Espero que gostem meus amigos ! rsrs
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Quando se é jovem pensamos que temos o mundo aos nossos pés e que todos irão morrer um dia, mas nós não, seremos eternamente jovens e imortal, os erros que cometemos que se danem! Dos pecados que me venham todos e nós os brindaremos.
O maior e o mais doce pecado é o amor e ele nasce aonde nós menos esperamos quebrando nossos princípios e até preceitos morais. Moral? O que há de amoral em ser levado por um sentimento tão sublime quanto o amor? Devemos impedir a felicidade alheia? E quanto a nós, vocês gostariam que sua felicidade fosse colocada em risco por pessoas ressentidas e infelizes? Por tabus que escritores e pesquisadores já mortos viviam dizendo que isso ou aquilo é mal ou bom para você?
Chega de divagar vamos a história.
Essa é a história de dois irmãos acometidos pelo pecado da luxúria em plena juventude, os dois que viviam brigando desde crianças feito cão e gato, com o tempo, conheceram o ardor do contato de suas peles e a inquietação dos olhares frente a frente, o amor e o desejo em seu estado máximo e não o fraterno como estamos acostumados a lidar, mas o carnal, o proibido, o incestuoso.
Eliene Lima é morena, 1,63 de altura, na época bem jovem, cabelos longos e lisos, castanhos escuros, sua pele é parda, ela tem lábios grossos, tem um olhar bem sedutor e selvagem, lindas pernas, coxas grossas, bunda grande e redondinha - ah! quem não sonhava com uma sentada dessa morena? -, pés razoavelmente bonitos, peitos médios, ela é muito vaidosa, está no final do ensino fundamental. Eliene é alegre e espontânea, cercada de amigos, primas e familiares que lhe querem bem e… seu irmão.
Doni Lima, pardo na mesma tonalidade de pele de sua irmã, 1,68 de altura, jovem, magrelo, tem mal um fiapo no rosto pra dizer que já é homem, porém sempre se mostrava muito ousado, sempre com um ar inquieto. Era magrinho, alto para um moleque jovem - leitores cabe a vocês supor a idade do moleque rsrs - e tem um pau de 19cm não muito grosso, mas também não muito fino que já começava a demonstrar que teria futuro com a mulherada - claro, a pegada dele dizia muito mais. Estava duas séries antes na escola da qual ele e sua irmã estudavam.
Desde pequenos os dois sempre se engalfinharam, ele sempre fazendo troça dela e ela devolvendo o xingando e diminuindo-o com todos os xingamentos possíveis. Ela fazia o tipo mimada, tudo deveria ser como queria, e por ter de fato uma grande beleza e ser no maior sentido da expressão gostosa, ela se sentia a poderosa e queria todos subjugados a sua vontade. Doni sempre ouvia os amigos falarem o quão gostosa era sua irmã, falavam das pernas, da bunda, daquele olhar de safadinha que ela tem e ele nem ficava bravo já que não se dava muito bem com ela e achava absurdo, nunca tinha visto nada daquilo que falavam na irmã, não sentia um pingo de atração naquela filha da mãe.
Eliene namora com Erivelton Rocha, rapaz com boa aparência, moreno, 1,67 de altura, cabelo curto, usa óculos, faz tudo que ela quer é o que podemos chamar de capacho. Eliene sempre o achou muito carente - no que fazia ela sentir uma certa repulsa o que só confessava entre amigas sobre tais coisas. Ele tem um pau pequeno com 12cm de altura e não é tão grosso assim, as amigas de Eliene viviam fazendo troça de Erivelton, Eliene dava de ombros.
Ah meus caros! O tempo muda tudo e não deixa pedra sobre pedra, a puberdade chega e os instintos afloram.
