Se vocês não leram o capítulo anterior, não vai fazer sentido algum esse segundo capítulo, sugiro que voltem, é rapidinho, prometo rsrs
O bicho logo deu várias lambidas na minha bucetinha que logo ficou bem molhadinha, chorei ainda pedindo socorro e logo estremecia e me dava arrepios cada lambida daquela língua enorme daquele cachorro e ele não parava um instante sequer, juntei os lábios, chorava, fechei os olhos, abafava as gemidas. Que vergonha senti na hora meus queridos, Bianca Pereira orgulhosa, delicada e recatada tal como fui criada e como minha família e os outros faziam me sentir, sendo feita de cadela por aquele bicho miserável! A cada lambida foi aumentando mais e mais o prazer e logo fui desinibindo, ficando mole sem forças para resistir e deixando a vergonha de lado, afinal ninguém estava me assistindo rsrs
Não aguentei, dei gemidinhas de leve - era muito prazeroso, chupava muito bem, muito melhor que muitos homens dos quais transei - e encostando parte da língua próximo do meu cuzinho eu jorrei! Ah como eu jorrei! Gozei muito meus queridos, sentia uma vergonha tremenda mas gozei! O bicho continuava a chupar não parando um instante sequer e logo pude sentir que ele se afastou, escutava um pouco dos ruídos vindos de dentro - que será que estava acontecendo meu Deus? não podia ver nada! - aquelas patas pesadas estavam sobre minhas costas e pela movimentação logo deu pra sentir que ele tentava me foder, mas só acertava o ar. Tentei novamente em pleno pulmões pedir ajuda e ninguém parecia ouvir - cadê as pessoas quando a gente precisa delas? Que inferno!
Ele foi se movimentando, se posicionando e eu tentava mover minha bunda e a parte que estava dentro para impedir o bicho de foder minha bucetinha. Ouvia um pouco de fora que ele estava ofegante, com a língua para fora, sentia alguns pingos da baba dele nas minhas costas, finalmente ele consegue se posicionar para o meu desespero na hora - seria feita mesmo de cadela e ninguém podia me salvar?
Aquele bicho repleto de músculos e uma força de leão me pega de jeito, não há mais escapatória! O peso dele era incrível e a vontade dele de me foder não parava nunca como se eu fosse realmente dele, me dominou e eu só tinha que aceitar
Ele acerta o pinto dele dentro da minha bucetinha - que pintão, minha nossa! - Tentei novamente pedir ajuda e ninguém escutava. Errava algumas vezes quando socava o pau na minha bucetinha e acertava bem mais que errava, minha buceta escorria, eu fechava os punhos, abafava as gemidas, por ser errado, feio, sujo, o medo e a emoção se juntava com o tesão e eu não conseguia pensar em mais nada sentia um prazer imenso meus queridos! Ele era rápido e sempre certeiro, algumas vezes descansava com o pau dentro de mim para logo em seguida voltar a meter, e eu gemia, como eu gemia, sentia minha bunda pulando com cada metida daquele pau na minha buceta, gemia e até virava os olhos tamanho tesão que se apossou de mim naquela hora. Quem diria que um animal abaixaria todas as minhas forças e me dominaria daquele jeito? Acabou o orgulho e meu recato e como ninguém via - assim esperava - e ele socava aquele pintão em mim e mais parecia um cavalo ou um touro pelo tamanho e força que aquele bicho tinha, as bolas dele roçava contra minha bundinha e eu gemia, longa e prazerosamente, me sentia usada, suja mas me dava era mais tesão e ainda mais o medo de que alguém pudesse estar me assistindo aumentava mais ainda meu fogo.
Estava com cãibra de ficar tanto tempo daquela maneira entalada e de 4 e o bicho parecia que estava com o diabo no couro, não gozava não? Só podia estar possuído, não é possível!
Depois de algum tempinho de me foder incessantemente, sinto minha buceta sendo preenchida de porra quente daquele demônio ele saiu de dentro de mim e logo pude sentir a porra escorrendno pelo chão, gozou um litro de mim o filho da puta foi? E não pude mais aguentar e logo gozei, xinguei de tudo que é nome, falei vários palavrões, nunca tive um orgasmo tão intenso assim, parecia ser um desejo contido sei lá, mas foi muito bom, muito gostoso.
Escuto o bicho se afastando e logo vou dando um jeito de sair dali, estava cansada, fui martelada pelo pau daquele monstro, ficar naquela posição cansa, estava com fome, o suor escorria pela e pelo corpo, queria um bom banho e descansar. Escuto o bicho voltando com aquela ofegação de demônio dele e o barulho das patas pesadas sobre o assoalho. Ahhh não! De novo não!
E sim novamente vindo na minha direção o cachorrão logo se posicionou, errou várias vezes em meter o pau até acertar e me fez de cadela pela segunda vez!
