No domingo, desci de sunga para a piscina do prédio e assim que entrei no elevador, ele me puxou pra perto dele, baixou minha sunga e começou a alisar minha bunda. Em seguida, disse: hoje tenho uma surpresa para você. Beijou minha bunda antes de abrir a porta do elevador. Aquilo tava me deixando doido, nunca senti a mínima atração por homem e tinha necessidade daquele nordestino atarracado e com cara de safado. Doido isso.
Quando voltei da piscina, deixei meus amigos subirem antes e esperei para ficar a sós com ele (inclusive um casal que vinha da rua, subiu antes de mim e fiquei esperando-o). Na volta, entrei sorridente e ele pegou minha mão, sem muita cerimônia e já colocou logo no seu pau, que já estava duraço (o homem tinha 63, mas uma energia excelente para a idade, descobri depois). Alisei meio sem jeito e o fiz até chegar em meu andar. Quando saí, ele disse, volta logo que sua surpresa está te esperando.
Em casa, nem tirei a sunga, fiz minhas coisas e disse que ia voltar para a piscina. Quando estávamos descendo (eu morava no 15º), ele parou o elevador entre os andares. Fiquei assustado, mas ele me tranquilizou e disse que fazia parte da minha surpresa. Me puxou para junto dele e começou a me sarrar, esfregando aquele pau em mim. Agora, você vai apreender a mamar uma rola, igual as moças dos filmes que você e seus amigos dizem que veem.
Ele sacou o pau para fora, algo em torno de 17 cm, grosso, com pentelhos grisalhos, me mandou ajoelhar e chupar como eu via no filme. Ajoelhei e fui engolindo como podia, meio sem jeito (era virgem ainda, então, nenhuma garota tinha feito isso comigo, minha “experiência” vinha dos filmes que via). Ele foi me dando dicas, mandando eu lamber e chupar, segurar a rola dentro da boca o máximo que eu pudesse...
Enfim, chupei por uns 5 minutos (o elevador não podia ficar tanto tempo parado) e ele anunciou: vou gozar dentro da sua boca, para você provar o leite do seu macho. Foi um gozo farto, que ele me fez engolir todinho, segurando minha cabeça contra sua pica. Ele colocou a rola dentro da calça, me deixou no andar debaixo e voltei para casa correndo.
Me masturbei loucamente, umas 4, 5 vezes antes de dormir, meu pau chegou a ficar esfolado. Durante as próximas duas semanas, eu ia mamando ele do 15º até o 2º andar, e tomei leite e gostei muitas vezes. Não estava aguentando de tanto me masturbar. Não sabia que um homem podia me provocar tanto tesão. Incrível.
Na terceira semana, ele falou: Quero comer essa bunda gostosa, mas não podemos fazer isso aqui. Vc quer ir na minha casa? Ele morava num bairro próximo, em que tinha um amigo meu que também morava por lá. Pedi ao meu pai para me levar na casa desse amigo, numa quinta-feira (lembro como se fosse hoje), após o colégio. Quando cheguei lá, ele estava almoçando num pé-sujo próximo e adorou me ver chegando, mas explicou que estava almoçando e que eu teria de esperar uns 30 minutos, voltar e interfonar para a casa dele.
Fui passear no shopping próximo e foi a meia hora mais longa da minha vida. Ele morava num sobrado, no fundo do prédio, humilde, com uma cama, banheiro, fogão, geladeira, duas janelas e algumas roupas espalhadas pelo chão. Ele me abraçou e disse: aqui será nosso ninho de amor. Você vai ser meu e vou te comer sempre. Pela primeira vez tentei beija-lo e ele recuou, dizendo que não gostava. Fiquei puto, lembro, mas o tesão era maior que esse tipo de vaidade.
Começamos a nos abraçar, ele já foi dedilhando meu rabo. Tirei sua roupa e aquele pau duro pulsava na minha frente. Ele ordenou: chupa, meu viadinho, minha menininha. Não me fiz de rogado e agora, com mais experiência, chupei cada centímetro daquela rola, ele me ensinou que lamber o saco era gostoso e ele estava bem depilado, o que deixou aquilo uma delícia (parece que consigo me lembrar do cheiro e da textura de seu saco ainda hoje). Enquanto estava mamando, chegou alguém o chamando e o cara meteu a cara na janela (que estava meio fechada) e me viu, de quatro, chupando a rola dele.
Ele saiu assustado, dispensou logo o cara e disse para não me preocupar, porque o cara também comia uns veados do prédio. Voltei a chupa-lo e ele não demorou a dizer que ia gozar e queria, mais uma vez, que eu tomasse todo seu leite. O fiz com prazer e deixei o pau dele limpinho, pronto para o que estava por vir.
Tomamos banho e voltamos para a cama, quando ele dizze que agora estava na hora dele me fazer mulher dele e que ele não aguentava mais de tesão em me fuder...
CONTINUA NA PARTE 3
Um macho assim é um professor perfeito para qualquer viadinho... humm!
Delícia adorei e queria também ser putinha do seu macho gostoso?!