Eu estava no oitavo mês de gestação, minha barrica não estava tão grande e lógico que meu tesão estava a mil. Fazia três anos que eu trabalho no mesma empresa e faz três anos que as festas de fim de ano, que sempre dava muito o que falar. E não porque uma das colegas mais antigas perdeu um sapato, um carregador ou a dignidade na última, mas porque dezembro tinha férias coletivas, acúmulo de trabalho e a gente não conseguia marcar. Mas esse ano, Gabi, o chefe gato da segurança, teve uma ideia que todo mundo curtiu: a festa ia rolar na última semana de novembro.
O Gabi era gato, comprometido com o trabalho e muito sério. Por mais que eu fizesse insinuações de que eu estava a fim dele, ele deixava passar, sem dar lado para um avanço. Inclusive já transei algumas vezes com meu marido fantasiando com o Gabi, meu marido adora essas brincadeiras, imaginando ele me comendo de uniforme. Ele era a estrela dos meus sonhos molhados e a festa me parecia a oportunidade ideal de encontrar ele num ambiente mais descontraído e ver se o problema era o ambiente corporativo ou se ele só não tava a fim de mim mesmo.
Caprichei no modelito, vestido curtinho, que devido a minha barriga de grávida, o vestido ficou mais curto ainda e no perfume, levei meu presente pro amigo secreto e lá fui eu cheia de boas intenções. Após o jantar, teve a troca de presentes e eu ganhei da gerente, um biquíni minúsculo que tirei e mostrei pra todo mundo, dizendo:
— E isso aqui vai ser a maior peça que eu vou usar na praia aonde irei passar as férias! Todos riram.
Depois que a troca de presentes terminou, as danças começaram. Eu dancei um tempo, mas logo a galera começou a se despedir. E eu pensei em fazer o mesmo. Eu fui para a lateral da pista, terminando um último drink de kiwi e foi quando ouvi uma voz deliciosa atrás de mim:
— Então você gosta de usar biquínis bem pequenos nas praias? — Era o Gabi.
— É logico, adoro ser desejada!
Alerta de tesão, meus amigos: fora do trabalho o Gabi era bem atiradinho. A beleza da coisa, é que eu era mais atirada que ele:
— E sabe o que é engraçado, Gabi? — perguntei passando por ele, dando um passo em direção à porta.
— Não, o que é engraçado? — ele respondeu se aproximando de mim.
— Tem gente que vê a sorte sorrindo e não sorri de volta. — a essa altura eu já estava do lado de fora e em segundos, Gabi também estava.
Ele me encostou na parede e falou no meu ouvido, baixinho:
— Acho que quem comete esse equívoco deveria apanhar, você não acha?
Eu sentia a respiração dele na minha pele, ouvia a voz gostosa dele e o som da festa ao fundo e respondi:
— Difícil discordar.
Ele me beijou com as mãos na base da minha cintura, me puxando para encostar nele, quando senti ele duro, rebolei e passei os dedos de leve pelo volume antes de apertar. Adoro um pau duro… O que sai da boca de um homem pode até ser mentira, mas um pau duro, sempre é honesto.
— Você é safada, sabe quantas vezes eu fiquei duro pensando em você? — ele disse se esfregando em mim.
— Quantas? — falei mordendo o lábio dele e puxando.
— Muitas. Cada piadinha, cada gracejo. Eu já te comi de tantas maneiras diferentes nos meus sonhos e você nem sabe, ainda mais depois que vc ficou grávida, fiquei com mais tesão ainda em vc.
— E em algumas dessas vezes eu gozei? — perguntei beijando ele, chupando aquela língua gostosa.
— Não da maneira que você vai gozar agora. Vem. — ele falou indo pro estacionamento e me levando pela mão. — Meu carro ou o seu? — ele perguntou.
— O seu. Vim de uber.
Ele sentou no banco de trás e eu sentei no colo dele, rebolando naquele pau duro. Meu vestido já tinha sido arrancado pelo Gabi. Ele me beijava, apertando minha bunda. Esfregou o dedo por cima da minha calcinha, tocando meu grelo em cheio, chegou minha calcinha para o lado e enfiou o dedo dentro de mim e me fazendo gemer.
— Isso Gabi… que delícia. — Ele me deitou no banco, abrindo minhas pernas e tirando minha calcinha.
— Caralho, eu queria tanto isso. — Ele falou beijando a minha panturrilha e colocando meu calcanhar no encosto para cabeça.
