Tudo escondidinho PT.1



É 2016, o Brasil estava se tornando cada vez mais politizado, pessoas que se quer poderiam ser lembradas antes por qualquer um dos seus feitos, tinha naquela época seu momento de fala e eram ouvidos por seus seguidores. Direita e esquerda entram no vocabulário da classe média e logo da população das periferias. Até hoje ninguém sabe bem definir o que cada espectro ideológico defende ou faz, se é que existe alguma diferença de fato.


Em São Paulo vários eventos são marcados, eventos esses que são nada mais que palestras do agora público conservador, de direita, católicos ou protestantes.


-Vamos amor, não podemos perder por nada desse mundo esse evento! Vamos fazer até vídeos para mostrar para nossos seguidores no Face -diz afoita a morena Dayane


-Tá certo, mas eu fico na parte da janela – diz no tom de brincadeiras Thiago seu namorado


Dayane Motta, morena a tez de sua pele num tom pardo claro, 1,78 de altura, de quadris largos, peitos salientes, bunda farta, corpo lindo e esbelto, pés lindos e bem cuidados, sobrancelhas arqueadas rosto com delicados traços europeus - sem deixar de ser uma brasileira estonteante -, cabelo curto, castanho escuro e liso no estilo Chanel, olhos castanhos escuros parecendo de pantera, olhar de garota má, muito lembrando a uma garota indie – o que a mesma admitia que era -, mas que se firmava como conservadora e católica - sim no Brasil há pessoas indies conservadoras. Namora Thiago Felipe na qual foi com o mesmo de Minas Gerais a São Paulo só para assistir as palestras de um padre conservador – e outros nomes da direita do momento - que me foge da mente o nome dele agora.

Os temas das palestras variavam entre aborto, fé, liberdade, a situação do Brasil naquele momento e como o mundo está caindo aos pedaços e está se degenerando - segundo o que dizem os conservadores.

Rebeca Virginia, baixinha com seus 1,65, é delicada, recatada, católica daquelas que trajam o véu sobre a cabeça para ir as missas de domingo, tem cabelos castanhos longos e lisos, seu rostinho é rolo delicado, um olhar semi austero mas cheio de recato e timidez, sobrancelhas finas, olhos castanhos indo para o tom de mel, a vozinha tão macia, mas tão macia que dá um baita tesão só de ouvir. Corpo leve e frágil – já praticou balé por um tempo-, pele de um tom pardo indo para o branco, peitos pequenos, pés lindinhos, delicados e fofos, bundinha arrebitada e ao contrário da também protagonista Dayane Motta, nunca fez anal. Seu namorado Guilherme Guimarães também de Alagoas fora com ela até esse evento em São Paulo numa viagem de avião


-Vai ser maravilhoooso! O padre – não lembro o nome leitores – vai estar lá! Vai ser m a r a v i l h o s o – dizia a bonequinha Rebecca ao que sorria para ela, Guilherme seu namorado


Se hospedaram no hotel Ibis aonde diversos "confrades" com as mesmas ideologias estão hospedados para assistir as palestras não só do padre, mas de outros nomes da direita do momento.


Dayane deixou seu namorado sair primeiro, disse que iria mandar algumas mensagens pelo Whatsapp e que ele poderia se adiantar para tomar o café da manhã próximo de onde estavam hospedados. No elevador do hotel entra Dayane pedindo para quem estava lá que segurasse a porta pra ela entrar. Correu e se deparou com Rebecca Virginia também desacompanhada do namorado. Agradece aos sorrisos a moreninha e Rebecca sorri de volta. No canto do elevador enquanto Rebecca estava no celular, Dayane tentava desviar os olhos, mas não conseguia, olhou dos pés a cabeça para Rebecca que sequer sabia que estava sendo observada. Dayane sente uns calafrios, fica sem graça , está sem sutiã e logo cruza os braços para não mostrar os bicos enrijecidos - já sentiu uma vez atração por uma mulher e sempre reprimia quando isso acontecia. Rebecca então desconfiada dá uma breve olhadinha em Dayane que secava sua bunda na saia quase coladinha que estava usando. Fica sem graça, Dayane nota e desvia os olhos para qualquer canto do elevador.

