Daniel na Cova das Leoas - Cap.1 - A irmã



Olá meus caros leitores. Apaguei esse conto da Casa dos Contos e estou
trazendo para a Conto Erótico totalmente corrigido, com várias coisas novas e
divido por partes para que a leitura não fique cansativa para vocês.
Tem um user que copiou e colou esse conto aqui no site na época que eu havia
postado no Xhamster e nem tirou a censura de palavras do próprio ainda.

Espero que gostem e gozem ! rsrs
Esse conto faz parte da saga Família Lima da qual integram também "Desilusão,
Inveja e Ódio" e "Uma Mãe Conservadora"
3 Spin-offs serão exclusivas aqui na Conto Erótico e cada um terá um capítulo
da qual ira contar um pouco sobre Letícia, outro será sobre Magali e um
terceiro sobre Carol Costa. Obrigado por serem meus leitores, eu escrevo
para vocês e só para vocês.

---

Aqui começa os pecados mais íntimos e graves da Família Lima. Incesto, amor e desejo se entrelaçam numa família até então considerada pacata. Quem poderia dizer que uma família abastada e um tanto rígida e conservadora do interior da Bahia e migrada para o interior de São Paulo, cairia nas entranhas do desejo profano?

Essa primeira parte é sobre incesto entre dois irmãos Cláudia e Daniel.

Os dois sempre tiveram uma educação bastante rígida, um pai sistemático que lida com o trabalho sufocante de ser um pedreiro de janeiro a janeiro, a mãe uma diarista que sequer concluiu o ensino médio, mas fervorosamente católica e de educação exemplar. Quem meus leitores, quem poderia imaginar que iria crescer o fruto do incesto entre dois irmãos? A vida já não é como costumava ser ou o mundo sempre foi assim? Vocês podem condenar o desejo? Acaso vocês já tiveram algum desejo corroendo suas entranhas e até mesmo suas almas? Se você for um leitor moralista, veja ao menos o que nossa existência e os sentimentos fazem com nossas pobres almas, depois julguem como bem entenderem.

Cláudia Lima - bem novinha - no ano do ocorrido estudava no final do ensino fundamental. Nascida na Bahia, loira, magrinha, tem sardas levemente espalhadas pelo rosto, nessa época tinha 1,61 de altura, peitos que já demonstravam grande saliência, buceta grande, pés levemente bonitos, boca grande, uma língua grande - a quem ela fizesse boquete logo gozaria das maravilhas que ela fazia com sua língua - bundinha durinha e redondinha. Ela trabalha como manicure num salão de beleza - por enquanto como um gato já que as leis trabalhistas não permitem que menores trabalhem tão cedo - gosta muito de trabalhar onde trabalha, onde está rodeada de amigas e amigos no qual bate papo sobre qualquer coisa banal e cai aos risos muito fácil - doce juventude!

Ela era o que se podia denominar na época – meados de 06' - emo, no estilo a Hayley Williams, mas ao contrário da decadência na beleza que várias garotas que adotaram esse estilo outrora, Cláudia era belíssima, muito vaidosa e despertava o olhar de todos por onde passava, sejam homens, seja mulheres - algumas de suas amigas que o digam.

William Silva - seu namorado -, é negro, na época tinha 1,65 de altura, cabelo raspado, faz o estilo adolescente alternativo - tendo até um piercing num dos mamilos. Era um namorado exemplar na época antes de se desencantar e se tornar um cara que humilha e pisoteia na namorada. Foi com ele que Cláudia perdeu sua virgindade

Daniel é o irmão mais novo de Cláudia, raquítico, magrelo, moreno, cabelos castanhos escuros, era um moleque indesejável para qualquer garota, era a representação fiel do fracasso em pessoa. Ele era um tanto sem jeito com mulheres, mas não daqueles tímidos raivosos que não conversam com ninguém ou se trancam dentro de seus quartos. Dos 3 irmãos que tinha, se dava mais bem com Cláudia e os dois mantinham uma grande amizade.

A primeira paixão brota no coração do pobre menino feio, uma menina na escola chamada Juliana, mas ele é muito inexperiente e com certeza seria chacota na mão dela e para os outros na escola se ele chegasse até ela ou mesmo pela mais remota chance de acontecer, de ficar com ela. A falta de segurança num homem é que mostra sua conduta e sua coragem, se ela deixar que isso domine sua vida, logo será atormentado pelos seus demônios internos e Daniel nada tinha a perder – o não ele já tinha antes de ir até ela - e nutrindo uma paixão pela garota, chega nela mostrando certa timidez – o que nunca conseguiria esconder - mas carregava consigo uma expressão resoluta e iria até o fim, não importava o que pudesse acontecer.

