O porteiro da Faculdade de Engenharia



Meu nome é Lúcio, tenho 30 anos, 1,87m de altura, corpo forte e bem definido, cabelo platinado sempre na régua, barba bem desenhada e sou um homem negro de pele clara. Moro no centro de Niterói, ali por São Domingos, e estou no último período de Engenharia de Produção.

No meu prédio, trabalha um porteiro que sempre me chamou atenção: Mauro. Ele tem um jeito sério, educado, um pouco na dele, mas extremamente gentil. Nunca foi de falar muito, mas cada olhar dele parecia dizer mais do que qualquer conversa. Ele deve ter uma idade próxima à minha, corpo definido – o uniforme colado denunciava os músculos por baixo do tecido. A blusa de botão marcava o peitoral firme, e a calça social ajustada deixava claro que ali havia uma bunda gostosa, pedindo para ser segurada.

Mauro é um homem branco de olhos entre o verde e o azul, boca carnuda, cabelo longo e liso, loiro de vibe surfista. Eu sempre cumprimentava ele, e ele sempre respondia com um aceno discreto. De vez em quando, parava ali na portaria para trocar ideia com ele e com o Ricardo, um amigo que às vezes estava no plantão com ele. Aos poucos, pegamos intimidade e as conversas começaram a ficar mais soltas. Mauro adorava contar suas aventuras com as mulheres, e eu, quase nunca, contava as minhas.

Eu me considero versátil, mas minha energia é muito mais ativa. Só que com Mauro, a vontade que eu tinha de comer aquele cuzinho sempre me fez pensar que isso jamais aconteceria – afinal, ele era hétero.

Era uma terça-feira qualquer de 2025. Eu participo de um laboratório na faculdade de engenharia, então sempre volto antes das aulas começarem. Nesse dia, quando saí, Mauro também estava saindo. Ele pediu companhia até o ponto de ônibus, e fomos juntos.

No meio da caminhada, ele puxou assunto:

— E aí, como foi o dia?

— Meio cansativo, mas tranquilo… Muito cálculo.

Senti ele me olhando de canto de olho, e do nada soltou:

— Pô, cara, tu é fortão, né? Preciso dessa série pra ontem.

Dei um riso sem graça e devolvi o elogio:

— Bora marcar um treino juntos. A mulherada deve ficar doida.

Ele sorriu, meio desconcertado.

— Que nada… Elas nem olham pra mim.

— Para de bobeira, Mauro, você tem muita história pra contar.

Chegamos ao ponto. Meu prédio ficava logo à frente, então fiquei ali marcando um dez até o ônibus dele chegar.

Olhando para ele, não resisti e soltei, na lata:

— Mauro, com todo respeito… Mas você é um pedaço de mal caminho. Eu super te pegaria.

Ele riu e, para minha surpresa, respondeu:

— Sério mesmo? Tenho mó vontade de comer um cuzinho…

Antes que eu pudesse responder, o ônibus chegou. Ele me deu um abraço apertado, no meio do movimento, segurou firme na minha bunda. Meu pau endureceu na hora.

No dia seguinte, quarta-feira, cheguei ao laboratório e Mauro estava lá. Quando me viu, se aproximou e falou baixo, no meu ouvido:

— Assim você me deixa doido, sabia?

Passou a mão discretamente no próprio pau, que já estava duro. Minha boca salivou na hora. Olhei para ele, depois olhei para o volume na calça social.

Sorri e segui andando apressado, tentando manter o controle.

Mais tarde, no intervalo do laboratório, Mauro estava de saída. Ainda faltava uma hora para mim, mas puxei assunto:

— Já vai, cara?

— Sim.

— Nem terei sua companhia hoje?

Ele me olhou de lado, com um meio sorriso.

— Depende…

— Depende do quê?

— Se a gente for ter uma noite gostosa.

Falou brincando, mas eu senti a verdade na provocação. Não perdi tempo.

— Poxa… Achei que fosse sério. Já ia te chamar para brotar lá em casa.

Ele parou, me encarou e disse:

— Se você quiser, eu quero. Vai deixar eu comer seu cuzinho?

