Meu desejo de comer a bunda dela ficou claro e evidente quando nos despedimos no motel naquele dia. "Quero comer sua bundinha na próxima vez". Ela ficou calada e fomos embora. O velho ditado diz que quem cala consente. Enfim, passei uma mensagem no celular e disse que queria encontrá-la novamente. Ela tentou escapar mas atendeu ao meu convite. Marcamos o encontro. Peguei o carro e fui buscar ela. Fomos direto para o Motel. Ela entrou abaixada no carro com medo de ser vista e reconhecida por algum conhecido ou alguém que trabalhasse no local. Chegamos no quarto tiramos as nossas roupas e já coloquei ela para mamar no meu cacete. Eu disse que não tinha pressa e queria o serviço completo naquele dia.
Laís começou chupando meu pau pela cabecinha. Tinha horas que ela parecia uma adolescente chupando a cabeça de um pirulito. Passava a língua na minha glande e com os lábios bem emudecidos ela apertava a cabeça do pau. Beijava e labia meu saco. Passava a língua em todo meu pau e sugava lateralmente meus testículos. Depois passou a engolir até o talo. Ela ficava quase engasgada com o pau na garganta. Depois passou a punhetar e chupar ao mesmo tempo. Nesse vai e vem gostoso, acabei gozando na boquinha dela e fiz com que engolisse todo leite expelido sem desperdiçar uma gota. Laís engoliu toda minha porra quente sem reclamar e se deliciou com a gala em sua boca. Foi uma gozada grande. Estava há cinco dias sem ejacular e toda a cremosidade da porra foi para na boca de Laís. Ela chupou tudo. Em seguida, começou a reacender o tição e deixou meu pau limpo, sem nenhum resquício de gala. Chupou até o cacete subir novamente e ficar duro do jeito que ela gosta. Quando estava em ponto de bala, partimos para um 69 gostoso. Dei um trato na buceta e uma dedadas no cuzinho, quente e arroxado.
Laís começou a ficar extremamente excitada. Ela se arrepiava e se extremecia toda. Meu dedo atolado no cuzinho e eu chupado seu grelo e passando a língua em toda sua buceta que estava depilada, cheirosinha e lisinha como toda putinha que se presa deve se apresentar. Laís gozou sendo dedilhada. Enquanto ela gozava, empurrei meu cacete em sua buceta e ela revirava os olhos de prazer. Pedi que ela subisse e cavalgasse no meu cacete. Ela ofegante subia e descia no pau. Quando ela cansou eu meti pica para cima. Entrava e saia num ritmo acelerado ela dizia “nãooo parrra ...meeeette maiiissss aí vou gozaaaar de nooovoo.....oh! Que coisa boa.
Laís gozando, coloquei ela de quatro e comecei a passar a cabeça do pau na entrada de sua raba.... Eu disse que queria finalizar no seu cuzinho. Ela respondeu que era minha e que fizesse com ela o que quisesse. O cuzinho já tinha levado uma dedadas, mas ainda estava muito apertado. Comecei e comer devagarinho. A cabeção do pau entrou um pouquinho...ela gemeu:”aiiiiii....vai devagaaazinho..tá ardendo..hummmm.....coloque aos pouquinhoooo....seu pau é grooso aiii.” Consegui empurrar um pouco mais, e entrou mais da metade. Fiquei ali mexendo devagarinho e ela foi se acostumando com rabo sendo preenchido com meu pau. Forcei um pouco mais e entrou tudo. Ela já não reclamou mais de dor e nem de ardor. Comecei a mexer com mais rapidez, o pau entrava e saia agora bem mais rápido. O cú de Laís ficou aberto. Parece que arrombei ela toda. Coloquei ela de cocóras e por trás comecei a enrabar aquela mulher gostosa e dizendo no ouvindo dela “vamos meter galha naquele corno...você agora é minha putinha e vai ser minha sempre que eu quiser, tome madeira é isso que você gosta”. Meti com jeito para não machucar e logo comecei a gozar e encher o cuzinho de Laís de porra quente. Parece que a segunda gozada foi melhor que a primeira. Fomos para o banho e no banheiro, depois que lavei bem o pau, ainda comi a buceta dela embaixo do chuveiro, mas como tinhamos que ir embora não terminei o serviço. No caminho para casa, dentro do carro ela ainda fez um boquete no meu pau gostoso, mas não gozei. Disse a ela que iria guardar a gala para ela no próximo encontro. Ela apenas respondeu que ainda era casada, mas que estava com vontade de trepar com força para mantar a raiva que estava sentido do marido. Eu disse “o homem que resolve sua raiva está aqui”. Nos despedimos e fomos embora. Assim que puder narro outro encontro que tive com Laís em outro motel.