Peruíbe, Barra do una. O cabaço da novinha

Peruíbe. O cabaço da novinha.

Chegamos em Peruíbe como todo ano no carnaval na Praia do Costão.

Antes era uma praia livre. Podíamos acampar na praia sem problemas. Cuidávamos das nossas coisas, recolhíamos nosso lixo deixando nos lugares destinados a isso.
Mas, tem um pessoal sem noção que deixa tudo na praia e quem conhece, sabe que o lugar é muito limpo.
Praia mansa em que podemos levar crianças sem se preocupar em deixa-las brincando na água, pois para a agua chegar na cintura, teríamos que avançar uns 400 metros mar adentro.
Era muito tranquilo até a data de 1988 Século 20 quando o prefeito eleito resolveu fechar a praia pra campistas.
O camping do Costão estava lotado e não tinha como receber mais barracas.
Tá! O que fazemos?
Minha mulher muito fresca sugeriu irmos pro único hotel por ali, mas claro.
Também não tinha mais vagas.
Fodeu! Pensei.
Porra! Pensei. Tinha levado material de pesca, pois fui informado que era época de encostar garoupas e robalos nas pedras.
Eu queria só ser feliz e passar cinco dias de boa enquanto minha mulher e meu dois filhos curtissem a praia que eles já conheciam e me deixassem sossegado.
Estávamos em dois carros, pois queria que meu cunhado, sua mulher e minha sobrinha conhecessem o lugar.
Pensem na minha decepção.
Havia um grupinho de jovens estudantes de São Caetano do Sul (ABC Paulista) entre 14 e 20 anos que estavam na mesma situação, três meninas e dois caras. Os coitados vieram de ônibus com omesmo objetivo.
O mais velho chegou em mim e perguntou o que íamos fazer, já que eles estavam na mesma situação. Ou pior.
O que vamos fazer? – Perguntou ele.
Não sei vocês, mas estou voltando pra São Paulo.
Vamos pra Barra do Una! - Disse ele. É bem melhor que aqui. O lugar é um paraíso. Mas só dá pra ir de carro. Fica há uns 10km.
Eu já tinha ouvido falar, mas não conhecia.
Bora! Acomodei suas mochilas e barracas na caçamba de minha cabine dupla.
Subimos uma serrinha e deparamos com o nada. Era só mato e um barranco com uma trilha
Cadê a praia? – todos perguntaram.
É só descer e chegaremos no paraíso.
A pé? – perguntou minha mulher.
Sim! Lá não entra carros.
Primeiro descemos eu, meu cunhado e Evandro para ver se valeria a pena o lugar.
Ele tinha razão. O lugar é um sonho.
Tivemos que carregar os equipamentos a pé ladeira abaixo.
Alguns tombos e reclamação de minha mulher, mas acabamos chegando.
Conversamos com o proprietário que fez um pacote com um preço legal para todos, pois o foco era a cidade e o carnaval.
Lugar legal com luz elétrica, banheiro com chuveiro, cozinha comunitária e uma atenção especial para nós, já que éramos os únicos hospedes até o momento.
Meus filhos eram pequenos, 6 e 4 anos e já se enturmaram com o pessoal mais jovem junto com minha sobrinha de 9 anos.
Os caras foram para a praia com minha mulher e a namorada de um deles enquanto fiquei com meu filho mais novo e as meninas novinhas. Duas irmãs, 14 e 20 anos.
Pai! Você pode ajudar as moças?
Como?
Os caras foram pra praia e elas não conseguem armar a barraca.
Fui até lá e vi as duas barracas no chão e elas atrapalhadas.
Em poucos minutos armei a barraca, já que era bangalô igual a minha.
Armei a outra do outro casal. Era mais fácil, pois era tipo Iglu.
Nossa moço! Que rápido!
Estiquei os quartos e a Bete, a mais nova veio conferir.
Nossa! Ficou perfeita. Um quarto pra cada uma.
Quando passou encostou a bunda em meu pau.
Não! Para! – Pensei. Ela não tem mais que 13 anos.
Sua irmã, maior de idade percebendo falou. Sossega a periquita maninha. Você é muito novinha.
Eu sai e disse que se precisassem de alguma coisa era só chamar.
