Perguntei se somente o marido tinha a exclusividade, ela já nos servindo o jantar no estilo prato feito, falou: “Veja bem Construtor, quem escolhe quem terá a exclusividade sou eu, afinal, eu sou a dona, a legítima dona desta bunda!” Falou isso, virando a bunda para mim, sorrindo gostoso a acariciando lentamente. Perguntei se poderia acaricia-la também, ela comentou: “Se prometer agradá-la bem, sim!” A puxei para junto de mim, a cheirei na bunda por cima do short jeans, o abaixei, a beijei na bunda, ela respirou fundo, a mordi, ela voltou a falar: “Desse jeito serei obrigada a te dar total exclusividade!” Abaixei mais seu short, ela estava sem calcinha, lambi o rego da sua bunda, cheirava a suor, mas, era um cheiro gostoso que misturava cheiro, aroma, suor e perfume do Boticário.
Terminamos de jantar, ela nos serviu goiabada em barras como sobremesas, lavamos juntos os pratos e talheres, fomos escovar nossos dentes e fomos dar umas voltas junto a um lago que ficava atrás do auto posto, e junto ao lago, nos abraçamos nos beijamos, falamos de esposa e marido. Passadas umas duas horas, voltamos para junto da sua carreta e foi quando, ela me convidou para subir na boleia do cavalinho. Subimos, deitamos na cama e já a puxei para cima de mim, tirando esse shortinho que ela está usando na foto. Ela veio para cima de mim, encaixado a sua enorme e carnuda boceta bem peluda na minha boca, que boceta enorme e muito carnuda com grandes lábios. A chupei muito, a lambi e a beijei na boceta e no cu, ela estava carente de carinhos orais na boceta e no seu cu, que se abria gostoso. Ela mexia, remexia, fodia a boceta com a minha boca e língua, que mulher verdadeiramente deliciosa e tesuda. Ela mexeu e remexeu a boceta com o grelo bem durinho na minha boca e gozou muito, gemendo, delirando, gritando gostoso, se tremendo toda, louca de prazer!
Sem parar de gozar, ela subiu no meu corpo, chupou meu pau com maestria, fazendo fortes sucções com a boca na cabeça e depois de chupá-lo muito, ela deslizou o corpo, se virou de frente para mim, segurou meu pau, o apertou no meio com força e sentou, que delícia! Ela sentou e o meu pau entrou, atolou, por inteiro na sua ensopada boceta e ela me cavalgou, que delícia de mulher e de boceta! Ela me cavalgava mexendo, remexendo, rebolando e requebrando os quadris, falando que eu era um homem muito gostoso e tesudo que fodia e beijava muito. Me cavalgando, ela me disse que fazia uns quinze dias que não fodia, que estava só na siririca, e assim mesmo, muito mal comida pelo marido que também por ser caminhoneiro, vivia cansado. Ela me fodeu o pau por uns quarenta minutos, se mostrando impressionada com a minha performance, que eu expliquei a ela que era graças ao Ciallis20mg que me dava duas horas.
Ela gozou mais duas vezes, subindo e descendo com a boceta no meu pau, friccionando e esfregando muito o grelo no meu cacete e foi quando saí com o cacete da sua enorme boceta de canal vaginal apertado, peguei o KY no bolso da minha bermuda, passei na cabeça do meu pau e na entrada do seu cu, ela urrou de tesão só de sentir meus dedos na entrada do seu rabo! Falando que há cinco anos que não dava o cu, que a última vez tinha sido no porto de Paranaguá-PR, ela ficou de cócoras, segurando com força o meu duro cacete bem no meio e foi sentando, que delícia! Foi sentando e falando que a irmã dela, de 38 anos, também casada com carreteiro é quem adorava dar o cu em postos de gasolinas nos pernoites, com colegas caminhoneiros, com a autorização do marido que curtia vê-la dando o cu para os colegas carreteiros e que ele até chupava os paus dos caras que comiam a irmã dela e que se a gente combinasse, poderíamos curtir com ela também! Ela me fodeu com o cu o meu pau por mais de uma hora, me cavalgando, quicando gostoso com o seu delicioso cu o meu cacete. Por causa dela, da bela e bunduda carreteira Valéria, de 40 anos de idade, fiquei naquele auto posto com ela, por três dias, a fodendo muito e em todas as minhas gozadas, só gozava na sua boca com ela engolindo toda a minha porra. Foram três dias de muitas fodas com bela e gostosa carreteira Valéria!
Conto muito bom!