Liguei para a secretaria paroquial e agendei um horário com o padre para que ele ouvisse minha confissão. A secretaria paroquial era o local ideal, pois era reservado, longe do cenário igreja e a confissão era realizada em uma sala onde o confessor ficava frente a frente com o padre sem a barreira do confessionário. Dia e hora marcados lá estava eu, prestes a descobrir se meus devaneios com o padre Edgar teriam futuro ou não.
A Secretaria me recebeu e me conduziu até a sala da confissão onde o padre já estava me aguardando. Nos cumprimentamos com um aperto de mão e ele estava ainda mais lindo pois trajava apenas uma camiseta branca e uma calça jeans. Conversamos algumas amenidades e então ele sugeriu iniciarmos a confissão. Para isso colocou apenas a estola roxa sobre suas roupas sem necessidade da patina pois não estávamos em uma missa. Em seguida iniciou todo o protocolo católico para a confissão e disse que eu poderia confessar os meus pecados. Foi aí que coloquei a segunda parte do meu plano em prática: a minha confissão, uma história que criei exatamente para provocá-lo.
Confessei ao padre que eu tinha namorada e que havia traído ela com o meu cunhado, um homem inclusive muito parecido com ele. Falei que jogávamos futebol juntos e um dia quando ficamos sozinhos no vestiário tomando banho vi ele de pau duro, ele percebendo que eu olhava muito e começo a me provocar iniciando uma punheta. Nessa hora pude perceber a cara de surpresa do padre, percebi que ele ajeitou discretamente dentro da calça, ou seja tinha ficado com tesão e por isso resolvi apimentar ainda mais a história. Segui falando que não resisti ao ver o meu cunhado se punhetando do meu lado e acabei me ajoelhando ali mesmo no banheiro e mamando ele. Contei ainda que o meu cunhado gozou em minha boca e após ejacular me fez prometer que sua irmã, minha namorada, nunca poderia saber do que aconteceu entre a gente afinal éramos dois homens héteros.
Percebi um volume se formando entre as pernas do padre, dentro de sua calça jeans, mas ele disfarçou bem. Como o padre não julga a confissão ele apenas seguiu novamente o protocolo e como falei que estava arrependido ele me absolveu do meu pecado e me passou umas ave-marias e uns pai-nossos para rezar. Mal sabia ele que estava querendo fazer um pecado ainda maior. Saí de lá feliz, pois tive a certeza que aquele padre curtia, pois ninguém tentaria esconder um pau duro se não tivesse ficado mexido.
No domingo o encontrei na missa e ao final ele veio ao meu encontro me cumprimentando, com aquele belo sorriso no rosto, emoldurado por sua barba grisalha bem feita. Nos abraçamos e pude sentir que além de lindo ele era um homem cheiroso. Ele me perguntou como estavam as coisa e resolvi seguir mentindo para provocar aquele homem, falei ao padre que voltei a cometer o mesmo pecado que havia sido mais forte que eu e não havia conseguido me controlar.
Ele colocou a mão no meu ombro e falou que entendia minha situação, era muito difícil mesmo se desvencilhar do pecado, mas que com força de vontade e uma boa direção espiritual e conseguiria vencer. Falei que ele tinha razão e ia me despedir quando ele me falou:
- A força de vontade e com você, mas na direção espiritual eu posso ajudar. Agora pela manhã ainda tenho duas missas para fazer, mas se quiser podemos conversar na parte da tarde. Sabe onde fica a casa paroquial? Passa lá por volta das 14 horas e conversamos sobre isso.
Fui pra casa contando as horas para chegar o momento, tive certeza que aquele padre estava a fim e que eu ia transar com ele. Ao chegar na casa paroquial ele me recebeu de bermuda e camiseta branca. Estava com uma feição tranquila e foi muito caloroso na recepção, me ofereceu um suco e me levou para a sala, perguntou então o que havia acontecido, e eu então segui com minha história:
- Padre eu pequei novamente, fiquei a sós com meu cunhado novamente e acabamos transando.
Ele me olhava calmamente e na mesma tranquilidade disse:
- Fique tranquilo meu filho, eu vou ajudar você. Me conte em detalhes o que vocês fizeram para acharmos um caminho.
Nessa hora percebi que ele estava a fim de putaria e inventei uma foda cheia de tesão, contando em detalhes como eu e meu suposto cunhado havíamos fudido. Deixei meu pau ficar duro de propósito e no meio da história pedia desculpas a ele por estar de pau duro, porque as lembranças me provocavam aquilo.
Ele falou que não tinha problemas, que aquilo era uma reação fisiológica do corpo e que pra eu ficar menos pior ele também havia ficado com o pau duro porque ele era humano como qualquer outro e o corpo reagia aos estímulos.
Olhei e um grande volume havia se formado em sua calça, ele percebeu que olhei e ficou levemente encabulado, então resolvi avança com a sedução;
- Nossa padre desculpa falar, mas com esse volume todo aí a sua ferramenta deve ser enorme, se você “usasse” as pessoas iam ficar admiradas com isso tudo aí.
Ele riu encabulado e resolveu ele me fazer uma confissão:
- Antes de entrar no seminário eu usei muito essa ferramenta, mas a missão me chamou e abdiquei dos prazeres carnais, mas a sua história me despertou isso novamente, por isso fiquei assim.
Meu pau estava ainda mais duro e ele fez uma observação:
- Você também tem um grande volume aí, e pelo jeito não está arrependido do pecado, o seu cunhado deve ter aproveitado muito o que você esconde aí.
Nessa hora eu já tinha conquistado o que queria, padre Edgar curtia e estava ali na minha frente. Abaixei minha calças e exibi a ele o meu cacete, um pau reto, grosso com seus 17 cm, a baba deixava a cabeça brilhando e me exibindo comecei uma leve punheta. Ele se aproximou começo a me punhetar, empurrei sua cabeça em direção ao meu cacete e le não se fez de rogado caiu de boca e mamou o meu caralho, eu gemia e acariciava sua cabeça enquanto ele engolia meu pau.
Ele tirou a sua camisa e pude ver que o seu peito também era peludinho, pelos grisalhos, um charme. Arrancou suas calças e cueca e um pau de uns 20 cm bem maior que o meu saltou pra fora, cabeça grande, rosa e também brilhante pela babinha que escorria. Cai de boca naquele pau, modéstia a parte sou bom na mamada e não demorou ele não conseguiu se segurar e encheu minha boca de leite. Pediu desculpas por ter gozado sem avisar e falei que só desculpava se ele também engolisse meu leite. Ele voltou a me mamar e eu também gozei em sua boca, uma gozada espetacular com muito leite que o padre bebeu tudo sem desperdiçar. Beijei sua boca, pude sentir o restinho do gosto de minha porra em seguida ele ressaltou que ninguém poderia saber o que aconteceu ali. Falei que era um segredo nosso mas que precisaria seguir com a direção espiritual dele e que para isso precisávamos nos ver outras vezes. Ele concordou e antes de sais nos despedimos com mais um beijo. Voltei para casa realizado com tudo que vivi com aquele padre.
Eu tbm tenho está rara por Padre será que é pecado, nunca tive a oportunidade de realizar mais espero poder um dia, conto delicioso o seu.
Delícia adorei