Desastrado logo chama atenção dela e ela realmente quis fazer chacota dele – nunca fez, vocês vão ver mais tarde no conto -, queria ver até aonde chegava dando um sinal verde ao pobre menino.

Daniel nem se importava com o que realmente poderia ser, ela deu sinal verde nada mais importava, era o que ele queria não? Mas o medo tomava conta de si, pois não tinha experiência com mulheres.

Resolve pedir ajuda para a irmã já que seus irmãos homens sempre caçoavam dele e o pai falava para ele “virar homem”, que ele criou “um homem e não uma mulherzinha”, não conseguiria falar disso com a mãe sobre hipótese alguma, então a irmã foi a melhor saída que conseguiu achar e ela por sentir pena dele – sabia que o irmão nunca teria grande futuro com as mulheres - pois era um pobre miserável, desprezível, feio e esquisito, resolve ajudá-lo.


-Menino sua mana vai te ajudar, mas você tem que aprender a se virar, se tornar homem, não foi isso que pai te ensinou?


-Eu não levo jeito, sou tímido mana, me ajuda hã?


-Tá bom eu te dou uma ajudinha, não tem o que maninha não faz por você!


Cláudia tem bastante experiência, ela e seu namorado não colocavam proibições nas suas relações sexuais intensas. A garota tem uma ideia para ajudar o irmão mais novo que sequer havia beijado uma garota ainda, aconselhando-o e dando algumas lições básicas: “com um cubo de gelo num copo com água, até conseguir encostar a língua no cubo de gelo”. Ele tenta, fica uns dias tentando e nada, Cláudia fala pra ele treinar com uma laranja, e o desgraçado era um desastre completo!


-Você não leva jeito pra nada mesmo hein moleque? Num consegue fazer nada direito!


-É difícil porra, paciência, nunca fiz nada disso, você sabe


Cláudia viu que o irmão não conseguia, “ ele é um completo fiasco” pensava ela, teve então a ideia de ajudar o seu irmão caçula como suas primas também ajudaram aos irmãos delas em sua terra natal, tal como sua mãe também ajudou algum dos seus tios – um costume que sobrevive até hoje em dia na cidadezinha que Cláudia e sua família vieram. Ela iria ensiná-lo em aulas práticas numa espécie de simulação. Conversou com ele e ele nada bobo aceitou logo de primeira. Pediu pra ele não contar nada a ninguém pois poderia dar merda caso alguém ouvisse sobre aquilo tanto pra ela quanto pra ele - pensava mais no pai dela, a mãe poderia encarar como costume antigo ou coisa parecida.


Eles então se decidem, marcam um dia em que os dois estão sossegados da escola para começar as aulinhas dadas por Cláudia. O lugar seria no quarto da mãe deles que estaria trabalhando naquele horário. Rita, mãe de Cláudia e Daniel, trabalha como diarista.


Já no dia, primeiro ela o beija de língua e ele todo desastrado e tremendo não conseguia nem mover a língua direito, ora mordia a língua da irmã, ora lambia os dentes dela, ora a língua não sabia que movimento fazer.


-Leva o negócio a sério Dan, faz o favor né?


-Estou nervoso Cláudia, mas vamos continuar vai?


-Você é cabeção demais! Vê se aprende, presta atenção


Ele é um desastre no beijo, mas seu pau já mostrava reação - estava com a barraca armada. Foi beijando, beijando várias vezes seguidas até que ele começa a aprender como se faz. Ele no calor do momento agarra o peito da irmã e a irmã bate na mão dele e o afasta e só agora nota o volume na calça do irmão.


-Caralho sem sacanagem, sou sua irmã, não vem com essas pra cima de mim não – e continua –Você é meu irmãozinho, meu maninho só quero te ajudar pra que você se dê bem com a menina que você gosta tá bom? Para com isso daí se não eu não te ajudo mais.


-Desculpa foi sem pensar... foi sem querer, não vai acontecer de novo Cláudia, prometo!


-Tá bom vai –diz Cláudia desculpando o pobre maninho e continua –Sexta na mesma hora tá? – e ele consente que sim com a cabeça

Nas horas seguintes à cena ocorrida com o irmão, Cláudia ficou com a imagem na cabeça do pau duro do moleque, marcava bem as calças que ele estava usando - moletom cinza, formava um grande volume e provavelmente até devia ter saído das cuecas tamanho era o pau daquele garoto. Afastou rapidamente a imagem de dentro da cabeça quando o namorado foi ter com ela no Parque Villa Lobos para passarem a tarde juntos. Já Daniel, correu para o banheiro descascar uma, gozou umas 3 vezes só nesse dia pensando na irmã.