Apesar de minha mulher ser uma bosta na cama eu não estava afim de arranjar outro enrosco, ainda mais com uma menor.
Era muito linda. Olhos azuis, Loirinha, magrinha, seios pequenos e uma bundinha redondinha. Tipo mignon. Muito gostosinha, mas não era pro meu bico.
Sua irmã, uma loira muito gostosa também, se pegava com o namorado e Beth ficava olhando pra mim.
Trocávamos olhares, mas nada demais.
Fui dormir e na barraca, minha mulher não quis saber de sexo, pois não estávamos em casa e na barraca seria desconfortável. Muito fresca!
As 4 da manhã, arrumei minhas tralhas e fui a captura de algum peixe, pois era o que tinha, pois buceta jamais, minha mulher não gostava de meter ao ar livre. Pode?
Foda-se! Vou pescar.
Tinha fisgado dois bons robalos com a isca que o zelador do camping me forneceu.
Peguei um peixe pequeno e resolvi fazer ele de isca. Ferrei uma garoupa que brigou bastante até eu pega-la.
Voltei para o acampamento e vi que estava vazio.
Fui na bica e tomei um banho, pois estava muito calor.
Comecei limpar os peixes para o jantar.
O pessoal chegou com a Beth no colo.
O que aconteceu? Perguntei.
Ela pisou em um espinho de peixe. Temos que leva-la a um pronto socorro
Calma deixa eu ver! Disse eu.
Isso eu tiro.
Ele sabe de tudo! – disse minha mulher com desdenho.
Mandei ela tomar no cu e sumir dali.
Peguei meu estojo de primeiros socorros e pedi pra ela colocar o pé em minha coxa.
Todos saíram de perto dizendo. Não quero nem ver. Voltando pra praia.
Ficamos sozinhos.
Você confia em mim?
Sim!
Peguei em seu pezinho branco abri com aponta do bisturi e introduzi a pinça já esterilizada. Ela claro, sentiu muita dor, pois era um ferrão de Mandi. Mas foi corajosa
Cavouquei envolta com ela chorando até que consegui tirar aliviando sua dor.
Acariciava seu pé no intuito de aliviar a dor segurando sua panturrilha, mas ela se arrepiava toda e os biquinhos dos peitinhos estavam quase furando o tecido do pequeno biquíni.
Observava sua bucetinha estufada sob o biquíni e imaginava ela peladinha e eu chupando ela todinha.
Vira o rosto pra lá! – Ordenei.
Tirei o pau pra fora e mijei encima da ferida.
Ela não teve nenhuma reação a não ser ficar olhando pro meu pau mijando encima de seu pé. (Coisa de pescador) A urina tira o veneno.
Lavei seu pé e coloquei uma gaze para estancar o sangue.
Nossa! Aliviou bem a dor.
É como tirar um cabacinho. Dói no começo, mas depois fica melhor.
Ela deu um sorrisinho sem graça.
Acho que ela não entendeu porra nenhuma, mas foda-se. Num to nem aí.
Ela no outro dia já estava bem e me tratava como se fosse um velho amigo e cada hora vinha com um biquíni diferente exibindo seu corpinho gostoso.
Minha concunhada a qual eu já tinha comido falou.
Essa menina tá afim de te dar.
Cê tá louca! Ela é apenas uma menina!
Pode crer! O que ela aguenta rindo, você não aguenta chorando. E olha que seu pau eu conheço. É muito gostoso.
Come ela!
Eu na seca e aquela gostosinha me dando mole.
Tiveram que ir pra cidade comprar mantimentos e encher as caixas de cervejas e cachaça.
Dei a chave de minha caminhonete pro meu cunhado pois tinha mais espaço.
Foram minha mulher e todos, menos Beth que disse estar indisposta e eu ajeitando as coisas na barraca.
Sua irmã me disse ao pé do ouvido. Toma conta dela e não façam nada que eu não faria.
Passou um tempo, Beth chegou e disse, Meu pé já não doí muito mais, graças a você.
Que bom! Pelo menos fiz uma coisa boa.
Como assim?
Ah! Deu tudo errado!
Não queria que fosse assim
O que queria?
Sei lá! Ficar com minha família, curtir meus filhos, mas não consegui. Minha mulher não colabora. Pra ela tá tudo ruim. Como você vê. Estou aqui sozinho.
Eu notei que você não se dá bem com sua mulher
E não está sozinho! Estou com você!
Mas você é!
