Uma Mãe Conservadora - Parte 1 - Cap.5 - Amor Entre Mãe e Filha - Final



O pecado causa em você a sensação momentânea de felicidade e você não querendo que essa felicidade vá embora, briga com quem tenta discordar, seja ele quem for.


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-Nnão ahh faça ahhh isso ahhh por fav… ahh –pede Cláudia desesperada e aos choros


Os dedos continuam a brincar em sua buceta, suas pernas bambas, pés incertos, e Cláudia está inclinada, costas levemente arqueadas para frente sendo encoxada com um dos peitos para fora, quando ela não é dedada, é apalpada no seio descoberto.


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É manhã, os passarinhos cantam lá fora e o sol já afasta para longe o negrume da noite, pessoas saem para trabalhar – afinal nem todos tem o privilégio de um domingo de folga – e outras vão à missa de manhãzinha.

Numa casa do interior de uma cidadezinha de São Paulo, acorda Cláudia, única filha dos 4 filhos de Rita, Cláudia olha para Magali - que está colocando a roupa e conseguiu dormir muito pouco – e acha estranho. Quem diabos usa sutiã vermelho e calcinhas brancas? E a loira não estava de calcinhas vermelhas quando a viu ir se preparar para dormir? Não concluiu nada, mas fez troça com Magali. Viu também vários hematomas e concluiu que a amiga devia foder muito pelo mundo afora, “uma loira com um corpo daquele, até eu” pensava a magrinha. Remialda vê Magali só de sutiã e calcinha e fica de boca aberta com o corpo lindo da loira. Magali pisca para a branquinha sem que Cláudia reparasse, Remialda desvia o olhar com certa timidez.

Rita acorda e olha para sua cama e Magali não estava lá - já iria dar 9:00 da manhã – suspira, sorri e morde o lábio inferior pensando na loira. Coloca os sutiãs bem como as calcinhas rosa, um vestidinho preto e passa algumas coisas do seu vasto kit de maquiagem para disfarçar as marcas da paixão da loira diaba sobre sua carne. Está feliz como nunca havia ficado na vida, assobia qualquer canção em seus lábios pecaminosos – afinal que outras mulheres em sua idade tinham o prazer de despertar em uma mulher bem mais nova que a si mesma, o prazer e o desejo de uma loira tão maravilhosa? - e vai para cozinha rumo as conversas e risadas que parecia ser um grupo grande de pessoas que ressoavam pela casa.

Lá se encontram Cláudia, Remialda, Daniel e Magali (conhece Daniel naquele momento) – Rita foi ter com eles assobiando. Agora todas vestidas, - não seja infantil leitor! - Cláudia repara que a mãe chegou e todo mundo se eta o quanto ela estava de bom humor. Falam bom dia, ela os responde, Magali sorri cinicamente para a velha, mas ninguém percebe – afinal nem todos são psicólogos ou estudantes do comportamento alheio. Conversam um buzilhão de assuntos, fazem piada e caem nas risadas. Daniel, que não tinha muito mais tempo pois iria sair se despede de todas dizendo que vai voltar só amanhã para Rita, sua mãe.

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-Para co.. ahhh com ahh isso! ahhh – diz Cláudia já bem molhadinha e os dedos entravam, esfregavam sua bucetinha e não parava nem um tempo de lhe molestar, sua pele está arrepiada e os pelos eriçados.


Alguém poderia salvá-la naquele momento? Duvido.


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Rita e as meninas (Cláudia, Remialda e Magali) foram para a sala, era domingo, já estava dando meio dia, ligaram a TV mais para quebrar o silêncio do que propriamente assistir aos programas ridículos de auditório dos canais abertos e logo conversam sobre tudo desde homens, jóias, perfumes, piadinhas, barbaridades que viram ou ouviram falar, era o clube das mulheres naquela pequena sala numa casa remota no interior do estado de São Paulo.

