SOZINHO EM CASA COM MEU PAI E SEU AMIGO NEGÃO



Depois de ter sido fodido deliciosamente pelo meu paizão pauzudo, eu dormi tranquilamente, sentindo meu corpinho todo relaxado. É claro que, ao acordar e lembrar de tudo o que aconteceu, eu fiquei preocupado e um pouco envergonhado. Acho que era um misto de culpa e receio do que poderia acontecer a partir daquele dia.
Todo esse medo, vergonha e culpa, se afastaram da minha mente, assim que entrei na cozinha e ele estava sorridente, cozinhando e fazendo um café delicioso para mim, que estava faminto, pois dormira demais e já passava do meio-dia.
Estranhei quando ele me deu um beijo de leve, e me perguntou se eu estava bem e pronto para mais.
Minha mãe estava viajando e aquele final de semana iria ser somente nosso, assim eu pensei, mas logo ele me disse que seu amigo Rafael, o negão forte e caminhoneiro, viria assistir o jogo com ele, por isso ele estava preparando uns petiscos e já tinha abastecido a geladeira com cerveja.
Nessa hora eu percebi que, talvez, o que fizemos na noite anterior não se repetiria, pelo menos não naquela tarde de sábado, ensolarada e quente.
— Vai lá tomar seu banho para ficar bem-disposto, que o paizão vai ficar aqui finalizando as coisas, daqui a pouco o Rafael aparece. Ele tá precisando espairecer, a mulher tá com criança pequena e está enchendo o saco dele. Ainda bem que você não vai ter de enfrentar isso. – Ele falou sorrindo, se aproximou de mim, me abraçou com aqueles braços fortes e peludos, me deu um selinho e escorregou sua mão para dentro do calção de meu pijama, tocando bem de leve meu cuzinho, massageando as preguinhas. Na hora senti meu corpo arrepiar e gemi bem manhoso:
— Ah papai! Delícia isso!
— Ele lambeu meu pescoço e pressionou mais o meu cuzinho. Depois me afastou rapidamente, como se tivesse levado um choque.
— Oh Tentação! Vai meu meninão do pai. Vai tomar seu banho e ficar bem cheirosinho, senão eu não consigo terminar as coisas por aqui. Depois a gente conversa melhor. – Ele disse isso me piscando o olho, e eu senti meu cuzinho piscar, sabendo que rolaria alguma coisa, talvez depois do Rafael ir embora.
Tomei um banho bem demorado e revigorante, fiz uma limpeza bem cuidada no cuzinho, passei um creminho perfumando pelo corpo, coloquei um short de malha bem confortável e que realçava minha bundinha saliente, e uma regatinha.
Verifiquei meu celular, respondi umas mensagens de amigos, fiz umas coisas em meu quarto e, depois disso, desci para a sala, já era quase quatorze horas. Encontrei meu pai largadão no sofá, sem camisa, com aquele tronco musculoso e peludo à mostra, e com uma latinha de cerveja na mão.
— Nossa! Até que enfim desceu, tá parecendo noiva quando vai se casar. - Ele disse sorrindo e batendo com a mão no sofá para que eu sentasse ao seu lado. Eu dei risada do jeitão dele dando uma ajeitada no pauzão, estava sem cueca, como sempre ficava quando estava em casa. Meu pai era um belo exemplar de macho rude.
Eu peguei a latinha de sua mão e dei um golinho na cerveja dele, que já estava acabando.
— Vou matar! – Eu disse virando a latinha na minha boca.
— Aproveita e vai lá buscar mais uma pra mim. Pode pegar uma pra você também, hoje você pode beber um pouquinho com seu paizão aqui. – Ele disse batendo a mão no peito.
— Será que eu aguento tomar uma inteira? Não tenho o costume de beber. - Eu disse sorrindo.
— Aguenta sim! É bom que você fica relaxado e soltinho. E depois, se ficar bêbado, você tá em casa com seu pai, eu cuido de você. – Voltei da cozinha e entreguei uma latinha na mão dele. Nessa hora ele me puxou e me fez sentar em sua coxa, como sempre fazia quando eu era moleque. Tomei um gole longo da minha latinha, e senti meu rosto aquecer. O efeito da bebida, em mim, era instantâneo.
— Dois goles de cerveja e eu já fico quentinho. Sou fraco para bebidas. - Eu disse sorrindo e passando a mão em volta do pescoço dele.
— Falta de costume. Com o tempo você aprende a beber. Se quiser, claro. O importante é aprender a ter domínio sobre o álcool. Você já tá um homenzinho, logo vai aprender.
— Já pensou se a mamãe ouve você me ensinando a beber?
— Sua mãe não precisa saber de nada que acontece entre nós dois, isso é entre pai e filho, é assunto só nosso. – Ele disse isso e deu um cheiro gostoso em meu pescoço, me fazendo arrepiar e virar mais um gole grande de cerveja na boca. Apenas gemi baixinho e senti a mão dele passando pelas minhas coxas. Ele falou baixinho em meu ouvido: “tá cheirosinho, meu neném”.
— O Senhor gosta?
— Gosto sim meninão do pai. Gosto muito! – Nessa hora sua mão começou a entrar pela perna de meu short e foi em direção ao meu pau que já estava duro. Ele apalpou e logo um dedo desceu em direção ao meu reguinho, me causando uns choquinhos de tesão. “Moleque safado. Já tá com o pauzinho duro só do pai tocar de leve”. – Ele falou, alisando mais o meu cuzinho.
