Nos primeiros dias dela no escritório, ninguém deixava de notar sua incrível capacidade de aprender, seu perfeccionismo e sua habilidade para resolver problemas rapidamente. Raíssa não era uma mulher considerada muito atraente, mas, de certa forma, fazia o meu tipo. Eu adoro mulheres inteligentes, aquelas com quem é possível conversar sobre assuntos que exigem um certo nível intelectual, criando conexões mais profundas.
Às vezes, quando Raíssa estava distraída, eu dava uma espiada em seu corpo. Com todo o respeito do mundo, era apenas curiosidade. Ela tinha um corpo aparentemente comum, mas com uma bunda bonita.
Os dias foram passando, e eu aprendi muito com Raíssa. Nossa amizade floresceu, e, em pouco tempo, eu já era seu melhor amigo na empresa. Tomávamos café juntos, conversávamos sobre a vida. Ela havia começado um namoro recentemente e parecia apaixonada.
Nunca falávamos sobre romance. No entanto, tínhamos gostos parecidos: ambos adorávamos animes e games. Ela realmente era diferente das outras. Seus cabelos pretos, sua estatura baixa, seus óculos... No começo, eu não tinha interesse sexual por ela, mas, com tantas afinidades e a convivência diária, logo comecei a fantasiar com Raíssa.
A cada dia, eu olhava mais para ela, me apaixonava mais por aquela mulher fascinante. Ainda assim, nunca dava em cima dela, por respeito a ela e ao namorado. Mas olhar para ela todos os dias, sentada ao meu lado na mesa, mexendo os pés descalços sob a mesa após tirar os saltos... Eu prestava ainda mais atenção. Observava seus cabelos presos em um coque, cada movimento seu.
Em uma dessas espiadas, percebi que ela notou meus olhares. Fiquei com vergonha. Sempre fui um cara tímido, então, na hora, desviei o olhar. Não falamos nada sobre isso e voltamos para casa juntos, como todos os dias.
Isso aconteceu em uma sexta-feira. Na semana seguinte, nos encontramos na entrada da empresa por acaso. Nos abraçamos, e o abraço durou um pouco mais do que de costume. Senti o corpo dela colado ao meu, e ela certamente percebeu minha excitação ao abraçá-la.
— Nossa, nossa, hein... — disse ela, com as bochechas vermelhas.
Na hora, eu juro que não entendi e deixei passar. Entramos conversando como sempre, mas percebi que a aura de Raíssa estava ainda mais radiante. Ela parecia disposta a conquistar minha atenção.
Naquela manhã, depois do abraço inesperado, percebi que algo em Raíssa havia mudado. Seu olhar para mim continha um brilho diferente, como se um jogo silencioso estivesse prestes a começar. Sentamos em nossas mesas, lado a lado, como sempre, mas a atmosfera parecia mais carregada, quase elétrica.
Eu tentava me concentrar no trabalho, mas minha atenção desviava para Raíssa. Ela tamborilava os dedos no teclado com leveza, distraída, até que, em um movimento casual, deslizou os pés para fora dos sapatos, esticando os dedos. Por um instante, achei que fosse um gesto inconsciente, mas logo percebi que ela estava ciente dos meus olhares.
Com um pequeno sorriso de canto, Raíssa flexionou os pés, esfregando um no outro, como se os alongasse. Meu coração bateu mais forte. Tentei desviar os olhos, mas era difícil. Ela parecia se divertir com a situação.
— Muito trabalho hoje, hein? — ela comentou, fingindo indiferença, mas mantendo a expressão travessa.
— Sempre, né? — respondi, tentando soar normal.
Ela se espreguiçou na cadeira e, sem pressa, cruzou uma perna sobre a outra, deixando um dos pés bem visível para mim. Os dedos se mexeram de forma ritmada, e eu tinha certeza de que era de propósito. Ela notou meu desconforto e riu baixinho.
