Olá a todos!
Meu nome e Paulo, 1,70 de altura, 60 kg, bom físico, um pau razoável e na época estava, anos 80, estava melhor ainda.
Morei na zona leste e nessa época ainda não havia metro por lá. Era só trem e ônibus.
Eu por mais transtornos que causasse, preferia viajar de trem por ser mais rápido.
Um dia chegando na estação, estava tudo parado devido a mais um problema causado na via férrea e como não havia previsão de normalizar o transporte resolvi ir ate o Parque dom Pedro tomar um ônibus no terminal. Era uma sexta-feira e eu não trabalho aos sábados.
Sabia que seria demorado, mas me acomodei em um banco e abri um livro para passar o tempo. Sempre fui de ler muito.
Entrou um morena muito linda e gostosa, pediu licença e sentou-se a meu lado. Por conta dos trens suprimidos, fatalmente o ônibus lotou muito ate que saiu.
Nossa! O que aconteceu? Geralmente lota no caminho, mas hoje já saiu lotado. – Disse ela pra mim.
Falei sobre o trem e ela entendeu.
Você viaja só de trem? – Perguntou.
Sim, mas hoje foi a gota d’água. Chega de sufoco! É muita confusão e agora, acabou a correria, pois me formei e não preciso mais me arriscar nos trens.
Se formou em que?
Engenharia mecânica.
Trabalha com o que?
Sou ferramenteiro em uma metalurgica.
Nossa! Deve ganhar muito bem.
Dá pra viver.
E você?
Trabalho de vendedora em uma loja de roupas masculinas na Praça Clovis.
Que bom! Estou precisando de roupas novas. Quem sabe passo em sua loja para ver o que encontro.
Vai sim! Toma meu cartão.
Claudia?
Sim e você?
Paulo, mas não tenho cartão kkk.
Casada! Reparei em sua aliança.
Sou! Mas não sei se fiz bom negócio kkk. E você?
Casado e pai de dois filhos, mas adianto que estou pensando em me separar. Só Não fiz por conta dos meninos e por ela ser uma ótima dona de casa.
Porque se separar?
Bem! Não vou entrar em detalhes, mas depois do nascimento do segundo filho, ela esfriou e não liga mais pra sexo, acabou o carinho e o encanto.
Quanto tempo são casados?
Há 8 anos. E você?
Dois anos e estou me arrependendo. Somos evangélicos e de um tempo para cá, ele começou a sair com os amigos da empresa que trabalha e beber muito. Abandonou a igreja, chega tarde em casa geralmente bêbado. Nos fins de semana sai e me deixa sozinha.
Estou fazendo um propósito de orações na congregação para mudar e melhorar nossa relação. É difícil, mas estou empenhada a isso.
É preciso que ele queira mudar, senão não há oração que resolva. – Disse eu.
Já falou com ele a respeito?
Sim! Mas toda vez que toco no assunto, ele só falta me bater e sai me deixando só e sem resposta.
Não sei porque, mas ela contou-me quase todos os detalhes de sua vida como se eu tivesse alguma coisa a ver com isso.
E o sexo ainda tem?
Ela me olhou com desaprovação e falou. Isso é bem intimo e não da pra falar a respeito com ninguém, principalmente um estranho.
Entendo, mas você é quem tá desabafando comigo e é melhor que seja com um estranho, pois com conhecidos, fatalmente vira fofoca, principalmente na igreja. Eu só fiz uma pergunta. Não quis ser inconveniente. É sim ou não. Simples assim!
Ai desculpa! É como meu marido diz. Eu sou uma idiota mesmo.
Mas não. Ele quase não me procura e quando isso acontece sinto que é um ato mecânico, sem carinho nenhum.
Nisso o coletivo apertou mais e uma mulher que estava a seu lado debruçou encima dela empurrando-a encima de mim pedindo desculpas.
Ela chegou mais pra perto encostando a coxa quente na minha apoiando-se com a mão e a bolsa encima de minha coxa.
