Como vejo os relatos aqui no site sobre como são contadas as coisas também farei o mesmo. Me chamo Bianca Pereira, sou loira de cabelos longos, baixinha com 1,65, tenho a bundinha bem cheinha e redondinha - sim eu sou muito vaidosa, adoro ir na academia, praticar esportes, ter um belo corpo… -, coxas grossas, meus pés como diz meu namorado Luiz Nishinmaru - japonês, classe média, 1,72 de altura, malhado e cá entre nós, não muito bem dotado - lindinhos e bem fofinhos. Sou paulista de classe média, sou formada em publicidade pela Fiamm de SP. Tenho sobrancelhas fininhas levemente arqueadas, minhas bochechas são bem cheinhas e num tom avermelhado sempre, amenizo com um pouco de maquiagem - rsrs - minha boca tem um leve formato de coraçãozinho. Sou um amor com os meus amigos e familiares, muitas invejosas dirão que sou um nojo - pff olha minha cara de preocupada! - adoro curtir a vida, por isso sempre estou viajando para qualquer lugar nas minhas férias. Sou a filha mais nova de Elizabeth Pereira e Manoel Pereira, tem duas irmãs chamadas Natália Pereira - essa a mais velha - e Giovanna Pereira - a do meio. Sempre fui a queridinha da família, a mimadinha - rsrs.
Vamos ao ponto meus queridos!
Na época do ocorrido eu tinha 21 anos - hoje tenho 26 - tinha ido para casa de meu namorado num bairro bem tranquilo aqui de São Paulo chamado Vila Romana - também um dos lugares mais requintados para se morar em SP - bem próximo de onde moro de modo que sempre vou a pé. Fui de vestidinho leve e rodado de alcinhas - o ruim era apenas ficar segurando sempre para o vento não levantar - calcinhas bem socadas e sutiã, de sandália rasteira, unhas dos pés e das mãos bem feitinhas - fui mais cedo ao salão Musa na Vila Madalena - passei perfume, me maquiei e estava toda embonecada rsrs. Era num sábado, meu namorado me recebeu no portão e assim como eu também tinha folga aos finais de semana - eu teria que voltar para casa só no próximo dia já que marquei com o grupo na faculdade chamada de vídeo por skype para tratar sobre o trabalho de PI do semestre no qual estávamos -, entrei na casa dele e lá chegando vi que só ele estava lá - é filho único e morava com os pais ainda. Conversamos, tomamos umas cervejinhas, ficamos na piscina, transamos, fiz um boquete delicioso nele na piscina e lá também empinei minha raba e ele fodeu minha bucetinha gozando sem camisinha - claro eu tomei anticoncepcional antes. Dormi na casa dele e no domingo mais para o lado da tarde eu fui para minha casa - maldito grupo da faculdade que não conseguem resolver nada sem estar todos reunidos! Pfff
Estava andando pelas ruas a caminho da minha casa, vazias, desoladas, quando vi um cachorro enorme correndo na minha direção, era de raça - mais tarde fiquei sabendo pesquisando no google que era um Mastim Napolitano -, forte como um touro e provavelmente escapou de alguma casa próximo dali - nunca soube de quem era o pet, meus queridos. Chegou próximo de mim parecendo querer brincar, era bem maior que eu de modo que até caí no chão quando ele subiu sobre mim. Ofegava e babava e fui levada pelo encanto do bichinho que lambia meu rosto e… estranhei que ele estava fazendo movimentos obscenos no ar e logo tratei de ficar em pé e seguir rumo a minha casa. Não conseguindo afastar o bicho de mim - e que diabos que o dono não apareceu ainda ou alguém para ajudar? - logo ele parecendo um homem na seca rsrs, colocou o focinho por baixo do meu vestidinho logo deu um jeito de afastá-lo mas o danadinho era teimoso - porque diabos fui esquecer as calcinhas Deus do céu? - e logo com aquela língua enorme dele deu duas lambidas na minha bucetinha e estremeci na hora! Me deixou mais mole ainda e aí eu gritei por ajuda e não apareceu viva alma para me ajudar. E eu fiz movimento para se afastar e ele agarrou com dentes meu vestidinho e sem muito esforço conseguiu rasgá-lo para em seguida arrancá-lo!
Merda eu estava peladinha nas ruas e se me vissem assim? Que vergonha meu Deus, meu coração disparava e fui agindo o mais rápido que pude, não tinha nem jeito de pegar os trapos que ficaram meu vestidinho de volta, aproveitei a distração do bicho e fui para uma casa abandonada mais próxima, era daquelas casas antigas de São Paulo, toda quebrada, suja, cheia de ratos e pude notar que o bicho me seguia.
“Minha nossa senhora me ajude, por favor” suplicava naquele momento, o bicho entrou na casa e podia ouvir o barulho da respiração forte e das patas sobre o assoalho velho da casa, o filho da puta pensava que eu era a cadela dele só pode!
Meu Deus eu baixinha daquele jeito e frágil imagina um bicho daquele tamanho em cima de mim? Eu tinha que escapar daquilo!
Entrei num quarto com uma porta toda velha caindo aos pedaços e lá me escondi para o bicho não me ver. O coração faltava sair pela boca, estava a mil e logo tratei de ficar em silêncio pra ver se ele ia embora. Não havia um pedaço de pau grande o suficiente para pelo menos poder me defender! Os que haviam eram todos podres e na certa me daria mal se tentasse algo demais.
E o bicho rondando a casa a minha procura logo chegou à porta do quarto e o sacana parece que reconhecia meu cheiro! Começou a raspar a porta e eu vendo as lascas de madeira caindo sobre o chão e não havia muito o que fazer. A janela do quarto estava emperrada mas havia um buraco na parede e por lá tentei sair e cometi um erro tremendo.
Fiquei presa e não conseguia ir para frente e nem para trás, que ódio! Comecei a gritar por socorro mas ninguém parecia me ouvir e só escutava a pata rasgando furiosamente a porta atrás de mim, angustiada tentava sair daquele buraco na qual me enfiei e fiquei entalada de vez. Na parte de dentro da casa eu com a bundinha de quatro praticamente oferecendo para o bicho me foder e na parte de fora meus braços que apoiavam no chão, meus peitos e minha cabeça. Que raiva, nunca senti tanto ódio por um bicho como naquelas horas - hoje penso diferente rsrs.
O monstro consegue derrubar a porta e para a minha tristeza logo veio na minha direção, eu tentando sair e quem visse na parte de dentro diria era que estava rebolando. E agora eu estava à mercê daquele bicho miserável! Sem ninguém para me ajudar eu seria feita de cadela pelo cachorro!
Continuo a relatar no próximo capítulo meus queridos.
Até a próxima, beijos.