Confiei. No dia e horário combinados, nos encontramos no shopping. Primeiro os beijinhos e cumprimentos de praxe enquanto eu não conseguia pensar em outra coisa que não beija-la ali mesmo, abrir suas pernas e fodê-la com força e vontade.
Foi difícil mas conversamos sobre amenidades: como estavam os filhos, o trabalho, o tempo, as mudanças desde a última vez que nos vimos... até que chegamos ao assunto do seu casamento.
Ela me disse que depois de tudo o que aconteceu, ela avisou ao Júlio que queria se separar porém, Julio se negou e insistiu que a partir daquele momento, ele a faria mais feliz, seria menos ciumento e tentaria mudar para tirar o marasmo do casamento. Achando que não tinha nada a perder, Andrea resolveu dar uma última chance para ver como seria.
__ E aí, valeu a pena?
Andrea riu antes de continuar. __ Foi bom pra ele. Fiquei com um pouco de peso de consciência em ser tão dura com ele e pela traição que aceitei que tentássemos pequenas loucuras.
__ Ah é?
__ Conversamos mais sobre sexo, no começo ele realmente tentou me agradar mais na cama e até tivemos uma experiência com uma amiga minha.
__ Você gostou?
__ Não é pra mim, mas valeu a tentativa. Fiquei até com medo porque teve uma hora em que eu gostei mais do jeito que a minha amiga me chupava do que da forma que o Júlio me comia. Mas dá pra dizer que ele se divertiu.
__ E vocês estão bem agora?
__ Esse vai ser o teste. – Andrea terminou de dizer mordendo levemente o lábio enquanto me olhava. Já nesse instante, o pau latejava dentro da calça querendo explodir pra fora.
Como não podia beija-la em público, disfarçadamente segurei a sua mão e a puxei até a saída. Do carro fomos diretamente ao hotel onde eu estava hospedado.
Não sou capaz de descrever exatamente como aconteceu. Simplesmente as roupas caíam pelo quarto enquanto bocas, línguas e os corpos se emaranhavam em direção a cama. Quando estava em pé ao lado da cabeceira e Andrea me chupava lentamente olhando nos meus olhos, ouvimos o telefone tocar. Sem tirar a boca do meu pau, ela tateou em volta e segurou o celular.
__ É o Júlio.
__ Ah, não. Fala pra ele que não é uma boa hora. Você tá ocupada.
Andrea riu e para minha surpresa atendeu.
__ Oi vida!
Ela continuar mamando enquanto atendia o corno e isso era algo que me deixava ainda mais excitado. Só que dessa vez, as coisas tomaram um rumo inesperado.
__ Tô namorando.
Fiquei surpreso pela resposta. Mas ela, tranquilamente continuou chupando minha rola enquanto conversava com o marido, logo depois de ele falar alguma coisa. Ela não se importava com o barulho que a sucção de sua boca fazia na minha rola nem com a minha respiração ofegante.
__ Tem certeza? Tá bom, mas lembre-se do nosso acordo. Beijo, te amo! – e desligou.
Andrea ainda mamou mais um pouquinho antes de dizer: vamos ter que parar um pouco. Perguntei se ela teria que ir embora. Ela disse que não.
__ O Júlio tá vindo. Qual é o apartamento?
Aquilo gelou minha alma. Se fosse uma brincadeira, disse logo a Andrea que tinha me assustado.
__ Não precisa. Antes de você chegar, a gente conversou muito e ele disse que não saberia como seria, mas se isso acontecesse talvez ele quisesse participar. Ele me ligou pra dizer que preferia ver tudo do que não participar.
Andrea começou a se vestir. Só me dei conta de que era algo realmente sério quando ela ajeitou novamente o vestido e aguardou que eu recolocasse a roupa antes descermos para a recepção do hotel.
__ Você tá louca? E se ele vier pra me matar? Pelo menos pra dar um soco.
Andrea riu e disse que pra eu ficar tranquilo.
Esperamos no saguão por mais ou menos 40 minutos que demoraram como uma eternidade quando finalmente ele entrou. Andrea se levantou e foi ao seu encontro, falaram alguma coisa rapidamente, deram um selinho e ambos vieram em minha direção.
Julio estendeu a mão.
__ E aí, quanto tempo?! Como estão as coisas?
__ Tudo bem, tudo indo. – pensei: eu até ia comer sua esposa.
Júlio se sentou. Realmente eu não sabia o que fazer. Nunca havia passado por aquela situação. Pedimos cervejas, nos encostamos em uma das mesas e fizemos um brinde para quebrar o gelo.
__ A nossa amizade, - disse Andrea sorrindo e se esforçando para quebrar o gelo.
Nos minutos seguintes realmente as coisas andaram. Júlio falou sobre a mudança no casamento deles, de como avançaram para um casal liberal e como agora até a cumplicidade havia aumentado.
__ Estamos mais apaixonados.
Eu só podia concordar com a cabeça e dizer “que bom!”
Julio perguntou sobre a minha namorada e eu disse que não havia dado certo (não sabia até que parte Andrea tinha contado tudo para ele) e Julio aproveitou pra fazer uma piadinha sobre o assunto. Realmente ele estava a vontade.
__ Vamos?
Andrea se levantou e seus machos foram atrás. Entramos no elevador ainda constrangidos mas, uma vez no quarto, Andrea se colocou entre Julio e eu e beijou apaixonadamente o seu marido.
