Sou uma oriental, neta de japoneses, 40 anos. Cabelos lisos até os ombros, 1,65 alt, 57 de peso, seios e bumbum pequenos, pele bem clara.
Foi há 10 anos o ocorrido.
Naquele dia eu estava de saia social cinza que cobria os joelhos, camisa de botão da mesma cor, gravata preta, meias pretas e sapato social. Meu cabelo estava amarrado, tipo rabo de cavalo.
Tinha acabado de resolver alguns problemas para a empresa do meu tio.
Eu estava na região da cidade do patriarca, tinha parado para tomar uma água e comer algo em uma lanchonete antes de pegar o taxi.
Viu um movimento mais para frente. Era uma rua de treinamento para motoristas.
Eram vários instrutores, jovens com 18 anos ou mais.
Cheguei perto, tinha um instrutor dando aulas para dirigir micro-ônibus.
O instrutor era um homem, branco, porte normal, em torno dos seus 40 anos, estava com três alunos, todos com seus 18 anos.
Fui perguntar de um ponto de ônibus, mas no fim ficamos conversando muito sobre outras coisas.
- Nossa, deve ser muito difícil dirigir um veiculo tão grande.
- Não é, é apenas questão de fazer o veiculo parte do seu corpo.
- Nossa que legal, quem sabe um dia não faço aula.
- Seria um prazer dar para você em nossa escola. Qual a sua graça?
- Nossa, que elegante seu jeito de falar, meu nome é Claudia e o seu?
- Sou Ênio. Trabalho com ônibus e aulas de volante há 20 anos.
Ele me convidou a assistir as aulas no ônibus.
Como não tinha que voltar para o serviço, não vi problema de descansar um pouco e ver como era a aula.
Fiquei sentada perto dos alunos.
É meio assustador alguém que está aprendendo a andar de ônibus, pois você tem a impressão que irá passar por cima de algum carro. Ilusão assustadora para quem não está acostumado.
Eu fiquei apreciando os rapazes. Pensei:
- Como essa geração é bonita.
Aproveitei para conhecer o grupo.
Descobri que os três rapazes são amigos e dividem um apartamento juntos. Vieram do interior para estudar em SP.
Claudio, 18 anos, moreno claro, corpo em dia, Samuel, loiro ,19 anos corpo malhado, Santiago 18 anos, branco, cabelos negros, corpo normal.
-Você é muito bonita. Aposto que escuta muito gata dos homens. Disse Claudio.
- Também acho, queria achar mulher bonita que nem você na minha cidade, mas não tem muita oriental e as que têm não são como você. Disse Samuel.
- Hahaha, para, não sou tão bonita assim. Também não sou mais mocinha para tanto elogio.
- Discordo. Adoraria beijar uma oriental tão bonita como você.
- Qualquer oriental ou seria comigo o beijo? Rsrsrs.
- Adorai, mesmo que fosse apenas um selinho, tá?
- Sou casada, não sei se pega bem dar um Celinho.
Os outros dois sorriram e um deles falou:
- Um selinho é algo tão puro, não veja como se fosse traição. Seria como um abraço.
- Me deixa pensar.... Você quer um abraço em vez do selinho?
- Puxa, abraço posso dar todo dia, mas ficaria tão feliz e mais calmo para dirigir se fosse um misero toque nos seus lábios.
- Bom, até que fala bonito. Um selinho apenas, bem de leve, ok?
- Ok, sem problema.
Então dei um pequeno selinho no Claudio. Gostei do gosto salgadinho da boca, por isso demorei um pouco.
- E eu.
- Abusado. Ta bom.
Virei depois para o Samuel e dei outro.
Reparei que o instrutor e Santiago olhavam pelo retrovisor.
Selinho virou beijinho, beijinho ficou mais demorado. Estava ficando animada. Até que peguei nas mãos dos dois e falei:
- Vamos para o meio. Lá sentei do lado do Samuel.
Comecei a beijá-lo com força. Minhas mãos começaram a explorar o corpo do rapaz. Senti as dele me tocarem toda. Às vezes ele puxava minha gravatinha para perto dele quando tentava sair dos beijos com um sorriso.
Quando deu o tempo de aula do Santiago, Samuel teve que ir dirigir o veiculo. Ele foi meio contrariado.
Nesse tempo fiquei namorando Claudio. Aquele eu sentia que o pau queria fugir das calças.
Era bom sentir aqueles lábios depois de um dia cansativo. Queria relaxar com alguém, já que meu marido estava em falta nessa parte.
Santiago olhava como se não acreditasse. Eu comecei a enfiar minha mão dentro da calça de Claudio e brincar com os dedos no membro.
Santiago veio perto e passei a mãos sobre sua calça.
- Está duro. Aposto que é uma tora.
- Mais duro que do seu Marido?