Nos ajeitamos como deu, pois não havia outra alternativa. Eu estava adorando o contato de seu corpo e seu rosto quase colado ao meu.
Nunca estivemos tão íntimos kkk. – falou ao meu ouvido.
Também acabamos de nos conhecer, mas não esquenta! Para todos efeitos, somos namorados.
A tá! Só porque você quer kkk.
Falávamos sussurrando no ouvido um do outro.
Gozado! Parece que nos conhecemos há tempos. Não sei! Você me passa segurança. Queria sentir isso em casa, mas sempre espero o pior ao chegar.
Ela falava quase chorando escondendo seu rosto em meu ombro.
Passei o braço em seu ombro chegando-a mais perto de mim. Ela se aconchegou em mim e senti que estava chorando baixinho molhando mina camisa de lagrimas.
Isso! Desabafa! Sou seu ombro amigo. – Disse eu acariciando seus cabelos e seu rosto.
Chegando no Tatuapé o ônibus esvaziou um pouco e a mulher que estava encostada nela conseguiu sentar mais a frente.
Com isso ficou mais folgado, mas ela continuava aconchegada a mim se ajeitando melhor.
Esta melhor? – Perguntei.
Sim! Mas sei que amanhã vai ser a mesma coisa. Trabalho, casa e a rotina de solidão.
De repente ela se desvencilhou de mim se ajeitando no banco.
Meu Deus! O que estou fazendo? Aceitando carinhos de um estranho e casado. Sou casada, evangélica e cometendo esse pecado.
Não tenha peso na consciência. Eu só sou o cara certo na hora em que você mais precisa.
Pra você é fácil dizer, pois está em vias de uma separação, mas eu estou querendo recuperar meu casamento e não procuro outra pessoa.
Tudo bem! Mas de onde você tirou que eu quero ser o outro. Estamos conversando como amigos e só quero te ouvir e talvez te ajudar.
Talvez não nos veremos mais e também nem vá a loja e acabamos esquecendo que existiu o dia de hoje.
Peguei um papel e marquei o telefone de onde trabalho entregando pra ela.
Se precisar conversar é só ligar e pedir pra chamar o Pirata. É meu apelido no trabalho. Eu com certeza vou te encontrar.
Descemos no ponto final e nos despedimos.
Foi muito bom o papo, mas acho melhor parar por aqui e não nos vermos mais saindo bem séria.
Fomos cada um pro seu lado e eu puto de raiva.
Como pude dar mole pra essa putinha do caralho? Eu quis ser gentil e ela achou que eu queria come-la. O pior é que queria.
Morena, 20 anos, cabelo preto, lisinho, comprido até a bunda e que bunda. Olhos verdes, rosto lindo, sem pintura, boca carnuda que dá vontade de beijar. Porque não beijei quando ela estava vulnerável? Bonzinho eu né? Babaca! Talvez eu tivesse até comido.
Passou! Ela que fique com o marido bêbado e suas orações.
Fodam-se os dois! Vou pra casa dar uma foda sem graça em minha mulher ou talvez sair e encontrar alguma de minhas amigas que topem dar uma em um motel barato.
Continuei trabalhando e levando a mesma rotina. Já havia esquecido ou tentado me esquecer de Claudia. Fazia mais de um mês depois do fiasco que foi nossa primeira conversa.
Na sexta-feira por volta de 16 horas, me chamaram para atender uma ligação.
Pensei que fosse minha mulher avisando que ia pra casa da mãe com os garotos.
Oi! Quem fala?
É a Claudia. Lembra de mim?
Sim! O que manda?
Chegou uns jeans novos na loja e achei que você poderia gostar. Achei a sua cara. (Papo de vendedor). Pode vir hoje?
A putinha queria me ver.
Sim! Estou de carro e podiamos voltar juntos. O que acha?
Legal! Assim não preciso enfrentar o ônibus kkk.
Cheguei a loja e logo uma baianinha baixinha bonitinha me atendeu.
Pois não!
Eu queria falar com a Claudia. Ela me falou sobre uns jeans que chegaram e gostaria de olhar.
