Joana, inclusive, chegou a travar sua agenda de encontros para se dedicar apenas à minha esposa. Quando procurei saber qual era seu novo plano, Joana simplesmente falou que estava fazendo minha mulher sentir-se mais independente e que logo eu saberia qual era a proposta por trás disso.
Passei a viver mais tempo usando o cinto da castidade. Joana simplesmente não permitia que tirasse o instrumento e, juntamente com minha esposa, desfilavam de roupas sempre curtas pra cima e pra baixo. Chegava a pensar nas duas transando comigo ao mesmo tempo. Mas elas nunca deram nenhuma deixa de que isso aconteceria comigo. Em compensação, minha esposa tirava um pouco da minha tensão permitindo que lhe chupasse. Sempre queria que fizesse algo diferente para fazê-la ter orgasmos cada vez mais rápidos. E sempre lembrava de seu amante e do momento tórrido que tiveram às minhas custas. Meu pau doía preso na gaiolinha e no final não tirava para ter algum alívio. Mas amava chupar sua bucetinha assim, cada vez mais submisso, até para minha esposa.
Joana não se utilizava de mim, mas seguia controlando tudo permitindo esses momentos e conduzindo minha esposa à seu mundo. Chegou um ponto que as duas notaram que eu passei a me preocupar com o bem estar delas antes do meu. Foi o ponto em que Joana tinha trabalhado desde o começo. Perguntou se queria gozar e eu falei que sim. Perguntou se estaria disposto a aceitar qualquer coisa para me ver livre do cinto de castidade e eu, ansioso para dar um fim àquele instrumento de tortura, aceitei sabendo que poderia vir algo absurdamente pesado para mim.
Joana e minha esposa se entreolharam e então falaram, como se estivessem propondo uma viagem ao inferno que eu teria duas opções. Aceitando uma delas, eu não veria a gaiolinha por um bom tempo. Disseram que seriam gentis em me permitir escolher e eu então pedi para falarem. Na realidade, me fizeram implorar pra isso. De joelhos. Estava claro que queria que tirasse aquilo de mim. Então minha esposa resolveu dar as opções:
- Você quer que Joana passe a te comer todas as noites de modo que nunca usaria isso de novo (apontou para o cinto preso em mim) ou prefere que eu encontre meu primeiro amante fixo, extremamente alfa e nunca mais vai comer uma bucetinha com o risco de voltar a usar isso aí (apontando de novo) se for desobediente?
Eram duas opções bem pesadas. Mas eu já sabia que estava num caminho em que não havia mais saída e a coisa iria piorar. Tava claro que eu devia escolher entre a ideia que Joana queria fazer comigo desde o início, que é de me enrabar e a nova ideia de minha esposa, que é de ter um amante fixo. Sentia que independentemente de qualquer uma das opções, eu iria acabar vendo a outra alternativa surgir. Já era corno, não gostava, mas tinha me excitado com isso. Não tinha sido enrabado e isso me deixava muito tenso, não me via fazendo isso, mesmo com Joana. Então, vencido e após pensar por alguns segundos, respondi:
- A segunda opção, que procure um amante fixo.
As duas se entreolharam sorridentes, muito entusiasmadas. Me parabenizaram por ser a primeira vez que respondia sem fazer alarde. Pegaram a chave e soltaram meu pau. Minha esposa e Joana disseram que poderia ter um presente, transar com minha esposa tendo algo diferente: Joana veria toda a ação, mas não iria participar. Logo notei que minha mulher estava muito empolgada em fazer algo assim. O problema é que por estar tanto tempo preso, na primeira mamada, com tanto tesão no ar e com minha esposa me chupando a e falando de saudades que sentia de seu macho, eu gozei em minutos na boca da minha esposa pensando em como ela deve ter feito com outro cara. Eu tava sendo mais corno do que eu mesmo imaginava.
As duas riram por eu estar tão ansioso pelo momento e minha esposa, se limpando e se afastando indo em direção à Joana, avisou que depois a gente faria aquilo novamente, ainda naquele dia, que me dariam um tempo para respirar depois de tanto tesão.
Só consegui pensar em quão boazinhas elas estavam sendo comigo.
Belíssimo conto.
Tesão de conto