— Sabe, depois de horas de trabalho, tirar os sapatos é tão bom... — disse, encarando a tela do computador, como se aquele fosse um comentário qualquer. — É libertador.
Engoli em seco. Cada pequeno movimento dela parecia planejado para me provocar. Como se não bastasse, Raíssa esticou a perna sob a mesa e roçou levemente os dedos dos pés na minha perna. Foi um toque rápido, quase acidental, mas me deixou sem reação.
— Opa, foi mal! — ela brincou, mordendo o lábio inferior. — Acho que meu pé esbarrou em você sem querer.
Olhei para ela, que segurava o riso. Nossos olhares se cruzaram, e ali estava a confirmação: ela sabia exatamente o que estava fazendo. Era um jogo silencioso, uma provocação velada. E eu estava completamente envolvido nele.
O vestido preto que ela usava destacava suas curvas, e o que antes parecia tão comum agora era fascinante. Suas coxas grossas se destacavam, e eu tentei me controlar. Ainda podia ser só uma ilusão. Homens veem malícia em tudo. Não era nada demais.
O dia passou devagar, e eu não parava de pensar no que tinha acontecido no escritório, nos pés delicados de Raíssa, na maneira como ela se comportava. Não conseguia entender aquela mudança abrupta até observar a falta da aliança em seu dedo. Estávamos no refeitório.
— O que houve com a sua aliança? — perguntei descaradamente. Eu já estava naquele ponto de tudo ou nada. Não parava de pensar naquela mulher, e, se não fosse para ser, que eu soubesse logo.
— Terminei com aquele canalha. Ele tinha um perfil em um app de relacionamento. Homens! — disse, colocando seu prato sobre a mesa.
— Homens nada, eu não tenho perfil nesses apps — sentei-me à sua frente e agora a encarava.
Seu batom vermelho, sua pele clara e macia... Seu rosto não era chamativo. Pelo contrário, era simples e sem nada demais. Mas seu olhar era profundo, atento, conquistador.
— A mulher que encontrar você terá muita sorte — ela me observava de cima a baixo. Eu estava nervoso. Mulheres inteligentes sempre me deixam nervoso. Não sei como me comportar na frente delas.
— Você só fala isso porque é minha amiga — respondi. Eu estava solteiro e disposto a traçar Raíssa assim que ela quisesse.
— Sabe... — ela começou, brincando com os dedos sobre a borda do copo. — Eu sempre acreditei que meu relacionamento era algo abençoado, sabe? Algo que Deus tinha colocado no meu caminho. Mas acho que me enganei feio.
Franzi a testa, curioso. Ela nunca tinha falado sobre religião antes.
— Você é religiosa? — perguntei, genuinamente interessado.
Ela sorriu de leve, um sorriso misto de melancolia e carinho.
— Sim. Sempre fui. Desde pequena, minha família sempre esteve envolvida com a igreja. Eu cresci acreditando no amor, na fidelidade, e achando que, quando Deus colocasse alguém na minha vida, essa pessoa seria para sempre. Mas... acho que a realidade é bem diferente, né?
Fiquei em silêncio por um momento, sentindo o peso das palavras dela. Raíssa não era do tipo que se abria facilmente, e aquilo significava que ela confiava em mim.
— Bom, acho que o problema não é a fé, mas sim as pessoas. Algumas simplesmente não sabem valorizar o que têm — comentei.
Ela assentiu, pensativa, e então, com um brilho de expectativa nos olhos, perguntou:
— Você já foi a um culto?
Minha sobrancelha arqueou levemente.
— Não... nunca fui. Na verdade eu só entrei em uma igreja uma vez na vida.
Raíssa sorriu de forma acolhedora.
— Então vem comigo. Sábado à noite tem um culto especial, e eu acho que você vai gostar. Sem pressão, claro. Mas seria legal compartilhar isso com você.
Olhei para ela, pensando na proposta. Não era algo que eu esperava, mas também não era algo que eu queria recusar. Afinal, Raíssa estava cada vez mais presente nos meus pensamentos.
