ela gritou, mas não parou de rebolar.
— Aguenta, sua vadia. Você sabe que esse cuzinho é meu — disse, socando até ela gemer mais alto.
Quando senti que ela tava quase gozando, puxei ela pelo cabelo e mandei:
— Ajoelha e abre essa boca.
Ela obedeceu, de joelhos na frente de mim, língua pra fora, olhos cheios de submissão.
— Vai engolir tudinho, entendido?
— Sim, Senhor… — ela respondeu, ansiosa.
Dei as últimas punhadas e jorrei na boca dela, gota por goa, enquanto ela engolia com um sorriso safado.
— Obrigada, amor — ela disse, limpando os lábios.
E assim, naquela tarde, deixei claro mais uma vez: essa buceta – e esse cuzinho – são meus.
Casal Grey ??????
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Nossa! Fiquei com o pau duro!
Delicia de conto e que pica gostosa