Enquanto eu pensava, Ricardo se aproveitava do rabinho da minha esposa e ela fazia cara de prazer. Perguntei a ela o que estava acontecendo e ela falou:
--"ele tá com o dedo no meu cuzinho, amor"
-"pô, Ricardo, você não tá satisfeito?", falei tentando me impor
>>"eu gozei mas não meti, quero gozar metendo"
-"pode esquecer, não vai comer o cu da minha esposa aqui não"
>>"ei sei, Alex, tô só brincando com ela. Eu quero comer essa bucetinha deliciosa"
--"eu tô cheia de leitinho do meu marido, seu safado"
>>"por mim tudo bem, deixa eu colocar o cavalão só um pouquinho"
Aninha riu pra mim querendo deixar e eu fiz uma cara de quem diz: "não tem jeito, né?"
--"pega o condicionador, amor"
Peguei o creme e dei pro meu primo, ele passou na base da pica mas acho que nem precisava, minha gala serviria como lubrificante. Continuei de frente pra ela, que se apoiou em mim e empinou ainda mais a bunda pro meu primo. Ele enfiou a jeba na buceta da minha esposa e começou o vai e vem, e logo o púbis dele estava batendo nas nádegas dela e fazendo barulho de palmas. Aninha estava com o rosto colado no meu peito, gemendo de prazer, mandando meu primo meter gostoso nela, e Ricardo metia com vigor, e eu que havia gozado a pouco, não estava com o tesão a flor da pele, então a razão falava mais alto e eu ficava imaginando como eu tinha chegado neste ponto de permitir que meu primo comesse minha esposa na hora que quisesse. Não tinha o que fazer, só me restava aguardar ele gozar pra terminarmos de tomar o banho.
E assim foi, ele metia chamando-a de puta, dando tapas na bunda dela, e ela gemia de prazer mandando ele enfiar a pica na buceta toda gozada, e logo minha esposa gozou e ele acelerou ainda mais a metida gozando dentro dela. Os dois estavam respirando fundo, sorridentes pela gozada. Nessa hora meu pau já estava duro também, e quando meu primo tirou a pica de dentro da minha esposa e foi lavar no chuveiro ao meu lado, vi o pau dele lambuzado de porra. Aninha sorriu pra mim dizendo que não aguentava mais dar e nos beijamos, chamei-a de safada e ela falou que estava sentindo a priquita cheia de gala. Passei a mão na buceta dela e senti a gala descendo pelas pernas, ela olhou pra baixo e sorriu. Minha ereção acusava que eu tinha gostado da transa dos dois, e enfim terminamos o banho e fomos colocar nossas roupas. Fomos todos pra minha casa e enquanto Aninha terminava o almoço, Ricardo ajudou passando as roupas que restavam. A tarde saí com minha esposa pra entregar as roupas aos clientes, foi quando perguntei se ela já tinha transado muitas vezes na cama do meu primo.
--"como assim? Quando eu transei com ele lá eu te falei"
-"tudo bem, foi só curiosidade, por que do jeito que você falou quando a gente estava transando lá, pareceu que foram várias vezes"
--"não, amor, eu não sei quantas vezes transei lá com ele, mas teve outras vezes que a gente ficou sem transar"
-"ahh sim, entendi, quando rolava uma chupadinha, essas coisas né?"
--"Alê, acho que você tá com ciúmes. Vamos entregar as roupas e a gente conversa isso em casa, pode ser?"
Concordei e mudamos de assunto, mas eu fiquei refletindo e não valia a pena continuar o assunto. Não tinha nada que eles fizeram que eu não soubesse, e se tudo aconteceu foi por que eu concordei, então não tinha o que reclamar. O restante do dia correu normalmente, meu tio chegou mais tarde e foi tomar café conosco, ele estava cheio de tesão na minha esposa, contando os dias pra tê-la em seus braços. Aninha ficou sentada no colo dele, aceitando as provocações e passadas de mão, e quando eu fui na cozinha levar os copos, olhei na sala e vi os dois se beijando e pensei: 'como pode ter tanta disposição? de manhã deu pra mim e pro meu primo e agora tá cheia de tesão beijando meu tio'.
