Meu irmão estava cada vez mais safado e eu tinha entrado no jogo dele. Ele havia virado meu dono, no caso, meu cafetão. Estávamos eu, Alex, Rapha e os primos dele, Juan de 18 anos, era atleta do remo, tinha cabelo castanhos com braços e ombros definidos e Danilo, com 17 anos, mas já tinha o corpo todo definido e um bronzeado de dar inveja.
Eu ainda estava me recuperando das socadas que o Júnior e meu irmão havia me dado, quando Alex disse: “Ainda tem mais 3 picas querendo meter, ta preparado?” Eu disse que sim, mas que precisava relaxar mais. O Raphael trouxe uma cerveja pra mim e me tirou de perto do meu irmão e dos primos dele.
Fomos pro andar de cima da casa, lá Rapha me pediu desculpas pelo que havia acontecido na minha casa. Eu estava desacordado quando ele começou a meter em mim, mas como eu estava na chuva pra me molhar, não tinha ficado chateado. Ele me pegou pelo braço e me deu um beijo gostoso. Nossa! Como foi bom sentir aquele afago daquele cara tesudo. Rapha era muito forte, tinha o peito peludo, mais alto que eu sorriso lindo. Eu simplesmente derreti nos braços dele, mas ao mesmo tempo reparei que ele me olhava diferente, não era só tesão.
Ficamos conversando, enquanto eu estava sentado na beirada da cama ele me mostrava umas músicas no computador, até que Juan bateu na porta e entrou. Juan sentou do meu lado, visivelmente alterado pela cerveja e começou a lamber meu pescoço. Em seguida ele pegou a minha mão e levou em direção ao pau dele, o volume sobre a bermuda era enorme e dava pra sentir o pau comprido e duro dele.
Juan continuava lambendo a minha nuca e sussurrando para chupar a pica dele. Eu estava meio sem graça, mas Rapha olhou pra mim e disse “Mata a vontade dele.” Acabei ajoelhando na frente dele e puxando aquela bermuda para baixo. Juan realmente tinha um pau muito gostoso, era mais gostoso ainda ouvir os gemidos dele enquanto seu pau deslizava na minha boca e ele me puxava pelos cabelos.
Em seguida ele me puxou na cama e me colocou de quatro na cama do Rapha, ele pincelava o pau babado dele na portinha do meu cuzinho, que estava piscando muito. Ficava fazendo força pra trás de leve, sentindo a cabeça passando pelo meu anus arrombadinho e em seguida aquela rola comprida deslizando. As estocadas foram ficando mais fortes, era um tesão sentir as mãos fortes de Juan me segurando pela cintura. Não demorou muito ele gemeu forte no meu ouvido e jorrava leite dentro de mim. Olhei pro lado para ver a reação de Rapha, mas ele tinha saído do quarto.
Pedi então para que Juan continuasse socando ate eu gozar, mas ele falou que não, pois ele queria ver o irmão dele esfolar meu cuzinho. Ele saiu do quarto com o pau ainda duro e sujo de porra atrás do irmão.
Deitei de barriga pra cima e abri as pernas e fiquei esperando Danilo entrar no quarto, o novinho já entrou com uma mão dentro do short e a outra com uma cerveja. Ele subiu em cima de mim e puxando o short para baixo já posicionou seu pau na entrada da minha bunda.
Pude sentir uma cabeça muito grossa, me assustei e olhei nos olhos dele que falou “O novinho aqui tem 23cm, vou gozar fundão.” Respirei fundo e pedi para ele meter gostoso. Ele socava com vigor, parecia um homem experiente. Mesmo tendo passado o dia e a noite levando pica, Danilo conseguiu ir alem e me deixar com ainda mais tesão.
Eu me arrepiava sentindo meu cuzinho arregaçado e aquela neca grossa batendo lá no fundo. Aproveitava para passar a mão no corpo dele, sentindo aquela pele gostosa, até que senti ele se contraindo e gemendo forte. Ele meteu tudo e gozou, pra cada gozada, uma estocada profunda. Gozei sem encostar no pau, estava entregue com a pica do novinho cravada em mim.
Me levantei e fui para o banheiro no quarto do Rapha pra me recuperar, quando voltei Danilo já tinha descido. Enquanto colocava minha cueca, Raphael entrou no quarto e perguntou se estava tudo bem com um sorriso no canto da boca.
Entendi na hora que seria a vez dele e já abaixei minha cueca. “Não Adrian. Pode colocar.” Fiquei meio sem entender mas fiz o que ele ordenou, mas o que mais me abalou foi a proposta que recebi na seqüência, “Dorme aqui comigo?”
Sem falar nada, acenei positivamente com a cabeça enquanto aquele macho lindo se aproximava e me puxava para deitar abraçado com ele em sua cama.