Desde sempre meu interesse foi pelo sexo feminino, meu primeiro beijo aconteceu com uma garota, meus filmes pornôs eram sempre com as atrizes mais espetaculares, nunca me interessei pelos meus amigos, fiz troca-troca ou nada do tipo (exceção a chupar os dedos dos pés de um amigo, que anos depois veio a me comer deliciosamente, devidamente relatado por aqui – Reencontro com Emerson rendeu pica no cu de MACHO CASADO e Dois MACHOS CASADOS dividindo a pica de Emerson).
Até que aos 15 anos, conheci um ascensorista no prédio em que eu morava que mudou toda minha história. Seu nome era Simeão (nome fictício), na época ele tinha 63 anos, era um tipo atarracado, cara larga, barriguinha de chopp, muito educado, simpático e amigo de todos. Ele trabalhava em meu prédio aos sábados e domingos ou tirando folga de algum colega durante a semana.
Sempre muito solicito, brincávamos sobre futebol, assuntos aleatórios, porém nunca nada sexual. Até que em um certo dia, eu voltava do Colégio, com a roupa de educação física, um short curto e a camisa da escola, tudo começou a mudar. Simeão me elogiou, disse que eu estava bonito e que tinha pernas muito bonitas e que deveria ser um bom jogador de futebol. Rimos, mas não passou disso.
Porém, esses elogios passaram a ser constantes, toda vez que eu vinha da educação física, que era aos sábados. Eu ria, não maldava a situação (nos anos 80, não éramos tão evoluídos e com acesso a informações como nos dias de hoje), entretanto, gostava dos gracejos. Passei a sair mais de short no final de semana e pegar sempre o elevador em que ele estava (eram quatro no prédio, com quatro funcionários diferentes).
Malandro e vivido, Simeão notou que eu gostava dos elogios e começou a me alisar, primeiro nos ombros, depois nas costas, até que um dia ele alisou minha bunda por cima do short e eu não o recriminei ou reclamei. Aí, o homem viu o sinal verde e começou a “apertar mais o cerco”. Eu também dava corda e subia e descia seis, sete vezes por dia com ele no elevador em seu turno (a ponto de minha mãe dizer que eu ficava num entra e sai tremendo de casa).
Num sábado desses – vale dizer que na época os elevadores não tinham câmeras e nós celulares, muito menos – quando voltava da Educação Física, os olhos de Simeão brilharam quando me viram.
Entrei no elevador e ele partiu para o ataque, dizendo que eu estava lindo e que ele adorava estar comigo.
Nisto, ele pela primeira vez botou a mão dentro do meu short, afastou a cueca e começou a cutucar meu cuzinho virgem e jovial. Adorei a sensação e acho que até fechei os olhos e gemi com ele me dedilhando. Cheguei ao meu andar e ele falou: Espero que você desça mais vezes hoje.
Com um misto de medo e excitação, óbvio que só deixei a mochila em casa e nem troquei de roupa, já descendo em seguida, claro, no elevador dele. Quando ele me viu voltando rapidamente, já sabia que eu seria uma presa fácil para ele. Novamente ele dedilhou meu cuzinho, mas desta vez roçou sua barba malfeita no meu pescoço e falou: Você vai ser meu, seu viadinho gostoso. Aquilo me deixou com a pulga atrás da orelha, porque nunca me imaginei viado ou alguém me chamando assim.
No dia, não voltei mais no elevador dele. Porém, fiquei a semana toda com aquilo na cabeça e no sábado seguinte, peguei o elevador com ele. O homem falou: Estava com saudade dessa bundinha, ficou com medo? Prometo te ensinar tudo direitinho e isso será um segredo nosso, você não pode contar para seus pais, amigos ou para os porteiros e pessoas do prédio. Concordei com a cabeça e fizemos um pacto de segredo...
CONTINUA NA PARTE 2
Um condomínio assim é uma maravilha. Bom conto.