Quando ele foi embora, deitei no sofá com minha esposa e falei isso com ela, que ela estava insaciável, sentada no colo e beijando meu tio, e ela riu dizendo que não:
--"que nada, amor, eu fiquei assim por que ele gosta, mas eu tô cansada, não é qualquer mulher que aguenta fazer o que eu fiz hoje não, viu?"
-"falando assim parece até que nem gosta"
--"eu gosto mas essas últimas semanas tá demais, o bom é pra você que sente prazer olhando, aí não cansa nada"
-"eu gosto de fazer também, ficar só olhando não dá não"
--"ei sei, e você fez muito gostoso, adorei a brincadeira na cama dele"
-"você fez tanta propaganda daquela cama, né? Tive que ir lá pra saber como meu primo come a minha esposa"
--"e você adorou, né safado? Antes ficava só imaginando"
-"eu fiquei foi com vergonha naquela hora que a gente se beijou com o pau dele no meio"
--"nossa, que tesão que eu senti, não sei onde me deu essa vontade de ver você chupando ele junto comigo"
-"começou com meu tio, né? E toda hora você inventa uma safadeza diferente"
--"foi tão gostoso, amor. Eu queria que você sentisse a mesma coisa que eu sinto"
-"eu fiquei imaginando o que tava passando pela cabeça dele naquela hora"
--"se for a cabeça de baixo, ela ficou passando nas nossas bocas, e eu acho que ele gostou", ela falou sorrindo.
-"safada, só você mesma pra gostar dessas brincadeiras"
--"ai, amor, nem me fala, minhas amigas só reclamam de homem, um tem pinto pequeno, outro é ignorante, e eu tenho três machos lindos e que me comem gostoso toda vez", falou sorrindo pra mim.
-"se elas soubessem o que acontece aqui primeiro iriam te chamar de puta, depois iriam querer estar no seu lugar"
--"e ía sobrar pra você, é por isso que nem trago elas aqui, falo que seu tio é chato com visitas"
-"ele ia acabar comendo elas, isso sim"
--"tem isso também, e eu não quero dividir nenhum de vocês três"
-"ah é né, e eu tenho que dividir você"
--"mas eu tô sempre pronta pra você, eles que tem que esperar"
-"tá bom, então eu vou querer no sábado a noite"
--"aí não, né amor, a gente já combinou com seu tio, mas até de tarde eu te dou se você quiser"
-"tô brincando, vou deixar você pegando fogo pra ele. Não vou fazer nada com você até lá, e você me promete que não vai fazer nada com o Ricardo também"
--"tá bom, eu preciso descansar um pouquinho mesmo, mas você sabe que ele vai ficar perturbando, né?"
-"sei, e você adora quando ele te perturba"
--"eu gosto, amor, ele me abraça e eu fico sentindo ele doidinho por mim, e quando eu não dou confiança ele tira o cavalão do short e fica colocando minha mão nele, as vezes eu não aguento e aí já viu né"
-"já tá me deixando de pau duro com esse papo"
--"eu sei que você gosta, só de lembrar eu fico com vontade também"
-"safada, se segura dois dias então, quero ver se você não vai fazer nada mesmo"
E essa foi a conversa que tivemos na quinta feira. Na sexta fui trabalhar com meu tio e não tive nenhuma novidade da minha esposa e meu primo, e no sábado pela manhã meu tio veio na minha casa tomar café e o Ricardo veio só pro almoço. Pela forma que minha esposa e meu tio se abraçavam no café eu percebi que os dois estavam cheios de tesão, não vendo a hora de chegar a noite. Durante a tarde ficamos em casa, e a noite meu tio pediu pizza e comemos na casa dele.
Aninha tomou banho e veio pro quarto se arrumar, tirou a toalha e eu fiquei admirando ela peladinha, pronta pra passar a noite com meu tio. Ela colocou uma calcinha sexy, enfiada no rabo, e um cropped com um mini short jeans que deixava a polpa da bunda a mostra. Enquanto ela arrumava o cabelo e se produzia, fui tomar meu banho e a pica já ficou dura só de imaginar meu tio tirando aquela calcinha dela.
