E eu estava disposto a não me envolver com a situação, mesmo porque eu não tenho nada com isso, não fosse uma ligação e o pedido de Eduardo para conversar comigo. Fui ao encontro do vizinho pensando comigo “olha onde você foi se meter”. Chegando na cafeteria encontrei Eduardo bem mais desgastado, provavelmente de tristeza e arrependimento. Sem rodeios ele me contou que toda a confusão era porque ele havia metido o pé na jaca com uma colega de trabalho e Alexandra havia descoberto tudo. Ele disse não tinha com quem contar, afinal, a sogra já não gostava dele e ele não conhecia mais ninguém que pudesse fazer a ponte. O pedido era simples: apenas de que ela atendesse as ligações dele para conversar. Avisei que eu não tinha essa intimidade, mas que, em respeito a ele e porque já tinha passado por isso, daria o recado.
No dia seguinte, na academia do prédio novamente encontrei Alexandra. Pedi desculpas, disse que não queria estar envolvido nisso, mas que Eduardo havia me pedido para falar com ela para que ela ao menos atendesse um telefonema dele.
__ Olha, vizinho, sei que você não queria estar envolvido nisso. Mas o que aconteceu é muito pesado pra resolver assim.
Meu erro foi dizer que ele havia me contado sobre tudo e ele estava pedindo apenas para resolver as coisas.
__ Ah, então agora não satisfeito em me por um par de chifres ele também está dizendo pra todo mundo que eu sou corna!
__ Me desculpe, eu realmente não queria estar envolvido nisso. – baixei a cabeça e saí. Acho que se sentindo mal, Alexandra imediatamente me seguiu até o elevador.
__ Vizinho me desculpe por gritar com você!
__ Não gritou, imagina.
__ É que as coisas estão sendo difíceis pra mim.
__ Tá tudo bem. Vai passar.
Não demorou cerca de 1 hora que estava no apartamento, ouvi a campainha. Era Alexandra. Convidei-a para entrar e sentamos na sala. Imediatamente a mulher começou a chorar. Disse que não esperava por aquilo, que tinha vergonha do que havia acontecido, que havia deixado tudo na cidade deles para acompanha-lo e que estava sozinha na cidade enquanto ele “se divertia”.
Na tentativa de conter o choro, falei que ele estava muito arrependido e que, com a minha experiência de ter mais que o dobro da vida deles, sei que muitas vezes o homem se deixa levar por essas coisas mas isso não abala a relação de sentimentos. Mas Alexandra havia dito que não queria perdoar mais, que isso já havia acontecido outras vezes e que não via uma solução.
__ Não vai mudar! Vocês homens só dão valor pras vagabundas! Pra vocês, só vale a buceta!
Fiquei olhando fixamente para Alexandra mais por espanto do que por outra coisa. Nunca tinha ouvido ela falar um palavrão em meses.
__ Desculpe, desculpe. Eu me excedi.
__ Tá tudo bem, minha filha. Ninguém é certo o tempo todo.
__ O senhor desculpe a raiva, mas não é verdade?
__ Nem sempre. – mas falando comigo mesmo pensava assim: é bem isso mesmo.
__ Ah, se aparecer uma mulher pelada aqui toda gostosa o senhor não vai dar em cima? O Eduardo fez isso. Vocês são todos iguais. E vai ver que esse é o meu problema. Ser certa o tempo todo. Porque vocês preferem as putas não é?
__ Você sente falta dele?
__ É claro que eu sinto! Ele é o amor da minha vida.
__ Então perdoa. Passa por cima.
__ Mas ele vai fazer de novo!
__ De o último aviso.
__ Já dei. Mas é complicado. Olhe: eu posso fazer tudo o que essas vagabundas fazem pra ele mas ele não quer. Ele diz que não é coisa de mulher virtuosa fazer. Tá certo isso?
__ Isso é uma coisa só pra vocês decidirem eu não...
__ Aí ele se realiza com essas mulheres do mundo e eu fico aqui, tendo que ser a boazinha.
__ Eu acho que vocês precisam conversar.
__ Eu também sei ser puta, você duvida?
__ Minha filha, na minha experiência, eu não duvido de nada.
E não mesmo porque aquele rumo inesperado da conversa fez com que meu pau já se espremesse embaixo da calça.
Alexandra percebeu o volume dentro da minha calça. Fiquei sem reação e com vergonha na hora, tentando mudar a posição para disfarçar mas a essa altura não tinha mais o que dizer a não ser que mais uma vez pedia desculpas por estar entrando num assunto do casal e que ela ficasse tranquila porque a partir dali não falaria mais nada a respeito.
Ela agradeceu, levantou e saiu.
Passei dois dias sem ver Alexandra até que numa tarde, ela me interfonou pedindo pra ir até o seu apartamento.
__ Eu sei que o senhor não quer mais se envolver com isso mas eu pensei muito e topo voltar. Mas antes preciso da sua ajuda.
__ Ótima notícia! Se eu puder ajudar, conte comigo!
__ Ele não pode sair premiado com isso tudo. Eu preciso me vingar. Não vou ser a única corna aqui. E eu confio no senhor.
Não deu tempo nem de perguntar o que ela queria dizer com aquilo. Ao perceber minha surpresa, Alexandra tocou a calça sobre o meu pau e beijou meu pescoço enquanto sussurrou no meu ouvido.
__ Me ajuda a me vingar pra poder voltar pra ele!
Confesso que fiquei sem ação. Como quem cala consente, Alexandra continuou me beijando até que com a mão baixou meu zíper. Sob a cueca, o pau saltando pra fora respondeu que sim. Ela se abaixou e começou a acariciar meu cacete. Não resisti e apenas apreciei o vai e vem da cabeça de Alexandra subindo e descendo enquanto molhava todo o meu cacete. Como gemia gostoso!
