Saí de casa com minha mochila, usando um shortinho da cor da minha pele e uma regata azul. De longe, parecia que eu estava pelado. O tecido justo do short, no estilo academia, marcava sutilmente meu pau e minha bunda, deixando no ar um certo sabor.
Pedi uma moto pelo aplicativo para evitar o atraso. Estava na casa da minha avó, no Fonseca, e precisava ir até São Francisco.
Quando o motoboy chegou, dei de cara com um cara super saboroso: simpático, barrigudinho, com aquele charme natural. Não sei ao certo se era alto ou baixo, mas o jeito dele me prendeu a atenção.
— Boa tarde — ele disse, abrindo um sorriso.
Antes de subir na moto, percebi um olhar diferente. Ele me analisou dos pés à cabeça, como quem quisesse me devorar.
Subi, e seguimos viagem.
Logo, ele puxou assunto. A voz dele era gostosa, envolvente. Comecei a perceber um tom de malícia nas perguntas.
— Você mora aqui? — perguntou, mantendo o tom casual.
— Não, tô só visitando — respondi.
Ele me olhou pelo retrovisor.
— Você é muito bonito. Trabalha com o quê?
Contei brevemente, e a conversa continuou.
— Mora sozinho?
— Moro.
Ele sorriu e soltou:
— Tu tem cara de quem apronta muito.
Soltei um sorriso malicioso.
— Um pouco…
Ele riu.
— E leva muita gente pra casa?
— Não sempre… Mas, às vezes, levo pra macetar.
Ele soltou uma risada curta, cheia de interesse.
— E ser macetado, tu gosta?
Olhei para ele com a mesma malícia que ele me olhava pelo espelho.
— Gosto pouco… Prefiro macetar.
O ar dentro do capacete pareceu ficar mais quente.
— E o que tu faz?
— Gosto de linguar um cuzinho… passar a cabeça da piroca na portinha do cu até pedir pica.
O silêncio se instalou por alguns segundos. Então, com a voz um pouco mais grave, ele confessou:
— Com todo respeito… Tô ficando de pau duro.
Curioso, provoquei:
— Posso ver? Na verdade… sentir?
Ele deu um leve sorriso e assentiu.
Levei a mão até seu short e senti a surpresa pulsando entre meus dedos: uma piroca grande, grossa e quente. Assim que toquei, ela latejou forte. O safado estava de short fácil, e enquanto ele dirigia, comecei a massagear sua piroca dentro do tecido, sentindo cada reação dele.
Ele conversava tentando manter o controle, mas o corpo traía a tentativa de manter a calma. Arrepiava-se a cada toque, respirava mais fundo.
O trajeto foi curto demais para algo mais ousado. Mas só de sentir a rigidez dele ali, sabendo que eu estava deixando o safado maluco, já foi um tesão.
Quando chegamos, trocamos telefones.
Depois daquele encontro, nos encontramos de novo.
Dessa vez, ele me botou para mamar e, sem vergonha nenhuma, pediu para eu linguar o cuzinho dele ali mesmo, em cima da moto. Que aventura. Que cena gostosa.
Ele só não deixou eu botar, mas fiz esse safado gozar gostoso.
No final, ele me olhou satisfeito e disse:
— Vou te ligar pra te comer.
(Será?)
Estou esperando até hoje.
Mas uma coisa é certa: ele diz que sou naturalmente sensual.
Ganhei o dia.
Conto gostoso