__ Senta lá pra ver nós dois.
Júlio obedeceu, sentando-se na poltrona que estava voltada para a cama. Teve visão privilegiada para ver enquanto eu e Andrea nos beijávamos. Por um minuto esqueci da presença do marido. Minhas mãos percorreram e apertaram as coxas da sua esposa, subiram por baixo do seu vestido e aos poucos voltaram a tirar a sua roupa. Primeiro o soutien, depois a calcinha que puxei como uma criança abrindo um presente. Andrea apenas deitou-se na cama e fechou os olhos, gemendo a cada lambida que dava em suas coxas e sobre a buceta. Quase de forma automática, Júlio tentou recolher a lingerie mas não alcançou. Parei por um momento de chupar Andrea e entreguei a calcinha de sua esposa para ele. Enquanto eu chupava o grelinho da sua esposa, Julio sentado logo a frente cheirava a sua calcinha.
Entre mergulhar a língua dentro da buceta, passa levemente nos lábios da buceta, sentir o docinho que saía lá de dentro e observar os biquinhos dos seios endurecendo enquanto ela se retorcia toda, pude ver que Andrea olhava diretamente para Julio. Em seguida, num giro rápido, ela inverteu as posições e me colocou deitado sobre a cama, imediatamente abrindo o botão da minha calça e acariciando meu cacete por sobre a cueca. Podia perceber que Andrea estava com ainda mais tesão naquele momento. Olhou para o marido e logo em seguida puxou minha cueca, com o pau saltando e apontando para cima, já molhado. Nesse instante, ela abocanhou tudo de uma só vez.
Depois de muito tempo em transe, pude perceber novamente a presença de Julio ao ouvi-lo dizer:
__ Chupa ele, amor!
Andrea obedeceu. Enquanto chupava maravilhosamente, deixando meu pau ainda mais molhado, ela parava e vinha me beijar, segurando o cacete e sarrando na entrada da sua buceta. Era de enlouquecer. Novamente abaixou e voltou a abocanhar o cacete todo e chupar com vontade e lentamente, de olhos abertos. Ainda com um fio de saliva entre a sua boca e o cacete, se levantou e foi até o marido para lhe beijar.
Pude apreciar aquela fêmea se levantando e indo até o canto da sala totalmente nua e rebolando para mim, seu macho. Assim que ela retornou, nos beijamos novamente como namorados e deixei que o pau latejasse na entrada da buceta totalmente molhada. Nos viramos instintivamente para que Julio pudesse apreciar tudo. E ao som dos gemidos de Andrea o pau foi escorregando para dentro da buceta lentamente até que não restou um único centímetro para fora.
Novamente nos viramos sobre a cama e ela veio por cima, cavalgando e oferecendo para o marido a visão da sua buceta tomando conta do meu mastro duro e nesse momento já todo molhado do gozo branco que descia desde a buceta pelo pau até molhar o saco e a cama. Andrea revezava olhares entre eu e o marido. Me olhava, se inclinava para me beijar demoradamente e as línguas se tocarem para logo em seguida virar-se e olhar para o marido enquanto eu segurava sua cintura e mamava nos biquinhos dos seus seios.
Com força, passei os braços sobre a cintura de Andrea e comecei a meter cada vez mais rápido e freneticamente a medida em que seus gritos aumentavam. Lá ao fundo, conseguia ver Julio com o pau para fora batendo punheta ao ver a esposa ser fodida com tesão e força.
Para evitar gozar já naquele momento, puxei Andrea para o lado e a coloquei sobre mim fazendo um delicioso 69 buscando dentro de sua buceta todo o gosto da mistura do meu pau e da sua buceta. Em seguida, abri a sua bunda e deslizei a ponta da língua em cada preguinha do seu cu. Lambi com tesão, vontade e desejo enquanto ela apenas gemia olhando para o marido.
__ Vem, vem!
Andrea me puxou e nos deitamos de ladinho com ela virada para o marido. O pau que estava cheio de saudade daquela buceta com uma pequena correção de rota feita pela minha mão encaixou e entrou lentamente e amorosamente no seu cu. Eu empurrava um pouco e parava para que ela se ajustasse e tomasse conta de todo o meu pau. Aos poucos, estávamos os dois empurrado os corpos um em direção ao outro enquanto eu a comia e beijava o seu pescoço e a nuca. Julio não resistiu e soltou um jato de porra que quase nos alcançou na cama. Andrea o chamou para perto e ele chegou ao seu lado, dando o cacete para que ela limpasse. Resistindo para demorar o máximo possível, ainda soquei firme por uns 5 a 10 minutos até que retirei o pau de dentro do cuzinho da Andrea para imediatamente colocar a cabecinha dentro da buceta e gozar todo o gozo que havia guardado durante muito tempo para ela. A buceta molhada agora pingava o gozo dela e a minha porra.
Nesse momento, ainda de lado, segurei firme a barriguinha lisa e a cintura de Andrea e empurrei o gozo lá dentro enquanto beijava a nuca daquela esposa que eu queria que fosse só minha mas que naquele momento estava beijando seu marido.
Relaxamos assim por mais alguns minutos antes de um momento constrangedor quando Andrea se levantou e deixou os seus dois machos deitados na mesma cama a sua espera. Eu e Julio passamos a noite revezando naquela buceta (já que o cuzinho era só meu) e fazendo da Andrea a mulher mais feliz naquela noite.
Delícia
delicia de conto .. só faltou as fotos