— É difícil resistir, papai. Isso é muito bom! – Eu falei bem próximo de seu rosto e ele segurou meu queixo com a mão livre, deu um selinho na minha boca e passou a língua em meus lábios. Era a primeira vez que eu sentia a língua de meu pai, e eu abri a boca com fome e gula. Ele socou a língua em minha boca e me deu um beijo forte, quase bruto. Eu quase desmontei ali no colo daquele macho.
— Então não resista, meu neném. Só se entregue. – Ele falou isso, deu um gole na cerveja, levantou minha camiseta e começou a sugar meus peitinhos, me fazendo quase gritar de prazer. Ao mesmo tempo que sua língua lambia meus mamilos, ele mordia de leve e passava a barba, me arranhando e causando uma sensação muito boa.
— Ah Papai! Isso é muito gostoso! Faz mais. – Eu pedia quase num sussurro. Parecia uma gata miando baixinho. Nessa hora já sentia seu pauzão duro e grande, saindo pela lateral da bermuda. Levei minha mão até ele e comecei a apertar, fazendo papai gemer com o meu toque.
— Isso putinho! Amacia o pauzão do pai. – Eu continuei a alisar seu caralho e logo ele me pôs no sofá e ficou em pé, com o pauzão na minha cara, batendo de leve na lateral, me babando todo com o líquido que escorria, ele tinha o pau babão. ”Mama moleque! Sente o gosto do pau de teu pai”. - Ele me ordenou com seu vozeirão autoritário. Eu apenas abri a boca o máximo que eu podia e fui tentando engolir aquela estaca de nervos pulsante.
— Tá gostoso moleque! Tá mamando um caralho como uma profissional. Aprendeu bem com os machos da rua. Quem te ensinou fazer isso? – Ele perguntou, enquanto socava o pauzão em minha goela. Eu me afastei um pouquinho para respirar e tentei responder.
— Fico sem graça de falar, papai. - Eu disse entre uma lambida e outra.
— Não precisa falar. Eu sei que você anda com uns machos por aí. Até com mais de um ao mesmo tempo. – Mesmo estando muito excitado com tudo o que estava rolando, eu me assustei um pouco com aquela afirmação dele.
— Como o senhor sabe disso? – Eu consegui falar. Ele apenas socou o pauzão em minha boca, segurou nas laterais de minha cabeça e começou a foder, indo fundo em minha garganta.
— Naquele dia que você saiu à noite, eu fui atrás de você depois de um tempinho e vi você saindo da obra do colégio, com o policial e os vigias da obra. Fiquei imaginando aqueles machos te fodendo e até bati uma punheta pensando nisso. Você aguenta mais de um macho fodendo seu cuzinho, moleque? – Eu estava engasgado com o pauzão dele, mas vi que isso o excitava e dei um jeito de responder.
— Aguento sim papai. Gosto de sentir dois machos me fodendo. – Ao ouvir isso ele puxou minha cabeça com força e seu pauzão deslizou pra dentro de minha garganta, pulsando e soltando muito leite, enquanto ele urrava.
— Putinho safado! Veadinho gostoso do pai! Bebe meu leite, bebe! Sente o gosto do leite que te fez. – Eu engoli tudo e vi o tesão que meu pai sentia ao saber que mais de um macho me fodeu.
Assim que ele gozou a campainha da porta tocou e nós nos assustamos. Ele tirou o pau da minha boca e correu para o banheiro. “Vai lá abrir a porta que deve ser o Rafael. Eu vou me recompor ali no banheiro e já volto”.
Eu nem consegui responder, apenas ajeitei meu cabelo e minha roupa, como deu, e fui abrir a porta, sentindo minhas pernas bambas, meu pau ainda duro, e o cuzinho piscando de tesão.
— Oi Rafael, boa tarde! Entra aí cara! – Eu disse meio sem jeito e passando a mão nas bochechas para limpar a baba. O Rafael me olhou com uma cara estranha, como se tivesse percebido algo, sentido o clima do ambiente.
Olhei bem para aquele negão gostoso e massudo, com um corpão de macho trabalhador braçal. Ele me abraçou apertado. Eu senti seu cheiro gostoso. Eu estava tão excitado que colei meu corpinho no seu.
— E aí moleque, cadê teu pai? Já tá vendo o jogo? – Ele me perguntou, ainda me apertando entre seus braços.
— Ai tio! Assim você me quebra. Ainda não começou o jogo não. Papai tá no banheiro. – Eu respondi tentando soar natural.
— Quebro nada, molecão! Você é um machinho forte. Aguenta muita coisa. – Ele disse isso sorrindo, desceu a mão até minha bunda e deu uma palmadinha. Me deixando ainda mais excitado.
Não sei se era a culpa, mas eu tinha a impressão de que ele tinha sacado tudo o que estava rolando ali naquela sala, antes dele chegar.