Fomos lá comer a pizza e depois ficamos na sala conversando e ele colocou minha esposa em seu colo, e o tempo todo os dois ficaram como namorados, dando beijinhos enquanto conversávamos. Ricardo não escondia a inveja, e ficava provocando, dizendo que ainda dava tempo dela desistir e ficar com ele, e depois reclamou que nunca teve a oportunidade de passar uma noite com minha esposa, e meu tio rapidamente respondeu:
>"você passa todos os dias com ela, seu cara de pau, e não vem me atrapalhar hoje não, senão a chinela vai cantar"
Apesar da aparente disputa dos dois pela minha esposa, o que teoricamente seria uma situação constrangedora pra mim, estava um clima tranquilo de brincadeiras, então ficamos assim até que combinamos de voltar pra casa e esperar pelo meu tio. Ficamos em casa deitados na cama, falei pra ela que eu tava cheio de tesão imaginando como ele iria tirar a calcinha dela, e ela me falou que depois me contaria tudo. Passados alguns minutos meu tio apareceu na nossa casa e levou a minha esposa.
Não tinha mais nada pra eu fazer, assisti um pouco de TV e fui deitar no quarto. Fiquei ali pensando na vida e de repente ouvi um barulho de gente entrando em casa. Antes que eu levantasse da cama o Ricardo chegou na porta do quarto e perguntou:
>>"Alex, posso ficar aqui com você? Os dois estão fazendo barulho no quarto e eu não tô aguentando mais de tesão"
-"porra, que notícia hein? Eu tava aqui imaginando o que os dois estão fazendo, deita aí"
Ricardo tirou a roupa ficando só de cuecas assim como eu estava e deitou do meu lado. Ficamos deitados de barriga pra cima conversando sobre as brincadeiras sexuais que estávamos fazendo ultimamente, e nós dois ficamos com a piroca dura. Ricardo tirou o pau da cueca e ficou massageando, falando do tesão que tava sentindo. Eu olhava pra pica e imaginava ele comendo a minha esposa, e apesar do tesão que eu estava sentindo, achei que era melhor parar de ficar manjando a pica dele e ir dormir. Me deitei de costas pra cima, com o rosto virado pra parede. Alguns segundos depois Ricardo falou:
>>"Alex, vou tirar a cueca, eu gosto de dormir pelado"
-"tudo bem, tá calor mesmo"
Assim que se ajeitou na cama, ele colocou a mão nas minhas costas e eu perguntei:
-"que foi?"
>>"nada, pode não?"
-"pode, só achei estranho"
Ficamos deitados assim por alguns minutos, eu não peguei no sono, fiquei tenso com a mão dele nas minhas costas, mas fiquei quieto. De repente senti a mão dele descendo e repousando na minha bunda. Continuei imóvel, até que a mão desceu mais um pouco e os dedos foram tateando o meu reguinho por cima da cueca. Meu coração disparou e eu mexi meu quadril sem tirar a mão dele e o chamei:
-"Ricardo"
>>"oi"
-"que porra é essa?"
>>"tira a cueca também, vamos dormir pelados”
Virei meu rosto pra ele e perguntei:
-“até parece que você quer dormir, né? Para com isso”
Ricardo pegou na borda da cueca e foi empurrando pra baixo e falou:
>>”vai, deixa de frescura, qual o problema ficar pelado?"
Ao invés de impedir, eu levantei o quadril facilitando. Ele se ajoelhou no colchão, de frente pra mim pra baixar a minha cueca com as duas mãos, e a pica ereta dele ficou apontada na minha direção. Eu senti que poderia pedir pra ele parar a hora que eu quisesse, então deixei pra ver até onde ele iria. Quando ele baixou ate o joelho eu mesmo terminei de tirar. Ele subiu as mãos passando na parte de trás da minha coxa e chegando na bunda, e falou:
>>”você tem uma bunda bonita mesmo, posso passar a mão?”