A sim! A gerente. Vou chama-la.
Ela veio a meu encontro.
Escondendo o jogo né?
Porque?
Disse que é vendedora e é gerente.
Não me diferencio de minhas funcionárias. Hoje sou gerente, mas não me cresço encima disso. Continuo a ser vendedora. Mudei de cargo essa semana.
Ela me mostrou algumas calças e eu me apaixonei por uma jaqueta longa de capuz forrada com flanela xadrez da LEWS. (Quem é da época conhece)
É muito cara! Disse ela.
Não to nem aí! Gostei e vou levar. Escolhi uma calça da mesma marca e mais duas camisas lindas.
Ela chamou a funcionaria e disse. A venda e a comissão é sua.
A baianinha ficou bem alegre, pois ficou bem caro e a comissão era boa.
Fiz o cheque e ela deu o aval para o patrão.
Era hora dela ir embora e eu esperei.
Ela trocou o uniforme por um vestido bem solto de mangas e reparei que estava sem sutiã.
Entramos no carro e estava o maior transito na radial.
Parei em uma choperia para esperar aliviar o trafego.
Pedi um Chopp e ela quis experimentar, pois não bebia álcool.
Achou amargo, mas depois de alguns goles, passou a apreciar.
Desculpa tá?
Por que?
Pelo outro dia.
Deixa pra lá. Mas o que realmente quer?
Podemos ficar juntos hoje?
Gelei com sua proposta.
O que aconteceu?
Chega! – disse ela. Não vou mais ser a esposa crente certinha, nem a esposa fiel. Tenho 20 anos, Quero me sentir como uma mulher normal e desejada, sem ficar implorando por um carinho e você em pouco tempo me mostrou o que é estar viva. Por isso fiquei com medo pois sabia que acabaríamos nos envolvendo. Fugi de você e acabei novamente sendo maltratada pelo meu marido naquele dia e nos outros que se seguiram.
Pensei bem e quero ser sua amiga sim e talvez algo mais.
Puta que pariu! Acho que o Chopp pegou. – Pensei.
Ele vai hoje pescar com os amigos ate domingo e nunca soube que ele gosta de pescar. E se ele prefere os amigos, eu fico com meu amigo. Você.
Não tive dúvidas. Ela estava sentada a meu lado. Puxei ela pela nuca e beijei seus lábios macios.
Ela correspondeu de tal forma que chamou a atenção dos casais ali presentes.
Tenho vergonha! Nunca beijei em público.
Vamos pra um lugar mais tranquilo?
Onde?
Vem! Confia em mim.
Levei-a a um motel top de linha na época.
Entramos com ela toda envergonhada mostrando a identidade na recepção, pois a moça achou que ela era menor de idade rs.
No quarto ela ficou admirando todos os de talhes da suíte.
Sempre quis conhecer, mas meu marido diz que é coisa de prostituta.
Eu abracei e beijei sua boca encostando seu corpo ao meu.
Esquece tudo lá fora! Agora é só você e eu.
Não sei se vou corresponder suas expectativas. Sou bem inexperiente.
Deixa rolar! Como numa dança, eu te conduzo.
Beijei novamente seus lábios descendo a mão por suas costas até chegar a sua bunda apertando suas carnes firmes levando ela a suspirar.
Tirei seu vestido soltando o zíper nas costas deixando cair no chão.
Estava com uma calcinha nada sexy, mas marcava sua buceta estufada. Desci beijando seus seios lindos e lambendo cada bico marrom. Gente! Que mulher gostosa. Nunca tinha ido a praia, mas sua pele é de uma cor que parece que não sai do sol. Bronzeada naturalmente.
Estávamos ainda em pé.
Me ajoelhei e desci sua calcinha.
Vi uma buceta cabeluda como eu gosto. Não deu pra ver a entrada da danada. Mas eu acho rs.
Cheirei e procurei com a língua a entrada de seu ninho de amor. Encontrei, pois o cheiro de fêmea e seu mel que impregnava seus pelos me direcionou a sua entradinha.