— Cuzinho não, né, Mauro? Cuzão. Mas achei que eu ia comer o seu…

Ele riu, com um olhar safado.

— Se você merecer…

Às 20h30, saí do laboratório e, para minha surpresa, Mauro estava me esperando na porta. Fomos juntos para minha casa. No meio do caminho, ele sussurrou:

— Bota a mão aqui pra ver uma coisa.

Senti meu coração disparar. Deslizei a mão pelo volume na calça dele e, puta que pariu… Mauro estava duro. E grosso. Muito grosso.

Quando chegamos no prédio, preferi ir de escada – e ele veio atrás. No primeiro lance de degraus, parei e falei baixinho:

— Bota pra fora.

Ele sorriu e abriu o zíper da calça. Quando aquela piroca monstruosa saltou para fora, eu não resisti. Me ajoelhei ali mesmo e abocanhei aquela tora. Mauro gemeu, apoiando as mãos na parede.

Mamei ele ali por uns três minutos, me desafiando para fazer caber mais. A pica era muito grossa, um desafio delicioso.

Assim que entramos em casa, Mauro nem esperou. Me prensou na parede e me beijou com força, as mãos firmes no meu corpo. Tiramos as blusas rapidamente e, enquanto me olhava nos olhos, ele soltou:

— Você não sabe o quanto eu queria isso.

Me jogou no sofá, abriu minhas pernas e começou a passar a língua pelo meu cu. Eu gemia, agarrando os cabelos dele, sentindo minha piroca babando de tesão.

Mauro sabia o que estava fazendo. Ele me chupou com tanta vontade que minha visão ficou turva.

— Mete em mim, porra — implorei.

Ele sorriu e encostou a cabeça da pica na minha entrada. Foi só um toque e eu já estava arqueando o corpo, sentindo o calor daquela rola me invadindo.

— Você não queria? Agora aguenta.

Mauro começou a meter firme, segurando minha cintura. Eu me contorcia de tesão.

— Porra, Mauro… Soca essa pica!

Ele riu, aumentando o ritmo. As estocadas foram ficando mais profundas, mais intensas. O som dos nossos corpos se chocando preenchia o apartamento.

Me colocou de quatro, segurou meus cabelos e meteu fundo.

— Tá gostoso, putinha?

— Mete mais, caralho!

O tesão era insuportável. Mauro estava louco, me fodia como se precisasse daquilo tanto quanto eu. Quando senti que ele ia gozar, me puxou e disse:

— Agora é sua vez… Quero sentir essa piroca.

Virei ele de bruços, separei bem aquelas bundas firmes e passei a língua por toda a extensão do cuzinho dele. Mauro gemia, se contorcendo.

— Me fode… Quero sentir sua rola.

Me posicionei e entrei devagar. Mauro soltou um gemido longo, enquanto eu sentia aquela entrada quente apertando meu pau.

— Puta que pariu… Seu cuzinho é gostoso demais…

Aumentei o ritmo e Mauro explodiu de tesão, gozando na cama. Alguns segundos depois, metendo com força, eu gozei fundo dentro dele.

Ficamos ali, sem fôlego, levantamos fomos tomar uma banho, pois ele dormiria aqui em casa.
Mauro sorriu e disse:

— Agora… A gente pede uma pizza.

Eu sorri, satisfeito. E essa, definitivamente, não seria a última vez.

Foto 1 do Conto erotico: O porteiro da Faculdade de Engenharia


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Comentários


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carlosgadelha Comentou em 27/03/2025

Porra que tesao de conto. Gostei muito imaginando vcs . Conta mais sobre vcs

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engmen Comentou em 21/03/2025

Quando a confluência de interesses e desejos tudo fica mais gostoso. Delicioso conto.

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marcosvinicius18 Comentou em 20/03/2025

Delícia de conto sou vigilante

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ksn57 Comentou em 20/03/2025

Votado ! Assim, sim, um troca - troca é sempre bem vindo...

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sigilofortaleza26 Comentou em 20/03/2025

Que sorte e tesão.




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Ficha do conto

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afrodito

Nome do conto:
O porteiro da Faculdade de Engenharia

Codigo do conto:
231542

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
20/03/2025

Quant.de Votos:
12

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