Doni que logo passa a se masturbar muito, principalmente pensando nas amigas de sua irmã - também em suas primas. Eliene sempre dizia a Cláudia que seu irmão era fascinado nela e Cláudia dava aquele sorrisinho e se sentindo a tal, mas cagava e andava para o primo, não fazia o tipo dela e Doni realmente nutriu uma paixonite pela magrinha, se masturbando incontáveis vezes para a prima magrinha, falava abertamente até para Cláudia, mas nunca rolou nada entre os dois.
Eliene via como ele agia, pensava nele como um escroto e nojento ainda mais que Cláudia era prima dos dois e sentia desprezo pelo moleque – será?. Doni desencana da prima, na escola ele passa a ir mais atrás das garotas de sua idade. Ele é virgem, mas não pretende continuar assim por mais tempo algum. Natália foi a primeira com quem ficou – os amigos foram quem “agitaram” para ele -, uma garota de beleza razoável e com ela perde a virgindade. Não vai para frente a relação entre os dois, já que Natália sempre foi reconhecida na sua escola como rodada – o que incomodava o moleque -, Doni desencana e não se deixou apaixonar, mas enquanto durou, transou vezes seguidas com a garota e na época mesmo após o término do romance eles davam uma trepadinha de vez em quando. Eliene por nunca se interessar por nada relacionado ao irmão, nem soube que o moleque tinha namorada e já tinha até perdido a virgindade, sequer passa pelas conversas dela o nome do irmão.
Ah! O destino guarda um presente misterioso para ambos!
Num final de semana na qual imaginava que todos estariam fora de casa e a carência dá as caras, Doni pensou em chamar Natália para transar à vontade com a moreninha, o que poderia dar errado? Estaria sozinho, casa inteiramente sua, chamaria quem quisesse assim que chegasse em seu muquifo. Seus pais estariam na casa de sua tia Isabel, Eliene na casa de Cláudia junto também das amigas delas. Antes de ir para casa, Doni foi ao mercado comprar algumas coisas para comer e beber – salgadinhos, bolachas, refrigerante... - mais tarde. Chegando em casa não fez alarde, colocando as compras nos devidos lugares e estava afoito, ligaria para Natália e foderia o dia todo aquela safadinha, mas eis que Doni escuta um barulho vindo do banheiro... “Porra, pra ferrar meu dia mesmo, se foder caralho!” pensou o moleque.
Chegando perto da porta, viu que não estava fechada, tinha uma fresta que dava muito bem pra ver quem estava lá dentro. E ele foi lá olhar, um impulso, uma curiosidade tremenda tomou conta de si. Mal reparando na presença de alguém que vinha até a porta, lá estava Eliene, ensaboando o corpo, olhos fechados as gotas de água que vinham do chuveiro batiam contra seu rosto e na sua linda pele morena e lisa, os peitos sentiam os toques de suas palmas e o odor do perfume do sabonete e dos shampoos impregnava o ar, aquela pele linda e macia sem máculas alguma, sua bunda cheinha acompanhava o ritmo de suas pernas, uma quase valsa na qual havia como plateia um homem só e que sequer ela sabia que a contemplava, Doni assistia petrificado ao espetáculo maravilhoso, Eliene sua detestável irmã com o corpo inteiramente nu e as gotas do chuveiro caiam sobre aquela morena sedutora e o pau do então admirado irmão está duríssimo! Aqueles peitinhos,aquelas coxas, aquela bunda... a bunda! Era tudo aquilo que falavam seus colegas mesmo! Aquele foi o momento que despertou o desejo pelo proibido, pelo incesto para com a garota sangue de seu sangue, sua irmã insuportável! Ah e a situação, o clima, aquela beleza infernal da irmã e o cheiro do perfume que daquele banheiro saia ajudaram na passagem direto para o inferno do moleque bisbilhoteiro.