Meu pai logo voltou do banheiro, com umas latinhas na mão, me deu uma e entregou outra ao Rafael. Os dois ficaram dando risadas e falando bobagens sobre os times, e eu meio desligado, só pensando no tesão que estava sentindo. Queria ter gozado junto com meu pai, mas não deu tempo, e olhar para aqueles dois machos ali no sofá, falando sobre futebol, estava me matando de desejo. Não conseguia parar de olhar para as pernas do Rafael, e o seu pacotão, ele percebeu e acho que meu pai também, pois de vez em quando eu o via mexendo no pau, que parecia já estar meia bomba novamente.
Depois de um tempinho, já com o jogo rolando na tela, meu pai me olhou, e olhou para o Rafael que também estava meio alegrinho e foi até a cozinha, com a desculpa de pegar mais cerveja.
Eu já estava na terceira latinha e sabia que não podia beber mais, senão iria cair e dormir, e não era isso que eu queria.
Assim que meu pai saiu eu olhei bem para o meio das pernas do Rafael e percebi que seu pau estava duro, fazendo volume. Ele percebeu meu olhar, deu uma ajeitada bem descarada no caralhão, daquelas que aperta e mostra o volume para o outro e falou com uma cara cínica:
— E aí meninão, tá tudo bem? A cerveja tá fazendo efeito?
— Tá tudo bem sim. Fez efeito sim. Tô me sentindo facinho. – Eu disse sorrindo e, só então, me dei conta do que tinha falado.
— Facinho, é? Cuidado então! – Ele retribuiu o sorriso e segurou o pau duro, apontando-o para mim. Eu fiquei vermelho e excitado ao mesmo tempo. “Precisa de cuidado não. Estou de boa em casa e protegido”. – Ele piscou o olho pra mim. Lambeu os lábios, e logo meu pai entrou com duas latinhas na mão, ofereceu uma para o Rafael que recusou, falando:
— Uma caipirinha cairia bem, agora. Né Tonico? Tem cachaça aí? - Ele disse, se levantando do sofá. Meu pai olhou para o volumão na bermuda do amigo. Lógico que ele sacou que alguma coisa estava acontecendo na sala, antes dele voltar.
— Tem sim amigão. Você já é de casa. Vai lá na cozinha fazer. O Victor te ajuda, enquanto eu fico aqui vendo o jogo. – Eu me levantei e fui te encontro ao Rafael que passou a mão em meus ombros, me pondo na frente dele e fomos em direção à cozinha.
— Vem cá molecão! Vem ajudar o tio. - Enquanto andávamos ele passava a mão em minha bunda, por cima do short.
Assim que entramos na cozinha ele abriu o armário e pegou a garrafa de cachaça e o kit para fazer a bebida. Eu abri a geladeira e me curvei para pegar limões na gaveta. Nessa hora ele veio por trás, segurou em minha cintura e ficou roçando o pauzão em minha bunda, enquanto falava baixinho:
— Quer dizer que você fica facinho quando bebe, é moleque? – Ele perguntou, enquanto roçava aquele caralhão em meu rabo. Eu fechei a geladeira e me curvei na bancada. Empinei bem a bundinha e respondi manhoso:
— Fico muito facinho, tio! Cê nem imagina o quanto. – Ele apertou minha bunda com uma mão, enquanto puxava meu short pra baixo, deixando-a à mostra.
— Putinho gostoso! Bem que eu vi você manjando o meu pau o tempo todo. Curte rola no cuzinho, é? – Ele disse já passando o dedo grosso e áspero em minhas preguinhas, me fazendo arrepiar.
— Curto muito, tio! Me deixa ver o seu pauzão, deixa. – Eu falei já com a mão em sua braguilha. A cerveja com certeza estava fazendo efeito, me deixando mais puto do que o habitual. Ele deu uma olhada em direção à sala, observando o movimento do meu pai, e logo abriu o zíper, pondo o cacetão pra fora. Eu quase perdi o fôlego, era o maior pau que eu já tinha visto, parecia aqueles atores pornôs, exagerados. Um pauzão com um formato de foguete, fino na cabeça e muito grosso na base.
Eu não resisti, me abaixei e dei uma cheirada naquele pauzão, sentindo o aroma de macho que emanava dele. Em seguida comecei a lamber aquele caralho que já babava muito. O Rafael gemeu forte e segurou minha cabeça, empurrando aquela estaca preta para dentro de minha boquinha delicada.
— Putinho gostoso! Sente o pauzão do tio. Pena que não dá para te foder aqui. Teu pai tá lá na sala. Eu tô com muito tesão acumulado. Vamos marcar pra o tio te foder bem gostoso. – Ele dizia isso e segurava minha cabeça, seu desejo parecia ser maior do que o seu receio.
— Pra quê deixar pra matar esse tesão depois, amigão? – Ouvi a voz de meu pai bem ao nosso lado e estremeci. Rafael soltou minha cabeça e tentou guardar o pau na bermuda, enquanto gaguejava:
— Tonico, eu, eu, eu... – Ele tentava encontrar a palavra para falar. Eu olhei para meu pai e vi ele ajeitando o seu pauzão, que também estava duro, dentro de sua bermuda.
— Relaxa Rafael! Pra que deixar esse tesão acumulado? Vamos foder o moleque, ele tá doido pra levar rola. Melhor levar rola em casa do que na rua, com estranhos. – Nessa hora eu abri ainda mais os olhos, assustado com o que eu ouvia. Ainda ajoelhado no chão da cozinha eu vi meu pai botar seu pauzão pra fora e ordenar:
— Mama putinho! Se você gosta de rola aqui tem duas pra você.
— Tem certeza Tonico? – O Rafael conseguiu, enfim, falar.
