Parte 2 - Tudo Escondidinho é Errado (Tudo Escondidinho é Mais Gostoso): https://www.contoerotico.com/conto/179590/669046/tudo-escondidinho-e-errado-pt-2.html
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“Father, forgive me, I tried not to do it
Turned over a new leaf, then tore right through it
Whatever you taught me, I didn't believe it
Father, you fought me, 'cause I didn't care” - It's a Sin, P.S.B
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Chegamos ao final do conto meus caros. Sem mais delongas, vamos ao que interessa.
Os olhares da mais pura inocência de Rebeca contemplava o ardente olhar apaixonado de Daiane bem próximas uma da outra, Daiane sabia só pelo jeitinho daquela alagoana que era sua primeira vez com uma mulher - também foi sua primeira vez -, a timidez, o ardor, ambas estão nervosas, a respiração vagarosa, o coração palpitando, tudo aquilo era errado tal como sempre fora lhes ensinado na doutrina católica, mas não viam dessa maneira, era um amor recém descoberto, recíproco, não sabem muito bem como reagir, sentem uma leve tremida e até um medo contido e a mineira teve certeza que a moreninha se entregou de vez, quando ela apalpou um dos peitinhos dela e foi uma sensação maravilhosa ao ver tão angelical criatura sentia prazer aos seus toques, a moreninha se sentia maravilhada em sentir tanto carinho que Daiane dedicou para ela naquele momento.
-Vvocê mmmm é linda mmm marvilhosa mmm delícia! - diz Daiane -Parece mmm um anjo mmm de tão linda!
-Eu sou xssss toda xsss sua, sua diaba! - diz Rebeca
Rebeca parecia uma bonequinha de porcelana, rara, delicada e de uma beleza pura, ela é daquelas católicas que mesmo jovem decidem seguir a tradição do uso do véu. Seu ar de garota intocável, frágil ressalta mais a feminilidade em cada um dos seus traços no rosto delicado e em seu corpinho intocável.
Daiane enquanto beija calorosamente a moreninha - essa corresponde às carícias e ao encanto da mineira - e logo a morena provocadora põe a mão na nuca da moreninha, logo desce para as costas contemplando aquela pele macia e delicada tal como as pétalas da flor do campo, logo para a cinturinha e por fim na bunda de Rebeca que não mais reprimiu e as duas queriam aquilo, com os toques que recebia de Daiane em seu corpinho Rebeca estremecia, arrepiava e Daiane só sorria vendo as reações da bonequinha de porcelana aos seus toques. A mineira beija muito bem, aqueles lindos lábios grossos de veludo brincava nos finos e delineados lábios da bonequinha, as línguas das duas dançavam a sonata do pecado e ficavam até brevemente sem ar tamanha a paixão que empregavam naquele beijo. Elas alisavam os cabelos sedosos uma da outra, macios e cheirosos, cheiro de flores e de pecado.
Enquanto as duas descobriram o paraíso nos toques e nos seus belos corpos, na fragância de seus perfumes, na repressão do medo abrindo as portas para o amor e sentindo assim o prazer nas carícias uma da outra que até outrora jamais foram capazes de imaginar sentir pelo sexo igual, os namorados de ambas, estavam com camiseta da seleção brasileira protestando contra a corrupção, pedindo o impeachment da presidente do Brasil na época, fazendo dancinha, enxendo bixigas, escutando discursos de futuros políticos jovens e pasmem, de ex-atores pornôs que também se elegeram na onda verde amarela anti-corrupção de direita.
Deixe a política para os desesperados meus caros, voltemos às duas garotas pecaminosas que estavam descobrindo um novo mundo, mundo esse que as mesmas sempre condenaram internamente pois sempre fora-lhes ensinado que aquilo era errado e que certamente iriam arder nas chamas do inferno, essa chama veio, mas veio num tom doce e apaixonado.
A mineira interrompe o beijo de língua e logo passa para o pescoço, busto, não aguentando mais o tesão cai de boca nos peitinhos delicados e naturais da bonequinha - eles não são tão grandes e tem o formato de pêssegos, aréolas num marrom não tão escuro - arrancando até um gemidinho da mesma, sente um arrepio na pele, os pelos dos braços ficam eriçados e logo as coisas vão esquentando
-Mmmm ques peitinhos deliciosos! mmmm que delicinha você é! - diz a apaixonada Daiane
-Mmmm chupa gostosinho ammm chupa! - diz Rebeca
Daiane volta a beijar Rebeca na boca e juntas vão em direção a cama, a mineira deixa a moreninha deitada e ela está de joelhos para a bonequinha, ambas na cama, Daiane se despe e aqueles maciços peitos logo pulam para frente - seus peitos são grandes e naturais não são caídos, no formato de manga, auréolas num tom levemente marrom escuro - , Rebeca ficou impressionada levando um dos seus pézinhos angelicais até os seios de Daiane e logo subiu para os lábios da mineira. Daiane sentia a solinha lisinha daquele pezinho no seu rosto, era macio, cheiroso, bem estilo garota conservadora, a mineira logo o beijou e em seguida lambe a sola do pé e chupa os dedinhos daquele pezinho tão gracioso. Rebeca havia pintado as unhas dos pezinhos de branco e isso deixava mais angelical, uma inocência provocante. A alagoana eleva os dois pezinhos, um toca um dos seios de Daiane e o outro a mesma devora profanando os delicados pezinhos da linda garotinha indefesa.
