Cheguei em casa depois de um dia cansativo, mas tudo mudou quando vi aquela visão deitada no sofá: minha esposa, uma mulata escandalosa, de shortinho rosa curto que mal cobria a bunda enorme dela. Os cabelos cacheados ainda estavam molhados do banho, e o cheiro do seu perfume barato (aquele de supermercado que eu amo) enchia a sala.
— E aí, gostosa… esperando seu dono, né? — falei, já passando a mão naquela bunda redonda, a beirada quase saindo do tecido.
Ela sorriu, aquele sorriso safado que já deixava meu pau latejando.
— Tá com saudade, amor? — ela provocou, arqueando as costas pra eu ter mais acesso.
Não perdi tempo. Abaixei e mordi seu pescoço, sentindo o gosto do sabonete ainda na pele. Ela gemeu baixinho, as unhas arranhando meu braço.
— Tira esse short… agora — ordenei, puxando o elástico e deixando ela só de calcinha fio dental.
Coloquei ela no meu colo, de frente pra mim, e sem cerimônia, abaixei o sutiã e prendi meus lábios no mamilo duro dela.
— Ai, amor… assim… — ela gemia, os dedos se agarrando no meu cabelo.
Minha mão desceu até sua buceta, e caralho, já estava encharcada.
— Tá com tanto tesão assim, puta? — perguntei, esfregando o grelo com o polegar.
— Tô… quero seu pau… já! — ela implorou, esfregando a bunda no meu colo.
Levantei ela no braço – sim, essa gostosa é leve, mas a bunda pesada quase me faz perder o equilíbrio – e carreguei até a cozinha.
— Senta nessa pia e abre essas pernas — grunhi, batendo na coxa dela pra ela obedecer.
Ela se apoiou no mármore, pernas abertas, calcinha rosa de lado, e eu não resisti: enfiei a cara naquela buceta rosinha, chupando com vontade.
— CARALHO, THESCO! ASSIM… — ela gritou, as coxas tremendo.
Chupei até ela ficar com os dedos dos pés curvados, mas não deixei gozar.
— Não… ainda não, vadia — puxei ela pelo quadril e arranquei a calcinha, ouvindo o tecido rasgar.
Posicionei meu pau na entrada da buceta, roçando devagar só pra ver ela ficar louca.
— Mete logo, porra! — ela xingou, as unhas cavando no meu peito.
Entrei de uma vez, sentindo ela se contrair toda.
— É ISSO! FODE SUA PUTA! — ela gritou, a bunda batendo na pia a cada socada.
Meti com força, o barulho dos nossos corpos ecoando na cozinha. Até que ela soltou:
— Quero seu pau no meu cuzinho… hoje.
Parei, arqueando uma sobrancelha.
— Tá pedindo mesmo, sua puta?
— Tô… enfia nesse cuzinho, meu comedor.
Virei ela de ladinho, cuspi naquele cuzinho apertado e fui entrando devagar, sentindo ela contrair e relaxar.
— AI, PORRA! TÁ MUITO GRANDE! — ela gritou, mas não me deixou parar.
Quando enfiei até o talo, comecei a meter com força, a bunda dela tremendo a cada impacto.
— Vai gozar, puta? Vai! — grunhi, segurando seus quadris.
— TÔ GOZANDO, CARALHO! — ela gemeu, o corpo todo se arrepiando.
Foi o suficiente pra me fazer explodir. Jorrei leitinho quente dentro daquele cuzinho, enchendo ela até escorrer.
Ela caiu de lado na pia, ofegante, com um sorriso de dever cumprido.
— Acho que a janta vai ficar pra depois… — ela riu, ainda com o cuzinho aberto.
— Depois, nada. Vou te comer de novo no chuveiro — respondi, puxando ela pelo braço.
E assim, numa sexta-feira qualquer, provei mais uma vez que essa mulata é minha.
Casal Grey
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Delicia de conto e tesão de pica
Votado ! Delicia de mulata a sua....
Me senti dentro da história!
Delícia