Magali está sentada no sofá ao lado de Remialda, e ela está toda hora provocando a branquinha, morde os lábios olhando para ela, lambe os lábios, faz tudo bem rapidinho e só Remialda reconhece que é para ela – pois é na direção dela que a loira faz isso! Rita e Cláudia se notaram, não deixaram explícito. Magali provocava muito a pobrezinha – que havia sonhado com a loira a noite toda – a deixando ruborizada, tímida, desvia toda hora o olhar para o chão ou para o vazio. Tenta rir mais alto e se afastar de Magali mas não surte muito efeito. A loira então vendo que Remialda está com uma coberta cobrindo as próprias pernas, puxa a coberta para ela também colocando seus pés em cima do sofá e logo vai com os pés na direção das pernas brancas de Remialda e as alisa passando as solas de seus pés nas coxas da branquinha que agora está com um semblante inquieto, Magali sentia o arrepio que os toques de seus pés causavam nas pernas da branquinha, Remialda respira mais rápido e dá leves gemidinhas e disfarça rindo ou fazendo qualquer ação que lhe vem à mente, Cláudia e Rita estranham mas deixam pra lá. A branquinha não sabia onde enfiar a cara, Magali comia-a com os olhos e provocava-a a todo instante.

Quem resolve interromper é a própria Magali – que alívio, pensou Remialda - que vai até a cozinha pegar alguma coisa para elas comerem enquanto conversam. Rita foi preparar o almoço, ficando na sala Cláudia e Remialda. Logo Magali está na sala novamente – na cozinha beijou a boca de Rita – e foi se sentar novamente ao lado de Remialda. Remialda vai se levantar mas Magali faz com que a branquinha caia em seu colo em seguida a beija no ombro deixando Remialda com os olhos arregalados. Cláudia não notou bem o que a loira tinha feito, fez troça pela amiga branquinha ter caído, dizendo que ela “é a cachaceira e ela, Remialda, é quem caia”, mas logo parou e escrevia qualquer coisa no Whatsapp para alguma amiga ou amigo talvez. Magali dissimulada pergunta se ela se machucou e ela diz que não com a cabeça –pois não saia voz da sua boca tamanho era o eto dela, suas bochechas estavam vermelhas, o rubor mostrava que ali havia alguém comportada – assim se podia esperar, mas não é bem assim.

Cláudia então fala pra elas fazerem um grupo no Whatsapp – “que diabo ela tinha que sugerir isso caralho!” pensou Remialda – logo fizeram o grupo, participando dele: Remialda, a Cláudia, Magali e Rita. Agora Magali tinha o número da branquinha!


***********


-Eu... ahhh eu ahh nnãoo ahhhh vou ahhh –Cláudia não conclui o que ela queria falar, estava babando pelo canto da boca, gemia, tremia e os bicos dos seus peitos já estavam rijos. E o desejo começava a aparecer naquela cena do pecado infernal.


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Magali se levanta, vai ao banheiro – dá uma beliscadinha na bunda de Rita no trajeto – lá estando, abaixa os shorts e suas calcinhas, pega o celular e tira foto da buceta e em seguida manda para Remialda no Whatsapp – não no grupo, direto para a branquinha. Remialda fica surpresa com a audácia da loira, aquilo estava indo longe demais. Cláudia nota que Remialda está impressionada, pergunta para a amiga se era “nude do boy” e ela responde só com um sorriso. Pensa em bloquear Magali, mas vendo aquela buceta despertou algo nela – tesão, desejo.... - e não se atreveu a apagar a foto ou bloquear a loira.

Magali - ainda no banheiro - pergunta mandando mensagem se ela gostou do que viu, Remialda manda uns emojis (estava cedendo e mais rápido que Rita!). Então Magali pergunta o endereço de um motel por perto, Remialda demora um pouco pra responder, está trêmula, está hesitante, sabe que aquilo pode estragar sua vida, mas subia um calor dentro de si, aquilo vai lhe consumindo, lembra do corpo da loira de manhãzinha só de sutiã e calcinhas, a audácia de mandar uma foto da buceta e a provocações da mesma e tudo isso num curto período de tempo. Sem que desse tanto tempo assim da pergunta que Magali fez, acaba mandando o endereço de um motel que ela ia direto com o namorado. Magali então manda “te vejo lá daqui a pouco” com um emoji de diabinho.