Doni não conseguia tirar os olhos de jeito nenhum, sua irmã, chata e insuportável que sempre nutria desprezo, era uma deusa, e muito, mas muito gostosa mesmo! Olhou para baixo e como estava sem cuecas, sua rola saia pela perna esquerda da bermuda fininha da qual estava usando e o desejo estava tomando conta de si, tirava sua razão, seus pensamentos, queria a irmã, a chata, a insuportável, a deliciosa, “hmm que delícia de irmã eu tenho” pensava o moleque, mas isso era inconcebível, era uma atrocidade pensar tais coisas, queria muito escancarar aquela porta e empregar sua paixão, seu desejo. De todos aqueles anos foi só naquele momento em que realmente reparou na deusa que tinha por irmã!
Ele se controlou e disse a si mesmo: “NÃO, isso NÃO POSSO FAZER, ELA É MINHA IRMÃ!” , sua moral não permitia e o que diria os outros? Olhou mais um pouco, a irmã já ia fechar o registro do chuveiro, ele então se afasta com cautela e corre para o seu quarto logo em seguida trancou a porta de seu quarto.
Os pensamentos estavam a mil em sua cabeça, “ela é sua IRMÃ, como pode?” “Que filho da puta miserável eu sou? O que os outros pensariam disso?” e as imagens do corpo nu de sua irmã martelavam sua mente com mais ferocidade, seu pau nunca esteve tão vivo quanto agora. Ele abaixou suas bermudas e não podendo segurar muito mais, se masturba pensando em Eliene e falava baixinho o nome da mesma entre os prazeres do vai e vem de sua mão direita.
-Putaa que pariu hmm que gostosa do caralho hmmm irmãozinho vai de dar o que merece Lii (Apelido de Eliene) – diz ele meio que cochichando e logo em seguida sua porra saia e logo um misto de prazer, culpa e vergonha tomava conta de si e a gozada no chão denunciava seu pecado.
Colocou a bermuda, foi pegar papel higiênico ou qualquer coisa que servisse pra limpar a bela gozada no chão do quarto. Pegou um rolo de papel higiênico, foi até a sala e viu a irmã toda arrumada, perfumada com uma leve maquiagem em seu rosto. Salto alto, vestido apertado evidenciando bem suas curvas, um leve decote aparentemente sem sutiã, as lindas pernas e principalmente notou a abundância da bunda de sua irmã. Doni ficou estonteado e de boca aberta.
-Que caralho, vai ficar me encarando seu idiota? Não enche meu saco viu? –diz Eliene já insultando o pobre coitado
-Ahh...não...você..tá linda Lii –diz ele com pausas longas
-Ihhh não to gostando disso, não tenho dinheiro não viu? Para de bajulação!
-Não é bajulação, não quero nada...
-Tá bom, acredito… - diz ela com um ar de indiferença
-Tô só sendo sincero...
-Humm sei, vou sair, diz a mainha que vou chegar tarde
Doni não conseguiu terminar o que queria dizer, aliás não sabia nem o que dizer ao certo e só naquele dia gozou mais umas 3 vezes pensando na irmã. Não conseguia tirá-la dos seus pensamentos de jeito nenhum.
Depois daquele dia, operou no moleque uma mudança no seu comportamento para com sua irmã, por um tempo ela achou que ele queria dinheiro ou coisa parecida. Tratava-a bem, as brincadeiras eram mais leves e ela notou essa mudança, pensava que era amadurecimento do seu irmão, estava tendo mais empatia pelo moleque, antes sequer queria saber sobre a vida do mesmo. E agora o nome dele começa a circular na roda de amigas e primas de Eliene, ela comentava que “Doni estava diferente, mudado e que sequer poderia imaginar o que era ou o que ele queria”. Suas amigas bem que pensaram besteira, mas acharam melhor não expor suas opiniões.
Doni ficava a cada dia mais próximo de sua irmã, ajudava-a, conversava com ela e não era bem um capacho – sim é possível ser prestativo sem ser pau mandado -, Eliene sentia no irmão que era alguém que estava amadurecendo, sendo um homem de verdade e virando alguém protetor. Doni tinha outras intenções. Sentia ciúmes da irmã com Erivelton, nunca teve simpatia pelo cunhado, agora que o desejo e a paixão afloraram em si, muito menos.