-"você já tá passando, né? Tira a mão daí"
>>"deixa só um pouco, finge que voce ta dormindo, igual você fez com o garoto lá"
-"difícil com essa tora apontada pra mim"
Ricardo deu um sorriso e respondeu:
>>"vai, fecha o olho"
Fechei o olho e ele ficou passando a mão na minha bunda e falou:
>>"você tá tenso, relaxa um pouco"
-"eu fiquei de pau duro também"
Ricardo dobrou um travesseiro e me entregou.
>>"coloca por baixo da barriga, vê se melhora"
Coloquei o travesseiro e ajeitei a piroca, ficou melhor mesmo, e minha bunda ficou ainda mais empinada. A pica dele apontava pro meu rosto. Quando fechei os olhos novamente ele passou a mão nas minhas costas e desceu novamente pra bunda. Tentei ficar relaxado, como ele pediu, e a mão dele foi logo se aproximando do reguinho e ele passou o dedo de leve bem na entradinha do cu. Senti um calafrio e cheguei a mexer o quadril. Ele percebeu e perguntou:
>>"você sente alguma coisa quando eu passo a mão assim?"
-"to sentindo calafrio no corpo todo, nunca ninguém encostou em mim assim"
>>"igual eu senti quando você pegou no cavalão"
Eu abri os olhos e vi a pica dele ainda mais perto de mim. Ele se aproximou mais enquanto eu estava de olhos fechados. Senti que ele queria que eu fizesse algo, mas eu quis me sentir no comando. Virei meu rosto pra cima pra falar com ele, fingindo que não estava notando aquela pica enorme perto do meu rosto e provoquei:
-"eu não peguei, você que ficou passando ele na minha boca"
>>"pega nele um pouco então, deixa eu sentir esse calafrio também"
Peguei no pau dele sem muita cerimônia, senti a dureza e a temperatura e falei:
-"você tava premeditando tudo, né?"
>>"nada, cara, tô com muito tesão, só isso"
-"cuidado pra não gozar no lençol, a Aninha vai perceber"
>>"tudo bem, fecha o olho de novo"
Fechei os olhos e fiquei segurando a pica dele enquanto ele passava a mão na minha bunda. Senti que ele se ajeitou novamente, chegando ainda mais perto, e perguntou:
>>"posso encostar ele no seu rosto?"
-"pode"
Eu sabia o que ele queria, e deixei rolar, eu já estava alucinado de tesão com tudo que tava acontecendo. Ele começou passando a pica na minha bochecha e eu mesmo virei o rosto e ele ficou passando a cabeça nos meus lábios. Abri um pouco a boca e deixei entrar um pouco e fiquei chupando como um sorvete, ao mesmo tempo punhetava ele de leve, e ele falou:
>>"que delícia, primo, abre a boca"
Abri a boca e a cabeça entrou toda, tentei chupar como dava, ele não estava forçando nada. Enquanto isso ele ficou dedilhando meu cu e começou a enfiar o dedo. Senti uma sensação estranha, não sei se era bom ou ruim, mas deixei acontecer pra ver como era. O dedo foi entrando cada vez mais e foi me incomodando, então eu parei de chupar e dei uma desculpa:
-"assim tá doendo um pouco"
>>"você tem gel?"
-"não, Ricardo, não precisa enfiar o dedo em mim"
>>"com gel fica bom, se você não gostar eu paro, prometo"
Não quis ficar discutindo. Se ele enfiasse demais eu pediria pra parar, então falei:
-"ta na gaveta da cômoda"
Ele foi lá, pegou o creme e voltou na mesma posição. Olhei meu primo andando com a pica em riste e fiquei imaginando a loucura que eu tava fazendo, e logo ele voltou ajoelhando na cama com a pica na frente do meu rosto. Peguei na pica dele, punhetei um pouco e falei:
-"que loucura, Ricardo, como é que eu vou falar isso pra Aninha?"