A porta se abre e Rebecca sai em disparado de lá sem graça, Dayane tenta pensar em outra coisa que não a caboclinha que dividiu o elevador com ela à pouco, nunca sentiu uma atração tão forte por uma mulher em toda sua vida, nunca tinha visto tão bela garota, parecia tão intocada, aquela moreninha recatada e tão delicada despertara um lado que jamais deixou aflorar em si mesma. Foi para o quarto em que estava hospedada e colocou um sutiã, seus bicos explodiam - desculpa para aliviar a pressão -, instintivamente ela dá algumas apalpadas, ofega e treme um pouco e dá uma mordidinha no lábio inferior. “Deus me livre dessa tentação, sou mulher, não gosto disso...” e vinha na mente o olhar de Rebecca, sentia então o coração quase saindo pela boca. Era atração a primeira vista!

Dayane se então se recompõe e logo em seguida desce para onde está o namorado – pega o elevador e dessa vez não estava a moreninha que havia a encantado tanto, sente um pouco de decepção – mas não admite para si mesma -, lá encontra apenas um casal de velhinhos.

Por mais que tenta pensar em outra coisa, alguma piada ou coisa parecida, não esquece da moreninha, passou a cogitar que era somente admiração e que não era atração física, tentava mentir para si mesma, mas seu corpo na hora do ocorrido, tinha mandado outros sinais.

Chega até Thiago – seu namorado – e conversa com ele efusivamente, fala do monte de lugares que quer visitar em São Paulo e ele nunca tinha visto tanto entusiasmo numa mulher antes daquele jeito. Chega perto um cara, Guilherme - namorado de Rebecca e sequer Dayane podia cogitar quem era – Thiago apresenta sua namorada a ele, os três vão rumo a uma lanchonete ali perto, conversam sobre política e diversos outros assuntos que os 3 tinham em comum. Guilherme disse que é de Alagoas e que ele e sua namorada Rebecca iriam assistir as palestras dos ilustres padres, escritores, economistas e filósofos, ao que o casal Dayane e Thiago disse que vieram com o mesmo propósito e a conversa estava bem amistosa, sorrisos aqui, sorrisos ali. Estavam comendo lanches e tomando suco, quando chega Rebecca e Dayane com tamanho susto derruba o suco em si mesma. Rebecca fica de olhos abertos, era “a garota do elevador!“ - a coincidência meu caro leitor e o acaso são mortíferos não?


-Vvocês... me desculpam ... vou me limparr ali no bbanheiro


Dayane sem graça se desculpa e vai até o banheiro limpar a sujeira da qual havia feito, enquanto isso Guilherme apresenta Rebecca a Thiago e Rebecca estava tímida demais, enquanto os dois ficaram conversando e Dayane no banheiro se limpando, Rebecca só os acompanhava com os olhos, estava visivelmente desconfortável, mas Guilherme nem se dera conta disso.

Dayane no banheiro olha para o espelho e diz para si mesma:

-Se recomponha, você é uma mulher direita, católica, isso é um pecado grave, você NÃO sente atração por ela, NÃO sente... – e fez disso um mantra mental

Saiu foi até a mesa, sentou-se e Thiago fez as duas se conhecerem, Dayane agora é quem estava sem graça, falava meio afoita e muito pouco enquanto Rebecca é quem falava pelos cotovelos e dava risadinhas por tudo - comportamentos nunca enganam-, estremeceu quando Dayane deu a mão para cumprimenta-la e Dayane estremeceu com a maciez da mão da moreninha, o coração de ambas palpitava aceleradamente, Dayane não mais conseguia olhar nos olhos de Rebecca e os dois homens da roda pensaram que elas estavam se dando bem e que talvez a reação estranha foi pelo que aconteceu com Dayane à pouco, o incidente com o suco.