Comecei a fazer carinho nos seus cabelos até segurei um pouco mais forte sua cabeça. O gemido de tesão foi imediato. Entendi na hora e segurei cada vez mais firme sua cabeça enquanto socava o pau na boca na Alexandra. Retirei com pressa a roupa de ginástica dela e começamos a nos esfregar. O pau batia na buceta enquanto eu alternava beijos e mordidinhas nos seios dela.
__ Aqui não! Na cama do corno! Alexandra segurou meu pau e me puxou até o seu quarto, rebolando na minha frente.
__ É muito puta! – não resisti e disse sem imaginar que isso pra ela foi como atiçar todo o seu fogo.
__ Me chama de puta, vai! Vem me fazer de puta, come sua puta!
__ Então você quer ser putinha é?
__ Quero. Quero ser sua putinha, a putinha do vizinho!
Nisso Alexandra mesmo deitada começou a rebolar sobre o cacete.
__ Então vou fazer você de putinha e vai ter que atender tudo o que eu mandar. Quem manda aqui sou eu hoje. Você é só minha vagabunda.
Comecei a bater com o cacete na cara dela e ela pedia pra fazer cada vez mais forte e mais forte! Peguei meu celular e gravei cada batida no rosto e estocada na garganta. Sentei na beira da cama e segurando a cabeça dela, fiz Alexandra descer por toda a rola até o saco, chupando as bolas e fazendo a pontinha da língua subir e descer o saco completo.
Coloquei-a de quatro e comecei a chupar a sua buceta mergulhando a língua lá no fundo e depois beijando os lábios e o grelo enquanto brincava com os dedos dentro da buceta. Pude sentir Alexadra se tremendo toda e perdendo as forças. Fui subindo até o seu cuzinho, lambendo as pregas e enfiando a língua lá dentro daquele cuzinho todo rosinha.
__ Ah, que delíciaaaaaa. Eduardo nunca faz isso. Ele tem nojo.
__ Pois eu vou cuidar com carinho e comer o cuzinho dessa puta.
__ Não! Eu nunca dei o cuzinho. Dói.
__ Shhhh! Cala a boca, puta!
Foi a senha para a buceta ficar ainda mais enxarcada e ela gozar.
__ Vem comer sua puta, vvem!
Não resisti muito tempo. Soquei até o talo com ela de quatro, depois ela veio cavalgando sobre mim e pedindo pra judiar dela com tapinhas. Enquanto nos beijávamos, aproveitei pra enfiar o dedo no seu cuzinho e sentir que ela rebolava com ainda mais tesão por isso.
Era impossível que os vizinhos não ouvissem. Alexandra gritava como se não houvesse amanhã.
__ Vai, me faz de puta, vai! Come sua puta, come! Ahhh que delícia!
Ficamos muito tempo assim até que a coloquei de lado, voltei a chupar seu cuzinho e sem falar nada, apenas encostei a cabeça do pau no cu de Alexandra que tomou a iniciativa de rebolar no pau até a cabeça entrar inteira.
__ Me come como uma puta vai!
O pedido de Alexandra era uma ordem. Meti primeiro com carinho, bem devagar e a medida em que o cu ia laceando mais fundo e forte até que eu cheguei a ficar com vergonha da altura que Alexandra gritava. Definitivamente, aquela mulher estava muito reprimida e insatisfeita e aproveitou para realizar todas as suas fantasias.
Quando eu avisei que iria encher aquele cuzinho de porra, ela imediatamente pegou no meu cacete e tirou pra colocar na buceta.
__ Nãnãnão. Vai encher aqui na minha bucetinha, que era só dele.
Dito e feito, segurando forte na cintura, estoquei e dei uns 5 ou 6 jatos cheios de porra que imediatamente começaram a escorrer também pela entrada da buceta.
__ Ainda falta uma coisa se você quer ser uma putinha completa. Com os dedos, peguei a porra que escorria pela buceta e levei até a boca dela, que fechou os olhos, lambeu toda a porra e engoliu tudo.
__ Boa menina!
Nos beijamos e quando eu ia me levantar, ela ainda mamou no meu cacete e me fez limpar um pouquinho de porra que estava escorrendo.
__ Limpa aqui, no travesseiro do corno.
Eu estava exausto. Ainda ficamos uma meia hora deitados enquanto eu dizia o quanto ela era uma puta espetacular, que eu nem imaginava e ela rebolando e ficando com mais tesão a cada fala. Ela ainda fez eu a chama-la de puta bem alto e bater na cara dela, como se quisesse que o andar inteiro soubesse.
No dia seguinte, Eduardo voltou pra casa. Alguns dias depois quando estávamos sozinhos no elevador, ele agradeceu pela minha ajuda. Acho que ele não tem ideia de como eu é que deveria agradecê-lo.
Guardo com carinho as fotos da Alexandra. Vez ou outra, ela pede para mandar algumas e eu mando com a condição de ela apagar logo em seguida.
Durante todo o ano seguinte, até eles se mudarem, toda vez que Eduardo aprontava das suas, no dia seguinte lá ia eu ajudar Alexandra na sua vingança. Numa dessas ela disse: “come que esse cuzinho essa puta só dá pra você. Ele já pediu mas não tem”.
Que bom samaritano você, hein! Rsrsrs Agora divide às fotos da Alê, prometo apagar assim que bater umas... jorgejose23yahoo
Faltou as fotos dessa gostosa, bem putinha, né ?