>>"ela gosta, Alex, se você falar ela vai gostar"
-"pior que é verdade, ela já me falou isso"
Ele sorriu e passou o gel KY no dedo e passou na entrada do meu rabinho. Senti o gelado do gel e logo senti o dedo dele entrando um pouco, então ele empurrou a pica na direção da minha boca e pediu:
>>"chupa, primo, deixa eu sentir sua boca"
Coloquei o pau dele na boca e comecei a chupar, sentindo o dedo dele entrando e saindo devagar de dentro de mim, e comecei a sentir uma sensação gostosa, e conforme ele mexia o dedo eu ficava mais excitado, e acabei até mexendo a bunda. Ele reparou e pediu:
>>"isso, rebola no meu dedo, primo"
-"para, tá me deixando com vergonha"
>>"tá muito gostoso, quero gozar na sua boca"
-"não, aí é demais"
>>"então deixa eu brincar um pouquinho aqui atrás"
Eu fiquei em silêncio e ele foi por trás de mim. Senti a pica dele passando pelo meu reguinho e senti mais um calafrio. Ele pegou na minha bunda e abriu as nádegas, ficou passando a cabeça da pica na entradinha do cu e começou a forçar, eu senti a pressão e falei:
-"para com isso, não vai entrar"
>>"eu sei, tô só brincando"
Ricardo passou o gel novamente e foi forçando um dedo, senti entrar com mais facilidade por causa do gel. Ele tirou o dedo e voltou a pressionar a cabeça da pica e eu falei:
-"para, vai doer"
>>"você vai gostar, acredita em mim"
Eu estava curioso pra saber como era e deixei. De repente senti meu cu se abrindo e a cabeça entrando. Senti uma dor na hora e reclamei:
-" tá doendo, tira"
>>"calma, vou ficar quietinho aqui”
Senti ele passando mais gel no meu cu e começou a tirar e enfiar devagar. Fiquei em silêncio franzindo a testa de dor, até que não aguentei mais e falei:
-"tá doendo, você já enfiou quanto?"
>>"acho que foi metade. Vira de lado, vamos ficar de conchinha"
Fui me virando e ele foi acompanhando, ficamos deitados de lado na cama, ele atrás de mim com a pica enfiada no meu cu. Meu pau tinha amolecido um pouco pela dor que eu estava sentindo, e ele pegou no meu pau e começou a mexer e falou:
>>”vou ficar quietinho aqui, tá bom?”
-“tá”, respondi sentindo meu pau crescer na mão dele.
Apesar da dor, comecei a gostar dele me punhetando. Ele colou seu corpo nas minhas costas e deu um beijo na minha nuca. Senti mais um calafrio, não esperava por isso, e ele falou:
>>”que delícia, primo, rebola um pouquinho, vai”
Enquanto ele me punhetava eu rebolei da forma que dava e senti ele empurrando a pica e entrando ainda mais, então ele começou um vai e vem lento que foi ganhando velocidade, eu dei um gemido baixo de dor mas não sei como comecei a sentir prazer. Peguei na mão dele que estava me punhetando e fiquei fazendo o movimento junto com ele, então senti a língua e os dentes dele no lóbulo da minha orelha, e ele falou:
>>”que cu quentinho e apertado, posso gozar nele?”
-“pode”
>>“rebola a bunda na minha pica pra eu gozar dentro de você, primo”
Eu comecei a mexer o quadril e ele soltou minha pica, ficou segurando na lateral da minha cintura e foi enfiando rápido, doeu mais um pouco, e eu senti o pau dele pulsando, e de repente ele começou a urrar dizendo que estava gozando. Eu senti um calor invadindo meu ânus, e ele foi diminuindo a velocidade até parar, e me abraçou respirando fundo. Esperei ele respirar um pouco e perguntei:
-“tá satisfeito?”
>>”que delícia, primo, agora é a sua vez”
E ao dizer isso pegou meu pau novamente, que continuava duro, e começou a punhetar. Eu estava num misto de sensações novas, com o pau dele ainda dentro de mim, e sendo punhetado por ele. Senti ele beijar meu pescoço novamente e eu comecei a respirar mais fundo enquanto ele me punhetava e falava várias coisas próximo da minha nuca:
>>“quero ver você gozando gostoso, primo. Que piroca dura, gostou de dar o cuzinho pra mim?”