Chega sexta-feira, na mesma hora Daniel e Cláudia se encontram no mesmo lugar da quarta-feira que passou e sem que ninguém fosse procurar nem por um quanto pelo outro – salientando que ninguém estava em casa além dos dois – começam a se preparar e Daniel está afoito para contar as novidades:


-Cláudia consegui a mina que eu queria, fiquei nervoso, envergonhado, mas acho que ela gosta de mim de verdade, só pode né huahua - Daniel beijou bem Juliana, tão bem que a menina logo vai pensando em não mais caçoar o moleque.


-Que bom que você conseguiu, mas vai com calma... – deu um monte de conselhos ao irmão caçula, falou sobre o que mulher gosta, sobre o que deveria ou não fazer, fez o papel de pai, irmão ou até mesmo um melhor amigo homem, ela sendo irmã ajudou muito mais o pobre moleque conversando sobre mulheres do que fariam os outros.


Ela treina novamente Daniel, beijando-o de língua, e falando para ele acariciar nos locais que ela indicava no que ele cumpre com maestria. O moleque já beijava bem melhor pelo que Cláudia notou, beijava longamente, a língua dançava junto da sua num ritmo maravilhoso, ele colocava as mãos em sua cintura, passava a mão por trás de seus cabelos e ela estremeceu com as carícias do irmão - aí vem coisa -, ele alisa a bunda da irmã e ela parecia estar gostando, seus peitos já demonstravam reação também, os bicos estavam duros – se não tivesse de sutiã, Daniel sentiria-os contra seu peito - , a pele arrepiada, os pelos eriçados, ofegava e se continuasse com aquilo certamente o irmão a levaria para a cama. O pau do moleque latejava dentro das calças, estava duro e tomava o rumo para cima, a irmã coloca uma das pernas dela para o lado e fica bem coladinha no corpo do irmão, sentindo o pau do irmão roçando sua pele chegando até a barriguinha dela. Ele agarra a bunda da irmã e a levanta um pouco, “o moleque tem pegada” pensou Cláudia, o beijo fica mais caloroso, mas a irmã interrompe e olha novamente, reparando que o pau de Daniel está gigante fazendo um volume enorme dentro de suas calças, dá uma mordidinha no lábio inferior e Daniel nem notou.


-D..Dan Se..gunda feira a gente volta – saiu apressada e falando Cláudia visivelmente perturbada


Daniel estava sem reação, os dois estavam visivelmente atrapalhados, “a vergonha” meus caros, a vergonha de sentir tesão um pelo outro e não admitirem ou não poderem admitir isso abertamente e não era a sociedade, era o sentimento de culpa em suas consciências é que colocava um freio naquilo tudo. A irmã – que já não estava no quarto junto de Daniel - tentava a todo momento se convencer que era pra ajudar ao irmão e o irmão tentava se convencer que tudo aquilo ainda era para a menina que ele gostava. Eles tentavam com muito rigor reprimir suas emoções, suas consciências e o ardor daquilo tudo.

Cláudia transou com seu namorado pensando no irmão mais tarde, depois se sentiu suja e uma vadia por ter pensado em Daniel - e quem dera, um pau daquele tamanho qualquer amiga ficaria pasma se Cláudia resistisse a tal tentação.

Já na segunda-feira, estão no quarto da mãe deles novamente, conforme combinado.

Daniel disse que a menina está adorando seus beijos, que eles saíram, ele pagou um lanche para eles no shopping, disse que não foi tão tímido dessa vez e a menina parecia ter gostado de tudo. E de fato aconteceu tudo isso, mas ele queria mais, espertinho como era, já havia bolado um plano pra conseguir o que queria: a irmã – já não lhe doía a consciência por ter tais pensamentos para com Cláudia, mas Cláudia ainda não admitia para si mesmo os seus sentimentos para com o irmão. Daniel disse para ela que as coisas estavam esquentando entre ele e Juliana e que ele não tinha experiência nenhuma, falou com uma naturalidade etosa e sequer gaguejou.

A irmã querendo ajudar o irmão – será mesmo – pois sabia que ele era virgem e iria transar pela primeira vez e com a menina na qual ele gostava.


-Vou te ajudar sim, ninguém pode ficar sabendo, isso acabaria com a vida da gente, mais ainda com a minha –Cláudia se sentiu influenciada pelas primas, suas tias e até a própria mãe que fizeram a mesma coisa, mas afastou a prima Eliene da cabeça, pois ali havia um erro que perduraria para a vida toda - vou detalhar mais no conto A História de Eliene e Doni.