Apenas uma menina? Tenho 14 anos.
Doida pra ficar com você. Estamos sozinhos! Eu quero desde o momento que te vi lá na cidade.
A garota estava decidida a me dar.
E sua irmã? Você é menor e pode me dar problemas.
Não esquenta com ela! É de boa com isso.
Eram 9 da manhã e soprava um vento gostoso. Pelos meus cálculos e conhecendo bem minha mulher sabia que iriam demorar e se chegassem ouviria o ronco do motor a diesel da caminhonete.
Meti um foda-se.
Eu a abracei e a beijei.
A danada beijava muito bem pela pouca idade.
Entrei com ela na barraca fechando o zíper da porta. Soltei o laço de seu biquíni revelando os peitinhos branquinhos do tamanho de dois pêssegos com aureolas rosadas parecendo uma chupeta de bebe.
Cai de boca arrancando suspiros da ninfeta. Cabiam inteiros em minha boca.
Desci por sua barriga beijando e lambendo seu umbigo soltando os laços da parte de baixo de seu biquíni revelando sua bucetinha rosinha com pelinhos loiros. Deitei-a no colchonete brindo suas pernas caindo de boca em sua bucetinha virgem.
Só quem já chupou uma bucetinha virgem sabe o gosto
Abri com os polegares revelando seu cabacinho intacto. Lambi cada pedacinho de sua bucetinha até chegar em seu grelinho entumecido demorando ali até ela gozar em minha boca miando como uma gatinha com fome.
Tirei minha bermuda e meu pau saltou pra fora e ela segurou com a mão admirando o tamanho. Deitei encima dela e beijei sua boquinha pincelando a cabeça do pau na entrada de sua bucetinha parecendo que seus grandes lábios beijavam meu pau.
Empurrei e senti a resistência de seu cabacinho olhando seu rostinho fazendo caretas. Fui metendo devagar na portinha. Forcei mais um pouco depois que relaxou e senti seu cabacinho romper.
Vi que estava sofrendo mas continuei entrando até encostar minhas bolas em sua bundinha. Mais um cabacinho na minha conta rs. Não que isso seja mérito pra ninguém.
Tudo bem? – Perguntei parado dentro dela beijando sua boquinha.
Doeu pra caramba. Fica parado assim que tá bom.
Continuei beijando sua boca e acariciando seus peitinhos.
Como era linda. Jamais imaginei uma cena dessa. Eu com 33 anos com uma menina com quase 20 anos mais nova que eu.
Queria fazer com carinho para ela jamais esquecer o quanto foi bom sua primeira vez.
Ela começou a mexer rebolando embaixo de mim. Deixei ela a vontade para sentir o que seria mais confortável, pois é sua primeira vez.
Comecei a meter devagar e estava quase gozando sentindo a macies de sua bucetinha ela começou a gozar encolhendo as pernas e eu bombando mais forte agora. Trançou as pernas em minhas costas para entrar mais gozando, me abraçando virando a cabeça de um lado pro outro.
Não resisti mais e enchi sua bucetinha de porra. Quis tirar para gozar fora, mas ela me travou com as pernas sentindo meus jatos em seu útero.
Tirei meu pau depois de um tempo vendo o estrago que tinha feito. Saiu uma grande quantidade de porra misturada com um filete de sangue de sua bucetinha recém descabaçada.
Fiquei parado um tempo encima dela, mas sai, pois estávamos muito suados e grudentos.
Liguei o ventilador que já estava na extensão.
Que gostoso! Sussurrou ela acariciando meu peito peludo. Só falta uma coisa que tenho curiosidade.
O que?
Dar minha bundinha. Será que dói muito. Minha irmã diz que é muito gostoso.
Dói sim, a primeira vez, mas tem que ser com carinho para não machucar. Me limpei e limpei sua bucetinha e o colchonete com uma toalha escura.
Vesti a bermuda e fui lá fora para ver se estava tudo bem. Peguei uma cerveja e uma agua pra ela e um pote de vaselina na caixa de primeiros socorros.
Quando entrei na barraca, tive uma visão que nunca me esqueci. Ela estava de bruços exibindo sua bundinha rosada pelo sol, perfeita com marquinhas de biquíni pra mim.