-“gostei, seu safado, você vai acabar me fazendo gostar de dar”
>>”quero comer de novo esse cuzinho apertado, adorei meter em você”
Ele falava e passava a língua na minha orelha, mordia, eu já estava esticando o pescoço pra facilitar, até que senti que ia gozar e falei:
-“vou gozar, primo, puta que pariu, que delícia”
>>”goza comigo batendo punheta pra você, gostoso”
Comecei a urrar de prazer e gozei em cima da cama, foi gala até na parede ao lado da cama. Meu primo continuou segurando meu pau e mexendo devagar, até que eu relaxei e ele soltou minha pica que já estava amolecendo e falou:
>>”tá satisfeito também?”
-“caramba, que loucura, gozei na cama toda”
>>”foi gostoso então?”
-“que vergonha. Foi gostoso sim, mas você me arrombou, desgramado”
>>”o importante é que você gostou. Vamos tomar banho”
Só então ele foi tirando a pica mole de dentro de mim e se levantou. Joguei o lençol sujo no chão e peguei uma toalha pra ele no guarda roupas e fomos. Ele entrou no box e ligou o chuveiro, eu lembrei que Aninha ia pro vaso depois do sexo anal, e fiz o mesmo. Fiz um pouco de força e senti o líquido descendo do meu cu. Enquanto isso ele tomava banho e eu fiquei pensando em como deixei chegar a esse ponto. Senti que não ia descer mais nada, me lavei e fui pro chuveiro com ele.
Já tinha tomado banho com ele outras vezes, mas esse era diferente. Entrei no box e dei um sorriso sem graça, ele sorriu pra mim e perguntou:
>>”que foi?”
-“sei lá, é estranho né?”
>>”que nada, a gente se divertiu um pouco, só isso”
Assim que me molhei debaixo do chuveiro ele veio por trás e passou o sabonete nas minhas costas, senti que ele ia passar na minha bunda, e eu estava com vergonha. Quando ele passou o dedo ensaboado no meu reguinho eu falei:
-“aí não, tá sensível”
Ele ficou de frente pra mim e falou:
>>”tudo bem, toma o sabonete então”
Eu saquei a dele e falei:
-“ahh, você tá de sacanagem”
>>”nada, tô esperando desde que entrei no box, essa é a sua parte”
-“vou te ensaboar todo não, aí é viadagem demais”
>>”só o pau então, eu gosto quando você encosta nele”
-“caramba, isso é muito estranho”
Peguei o pau mole dele e passei o sabonete, puxei a pele e ensaboei bem a cabeça da pica, que começou a crescer na minha mão, então falei:
-“já tá crescendo de novo”
>>”chupa um pouco, quero sentir ele crescendo na sua boca”
Me abaixei de frente pra ele e comecei a chupar e passei os lábios na cabeça, passei a língua no corpo da pica e abocanhei passando a língua e colocando e tirando a pica da boca. Rapidamente ela foi endurecendo na minha boca, e eu gostei de sentir ela crescendo enquanto eu chupava. Olhei pra ele e falei:
-”você é um tarado mesmo”
>>”quem manda ter uma boca gostosa”
-“até parece”
Voltei a chupar e meu primo tirou a pica da minha boca e ficou batendo na minha bochecha. Eu deixei e ele falou:
>>”adoro fazer assim, você gosta?”
-“não sei, pode fazer”
>>”que delícia, Alex, deixa eu meter na sua boca”
Abri a boca e ele ficou enfiando e tirando a pica da minha boca, quando entrava eu passava a língua, depois ele parou de mexer o quadril e ficou com a mão na minha cabeça, acompanhando minha chupada, e falou:
>>”primo, quero gozar na sua boca, você vai deixar?”
-“pode gozar no meu rosto, mas na boca não, é demais já”
>>”tá bom então, chupa gostoso que já tá me dando vontade de gozar.