Lambe as solinhas, dá mordidinhas, sente o odor maravilhoso deles, passeia com a língua em cada um daqueles dedinhos minuciosamente desenhados,chupa o dedão do pé como se estivesse chupando o pinto do seu namorado, Rebeca se maravilha toda assistindo a contemplação de seus pezinhos, sente os bicos duros dos peitos de Daiane no pé na qual ela tocava o corpo da mineira e Daiane que ainda está de calcinha, logo interrompe a bonequinha ndo devagar as calcinhas da mesma logo se deparando com aquela bucetinha maravilhosa, raspadinha, lisinha, Rebeca está molhadinha, olha para a mineira com um olhar meio sapeca de menininha e já logo esperando qualquer coisa que viesse a seguir e a mineira começa a atacar! Aquela seria a primeira bucetinha que iria chupar na vida, foi até a os lábios da buceta da bonequinha e os separa tal como fazia seu namorado em sua buceta chegando no clitóris - os olhos da moreninha só acompanhando o trajeto de Daiane até o local proibido - a mineira logo começa a chupar Rebeca que agora geme num volume mais alto, um gemidinho delicioso, está segura os lençóis da cama com uma força tremenda, vira os olhos, respira fundo, ora tenta manter as pernas rijas mas logo ficam moles, ora aperta a cabeça de Daiane entre as coxas, “a morena diaba chupa bem demais” pensou Rebeca que a toda instante gemia e arqueava as costas e castigava os lençóis com os apertos que dava aos pobres tecidos. “Que bucetinha deliciosa, parecia até que… será? Será que Rebeca é virgem?” Não ousou perguntar queria era se deliciar, era uma maravilha estar no meio das pernas daquela garota! Já a bonequinha estava adorando o jeito que aquele demônio possuía seu corpo e ele naquele momento não era mais seu, mas sim da volúpia do prazer, era daquele doce demônio que a chupava, dava até reboladinhas e a mineira estava adorando tudo aquilo.
-Ahhh! Ahhh! Ahhh! Me chupaaa Ahhhh! Ahhh! - e Daiane chupava com gosto aquela bucetinha e logo o prazer tomou conta da sua razão por completo de Rebeca, dos seus sentidos, do seu ser, tudo que fora lhe ensinado não tinha validade, aqueles minutos sim eram sagrados, como se esperasse uma vida inteira para tal acontecimento.
Daiane interrompe e Rebeca está até procurando ar, a morena beija a barriguinha da moreninha, sobe para os peitinhos e acaba por beijar a moreninha de língua com o gostinho da buceta da mesma nos movimentos dos lábios e línguas das duas, Rebeca sente os fartos seios de Daiane sobre seus peitinhos e os biquinhos de ambos os peitos - rijos - roçavam e estavam amassadas um próximo ao outro. A moreninha com suas mãozinhas de fada eleva-as até a bunda de Daiane e a mineira até arrepiou com os toques da bonequinha na sua bunda, ela não perdeu muito tempo e foi logo abaixando as calcinhas de Daiane que ao reparar nisso ajudou a moreninha a terminar, ambas sorriam uma para a outra e a mineira bem como sua parceira de cama, estavam completamente nuas, a mineira tem uma bunda bem cheinha e é delicioso assistir as chacoalhadas da mesma, pernocas deliciosas, buceta levemente peludinha, já Rebeca, sua bundinha é durinha e redondinha e como já foi dito buceta lisinha, lisinha.
A moreninha enquanto curte os amassos com a morena provocadora apalpa a bunda da mesma “bem safadinha hã?” pensou Daiane, a mineira se ajeita e logo sentiu seus peitos sendo abocanhados pela bonequinha ficando impressionada, ela sugava e chupava com um afinco tremendo e Daiane gemia gostosinho sentindo seus peitos sendo devorados daquela maneira.
-Esses peitos! slurrp slurpp - diz Rebeca
-Você mmm gosta mmm dos meus peitos hã?
-Delicia slurrrp demais! slurrrp
Rebeca se senta e Daiane com as pernas abertas senta também, logo Rebeca chupava e beijava a barriguinha de Daiane que estava com as costas arqueadas, eleva as mãozinhas para os peitos e acaba por abocanhá-los ela adora aqueles peitões da mineirinha.