— Claro que sim amigão! Você nem começou a fazer a caipirinha. A gente já dividiu tanta coisa nessas estradas. Por que não dividir o rabo de meu moleque, que está doido pra ser arrombado? Vamos foder esse putinho juntos. – Meu pai disse isso, entregou uma latinha de cerveja para o Rafael, e logo eu estava me revezando entre aquelas duas varas grandes e grossas, uma clara e outra muito escura, ambas prontas para estourar o meu cuzinho. Depois de mamar um pouco, e já sentindo meus joelhos doerem, meu pai me levantou e me puxou em direção ao quarto dele. “Vamos pra minha cama que é grande, lá é mais confortável para o moleque”.
— Só um minutinho. – Eu disse, entrando no meu quarto, enquanto eles seguiram para o quarto do casal. Eu peguei uns sachês de gel e fui em seguida. Entrei no quarto e já encontrei aqueles dois machos grandes e musculosos, nus, um de cada lado da cama. Eu arranquei minha roupa fora e joguei os sachês de gel ao lado da cama.
— Já veio preparado, né putinho? Veja só amigão; eu com um putinho em casa e passando fome, enquanto ele alimenta os machos da rua. – Falou meu pai, piscando o olho para o Rafael, que sorriu. Eu subi na cama. Meu pai me puxou e me pôs de quatro bem na beirada da cama. Minha bunda ficou bem exposta e meu cuzinho aberto.
— Que bunda linda que tem esse moleque, Tonico. Olha que cuzinho gostoso, apertadinho. – Disse o Rafael se abaixando e metendo a língua em meu buraquinho, me fazendo gemer.
— Isso porque já levou rola ontem à noite. O putinho tem muita fome no rabo. – Meu pai respondeu e eu senti o Rafael passando a rola quente em meu rabinho, forçando a cabeça na entrada, ele parecia ter fome de cu.
— Passa o gel. - Eu gemi baixinho, louco para ser logo enrabado. Meu pai rasgou um envelopinho de gel e começou a espalhar em meu cuzinho, metendo um pouco dentro, com os dedos grossos. Eu só gemia, sentindo aquela sensação gostosa.
— Eu vou abrir o caminho. Teu pau é muito grande e grosso, vai machucar meu moleque. – Disse meu pai, puxando a minha bunda na direção de seu caralho. Eu abri as bandas de minha bunda com as duas mãos e logo senti a cabeçona do caralho me afastando as pregas, buscando espaço em meu cuzinho.
— Ah, meu cu! Tá me rasgando, papai! – Eu gemia manhoso, enquanto o pau deslizava pra dentro.
— Eu sei que você gosta, putinho. Tá fazendo manha, mas gosta de rola no cuzinho. Quem vai te rasgar é o pau de jumento do Rafael. - Ele socou o pau até o fundo de meu rabo e fez alguns movimentos de vaivém, me fazendo arrepiar, e molhar a cabeça de meu pau, duro de tesão. Meteu mais um pouco e fez sinal para o Rafael que tomou o lugar dele.
Meu pai subiu na cama, ficou na minha frente, socou o pau na minha boca, abriu as bandas de minha bunda com as mãos e falou com uma voz de tarado:
— Mete amigão! Fode meu putinho! – Eu senti aquele caralho quente encostar na portinha e logo a cabeça estava dentro, já que era bem mais fina que o corpo do pau, mas, conforme o Rafael foi empurrando, eu me senti sendo rasgado e comecei a gemer alto, sentindo a invasão me alargando. Ele segurou firme em minha cintura e deu um último tranco, encostando os pentelhos em minhas nádegas. Eu estava totalmente empalado. Dei um gritinho de dor e apertei as coxas de meu pai, enquanto sentia seu pau crescendo em minha boca. Ele estava delirando só de ver o pau do amigo me arrombando o cu.
— Ah caralho! Tá doendo tio! Espera um pouquinho! Meu cu tá ardendo muito. - Eu pedi quase em desespero, embora a sensação que sentia fosse maravilhosa. Ele atendeu ao meu pedido e logo eu me senti mais relaxado e uma vontade grande de ser fodido me acometeu. Dei uma rebolada na bunda e ele entendeu o recado. Tirou o pau quase todo de meu cuzinho e meteu novamente. Fez isso umas três vezes e eu não aguentei de tanto tesão. Pedi quase uivando que nem uma cadelinha:
— Fode tio! Arromba meu cuzinho! – Ele olhou para meu pai que apenas balançou a cabeça afirmativamente e ele detonou o meu cuzinho. Segurava em minha cintura e metia forte, enquanto eu gemia e quase gritava me sentindo rasgado e arrombado.
— Mete amigão! Arromba meu putinho com esse teu pau de jumento. – Meu pai falava, enquanto batia uma punheta gostosa em seu pauzão.
— Tô metendo parceiro! Tô estourando o cu de teu moleque. Esse putinho é muito gostoso. Eu não vou aguentar muito, estou quase gozando.
— Goza tio! Enche meu cuzinho de leite. – Eu pedi isso quase chorando de prazer. Meu pau estava jorrando porra, enquanto eu era arrombado. Rafael sentiu meu cu piscando em seu pau e gozou, urrando feito um bicho. Meu pai esperou ele tirar o pau de dentro, apontou o seu na direção de meu cu todo arregaçado e deu um banho de leite em minhas preguinhas destroçadas, empurrando o pau pra dentro logo a seguir.