Tinha um plano para conseguir o que queria e já não mais poderia postergá-lo, arriscaria sim e foda-se tudo e todos! Resolveu falar com a irmã dizendo sobre suas chances com a menina que ele gostava – grande mentira - e que não tinha experiência com mulheres - sim ele já sabe daquele costume que tem na sua família por parte das mulheres de que elas ensinam, isso é, simulando o carinho entre um homem e uma mulher sem contudo avançar o sinal.
E Doni logo ataca:
-Preciso da sua ajuda Lii mais que nunca e você sabe que eu nunca fui de pedir nada - e continuava o dissimulado moleque - Não quero ser o virjão bv da sala pra sempre mana –mentiu, mas disse com tanta convicção que até ele acreditava em si mesmo.
Eliene olhava pra ele o ouvia, e pensou consigo “então era isso que você queria né sacana”, deixou-o terminar de falar.
-Então foi por isso que você mudou comigo né? Sabia que tinha alguma coisa por trás disso
-Não, uma coisa nada tem a ver com a outra, mudei porque quis, porque tenho ficado mais homem e essas briguinhas já deram no saco!
Eliene sentiu firmeza no modo de falar do irmão, ele a olhava direto nos olhos e sem hesitação e ela amoleceu. Concordou em ajudá-lo e deixou claro que ninguém deveria saber, incluía família, parentes, amigos e seu próprio namorado se não a vida dela mais que a dele estaria perdida para sempre, ela seria difamada enquanto ele pousaria de garanhão para os outros. Doni concorda com um semblante sério e Eliene dá-se por satisfeita.
A morena nem notou que para alguém que não tem tanta experiência ou mesmo nenhuma com mulheres, tal como dizia Doni, ele agiu muito bem, controlando bem a situação não parecendo nada tímido ou inexperiente tal como alegou que o fosse, seria um sinal de que Doni já tinha a irmã nas mãos? Talvez, talvez… Eles combinam o dia e a hora exata em que as aulas começarão.
Chegando no dia em que os dois combinaram, isso é, num final de semana, Doni e a irmã se encontram na varanda de casa aonde sabiam que nada poderia dar errado.
Doni não conseguia dominar a adrenalina, a ansiedade e as emoções idem. Pensava em qualquer coisa repulsiva para não ter uma ereção, tentava se manter frio, mas falhava miseravelmente.
Sua irmã estava vestindo um shorts jeans, chinelos havaianas e camiseta branca com o sutiã marcando o tecido da camiseta.
Ela notou que ele tremia, que não tinha a firmeza do mesmo dia em que combinaram as tais aulas.
-Se você quiser a gente pode marcar pra outro dia mano - não era mais traste, não era mais idiota agora caros leitores -Tem certeza que você está pronto?
-Si...sim huhumm sim mana, mais pronto que nunca! –falou com entusiasmo exagerado
-Tá certo então, mas lembra que sou sua irmã tá? Nada de gracinhas!
-Certo, certo!
Doni então simulando que nada sabia beija sua irmã, ela ajeitava-o, dava instruções e ele dizendo que nada sabia – dissimulado demais -, depois de umas tentativas ele mostra um pouquinho do que sabe ou o que supôs a irmã, do que ela estava ensinando-o. Depois meio que perguntando se “era daquele jeito que fazia”, beija a irmã com afinco, Eliene vê que ele está aprendendo muito rápido e fica etada pelo moleque ter pego o jeito tão rápido. Doni beija a irmã com gosto e paixão e ela até pedia um tempo pois estava ficando sem fôlego, depois continuava e agora ele a beijou com mais paixão ainda e ela estava gostando, sem que Eliene precisasse dar as instruções para o moleque de onde pôr a mão, ele a pega pela cintura e a traz mais para próximo de si de um jeito bem dominante. Eliene está fora de si, perdeu a razão e se deixou levar pelo beijo maravilhoso e caloroso do seu maninho e ela não queria que ele parasse. Estremeceu quando Doni subiu uma das mãos para sua nuca, ele para e olha nos olhos dela diretamente e o beijo continuou com a mesma ardência.
