Desço da camionete, me aproximo, ela corre, corro atrás, a seguro pelos cabelos por trás, a puxando pelo seu rabo de cavalo com força, ela grita: “Aiiii, está me machucando seu tarado!” A levo para o outro lado da camionete, a forço entrar, ela reluta, dou um forte tapa no seu rosto, ela volta a gritar: “Aiii, socorro, taradooo!” Dou um segundo tapa, ela se cala e começa a chorar, a lacrimejar. Entro no carro e vou em direção a saída para Valinhos-SP, e ao chegar próximo a um grande matagal, desço da camionete, dou a volta, abro a porta, a puxo novamente pelos cabelos pretos e lisos, a puxo para fora, a beijo, ela recusa, dou mais forte tapa em seu delicado e lindo rosto, ela cai no chão, na terra molhada. Ela grita falando que é noiva, eu não me importo! A obrigo ficar de joelhos, dou meu pau de 24 centímetros de comprimento por 12 centímetros de grossura, para ela chupar e grito o comando: “Nãoooo, morda sua cadela!”
Tremendo muito os lábios, ela abre a boca, abocanha meu cacete e o chupa e o suga. Ela molha meu pau com as suas lágrimas e soluçando de medo e pavor, ela de joelhos, me abraça pela minha bunda e passa a me chupar muito gostosamente, mesmo soluçando. Em meio a posse de um Leão (sou leonino) em cima da linda Gazela das Savanas Africanas Urbanas, que grita, berra, implora, para não matá-la, vejo em meio a aquela dominação do meu pau de 24 centímetros de comprimento por doze centímetros de grossura, com ele já a rasgando em sua deliciosa boceta de canal vaginal muito apertada e com a sua forte musculatura, vou rasgando as entranhas do seu canal vaginal, roçando e friccionando seu grelo, que em seu desespero para se desvencilhar de mim, percebo o tremor dos seus lábios, lindos, que ela, não é apenas mais uma linda Gazela que violento e devoro, mas, sim, a Gazela, que sempre procurei para saciar meus sórdidos, devassos e violentos desejos. Me inclino e a toco com meus lábios aos dela. Ela correspondeu, abriu os olhos, suas retinas adquiriramm um brilho de entrega, ela, a Carlinha, correspondeu me beijando, me chupando a língua com força e falando: "Por favor meu Senhor do Cimento Armado, não pare, continue, me rasgue com teu cacete, me destrua, sem dó, sem piedade, me torne uma fême do teu uso diário, me faça uma Gazela do teu violento domínio, mas, me dê toda a verdade do teu violento prazer!”
E mexendo, remexendo os quadris embaixo de mim, ela passa a pedir, a implorar, a suplicar: “Me bata, judie, me maltrate, mas, me faça unicamente tua, me transforme naquela que você usa, que te satisfaça, te realize e naquela que você descarta como um pedaço de “papel higiênico no cesto sujo!” E em meio ao pavor daquele momento, de ser torturada, ela se rendeu ao meu selvagem domínio, me beijando muito aboca, ela chupou com mais força a minha língua, me beijou como sempre sonhou beijar alguém na sua vida e fala: "Acho que o Senhor do Cimento Armado, agora é o meu novo dono e proprietário!' Nos beijamos e ela voltou a gozar com o licor branquinho da sua linda boceta, cobrindo o meu pau, minhas bolas e minhas virilhas. Me beijando, ela balbuciou: "Lamento informar ao Reino dos Animais Urbanos, de que não tenho mais noivo e sim, agora, pela primeira vez na vida, sinto ter um Dono! Nesse momento, pisando no seu rosto, o esfregando contra a terra molhada, gozo fartamente em sua boca, ela engole tudo, em seguida, mijo, urino muito em sua boca rosto e seios. Paramos às nove da noite, a levei para o meu apartamento, onde tomou seu banho e voltamos a trepar novamente até amanhecer o dia!
História excitante e perfeita!