Rebecca olhava com olhar apreensivo para Dayane e notava que a mesma estava tentando evitar contato visual direto. Mas podia ver bem agora o quanto Dayane era maravilhosa, o cabelinho Chanel castanho escuro, as sobrancelhas arqueadas, a boquinha bem desenhada, logo Rebecca tentava abafar tais pensamentos pecaminosos - ficou lá no fundo lisonjeada, pensem comigo leitores se uma mulher tem tamanha beleza que consegue atrair o sexo igual, vocês acham que ela se sentiria ofendida? - e logo dá uma disfarçada para ir até o banheiro e lá o que faria era tentar se recompor, afastar os pensamentos de si, tomar um ar, logo Dayane se levanta e também vai ao banheiro, sente que deve por tudo a pratos limpos, explicar que era coincidência e que ela era fiel ao namorado e por hipótese alguma pensa “dessa forma” para com mulheres. O próprio fato de se importar com isso já começa a contradizer a si mesma, mas deixamos cogitações de lado.

Lá chegando Rebecca leva um susto, as duas enfim conversam, Rebecca não para de alisar os cabelos e foi quase que num modo automático tal comportamento - o coração faltava sair pela boca e uma leve tremedeira tomava conta de seu corpo.

Olhava direto nos olhos de Dayane e Dayane nos de Rebecca, as duas desviam os olhares frequentemente já que o magnetismo era muito grande. Rebecca respondia tudo afirmativamente com a cabeça, está com a aparência de frágil – a bem da verdade já estava quase dominada pelos olhares da morena peituda. Se a mineira tivesse se aproximado mais um pouco teria a moreninha em seus braços.


-Você me desculpa se passei alguma impressão errada, não foi minha intenção – dizia Dayane


-A tá, tudo bem então, não esquento com isso não -dizia incomodada e trêmula Rebecca

-Olha eu também sou católica, rezo o terço, sou de direita também... Inclusive vou até na palestra do Padre

-Ttudo bbem menina... Que Maria vos abençoe... Também sou... Meu namorado vai nas manifestações e vou ficar sozinha - por que ela disse isso não? Olha só leitores haha -Se quiser ir mais huhumm no meu quarto pra gente conversar -Rebecca não fitava os lábios vermelhos de Daiane e ficou mais sem graça por ver que Dayane notou

-Aé? Eentão tudo bem! - falou com entusiasmo exagerado a morena peituda


Dayane sai do banheiro e sem dar o braço a torcer, Rebecca sentiu um pouquinho desapontada, mas tentava simular um alívio.

O grupo de casais se despedem, falando pra encontra-los mais tarde na palestra ao que concordaram, Dayane arredou pé dali e foi para seu quarto junto do seu namorado. Dayane já foi arrancando a roupa e tirando a de Thiago que fica boquiaberto com a sede da morna, esta meio indisposto, mas não vai negar fogo pra namorada. Os dois transam – Dayane queria era arrancar Rebecca dos seus pensamentos –, ela mama o cacete de Thiago e cavalga no namorado, ele sente aquela morena cheia de tesão por cima dele e vê aqueles peitos enormes indo para cima e para baixo com o movimento do sexo ardente e logo quando ambos gozam, a Dayane foi um ecstasy, um alívio da alma, a Thiago uma bela gozada em seu amor, ambos se preparam para o evento, se arrumam e combinam certinho todo o roteiro do fatídico dia. Dayane diz a Thiago para ele ir na frente, no quarto, Dayane orou pedindo para que Deus afastasse a tentação de si, depois de orar se sentiu mais em paz, alegre e confiante. Pega o elevador e quem estava lá novamente sozinha? - seria Deus meus caros leitores? Ou o tinhoso?