***********


-Isso ahhh é ahhh estupro! Ahhh já ahhh che.. ahh chega! – diz Cláudia ainda tentando se livrar


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Rita terminou de fazer o almoço, chamou todas as meninas para almoçar, elas fizeram o prato delas e se sentaram à mesa. Remialda não diz palavra, está tímida e mal colocou comida no prato. Magali ao contrário fez um prato razoável, Cláudia e Rita também. Elas comem, conversam, Magali roça os pés nas pernas de Rita que retribui fazendo o mesmo, dão risadas, o clima é de harmonia. Remialda está sentada ao lado da loira, está apreensiva e diz poucas coisas, Magali então põe a mão em uma das coxas da branquinha que deu uma longa suspirada como se estivesse com muito tesão e todas notaram a reação, deram risadas e faziam piadas contra a pobre atormentada.

Magali então diz que tem que ir embora, que a mãe havia mandado mensagem para ela – mente que eu gosto. Cláudia perguntou se era algo grave - pois foi repentino -, Magali tranquiliza-a dizendo que era só uma festinha que ela ficou de preparar para a tia – mente tão bem mulheres quando pecam - e logo se despede da amiga – e das novas “amigas” também – e segue o rumo para ir para casa – Cláudia explicou antes, como Magali fazia para pegar o táxi para ir para o trem. Remialda também vai logo em seguida e numa pressa que deixa Cláudia etada!

Magali passa o endereço do motel que Remialda deu para ela para o motorista do táxi – que olha com um olhar sacana para a loira – mas ela não dá trela e logo ele fica sem graça. Remialda pega um outro táxi e também dá o endereço do motel para o motorista, o velho fez uma gracinha pra ela, mas ela também foi seca e não deu trela. Entrando lá pergunta à recepcionista por uma loira chamada Magali, se apresenta brevemente e a recepcionista diz a Remialda que ela está esperando no quarto 11 que era só ela bater na porta. Abre a porta e peladinha na cama está Magali, que sorria para Remialda que se mostrava muito tímida, com o rosto ruborizado e não conseguia tirar os olhos da deusa nua a sua frente. A tarde de domingo naquele motel seria só delas agora!

Na casa de Cláudia ficou só ela e a mãe dela, seus irmãos e seu pai não retornariam tão cedo assim. Cláudia foi pegar uma saia que emprestou para a mãe dela no quarto aonde Rita disse que estava, chegando lá estranha. Olha no pé da penteadeira – abaixo dela – e vê uma calcinha vermelha!

Não era possível! Era a calcinha de Magali! Ela e a mãe dela haviam transado! Não era possível, não queria acreditar naquilo. Não era coisa da sua cabeça, a prova estava agora em suas mãos, tudo se encaixava até o bom humor em que Rita estava mais cedo. Pensava “não minha mãe, ela não é capaz disso, era uma mulher de família, de respeito, católica, não a mãe que convivera todo esse tempo. Sempre quis que a mãe arrumasse outro homem, não uma mulher e ainda a própria amiga que acolheu tão bem naquele dia. Quando estava com as calcinhas na mão, atrás de si próximo a porta, Rita assistia sem dizer palavra. Pegou a chave e trancou a porta do quarto com cautela

Cláudia está estática e nem vê a mãe se aproximando. Rita então encoxa Cláudia que leva um susto e derruba as calcinhas de Magali no chão. Rita então agarra os peitos de Cláudia com as mãos cheias por baixo do vestidinho de Cláudia – estava sem sutiã.


-Mãeeee!?! Qu.. ah quee isso ah – e continua – você está louca? Ahh – tenta se desvencilhar de Rita mas não consegue a mãe agarrou seus peitos de tal maneira que não conseguia escapar.


-Era isso huu que você huu tava precisando! huu – e continua –sai provocando todo mundo e pensa huu que eu não huu sei que huu você huu chupou seu próprio irmão? – fala isso molestando a filha e a filha relutando para sair das mãos da mãe.