Caímos os três na cama espaçosa de meus pais e, enquanto recuperávamos nossa respiração, ouvimos vários fogos de artifício na rua, acho que o jogo estava chegando ao fim.


****

Mais uma aventura desse putinho, nessa jornada de descobertas sexuais.
Vote e comente! Gosto de ouvir meus leitores para saber se devo continuar com a história e onde posso melhorar.
Abraços a todos e obrigado pelo apoio de sempre.


Conto registrado no Escritório de Artes e protegido pela Lei 9.610 de 1998. Não pode ser reproduzido ou divulgado sem autorização do autor. PLÁGIO É CRIME PASSÍVEL DE PENA.

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Comentários


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engmen Comentou em 05/04/2025

Poder diversificar é ampliar as formas de prazer. Excitação de sobra. Outro conto delicioso.

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wqam19 Comentou em 05/04/2025

Delícia de conto, continua estou amando 😋

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gostodafruta Comentou em 05/04/2025

Delícia ser usado e abusado por dois machos pirocudos, só faltou uma DP pra fechar com chave de ouro, ou melhor arrombar arregaçar arreganhar de vez esse cuzinho gostoso guloso e deixar recheado de muita porra quentinha cremosa ...

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ksn57 Comentou em 05/04/2025

Votado ! Delicia de conto, será que vai aguentar uma DP do Pai e seu Amigão, este puto ?




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Ficha do conto

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Nome do conto:
SOZINHO EM CASA COM MEU PAI E SEU AMIGO NEGÃO

Codigo do conto:
232596

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
05/04/2025

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8

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