Daniel dá um sorrisinho malicioso ao ouvir isso, mas logo sua irmã abaixou o fogo dele:


-Vai tirando o cavalinho da chuva, não vamos avançar tanto assim, afinal a gente é irmão, vamos fazer na brincadeira... algo quente, mas simulado entende?


-Tá, tá, pra mim ok, você me ajudando é o que importa, não sei nem como pagar você...


-Vou pensar em como você pode pagar algum dia


Uma “simulação” e nada mais, mas será que suas consciências e seus corpos agiriam assim? Uma simulação, apenas uma simulação e nada mais?

Cláudia, se deita na cama, fala para ele tirar seu tênis – Allstar – bem como suas meias, em seguida fala pra ele beijá-la dos pés à cabeça, o que prontamente ele faz. Daniel sente o cheirinho maravilhoso na pele da irmã, Cláudia arrepiava-se com os beijos do irmão em seus pés, ele começou pelas solinhas dos seus pés e logo subiu para suas pernas. Eles então ensaiam as preliminares, beijos, alisamentos, posições comuns, simulam tirar as roupas, mas continuam vestidos e uma série de detalhes a mais. Aí depois ela disse que as coisas iam esquentando, que ele tem que dar uma brecha pra namorada também fazer alguma coisa. Cláudia então fica por cima dele como uma cowgirl, dá pulinhos com a buceta no pau dele - ela está vestida -, notou que o pau do irmão estava duro, deu alguns pulinhos e falou que agora “ele fazia o papel de homem, homem mesmo” e teria que pegar ela por trás - e ele pegou-, disse pra ele pegar na cintura dela e ele dar umas bombadas na direção de sua “xaninha” e ele fez sentindo a bundinha da irmã tremer com o contato das bombadas.

O tesão nele agora está tão intenso e seu pau tão duro que o que mais queria era abaixar as calças da irmã e fazer o que deveria fazer um homem e o que ambos anseiam – já havia notado que a irmã estava gostando. Cláudia não conseguiria se segurar também, o irmão que até então era um pateta, feio e desprezível, se mostrava um macho dominante, suas carícias a deixavam louca de tesão, e “aquele pau, minha nossa, aquele pau!” pensava a magrinha e sua razão já havia se dissipado . A adrenalina nos dois está a mil, ora o coração bate mais rápido, ora dão algumas tremidas, gemidas que ambos tentam reprimir... são jovens e sentem em suas peles todo o calor proibido do momento.

Daniel então faz a irmã deitar no travesseiro com certa firmeza, Cláudia deu uma gemidinha, ele então deitou por cima dela, colocou uma das mãos por baixo da camiseta da irmã, dentro do sutiã apalpando seus peitos, Cláudia não o reprimiu, os beijos ficaram mais calorosos, ela tira a camiseta e logo seus sutiãs e Daniel logo via aqueles lindos seios da irmã. Cláudia estava dominada pelo desejo! Foda-se as consequências! Estava completamente nua na parte de cima, olhava direto nos olhos do irmão. Daniel logo tira sua própria camiseta e suas calças, ficando de cueca e o pau realmente saia para cima tal como pensava Cláudia e a magrinha olha a parte daquele pau enorme e cabeçudo pra fora e morde os lábios, então ela diz


-Me fode com esse pau delicioso! Fode a maninha gostoso!


Ele vai com sede pra cima da irmã, abaixa as cuecas e ela vê o tamanho do pau completo que iria foder ela naquela tarde. O pau do moleque já era grande agora, imagina quando crescesse e se tornasse adulto? E certamente ele tem um cacete bem maior que o do seu namorado Will.

Daniel abaixa os shorts dela e as calcinhas juntos, viu a buceta da irmã lisinha, lisinha e quando ia se preparar para comer a irmã que está inteiramente pelada sobre a cama, Rita – chegou mais cedo do serviço - entra no quarto e pega os dois no flagra!


-QUE PUTARIA DO CARALHO É ESSA? O QUE DIABOS VOCÊS ESTÃO FAZENDO NO MEU QUAARTO SUAS DUAS PRAGAS SEM VERGONHA! –Rita gritava indignada e descarregava sua ira nos dois filhos.


E agora meus caros? Os dois irmãos pecaminosos vão dar algum jeito de driblar a mãe furiosa deles?

Continua.

                                

Foto 1 do Conto erotico: Daniel na Cova das Leoas - Cap.1 - A irmã

Foto 2 do Conto erotico: Daniel na Cova das Leoas - Cap.1 - A irmã


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Ficha do conto

Foto Perfil nk-013
nk-013

Nome do conto:
Daniel na Cova das Leoas - Cap.1 - A irmã

Codigo do conto:
181967

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
07/07/2021

Quant.de Votos:
22

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