Cláudia fica etada que a mãe sabia disso! Mas não quer pensar sobre e só quer escapar das mãos da velha. Está desesperada, aquilo era pecado, era um crime! Rita ao apontar o crime da carne contra a filha e filho, jogou verde para colher maduro e ela própria já pecou um dia com o mesmo filho tirando a virgindade dele pois ele e Cláudia foram pegos fazendo brincadeiras “erradas” - vou contar numa outra oportunidade o caso.

Rita apalpa com gosto os dois peitos salientes da filha e na ânsia de tomar o corpo da filha para si, rasga uma das alças do vestido deixando um dos peitos pendentes à mostra. Com rapidez impressionante abaixa as calcinhas da filha com uma das mãos e não dá tempo nem de Cláudia impedir – as calcinhas ficando em seus joelhos. Logo em seguida com as duas mãos Rita vai direto na buceta de Cláudia – uma das mãos a filha consegue frear a outra não. Rita deda e esfrega a buceta de Cláudia num ritmo rápido arrancando gemidos da filha que treme, chora e tenta com todas as forças se livrar do assédio da mãe, ela está com os joelhos direcionados para o meio, calcanhares mais distantes e a parte frontal do pé quase se encostam.


-Nnão ahh faça ahhh isso ahhh por fav… ahh –pede Cláudia desesperada e aos choros


-Hoje huu você é huu minha! – diz Rita com efervescência


Rita então com a mão que foi impedida por Cláudia consegue arrancá-la da mão da filha e mete um tapa bem ardido na bunda da filha que geme e agora está chorando pedindo pelo amor de Deus para a mãe parar


-Para co.. ahhh com ahh isso! ahhh – diz Cláudia já bem molhadinha e os dedos entravam, esfregavam e não parava nem um tempo de lhe molestar, a pele arrepiada e os pelos eriçados.


Rita sentindo que a filha estava ficando mais mole volta com sua mão na buceta da da pobrezinha tendo agora as duas mãos molestando Cláudia. Não perde tempo, beija a filha no ombro, chupa o pescoço da mesma - que estremece ficando arrepiada sentindo os lábios da própria mãe na pele.


-Você resistindo desse huu jeito é um tesão huu – e continua –sua bunda huu rebola toda hora na minha direção! Huu Você escapa huu dos meus dedos huu mas esfrega esse rabo em mim!


-Eu... ahhh eu ahh nnãoo ahhhh vou ahhh –Cláudia não conclui o que ela queria falar, estava babando pelo canto da boca, gemia, tremia e os bicos dos seus peitos já estavam rijos.


Rita então tira uma das mãos da buceta de Cláudia e apalpa o seio que está a mostra. O bico estava durinho! A buceta encharcada! A vida continuava e o dedo de Rita estava a todo vapor na buceta de Cláudia que ora tinha a buceta molestada por uma das mãos da mãe, ora tinha o peito apertado pela outra mão como se fosse um limão sendo espremido


-Isso ahhh é ahhh estupro! Ahhh já ahhh che.. ahh chega! – diz Cláudia ainda tentando se livrar e continua –vo.. você ahhhh é minha ahhh mãe ahhh eu.. eu... ahh sou sua ahhhh filha –dizia chorando e gemendo, Cláudia não queria, mas seu corpo dizia o contrário.


-Oooh não diga! uuuu vai dizer huuu que não tá huuu gostando huu sua putinha?


Falava tudo próximo ao ouvido de Cláudia, Rita sentia o coração das duas batendo rápido, a respiração era ofegante e Cláudia iria ser dela ainda hoje! Morde a orelha de Cláudia e diz


-Mamãe huuu vai dar huu um trato em você hoje putinha!