Da janela entra a luz do sol já não tão forte, entrava pela janela e iluminava os corpos das duas amantes, essa luz veio para emprestar cor e vivacidade ao doce pecado.
Os namorados de ambas não retornariam tão cedo, já que haviam autorizado que suas namoradas , Daiane e Rebeca, ficassem na casa de Bárbara tal como elas queriam, pensava eles que elas estariam lá - claro, nem Thiago ou Guilherme poderiam supor ou imaginar que suas namoradas se encontrariam lá, até porque eles nem se viram naqueles dias todos, voltaram a se ver nos protestos.
Rebeca beijou o corpanzil de Daiane mas interrompeu quando chegou na buceta da mesma, não está preparada ainda para chupar mulheres. Daiane colocou a mão no rostinho de Rebeca e logo as duas voltam a se beijar, se abraçando e logo a mineira vendo aquela bundinha maravilhosa da bonequinha apalpa de mãos cheias e com gosto. Interrompe beija o queixinho e depois pescoço de Rebeca que está molinhas as suas carícias, morde a orelhinha esquerda, beija o busto, os peitinhos e deda a moreninha que geme gostosinho com suas esfregadinhas sentindo um tesão incrível. Daiane não queria ver a bonequinha gozar daquele jeito, logo meio que conduzindo a moreninha - ambas são inexperientes, porém quem quase sabia como agir era a mineira - coloca ela de pernas abertas - como se fossem tesouras - e roçam as bucetas uma na outra e as duas arrepiaram com essa investida deliciosa, logo Daiane faz movimentos e Rebeca vai pegando o jeitinho e as duas geme, geme, geme mais ainda, alto, numa bela sinfonia do prazer e não podendo segurar muito mais, ambas gozaram quase que simultaneamente, sentem as tremidinhas, escutam os urros de prazer uma da outra, ah sim! Aquele orgasmo maravilhoso pavimentou o caminho para as chamas eternas da danação e também do amor entre as duas. Cansadas, Daiane deita de um lado da cama e Rebeca em cima de seu busto nu, estavam suadas, sorrindo e conversavam, Daiane sentia o perfume dos cabelos escuros da moreninha que nem parecia a garota tímida de outrora, como se libertasse uma felicidade contida há muito tempo de dentro de si.
-Hahaha foi maravilhoso minha linda! - diz Daiane -você toda linda e gostosinha nos meus braços foi um amor!
-Você me pegou de jeito diaba! hahaha - e continuou Rebeca -você me chupou gostosinho, caramba, como chupou! - sente um beijo na testa que Daiane lhe deu e retribui com um sorriso.
Rebeca se levanta da cama para pegar água, ambas estão suadas e com sede, tudo foi muito intenso e quando a moreninha se levantou Daiane a deteve abraçando-a por trás dando um beijo na bundinha da mesma e uma mordidinha.
-Mas você é safadinha viu? hahaha - disse a sorridente Rebeca
-E quem aguentaria com essa bunda gostosinha na frente? hahaha - diz Daiane
Ao voltar, tomam água, Rebeca está sentada nua na beirada da cama, o olhar de ambas se cruzam, Daiane fica contemplando a beleza estonteante da moreninha que logo vê aqueles pés maravilhosos da mineira que só olhava com aquele olhar de garota má para a moreninha com um olhar meio sacana e deu uma mordidinha de leve no lábio inferior - convite. A bonequinha logo inicia uma nova rodada ao beijar os graciosos pés de Daiane- talvez de número 38, os de Rebeca são de tamanho 36 - e a morena só assistia a bonequinha brincar com seus pezinhos. Beijo-os, deu mordidinhas, chupo o dedão, e fez cócegas na mineira ao passear com sua linguinha do calcanhar até as pontas dos dedinhos dos pés. A bonequinha beija pernas de Daiane começando dos pés, subiu, subiu mais um pouco e logo chegou na buceta da mineira que logo escancara as pernas, Rebeca pensou que seria nojento mas não foi, repetiu tudo que Daiane fez em si, um pouco hesitante começa a chupar Daiane, bem devagarinho,logo começa a aumentar o ritmo, era deliciosa ver aquela morena se contorcendo de tesão com as suas chupadas e Rebeca caprichou mais ainda e logo a mineira tapava a boca para não gemer muito alto, “que chupada maravilhosa! E quem diria?” Rebeca se despiu de vez da timidez!
-Ahhhh xssss Ahhhh! Caralho Ahhhh! Chupa gostosoo Ahhhh! chupa Ahhh! Puta que pariu, porra Ahhhh!