— Então cala a boca e me fode. — falei sedenta. Eu quis tanto aquele homem, eu dei em cima dele e nem imaginava que fosse correspondida. Porra de homem sério que só atrasou nossa trepada.
Gabi colocou o pau pra fora e foi suficiente para eu babar e nem foi pela boca. Fiz sinal para ele se aproximar, ele deu aquela pica gostosa para eu chupar e se inclinou para lamber minha ppk. Mamei o pau dele, lambendo a cabeça, e segurando as bolas, acariciando e punhetando. Ele estava muito duro e chupar ele só não era mais gostoso do que sentir a língua dele em mim. Ele sugava meu grelo e massageava com a ponta da língua. Eu apertei o pau dele, punhetando bem gostoso e pedi:
— Por favor, me come agora. — pedi e ele pincelou a entrada da minha xota, colocando só a cabecinha, e ficou indo e vindo, sem colocar tudo. — Mete tudo.
Gabi olhava para mim e finalmente colocou tudo. Ele metia e, ao mesmo tempo, acariciava meu grelo, aumentando o tesão que eu já sentia. O gostoso sabia meter, alternando movimentos mais intensos e depois rebolando. Eu queria mais rápido e mais forte. Gabi era gostoso, mas eu estava faminta. Mudei de posição e coloquei ele sentado, beijei ele na boca enquanto me encaixava no pau dele. Finalmente sentando naquele trono digno da rainha que eu era.
— Ahhhh que pau gostoso. — falei mordendo ele na clavícula e ele segurou minha bunda ajudando no movimento.
— Que buceta gostosa. — ele falou puxando meu cabelo para trás, expondo meu pescoço, beijando, mordendo de leve, depois descendo para os meus peitos que ele chupou com vontade. Eu cavalgava aquele garanhão, meu grelo roçando nos pelos dele. Eu sentia a excitação crescente e gemia baixinho.
— Hummm hummmm. Que delícia de homem. — falei sentindo o gozo se aproximar e ele colocou um dedo no meu cuzinho, fazendo meu tesão chegar ao auge, e gozei gostoso, um orgasmo longo que terminou com ele me beijando. Ele estava com muito cuidado com a minha barriga, mesmo sendo firme na socada, ele tinha muito carinho comigo. Gabi me colocou de quatro no banco e começou a lamber meu cuzinho, achei que ele iria meter no cuzinho, mas não, depois de muito lamber ele voltou a enfiar na minha ppk, batendo na minha bunda e enrolando meus cabelos na mão dele, puxando para trás, para me fazer virar e beijar a boca dele.
— Rebola, safada. Vai, mexe essa bunda para mim. — Eu obedeci bem mansinha, adorando a surra de vara que tava levando. — Isso... Vou gozar… vou gozar. - Ele tirou o pau e veio pro meu lado. — Abre a boca.
E como a gatinha que eu era, abri a boca, coloquei a ponta da língua no pau dele e tomei todo meu leitinho, engolindo cada gota, lambendo o pau dele até deixar limpinho.
Assim que ele gozou, ele se sentou do meu lado e se inclinou para me beijar, acariciando meu cabelo. Me tratando como uma namoradinha
— Eu quis tanto isso. — falei pra ele.
— E foi como você esperava? — Ele perguntou sorrindo.
— Foi tão gostoso como imaginava.
— Acho que esse sonho é meu e eu não quero acordar.
Quando começamos a nos vestir, ele pediu para eu colocar o biquíni, queria ver como ele iria ficar no meu corpo. São do carro nua, vesti o biquíni e ele adorou, o clima estava esquentando novamente, achei que iríamos transar novamente, porém o telefone dele tocou, era a namorada dele, ele havia esquecido que tinha marcado com ela depois da festa, então nós arrumamos e ele foi me deixar em casa.
Cheguei em casa meu marido ainda estava acordado, quando tirei o vestido estava usando o biquíni, meu marido não entendeu nada, perguntei a ele se ele lembrava do chefe da segurança do meu trabalho, o tal do Gabi, ele disse que lembrava, então contei a ele que havia acabado de transar com ele, lógico que meu marido pediu que eu contasse detalhe por detalhe o que havia acontecido, então relatei tudo para meu marido que amo tanto.
Meu maior sonho é comer uma grávida. Fazer ela muito feliz entre 4 paredes....Delíciaaaa!!!