O padre quarentão e bonito de minha cidade



O padre de minha igreja é um quarentão bonito e atraente, branco, com cabelos e barba grisalhos, uma voz máscula e um queixo quadrado que evidenciam ainda mais a sua masculinidade. Sempre que ia a missa me imaginava fudendo com aquela figura religiosa, quase sempre eu ficava de pau duro em um local onde eu deveria respeitar. Sempre ouvi histórias de padres que curtem uma putaria, mas a questão era saber se isso se aplicava também ao padre Edgar. Depois de muito pensar cheguei ao plano ideal para descobrir se ele também curtia.


Liguei para a secretaria paroquial e agendei um horário com o padre para que ele ouvisse minha confissão. A secretaria paroquial era o local ideal, pois era reservado, longe do cenário igreja e a confissão era realizada em uma sala onde o confessor ficava frente a frente com o padre sem a barreira do confessionário. Dia e hora marcados lá estava eu, prestes a descobrir se meus devaneios com o padre Edgar teriam futuro ou não.

A Secretaria me recebeu e me conduziu até a sala da confissão onde o padre já estava me aguardando. Nos cumprimentamos com um aperto de mão e ele estava ainda mais lindo pois trajava apenas uma camiseta branca e uma calça jeans. Conversamos algumas amenidades e então ele sugeriu iniciarmos a confissão. Para isso colocou apenas a estola roxa sobre suas roupas sem necessidade da patina pois não estávamos em uma missa. Em seguida iniciou todo o protocolo católico para a confissão e disse que eu poderia confessar os meus pecados. Foi aí que coloquei a segunda parte do meu plano em prática: a minha confissão, uma história que criei exatamente para provocá-lo.

Confessei ao padre que eu tinha namorada e que havia traído ela com o meu cunhado, um homem inclusive muito parecido com ele. Falei que jogávamos futebol juntos e um dia quando ficamos sozinhos no vestiário tomando banho vi ele de pau duro, ele percebendo que eu olhava muito e começo a me provocar iniciando uma punheta. Nessa hora pude perceber a cara de surpresa do padre, percebi que ele ajeitou discretamente dentro da calça, ou seja tinha ficado com tesão e por isso resolvi apimentar ainda mais a história. Segui falando que não resisti ao ver o meu cunhado se punhetando do meu lado e acabei me ajoelhando ali mesmo no banheiro e mamando ele. Contei ainda que o meu cunhado gozou em minha boca e após ejacular me fez prometer que sua irmã, minha namorada, nunca poderia saber do que aconteceu entre a gente afinal éramos dois homens héteros.

Percebi um volume se formando entre as pernas do padre, dentro de sua calça jeans, mas ele disfarçou bem. Como o padre não julga a confissão ele apenas seguiu novamente o protocolo e como falei que estava arrependido ele me absolveu do meu pecado e me passou umas ave-marias e uns pai-nossos para rezar. Mal sabia ele que estava querendo fazer um pecado ainda maior. Saí de lá feliz, pois tive a certeza que aquele padre curtia, pois ninguém tentaria esconder um pau duro se não tivesse ficado mexido.

No domingo o encontrei na missa e ao final ele veio ao meu encontro me cumprimentando, com aquele belo sorriso no rosto, emoldurado por sua barba grisalha bem feita. Nos abraçamos e pude sentir que além de lindo ele era um homem cheiroso. Ele me perguntou como estavam as coisa e resolvi seguir mentindo para provocar aquele homem, falei ao padre que voltei a cometer o mesmo pecado que havia sido mais forte que eu e não havia conseguido me controlar.

Ele colocou a mão no meu ombro e falou que entendia minha situação, era muito difícil mesmo se desvencilhar do pecado, mas que com força de vontade e uma boa direção espiritual e conseguiria vencer. Falei que ele tinha razão e ia me despedir quando ele me falou:

- A força de vontade e com você, mas na direção espiritual eu posso ajudar. Agora pela manhã ainda tenho duas missas para fazer, mas se quiser podemos conversar na parte da tarde. Sabe onde fica a casa paroquial? Passa lá por volta das 14 horas e conversamos sobre isso.