Eliene nunca havia beijado alguém assim que “beijava tão bem” e que bela pegada seu maninho tinha! "Aprendeu rápido até demais!” pensava a ingênua morena que ainda estava fora de si e não via a gravidade da situação. Doni então abaixa as mãos até a bunda da irmã, ela nem esboçava repulsa ou pedia para que ele parasse com aquilo tudo. O moleque agarrando a bunda da irmã fez com que ela sentasse em cima da máquina de lavar roupa, entrelaçando as pernas atrás dele e foi tão rápido que apenas um dos chinelos Havaianas ficou pendente num dos pés da morena e o outro jazia sobre o chão . Eles olhavam olhos nos olhos, ofegavam e pareciam que já estavam preparados para o que viria, mas quando Doni encostou o pau duro que estava fazendo grande volume em suas bermudas na buceta ainda vestida da irmã é que ela foi recobrar a consciência de seus atos.
Ela o empurrou sem dizer nada, saiu correndo e trancou seu quarto, tremia, sentia sua buceta molhada e pensou: “COMO PODE.... COMO PODE, ele é seu irmão! Seu IRMÃO! O que você tem na cabeça? Nem devia ter aceitado isso, imagina se a mãe e o pai pegassem a gente no flagra? Será que alguém viu? Minha Nossa Senhora… isso é pecado, me perdoe, me perdoe...”
E Doni pensava: “Foi por pouco, quase eu como ela, morena linda e diaba demais meu Deus! É pecado se apaixonar pela própria irmã? Como pode uma coisa tão maravilhosa assim ser pecado?”
No quarto Eliene chorava e tremia, mil coisas passavam por sua cabeça, andava de um lado para o outro, queria a mãe para conversar nesse instante mas a velha só daria as caras no próximo dia. O tesão não diminuía e se sentia até meio mole, estava encharcada, pensou ligar para o namorado, mas não, do jeito que estava poderia levantar suspeitas, e inconscientemente levou as mãos até a buceta e com seus dedos começa a esfregá-la e se masturba pensando no seu maninho e naquele pau delicioso que encostou nela naquela hora. “Ah e seus beijos, seus toques...hmmm seu pau! “ pensava a moreninha e se sentia uma puta naquele momento, mas o tesão tomava conta de si. Tremia, a respiração tomava o ritmo das tremidas, suas pernas estavam bambas e logo brevemente rígidas, sua buceta babava e ela continua a esfregar aumentando a velocidade e logo depois goza gostoso e que gozada! Ela até fala o nome do irmão até um pouco mais alto do que imagino e logo ficou sem ar com tamanho prazer que estava, a cama ficou encharcada com a gozada que ela deu e no quarto mais distante do seu, Doni também se masturbava, pensava nas curvas na irmã, na pele morena, no beijo que deu nela, no seu pau encostando na bucetinha dela e até na estremecida que a irmã deu na hora e que ele notou muito bem, também pensava no perfume dela, do cheirinho dos seus cabelos escuros, dos lábios grossos e do olhar atrevido da irmã e goza muito, mas muito mesmo, Doni não se sentia arrependido de nada e aliás, agora ele investiria sério na relação para com a irmã e não importava com as consequências do que poderia acontecer.
Um homem apaixonado move mundos meus caros. Ele não se importa com o perigo e com as más línguas e ele vai se empenhar naquilo que lhe traz felicidade.
Os dois irmãos vão avançar o sinal e abraçar as chamas do desejo?
Continua
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Obrigado por lerem o conto meus caros leitores.
Votem e comentem para eu sempre trazer algo
de especial nos meus contos para todos vocês.