- Muito mais duro que o dele.
Quando a aula terminou, veio Ênio que disse:
- Vamos para outro lugar. Acho que você quer algumas aulas, não é Claudia?
- Quero aprender muita coisa hoje.
- Seu marido não vai ficar preocupado.
- Não liga, eu invento qualquer desculpa depois.
Fomos para a Rua Astrogildo Pereira. Era uma rua sem saída.
- Acho que vou dar uns selinhos em vocês, mas não na boca.
Lá comecei a brincar de chupar os alunos e professor. Fiquei no meio do ônibus, cercada por picas. Chupa um pouco uma, enquanto batia outra, teve um momento que para dar conta, eu estava com duas na boca.
- Que gostoso japa. Nossa você é um excelente aluna.
A brincadeira ia bem até que a janela da casa vizinha abriu e uma senhora por volta dos seus 70 anos falou:
- Vou chamar a polícia se continuar essa vergonha.
Ênio ligou o ônibus e fomos embora. Ele tinha medo de dar algum problema na empresa.
- Casa de quem?
Santiago falou:
- Tem a nosso apartamento, podemos leva-la lá.
- Blz Claudia?
- Vamos lá, ainda não fiz toda a aula.
Continuamos o caminho.
Os Rapazes moravam na Rua Morubixaba. O trabalho maior foi encontrar um lugar para deixar o ônibus.
Era um prédio humilde, tinha que pegar escada.
Não foi ruim subir escada, pois quando cansava tinha alguém para a respiração boca a boca.
O andar era dividido por mais dois apartamentos.
A porta dava na sala, era um lugar com dois quartos, banheiro e cozinha, uma pequena área de lavanderia.
- Vamos Claudia, vamos começar as aulas.
- Posso brincar um pouco com vocês, fiquem me esperando sair do quarto, ok?
Fui para o quarto, enquanto os rapazes me esperavam na sala.
Cinco minutos depois sai usando apenas a camisa social, com metade dos botões abertos. Eu segurava em cada metade, puxando ao poucos e mostrando o decote. Fiquei de joelhos e por fim comecei a desbotar e deixar cair aos poucos, atrás das minhas costas, enquanto eu chupava meu dedinho.
Eu estava nua agora, com apenas a gravatinha, na frente dos rapazes que conheci a menos de duas horas. É tão gostoso ficar nua na frente dos homens, o tesão a emoção. Eles começaram a tirar a roupa e mostrar os membros, que apontavam para mim.
Ênio veio perto de mim e me beijou, ele massageava minha barriga e seios.
Depois senti as mãos dos outros três me tocando.
Um deles me puxou para o sofá pela gravata, para deixá-los mais louco, fui de quatro, como se fosse uma cadela.
- Santiago, a leva para passear.
Fui andando de quatro e rebolando pelo apartamento.
Então Santiago sentou no sofá e me puxou para junto do pau.
Comecei a chupar as bolas e puxar para trás, brincando de estilingue. Quando chupava o pau, eu ficava olhando para o rosto do rapaz.
- Esse seu jeito de chupar e de olhar, nossa, que puta boa.
- Eu sou um tipo de puta que não se acha fácil.
- Hahaha. Verdade.
Enquanto eu chupava, senti o pau de Enio entrando no meu corpo.
Adoro quando vem sem aviso. É uma surpresa maravilhosa.
É muito gostoso sentir o pau entrando e saindo, eu gemia, mas o pau na boca não deixava sair o som alto como deviria.
Samuel colocou o dedo no meu cuzinho.
- Vou comer depois.
- Come agora, Ênio, deita no chão.
Ele deitou de barriga para cima, então subi e encaixei no pau na minha bucetinha.
- Samuel, o rabinho é todo seu e os outros, quero na minha boca.
Fui revezando a chupeta entre os dois paus, enquanto sentia minha bucetinha sendo socada e meu cuzinho arregaçado.
- Aposto que você queria dar no ônibus, não é vaca?
- Queria não, quero se não for com vocês será com outros.
Começamos o revezamento.
Enio comia meu cuzinho, enquanto eu chupava os outros. Samuel curtia minha bucetinha.
Quando Enio foi gozar ele mandou os rapazes saírem de perto.
Ele me fez deitar de barriga para cima e sentou sobre meu peito. Comecei a bater uma para aquele pau. Ele gozou com força no meu rosto. Sentir o calor do esperma na face, lambuzando a maquiagem.
Nunca imaginei essa liberdade depois de casada. Como é bom ser puta, na hora e com quem quiser.
Depois de uma hora, o senhor Ênio me deu carona no ônibus.
- Claudia, precisamos marcar novamente.
- Não sei, não gosto de repetir pau.
- Quando eu tiver uma nova turma te chamo. O que acha?
- Me passa o seu cartão. Depois marcamos uma aula prática.