— Tudo bem. Eu vou — respondi, notando o brilho satisfeito no olhar dela. Mal sabia eu que aquela noite mudaria muita coisa entre nós.
Na noite do culto, ao me encontrar com Raíssa na entrada da igreja, percebi que ela tinha escolhido um vestido discreto, mas que realçava suas curvas de forma sutil. Seu perfume suave me envolveu quando nos cumprimentamos com um abraço demorado. Durante o culto, enquanto todos cantavam e oravam, nossos olhares se cruzavam constantemente. Havia algo ali, uma tensão no ar que era difícil de ignorar.
Enquanto ouvíamos a pregação, Raíssa deslizou os dedos pela minha mão de forma quase imperceptível. Meu corpo reagiu instantaneamente ao toque suave, e minha mente se perdeu por um momento. A cada pequena troca de olhares, o desejo entre nós crescia. Quando ela cruzou as pernas ao meu lado, pude ver o leve movimento de seus pés, lembrando-me da provocação no escritório. Ela sabia exatamente o que estava fazendo.
Ao final do culto, enquanto todos conversavam, ela se aproximou de mim e sussurrou no meu ouvido, com um sorriso travesso:
— Gostou da experiência?
Assenti, tentando disfarçar a intensidade do momento.
— Acho que preciso vir mais vezes para entender melhor... — respondi, sentindo sua respiração próxima demais.
Ela riu, mordendo de leve o lábio inferior.
— Acho que podemos conversar sobre isso em outro lugar...
Entramos no carro e dirigi em silêncio até a minha casa.
-Você mora do lado do trabalho, que legal - Ela disse ao sair do carro, observando o prédio do nosso trabalho que ficava logo ao lado.
-É bom que você já sabe onde eu moro, pode vir aqui sempre que quiser - Eu respondi segurando em suas mãos, eu gostava de Raíssa, eu tinha vontade de cuidar dela, vontade de dar carinho, vontade de amar.
O beijo ardente começou ali na garagem, sem pudor algum, eu chupava a sua língua, sentia seus doces lábios, ela praticamente esmagava seus óculos contra o meu rosto e eu correspondia apertando suas nádegas por cima do vestido, a minha rola extremamente dura roçando na barriguinha dela.
-Faz tempo que eu queria isso - Eu dizia entre oa beijos, ela sorriu e sussurrou no meu ouvido.
-Eu também - Minha rola começou a enrijescer mais ainda, eu segurava Raíssa contra a parede, e explorava cada canto da sua boca com a minha língua.
Entramos na casa e o fogo estava nos consumindo, Raíssa não tinha nada de tímida, ela era uma mulher de atitude, uma mulher que estava pronta para curtir a noite.
Nós dois nos despimos rapidamente e a vi pela primeira vez sem roupas, uma mulher linda, natural, os seios caídos, os bicos duros, a bucetinha depilada, os pés descalços no chão, minha vontade foi de avançar nela, cair de boca naquele bucetão, chupar todo o seu corpo. Mas deixei que tomasse a iniciativa, eu sabia que ela estava frágil, tinha acabado um relacionamento recentemente, estava tentando esquecer, e eu iria ajudá-la.
-Nossa, que pauzão você tem, bem como eu pensei lá na entrada da empresa - Ela disse com os olhos vidrados na minha rola. Na verdade eu não acho que eu tenho um pau enorme, tenho um pau na média porém bem grosso.
Ela se ajoelhou a minha frente segurando o meu pau com vontade, ela apertou forte fazendo a cabeça da minha rola envergar pra cima.
-Hey, vai com calma - segurei nos seus cabelos próximo a nuca usando um pouco de força, ela então diminuiu a força e aproximou meu pau de sua boca, começando um boquete desajeitado, ela não era das melhores no boquete, mas foda se estava sendo chupado pela Raíssa, minha colega de trabalho, a novata que todos estavam tentando passar a rola.