-Nãooo ahhhh nãooo ahhh nãooooo ahhhhhhh


Ao ouvir putinha novamente, Cláudia não aguenta e logo goza na mão da mãe - e nas próprias pernas. Rita ainda sente a tremida do orgasmo que teve Cláudia em sua mão. Cláudia está com os olhos virados e chorando, horrorizada com o que aconteceu. Rita joga Cláudia na cama que cai chorando e escondendo o rosto


-Ainda não terminei! –diz Rita


Quando você releva um pecado aceitando-o, logo em seguida você abre as portas para outros pecados (muitas vezes mais graves) e fortalece aquele do qual fez você cair na eterna danação.

Ninguém haveria de ouvir Cláudia e seus pedidos de socorro, súplicas e lamúrias. A casa agora era das duas! Seus irmãos e seu pai não dariam as caras tão cedo.

A sede de Rita é insaciável! O que começou como não consensual foi se tornando romance, Cláudia foi se tornando receptiva aos toques de sua mãe em seu corpo, as duas se beijam, “Deus do céu, como ela beija bem...” pensava Cláudia que já havia enxugado as lágrimas. “Minha filha é uma delícia, essa língua dela mmm” pensava a milf. Cláudia se sentia a tal e se arrepiava com os toques de sua mãe - se até a mãe sentia atração por si, quão poderoso seu charme não era? -sentia os lábios grossos de sua mãe nos seus, os peitos grandes contra os seus, o cheirinho dos cabelos castanhos escuros de Rita e o perfume da milf!

Assim o odor do perfume das duas mulheres pecaminosas corria pelo quarto bem como o cheiro do suor do corpo de ambas e o mesmo percorria lhes sobre a pele dando a graça de seus corpos brilhando, certificando do esforço e da ardência sexual daquele momento, a música seria o gemido das duas mulheres perdidas para chamas do prazer, essa música é uma valsa que celebrava o desejo de duas pessoas se amando que são da mesma carne, do mesmo sangue, mas o mundo insistia em dizer que aquilo é errado, que o certo é sofrer por sofrer. Aquela foi a melhor experiência lésbica de Cláudia - até aquele momento - e a segunda experiência incestuosa da até pouco tempo: Mãe Conservadora.

Final da primeira parte.

*****

Diferente da Casa dos Contos, a Parte 2 continuara a história de Rita, Magali, Remialda, Cláudia e uma nova personagem citada nos primeiros capítulos desse conto, Jéssica Maiara. Essa segunda parte eu iria postar ainda na CDC como spin-off da Remialda e com outro título "De Santa Não Tem Nada", logo a Parte 3 é aquela que eu acabei pela metade na CDC.

Para quem não sabe esse conto faz parte de uma mesma saga que inclui:
*Uma Mãe Conservadora (traição e incesto, lesbianismo)
*Desilusão, Inveja e Ódio (dominação lésbica)
*Daniel na Cova das Leoas (incesto. Aqui na Conto Erótico ainda não postei, mas já teve um user que copiou e colou aqui da mesma maneira que ele encontrou no xhamster - sim já tive conta lá e foi o pior lugar que já vi para se postar um conto - com as censuras de palavra e tudo mais do site. As versões que postei na CDC são de apenas 1 capítulo cada caso, totalizando 3, aqui eu vou por um monte de extras, detalhes e muitas outras coisas novas.

Obrigado pela leitura.
                                

Foto 1 do Conto erotico: Uma Mãe Conservadora - Parte 1 - Cap.5 - Amor Entre Mãe e Filha - Final

Foto 2 do Conto erotico: Uma Mãe Conservadora - Parte 1 - Cap.5 - Amor Entre Mãe e Filha - Final

Foto 3 do Conto erotico: Uma Mãe Conservadora - Parte 1 - Cap.5 - Amor Entre Mãe e Filha - Final

Foto 4 do Conto erotico: Uma Mãe Conservadora - Parte 1 - Cap.5 - Amor Entre Mãe e Filha - Final


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Ficha do conto

Foto Perfil nk-013
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Nome do conto:
Uma Mãe Conservadora - Parte 1 - Cap.5 - Amor Entre Mãe e Filha - Final

Codigo do conto:
180395

Categoria:
Lésbicas

Data da Publicação:
12/06/2021

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