Voltei a chupar e ele ficou falando:
>>”você chupa muito gostoso, que delícia de boca, vou querer mais, gostoso”
E enquanto falava eu chupava, nem sabia se estava fazendo bem feito, mas parecia que ele estava gostando, e logo ele falou:
>>”vou gozar, primo, pode gozar no seu rosto?”
-“pode, goza, safado”
>>”que delícia, primo, vou gozar”
E um jato veio no meu rosto, na sobrancelha, no nariz, e quando ele terminou de jogar os jatos, ainda estava saindo gala da pica e ele falou:
>>”abre a boca, primo”
Eu abri e ele foi colocando a cabeça da pica dentro da minha boca. Eu fiquei lambendo e sentindo o gosto da gala quente, eu achava que teria um gosto ruim por que todo mundo fala, mas não senti nada, talvez foi o tesão do momento, mas eu lambi a gala e ele ordenhou a pica fazendo sair mais gala que eu acabei engolindo. Tirei a pica dele da boca e chupei a cabeça, deixando ele limpinho, e ele se apoiou na parede do banheiro sorrindo de prazer. Eu fui pra debaixo do chuveiro lavar meu rosto e fiquei pensando na loucura que tinha feito.
Terminamos o banho e fomos pro quarto. Tiramos as toalhas e quando fui pegar outro lençol no guarda roupas, Ricardo deitou na cama e ficou olhando pra mim e eu perguntei:
-”que foi agora?”
>>“nada, tô só lembrando, foi gostoso demais”
-“deixa eu colocar o lençol na cama”
Ricardo levantou da cama e eu estiquei o lençol e quando fui colocar as pontas do lençol perto da parede, fiquei de quatro em cima da cama só pra provocar. Ele deitou e falou:
>>”que visão, primo, daqui a pouco ele fica duro de novo”
-“pode esquecer, vamos dormir que você me deixou com o cu doendo”
>>”deixa eu ver como ele ficou, Alex”
-“sério? Deve estar abertinho”
>>”eu acho que não, você é muito apertado”
Me virei de costas e ele passou a mão na minha bunda e abriu as nádegas, quando passou o dedo no anelzinho eu senti outro calafrio e falei:
-“aí tá sensível”
>>”você tem hidratante aqui?”
-“tem, mas não precisa, vamos dormir”
>>”tá aonde?”
-“na mesma gaveta que você pegou o gel”
Ricardo levantou e pegou o hidratante, e voltou pra cama e lambuzou os dedos falando:
>>”ele tá fechadinho, primo, não fica aberto não por que a pele é elástica, vou passar o hidratante só pra deixar a pele menos sensível”
E falando isso foi passando o hidratante na lateral do meu reguinho e chegou no anelzinho. Eu relaxei sentindo o toque de leve dos dedos com o hidratante gelado. Ele perguntou se eu estava me sentindo melhor e eu disse que sim, então ele guardou o hidratante e veio deitar do meu lado. Eu continuei de costas pra cima e ele ficou de lado, passando a mão na minha bunda, e eu falei:
-“agora vamos dormir né?”
>>”sim, mas eu vou querer de novo hein”
-“pode esquecer, eu não vou fazer mais isso”
>>”você tava muito tenso, nas próximas você vai curtir mais”
-“não é isso, nem Aninha vai aceitar um marido viado”
>>”se ela souber vai querer que você me dê na frente dela”
-“é bem capaz mesmo, mas isso eu não tenho coragem”
>>”me diz uma coisa, você gostou?”