Era prazeroso demais e logo eu não pensava tanto no cansaço e na fome que haviam chegado. Aquele pauzão era maior do que o do meu namorado e aquele apetite insaciável daquele demônio que parecia possuir meu corpo e levar embora minha razão, que tesão! Que delícia!
Gozamos quase que simultaneamente e ele dessa vez ficou com o pau dentro gozando em mim e eu tremia da gozada que eu também dava, quando eu escuto mais alguém chegando na sala e parecia ser uma pessoa.
-Eiii Eiii Eiii que que tá acontecendo aqui? - alguém viu o bicho enorme e o afugentou com um pedaço de pau -Saiii daqui bicho do caralho - pude ouvir que ele teve dificuldades com o monstro - Dá onde nossa senhora saiu isso? - o bicho saiu em disparada e a pessoa pode escutar meus pedidos de socorro
-Moça do céu esse bicho fez isso com você? Calma aí que vou tirar você daí já! - o homem, com a maior calma do mundo pegou umas ferramentas, talvez um martelo sei lá não podia vê-lo, quebrou a parede e enfim pude sair, estava com algumas escoriações, marcas de arranhões nas costas e muito cansada, inteiramente nua!
Era um homem muito pobre, falei meu nome, estava aflita - o medo era de que ele tivesse visto tudo - chamava João Alberto, provavelmente um catador de recicláveis, negro e muito atencioso, poderia ter se aproveitado de mim, mas não, foi um cavalheiro, me arrumou uns trapos velhos para eu cobrir meu corpo, me deu água, conversou comigo, perguntou se eu estava bem, disse que nunca tinha visto aquele cachorro no bairro, falou que morava naquela casa abandonada e que ficou o dia todo trabalhando - sim já ia caindo a noite. Se ofereceu para me levar ao hospital e eu agradeci de todo coração ele ter me tirado daquela, salvado minha vida, mas que eu iria para casa. Nos despedimos e rumei direto para casa entrando pelas portas do fundo sem que ninguém pudesse me ver.
Fui para meu quarto, logo tomei um banho estava toda suja e com cheiro do demônio em mim. Logo em seguida me arrumei, comi alguma coisa - cozinha vazia graças a Deus! - e vendo que chegavam meus familiares me portei de uma maneira que não levantasse suspeita, voltei para o meu quarto e cai no sono, sonhei a noite toda que era fodida pelo bicho, ele se transformava num cachorro imenso, e o pau era gigantesco e ele enfiava tudo aquilo em mim, acordei molhadinha do sono, meu namorado ligou no telefone de casa - era o mesmo dia, só peguei levemente no sono- e ele disse que eu esqueci o celular na casa dele, perguntou se eu estava bem já que eu parecia meio acelerada, respondi que sim, que eu queria só descansar, nos despedimos, me peguei pensando no bicho e logo fui com a mão na buceta, peguei num dos meus peitinhos e me masturbei, nunca gozei tanto como naquele dia, que delícia meus amores!
Não contei nada para ninguém do ocorrido, tinha uma vergonha tremenda e que foi só acalmando com o tempo e assim contei detalhes para algumas amigas que pensavam que eu estava brincando e elas me devolviam a brincadeira falando que “devia ser gostoso ser violada por um cavalo.” Se elas soubessem o quanto é gostoso ser fodida por um bicho e na marra rsrs
E todo esse tempo nunca quis dar o braço a torcer e escancarar que ainda tenho esse fetiche de ser dominada desse jeito por um cachorro, e esse foi meu desabafo.
Já passei pela rua que aconteceu aquilo naquele dia várias e várias vezes e nada daquele monstro dar as caras. Ainda namoro o mesmo cara, mas nunca mais foi tão emocionante transar com ele.
Meus queridos, hoje sinto saudade daquele bichão me fazendo de cadela, me despindo e desinibindo meu lado certinha, já tentei com outros cachorros colocando eles para lamber minha bucetinha ou mesmo me foder - tudo escondido de todos -, mas aquele era especial, todo grande, forte e parecia realmente que era de outro mundo!
Eu só queria era ter visto na hora em que ele me fodia, me pegava daquele jeito e se um dia ele me pegar de novo quero estar olhando tudo, vendo ele me fazer de cadelinha!
De quem era aquele cachorro? Será que vou vê-lo de novo algum dia? E quem será o dono daquele demônio?
Fim do relato de Bianca Pereira.
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O próximo relato desse conto é sobre uma milf, mãe de 2 meninas, ela está cansada de homens pois foi traída pelo pai das duas menininhas e hoje mora com uma mulher. Vai para um sítio na qual vê um pônei e logo repara no pau grosso e grande do bicho e não consegue tirá-lo dos pensamentos.
::Não será postado na Casa dos Contos esse novo relato bem como os próximos relatos meus caros.::
Nesse conto eu vou manter sempre o mesmo estilo: curto e num tom de confissão, terá as vezes 1 capítulo, outras vezes 2 capítulos e no máximo 3 capítulos.
Obrigado por chegarem aqui leitores.
Eu escrevo para vocês!