Tudo isso é pra mim?
Sim! Sou toda sua enquanto der.
Ela sentou e tomou a agua.
Quero que nunca nos esqueçamos desse dia. Promete?
Como vou esquecer de você gatinha?
Ela me olhava de um jeito como se me quisesse só pra ela.
Quer dizer que quer me dar o cuzinho.
Quero! Você não?
Quero tudo.
Ela veio e puxou minha bermuda. Meu pau já dava sinal de vida vendo ela peladinha em minha frente.
Ela segurou ele na mão e abocanhou a cabeça.
Isso eu sei fazer! Chupei dois meninos no colégio – Disse ela engolindo a metade de meu pau.
Babou nele por um tempo deixando em ponto de bala.
Deitou de bruços e abriu as pernas.
Eu cai de boca em seu reguinho suado lambendo seu cuzinho arrancando gritinhos abafados dela.
Que lindinho! Era só um ponto escuro em meio a auréola rosada.
Melei seu cuzinho com vaselina e enfiei um dedo devagar. Ela suspirou aceitando de boa.
Enfiei o segundo com mais vaselina massageando para ela relaxar.
Estava pronta pois já estava com três dedos fodendo seu cuzinho.
Verifiquei as pontas dos dedos e estavam limpos e se estivessem sujos comeria do mesmo jeito. Lavou tá limpo.
Apontei o pau na portinha deixando ela de ladinho.
Empurrei passando a cabeça.
Ela reclamou de dor.
Quer que eu pare?
Não! Quero tudo rs.
Gulosa!
Sou mesmo! Poe mais! Dói menos que extrair o espinho do peixe de meu pé.
Fui empurrando só parando quando colei em sua bunda. Entrou bem apertado, mas sem reclamação.
Toda primeira vez no cuzinho é assim. Depois que passa a cabeça, o resto vai de boa.
Pra quem nunca deu o cuzinho, pareceu bem receptiva. Tem mulher que nasceu pra isso. É só ter paciência.
Foi mis fácil que comer sua bucetinha.
Comecei mexer e ela pediu pra parar, pois estava ardendo.
Esperei até ela relaxar mexendo em seu grelo. Pediu para continuar empurrando a bundinha pra traz.
Comecei a socar devagar e ela gemendo baixinho.
Que gostoso amor!
Fui promovido! Agora sou amor rs.
Coloquei ela de quatro, pois se vai dar o cu, tem que dar direito. Tirava o pau quase todo e empurrava novamente sempre mexendo em seu grelinho.
Mais rápido! Com força, estou gozando amor! Pedia ela socando a bunda em meu pau.
Gozei despejando mais um pouco de porra que ainda me restava em seu cuzinho recém inaugurado.
Deixei o pau sair naturalmente trazendo um pouco de porra e algum vestígio de merda que as vezes faz parte rs.
Ela vestiu o biquíni e fomos tomar um banho de mar como dois bons amigos.
Passamos na bica para tirar o sal e ela mostrou seu cuzinho e sua bucetinha inchada enquanto lavava o biquíni.
Estou satisfeita. Agora é descansar meus buraquinhos e esperar a próxima oportunidade rs.
Foi lindo ver ela peladinha na bica, mostrando seu corpinho vermelho do sol com as marcas claras do biquíni.
Bem! Ficou meio longo, mas esse acampamento de 5 dias, rendeu bastante e vou dividir em partes.
Leiam e comentem.
Valeu!


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Comentários


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rasectako Comentou em 22/02/2025

É! Talvez tenha razão, mas não é a espécie de peixe que muda o contexto da história. Hoje talvez nem peixe você encontra, mas sim lixo e garrafas pet nos oceanos e praias. Mas valeu!

foto perfil usuario daisymargarida

daisymargarida Comentou em 21/02/2025

bom o conto... não tão excitante. mas convenhamos, ferrão de mandi na praia??? na praia, no mar, não há mandi, não. muda o peixe....rsrsrsr




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Peruíbe, Barra do una. O cabaço da novinha

Codigo do conto:
229701

Categoria:
Virgens

Data da Publicação:
21/02/2025

Quant.de Votos:
7

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