-“doeu muito no começo, mas depois eu gostei sim, tá vendo, eu não posso gostar disso”
>>”tudo bem, depois a gente vê isso”
Finalmente fomos dormir
Kara, que delícia de conto! Aninha está cada vez mais gostosa e safadinha, do jeito que Alex gosta. Sorte do tio Paulo, do primo Ricardo e nós leitores, bem que eu gostaria de estar no lugar do Corninho Alex, essa interação é massa e vai acontecer todos juntos. Nota 10
eu gostava mais de um marido tipo o Julio que não é submisso assim como o Alex que é mais voyer, o Julio dividia mas aproveitava cada momento sendo o segundo macho da esposa dele
e se outro momento a Aninha chegasse e visse o alex sentando no Ricardo de costa pra ele, e ao invés de ficar brava ela ficasse com tesão vendo aquilo e se juntasse a eles e começasse a chupar o alex enquanto ele senta no ricardo e depois ela montasse nele fazendo um trenzinho, ela sentada no alex e ele no ricardo. Só que imaginar já me dá um tesão 🥵
Ia ser gostoso as coisas ficarem mais bagunçadas (e ainda assim, gostosas) como por exemplo, ele chegar em casa, procurar a aninha, e está ela dando pro primo (e não interrompe só porque ele chegou).. ou o tio sair do trabalho porque recebeu um telefonema da aninha querendo dar e o corninho ter que ficar no trabalho.. ou o corninho levar o amigo da faculdade pra uma estudo em casa... São tantas possibilidades rs.. só mais um pouco, continuaaaa :D
Não acaba a série naaaao... Kkkk.. Julio, nos contos "eu, minha esposa e meu amigo da adolescência" você narrava tão bem uma mulher poderosa que sabia conquistar o que queria. Era delicioso e eu jurava que era caminho que a aninha estava conquistando.. agora que ele deu pro primo sem contar pra aninha.. é uma ótima hora pra aninha contar das vezes que deu também sem contar.. e melhor ainda, poder dar e só contar depois também.. tem muito que você pode explorar ainda, e de forma bem rica..
Dispensável essa cena pois o quarteto estava indo muito bem junto com a Aninha ,mas fazer o que né, os leitores adoram......mas parabéns Julio,mesmo eu não curtindo isso,o relato da cena foi fantástico.....
não entendo o Alex nao querer meter na aninha depois de terem gozado, aqui em casa se eu deixar, os dois faltam botar juntos na minha bct e gozar esfregando os paus cheios de porra dentro de mim 🥵🫣
serio? vou amar ler, tô ansiosa rs... nossas melhores noites a 3 aqui em casa são quando tem uma DPzinha com meu namorado e um amigo 🙈
Obrigago a todos pelos comentários. Sinto que tenho que começar a fechar a série. Isalela, é uma boa dica, vou ver se coloco no próximo conto. Bjs
Gosto muito dos teus contos não perco um, que sdds do julio e pat, me identificava muito com a Pat e meu namorado com o Julio, nesse sinto que o marido tá ficando muito submisso, pq eu gosto de fazer a 3 mas gosto com o meu junto já que o meu ama uma DP rsrs e quando que vai rolar uma de pai e filho na Aninha? to louquinha pra ler
Que delicia essa interação, to gozado aqui no banheiro do trabalho kkkkkkk E claro, a Aninha e o tio precisam saber dessa aventura gostosa.
Olá, pessoal, bom dia. Demorei muito pra fazer este conto por que apesar de fantasiar uma brincadeira bi de leve, sexo homossexual não é meu estilo, mas como muitos estavam pedindo uma interação maior, tá aí. Outra coisa, tô muito enrolado no trabalho e vida pessoal, então vai demorar pra sair o próximo conto tb, mas estamos na reta final, acho que agora virão os fechamentos pra acabar a série. Obrigado a todos que votam e comentam
Primeiro conto gay que leio, e foi muito legal. Acho rica a oportunidade que você trouxe de ler um tema de conto diferente. Certeza que não vai ser a experiência preferida de muitos, mas deveria.. pensa: é a oportunidade de imaginar e participar da primeira experiência com o comedor da sua esposa.. gostoso demais a forma como o safado conquistou.. insistindo e dominando o corninho. Para quem queria algo diferente, está aí uma leitura nova. 10/10
Por mais interações assim com o Ricardo e o tio, e lógico que Aninha tem que estar junto!!!! Gozei muito lendo. Adoro todos seus contos!
PQP... Ainda não cheguei nem na metade e já dei uma gostosa gosada. Quando continuar vou deixando mais comentário. Votado.