Cheirei, lambi arrancando suspiros, sentindo suas pernas tremerem com minhas caricias. Ela gozou enquanto eu chupava seu clitóris durinho melando minha boca. Ela sentou-se na cama dizendo que estava fraca, comas pernas bambas.
Deitamos na cama e eu beijei-a novamente.
Sente o gosto de sua buceta.
Ela nunca tinha ouvido isso em sua vida.
Eu pincelei a rola em sua fenda melada enquanto ela respirava fundo. Queria proporcionar a ela talvez o seu primeiro orgasmo com um macho penetrando sua buceta, pois ela até então não sabia o que era isso.
Abri mais suas pernas, pois nem isso ela sabia, penetrando sua buceta apertada. Ela espalmava minha barriga como se fosse a primeira vez que era penetrada.
Fui empurrando devagar até chegar ao fundo encolhendo suas pernas como um frango assado.
Beijei sua boca com o pau parado dentro dela.
Seus olhos verdes me olhavam como se eu fosse seu primeiro homem a penetra-la segurando minha bunda.
Talvez não acreditasse que estivesse traindo seu marido com um estranho, mas me recebia com tezão mastigando involuntariamente meu pau com sua buceta.
Era quase impossível não gozar diante da visão que eu tinha de sua beleza desprezada por um homem que não da valor a mulher que tem.
Fui bombando sentindo toda sua receptividade.
Ela me abraça e diz que me ama sentindo minhas estocadas cada vez mais fortes até que chegou em um imenso orgasmo rebolando embaixo de mim, arranhando minhas costas, gritando para todo motel ouvir. Eu te, te, te amoooooo! Extravasou toda sua vontade retida por tanto tempo de ser possuída e dominada totalmente por um homem.
Gozei gostoso sentindo seus espasmos apertando meu pau com sua buceta parecendo que não ia parar mais de ejacular.
Ficamos um tempo abraçados trocando caricias
Sabe! Eu nunca fiquei totalmente nua na frente de um homem. Só fiz amor de camisola e nunca fui beijada aqui. – Disse ela apontando sua buceta. É a primeira vez que sinto o que algumas irmãs casadas me confidenciaram. Tive meu primeiro orgasmo duas vezes. Você é o culpado de minha felicidade.
Pois comigo você será beijada em cada parte de seu corpo. Vou explorar todos os seus buracos e fazer você mulher de verdade.
Todos? Não sei se vou aguentar! É muito grande.
Vou te comer com todo carinho. Aguenta sim e vai curtir muito.
Sei que é muito cedo pra dizer isso, mas acho que estou apaixonada por você. Desde o dia que te conheci, pensei em você a cada minuto.
Achei que nunca mais ia te ver, mas depois de sua ligação, percebi que estava errado.
Enquanto me quiser, fico com você, pois me sinto muito bem a seu lado. Agora você é meu homem.
Ela foi ao banheiro e pude ver o quanto seu corpo é lindo. Todo lisinho e sem exageros desfilando em minha frente. Se fosse mais alta, teria chance de ser uma linda modelo.
Fui logo atrás dela e tomamos um banho gostoso juntos, também é sua primeira vez.
Pedi para ela ficar parada enquanto eu ensaboava seu corpo todo acariciando cada parte demorando mais em sua buceta e seu reguinho. Ela mesma se encarregou de lavar suas axilas, pois teve vergonha por não ter costume de se depilar. (Regras das mulheres da igreja na época)
Eu não ligo pra isso! – Disse eu. Acho diferente como tudo em você.
Da próxima vez eu me depilo e dane-se os conceitos da igreja. Só não fiz hoje, por não esperar acabar na cama com você. Achei que nem fosse querer falar comigo depois do que eu disse naquele dia.
Esquece! – Falei. Hoje é só o começo.
Bem! Para não ficar muito longo, paro por aqui, mas tem continuação.
Em breve posto a parte II.
Votem e comentem.
Boa leitura.
Valeu!