Fui pra casa contando as horas para chegar o momento, tive certeza que aquele padre estava a fim e que eu ia transar com ele. Ao chegar na casa paroquial ele me recebeu de bermuda e camiseta branca. Estava com uma feição tranquila e foi muito caloroso na recepção, me ofereceu um suco e me levou para a sala, perguntou então o que havia acontecido, e eu então segui com minha história:

- Padre eu pequei novamente, fiquei a sós com meu cunhado novamente e acabamos transando.

Ele me olhava calmamente e na mesma tranquilidade disse:

- Fique tranquilo meu filho, eu vou ajudar você. Me conte em detalhes o que vocês fizeram para acharmos um caminho.

Nessa hora percebi que ele estava a fim de putaria e inventei uma foda cheia de tesão, contando em detalhes como eu e meu suposto cunhado havíamos fudido. Deixei meu pau ficar duro de propósito e no meio da história pedia desculpas a ele por estar de pau duro, porque as lembranças me provocavam aquilo.

Ele falou que não tinha problemas, que aquilo era uma reação fisiológica do corpo e que pra eu ficar menos pior ele também havia ficado com o pau duro porque ele era humano como qualquer outro e o corpo reagia aos estímulos.

Olhei e um grande volume havia se formado em sua calça, ele percebeu que olhei e ficou levemente encabulado, então resolvi avança com a sedução;

- Nossa padre desculpa falar, mas com esse volume todo aí a sua ferramenta deve ser enorme, se você “usasse” as pessoas iam ficar admiradas com isso tudo aí.

Ele riu encabulado e resolveu ele me fazer uma confissão:

- Antes de entrar no seminário eu usei muito essa ferramenta, mas a missão me chamou e abdiquei dos prazeres carnais, mas a sua história me despertou isso novamente, por isso fiquei assim.

Meu pau estava ainda mais duro e ele fez uma observação:
- Você também tem um grande volume aí, e pelo jeito não está arrependido do pecado, o seu cunhado deve ter aproveitado muito o que você esconde aí.

Nessa hora eu já tinha conquistado o que queria, padre Edgar curtia e estava ali na minha frente. Abaixei minha calças e exibi a ele o meu cacete, um pau reto, grosso com seus 17 cm, a baba deixava a cabeça brilhando e me exibindo comecei uma leve punheta. Ele se aproximou começo a me punhetar, empurrei sua cabeça em direção ao meu cacete e le não se fez de rogado caiu de boca e mamou o meu caralho, eu gemia e acariciava sua cabeça enquanto ele engolia meu pau.

Ele tirou a sua camisa e pude ver que o seu peito também era peludinho, pelos grisalhos, um charme. Arrancou suas calças e cueca e um pau de uns 20 cm bem maior que o meu saltou pra fora, cabeça grande, rosa e também brilhante pela babinha que escorria. Cai de boca naquele pau, modéstia a parte sou bom na mamada e não demorou ele não conseguiu se segurar e encheu minha boca de leite. Pediu desculpas por ter gozado sem avisar e falei que só desculpava se ele também engolisse meu leite. Ele voltou a me mamar e eu também gozei em sua boca, uma gozada espetacular com muito leite que o padre bebeu tudo sem desperdiçar. Beijei sua boca, pude sentir o restinho do gosto de minha porra em seguida ele ressaltou que ninguém poderia saber o que aconteceu ali. Falei que era um segredo nosso mas que precisaria seguir com a direção espiritual dele e que para isso precisávamos nos ver outras vezes. Ele concordou e antes de sais nos despedimos com mais um beijo. Voltei para casa realizado com tudo que vivi com aquele padre.


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Comentários


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bladpit Comentou em 03/04/2025

Eu tbm tenho está rara por Padre será que é pecado, nunca tive a oportunidade de realizar mais espero poder um dia, conto delicioso o seu.

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rotta10 Comentou em 02/04/2025

Delícia adorei




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Ficha do conto

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alexcapixaba

Nome do conto:
O padre quarentão e bonito de minha cidade

Codigo do conto:
232399

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
02/04/2025

Quant.de Votos:
13

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