Ela para e lança um sorrisinho angelical para Daiane, que está ofegante. A mineira então se posiciona na posição 69 e ajeitando a moreninha e a si mesma de modo correto e logo as duas começam a chupar uma a outra - Rebeca pegou o jeito logo, Daiane então nem se fala - ambas estão sentindo um prazer imenso que percorre o corpo e a alma, era delicioso demais, a melhor experiência de suas vidas, o amor que se consumou, o amor que é. Chuparam bem uma a outra, Rebeca num dos movimentos que Daiane fez com sua bunda, sem querer soca a língua um pouquinho no cuzinho da mineira- arrepiou até a espinha - que piscava a todo instante e o gozo da morena foi instantâneo! Jorrou litros no rosto de Rebeca que também gozou mas dentro da boca Daiane - primeira vez! - daquele momento em diante soube isso é, sem conhecer minimamente uma a outra como costuma a ser fazer casais duradouros, que uma fora feita para a outra, nunca se sentiram tão completas em toda suas vidas!
Estão cansadas, conversam um pouquinho e logo dormem juntas um pouco não esperando que nada pudesse acontecer. Ainda nuas, dormiam de conchinha - Rebeca na frente de Daiane - e ali estava a obra final de arte de duas mulheres que pecaram, que amaram, que desejaram e que estão juntas!
O final de semana inteiro elas passaram juntas, se conheceram melhor, perguntavam dos gostos uma da outra, falavam sobre suas famílias e sempre nesses poucos dias conversa vai, conversa ia e acabavam juntas na cama de nova repetindo e firmando o pecado da carne. Quando acabou os dias em que supostamente elas deveriam estar na casa de Bárbara, Guilherme e Thiago voltaram a dar as caras - o que eles faziam nesse tempo todo em que elas se pegavam, além claro dos protestos e tal, também não voltaram aos seus apartamentos e dormiram sei lá aonde, nunca vamos saber leitores, deixo que vocês especulem - e logo a vida voltaria ao normal, os dias em São Paulo já iriam acabar, mas antes disso ambos os casais foram a uma missa na ilustre Catedral da Sé, essa é conhecida por sua beleza barroca e de uma outra época a qual já estão esquecendo nos tempos atuais. Sentam todos no mesmo banco, Guillherme lado esquerdo, Rebeca lado direito, Thiago lado esquerdo ao lado de Rebeca, e no lado direito dele, Daiane. As duas não suportavam ficar muito tempo longe uma da outra, era amor! Por trás do banco em que ambos os corninhos olhavam para frente assistindo a missa do padre, elas pegaram nas mãos uma da outra - sorte que não tinha ninguém atrás para encher-lhes o saco - e entrelaçaram os dedos, Rebeca deu um sorriso radiante, e Daiane então nem se fala, logo as duas levantam juntas e vão ao banheiro. Lá começam a se pegar e nem se importam se estavam em “território sagrado”, Rebeca está de vestidinho, logo Daiane abaixa as calcinhas das mesmas e cai de boca na bucetinha da bonequinha de porcelana. Guilherme estranha a demora das duas e ouvindo barulho de gemidas entrou no banheiro feminino mesmo e logo viu Daiane chupando sua garotinha e dali meus caros, escândalos e indignações, logo envolveu Thiago, logo saíram da igreja por respeito, logo começa as discussões e por fim as duas ligaram o foda-se pegaram na mão uma da outra e entrelaçaram os dedos meio que anunciando "Somos namoradas" um gesto tão singelo que não precisou de palavras ou discussão, deixou Thiago e Guilherme de bocas abertas, elas não se intimidaram e aquele gesto era definitivo e logo marcando o fim no relacionamento de ambas com cada respectivo namorado delas. Viajaram de volta para suas casas, porém separadas de seus namorados.
Em São Paulo antigos amores secaram e novos amores e novos horizontes surgiram.
As morenas surpreenderam a todos em suas respectivas famílias e conhecidos, a mãe de Rebeca foi bem receptiva a namorada mineira da filha e a bonequinha logo recebeu o apoio de muitos que gostavam de si, seu pai se ainda fosse vivo, reprovaria pois era um fervoroso católico conservador, já na família de Daiane, sua mãe detestou - seu pai não opinou - jogou na cara da mesma que “já bem sabia o tipinho dela desde que ela era criança”, assim as duas mal conversam até os dias de hoje e para felicidade de uns e o preconceito de muitos, Rebeca e Daiane vivem hoje juntas em Minas Gerais - sim Rebeca se mudou de mala e cuia para junto do seu amor -, continuam indo a igreja e atrai sempre comentários maldosos pela relação de amor que nutrem uma pela outra, mas davam de ombros e o que aconteceu naquele dia em São Paulo nos períodos turbulentos brasileiros meus caros é que o amor prevaleceu e contra isso mal algum levará vantagem, o resto "a gente vai levando".
Fim.