Dayane fitou Rebecca dos pés a cabeça, Rebecca usava um vestidinho florido azul escuro bem recatada, mostrava as canelas e parte do busto que carregava uma cruzinha de ouro – ou banhado a ouro, sei lá – os pés delicados, bem cuidados, pequenos e macios numa sandália não extravagante, unhas branquinhas. Exalava um perfume suave de frutas, a maquiagem em seu rosto era leve, mas seu batom era de um vermelho quente. Ela também fita rapidamente Dayane, calça coladinha, denotava bem os quadris largos, os pés bem cuidados, um pouco maior que os seus e a cor mais moderna – Dayane tem o estilo meio indie de se vestir e na própria aparência idem – os peitos eram enormes numa blusinha que deixava um dos ombros a mostra, o batom combinava com a cor das unhas de seus pés, num tom aproximado de cor, a morena peituda fez um coque no cabelo e deixou a franjinha mais a vista.

As duas não conseguem disfarçar que não estão sem graça ao se depararem uma com a outra, logo tentam puxar conversa. Depois um silêncio e logo dá um pane na energia no local, deixando as duas presas dentro do elevador. Tentavam manter a calma com a presença uma da outra. Dayane já estava perdendo a razão por inalar aquele perfume tão angelical pelas narinas, olhava para o chão e via os pés de Rebecca, mantinha os olhos retos e se deparava com a bundinha da moreninha, desviava os olhos para cima e logo via refletido o busto de Rebecca nele, desviava, depois não conseguia tirar os olhos dos lábios da moreninha - os olhares não se cruzam pois ambas queriam evitar-, Rebecca está com o coração batendo a mil, tenta disfarçar, virar os olhos para outro lado, está visivelmente desconfortada da situação que se encontra. Dayane então não mais consegue desviar os olhos de Rebecca e Rebecca viu claramente Dayane olhando para o rosto dela, torcia para que o elevador voltasse a funcionar e livrar ela daquela situação desagradável – nem tanto -, Dayane então se aproxima de Rebecca que está pronta para o abate, tenta em vão segurar Dayane com sua mãos na barriga da morena peituda e logo se surpreende com o beijo caloroso da mesma, tentava não corresponder mas não deu outra, sentindo os fartos seios de Dayane e os lábios dela – a peituda beijava bem demais! Pensava Rebecca – se entrega as carícias de Dayane. A primeiro beijo lésbico de ambas - como bem disse Dayane tinha impulsos e Rebecca era conservadorazinha recatada-, o pecado começava a pavimentar o caminho das duas. Foi um beijo longo e demorado, mas quando acabou – devido ter voltado a energia – pareceu para ambas que fora segundos.

Rebecca empurra Dayane e quando o elevador abre dispara para fora, o coração a mil, o batom todo borrado. Ainda dentro do elevador, Dayane sorria, um sorriso lindo, maravilhado, apaixonado, nunca sentira por alguém o que sentiu por aquela moreninha nesse tão louco dia e naqueles maravilhosos instantes.

Rebecca também não conseguia tirar Dayane da cabeça, a pegada da morena peituda, o braço por trás de suas costas, seus pés levemente inclinados, os seios de Dayane, os lábios, OS LÁBIOS de Dayane! Mmmm. Rebecca foi ao banheiro mais próximo para retocar a maquiagem e não, não se masturbou, ela não era mulher disso.

Dayane maravilhada esquecera até disso e foi direto ao evento e o namorado estranhou a borralheira de batom em seus lábios, ela fica sem graça. Na palestra ela não conseguia prestar atenção a nenhuma palavra, próximo deles viu Rebecca de costas e não tirava os olhos da moreninha de jeito nenhum. Disfarçava sempre que Thiago olhava para ela. Rebecca olha para trás e dá de cara com Dayane e ela fica trêmula do lado do namorado - segurando forte a mão dele - e também não escuta se quer uma palavra do que foi dito na palestra.

Dayane então afirma mentalmente:
"Ela vai ser minha custe o que custar!"

Esse é o começo da aventura das duas morenas, a vaidade derruba todo conservadorismo frágil, mulheres adoram serem cortejadas, seja por homens, seja por mulheres pois sabem o quanto sua beleza é capaz de arrebatar corações

E o conto vai continuar caros leitores.

                                


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Ficha do conto

Foto Perfil nk-013
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Nome do conto:
Tudo escondidinho PT.1

Codigo do conto:
178800

Categoria:
Lésbicas

Data da Publicação:
19/05/2021

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