— Oi, Thesco! A Larissa tá no banho, mas pode entrar — disse Sandra, com um sorriso que não era só de educação.
Eu entrei, sentei no sofá, e Sandra se sentou do meu lado, pernas cruzadas, o vestido subindo o suficiente pra mostrar uma coxa bem cuidada.
— Você tá diferente, Sandra… mais jovem — provoquei, passando a mão na perna dela.
Ela riu, sem se afastar.
— Você é um garoto safado, sabia?
Foi quando Larissa apareceu, só de toalha, o cabelo ainda pingando.
— Mãe! Você tá dando em cima do meu namorado? — ela disse, mas o tom era mais de provocação do que de raiva.
— E se eu estiver? — Sandra retrucou, desafiando.
Foi a deixa que eu precisava. Puxei Larissa pelo braço e sentei ela no meu colo, a toalha abrindo, revelando seu corpo molhado.
— E se a gente resolver isso de outra forma? — perguntei, a mão esquerda apertando o peito da Larissa, a direita subindo a coxa da Sandra.
As duas trocaram um olhar, e então, Sandra foi a primeira a agir.
— Eu sempre quis saber como é esse seu pau que minha filha tanto fala — ela disse, desabotoando minha calça.
Larissa, sentada no meu colo, já esfregava a buceta no meu pau duro por cima da roupa.
— Vamos mostrar pra ele como as mulheres dessa família tratam um homem? — Larissa provocou, puxando o vestido da mãe pra cima.
Em minutos, as duas estavam nuas no sofá – Larissa, morena jovem, bunda empinada; Sandra, pele mais madura, mas com um corpo que ainda faria qualquer homem gemer.
— Quem vai primeiro? — perguntei, passando a mão nas duas bucetas molhadas.
— Eu sou a mais velha, eu decido — Sandra respondeu, empurrando Larissa de lado e sentando na minha cara.
Chupei a buceta da Sandra com gosto, enquanto Larissa, de joelhos, chupava meu pau.
— Caralho, filha, ele sabe usar a língua — Sandra gemeu, as coxas tremendo.
— Espera até sentir o pau dele, mãe — Larissa respondeu, rindo.
Quando não aguentei mais, virei Sandra de quatro no sofá e enfiei meu pau na buceta dela.
— AI, MEU DEUS! — ela gritou, não acostumada com um pau tão grosso.
— Relaxa, mãe… deixa ele te foder gostoso — Larissa sussurrou, passando a mão nas costas da mãe enquanto masturbava o clitóris dela.
Fodi Sandra até ela gemer como uma adolescente, e então, puxei meu pau e coloquei a cabça no cuzinho dela.
— Não… lá não… nunca dei… — ela tentou protestar.
— Confia em mim, mãe… vai adorar — Larissa incentivou, cuspindo no meu pau pra lubrificar.
Entrei devagar, mas firme, sentindo o cuzinho virgem da Sandra se abrindo pra mim.
— CARALHO! É MUITO GRANDE! — ela gritou, mas não pediu pra parar.
Enquanto isso, Larissa esfregava a buceta na minha perna, se masturbando.
— Goza na minha mãe, amor… enche o cuzinho dela — ela ordenou, com um tom de possessividade.
E eu obedeci. Jorrei dentro da Sandra, que gemeu como nunca antes.
Mas a noite não acabou aí. Larissa veio por cima, sentando no meu pau ainda melado da mãe dela, e cavalgou até gozar duas vezes.
No final, as duas estavam de joelhos na minha frente, a língua pra fora, esperando minha porra.
— Abre bem — ordenei, e gozei na boca das duas, que dividiram meu leite como boas garotas.
Sandra, ainda ofegante, olhou pra filha e disse:
— Agora eu entendo porque você não larga dele.
E Larissa, rindo, respondeu:
— Bem-vinda ao clube, mãe.
Casal Grey ????
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Comer mae e filha é sonho de consumo de todo comedor
Você sabe como deixar a gente querendo mais.
Tesão de conto e de foto