Passei minha rola pelo seu rosto imaginando a inveja que cada homem daquela empresa teria se soubesse que eu estava fazendo aquilo, nenhum deles saberia, mas a sensação de estar na frente deles já me satisfazia, a sensação de passar a rola no rosto daquela mulher tão poderosa, ali ela é quem estava submissa, eu é quem tinha o poder, segurei no seu queixo com força apertando os seus lábios, ela me encarava com um misto de medo e tesão.
A coloquei para chupar a minha rola novamente e dessa vez ela caprichou, engolindo e babando nos meus ovos, suas mãos caprichosamente batendo uma, eu fazia força para deixar minha Rola extremamente dura, minhas veias pulsando em sua boca.
A deitei no sofá e comecei a retribuir todo o seu carinho e cuidado, era a minha vez de demonstrar o quanto a queria bem, comecei chupando seus pés delicados e fui subindo através de suas pernas, joelhos, coxas e então chupei sua bucetinha, puxava o seu grelo com vontade enquanto acariciava outras partes de seu corpo como mãos e braços, ouvir os seus gemidos me deixava em êxtase deixando meu pau em ponto de bala, ela pegava nele com as suas mãos e continuava a punheta, Raíssa parecia estar sedenta por rola. E depois eu soube o porquê.
Ficamos assim um bom tempo, ela estava muito molhada, o sofá estava começando a molhar e então a levei para o quarto, ela deitou na cama já abrindo as suas pernas, meus amigos não tinha um sinal mais claro do que esse, ou tinha?
Fodemos muito naquela cama, devagarinho, com força, por cima, por baixo, meu pau se encaixava perfeitamente em sua bucetinha branca causando um contraste entre negro e branco. Nossos gemidos se misturavam e o lençol se molhava cada vez mais.
Eu gozei em Raíssa três vezes nessa noite, ela gostava de receber esperma na sua pele, a expressão corporal dela ao receber jorradas de leite era algo que nunca tinha visto em outra garota e que me deixou mais interessado ainda.
Ela sentia prazer ao dar prazer, ela sentia prazer ao receber esperma no rosto, ao ver o rosto do seu parceiro com a pele repuxada enquanto gozava. Cheguei a sujar seus óculos com porra.
-Como você é safado, sua rola é gostosa, vou ficar viciada nela - ela dizia enquanto beijava a minha boca deitada ao meu lado, na minha cama, meu quarto até que estava arrumado a televisão ligada como sempre. Só conseguia acariciar seus rosto, me sentia sortudo por tê-la comigo.
-Ela é toda sua - beijei a sua boca e logo estava novamente fodendo com Raíssa, ela por baixo e eu por cima, minha rola encaixando em sua bucetona, dessa vez eu a olhava diretamente nos olhos enquanto eu a fodia.
Qual era o problema dessa mulher, ela estava comigo todos os dias no trabalho, nunca havia demonstrado interesse em mim, sempre falava bem de seu namorado e agora por ser traída estava ali disposta a engolir meu sêmen, estava disposta a dar todo o seu corpo. A entregar todo o seu amor. Bom eu também estava.
Cada estocada que dava em Raíssa era uma sensação diferente, me sentia em outro lugar, em outra dimensão, podia sentir o calor do seu corpo se conectando ao meu e então aumentava o ritmo até explodir em um Frenesi de emoções. Prazer, Paixão, tesão, ciúmes.
Sim eu tinha ciúmes de Raíssa desde quando ela me contou que namora, mas o que eu podia fazer, eu cheguei depois, agora que ela tinha me dado a oportunidade eu aproveitaria a minha chance, entregaria para aquela safada o meu melhor.
Gozei gostoso dentro dela e deitei ao seu lado, dessa vez exausto, com a respiração ofegante, olhei para a escrivaninha e avistei meu baseado, acendi e apenas observei a fumaça subindo pelo ar.
Espero que tenham gostado desse conto galera.
Perfeito do começo ao fim.