Odete viu o volume na bermuda de Rodrigo.
__ Parece que você gostou mesmo.
Rodrigo foi chegando mais perto, mais perto e mais perto até que apenas alguns centímetros separavam os seus corpos. Era impossível não imaginar o que aconteceria. A tensão do momento explodiu num beijo violento como se cada um quisesse sugar o outro imediatamente. Ainda beijando e ofegante, dona Odete tirou toda a roupa de Rodrigo com uma das mãos enquanto a outra estava massageando o seu cacete duro.
__ Que tesão! Que tesão! – Rodrigo segurava firme a bunda da dona Odete enquanto também puxava a sua calcinha. Logo, tudo estava apertando aquela buceta de lábios inchados.
Rodrigo colocou dona Odete de quatro sobre a sua própria cama. Retirou a sua calcinha com força enquanto ela apenas gemia.
__ Espera! – disse dona Odete enquanto se mexia na cama até o criado mudo. Virou a foto com o marido para baixo.
Rodrigo abriu a mão e a levou ao alto. Em seguida, de uma só vez, desceu dando um tapão forte de mão aberta na bunda da dona Odete.
__ Assim você vai deixar marca!
__ É isso que eu quero!
__ Filho da puta você, hein!
Rodrigo dava tapas e mais tapas. Já era possível ver a marca da sua mão impresso em vermelho naquela bunda grande, redonda e que se mexia em ondas a cada tapa. Sem perder tempo, com a ponta dos dedos ele abriu a buceta de dona Odete e sem avisar ou esperar meteu logo tudo de uma vez. Era incrível a visão daquela buceta toda depiladinha, com os lábios inchados, rosinha e pronta pra receber pau. Quanto cacete já não tinha castigado aquela buceta deliciosa? Agora era a vez de Rodrigo.
Dona Odete gritou. Com a idade, ela não ficava mais lubrificada com tanta facilidade e por isso, o pau entrou rasgando dentro da sua buceta. Mas o cacete de Rodrigo estava molhado o suficiente para se acostumar lá dentro. Depois de meter violentamente durante 2 ou 3 minutos, ele puxou o pau pra fora e virou dona Odete de frente. Se abaixou novamente e cuspiu em sua buceta. Odete tratou de espalhar toda a saliva com a mão. Rodrigo não resistiu e tentou morder levemente o grelo mas Odete novamente o puxou para cima até fazer o cacete encaixar novamente na entrada da buceta e socou tudo repentinamente de uma vez, com força. Olhando nos seus olhos, enquanto rebolava com o pau dentro de si, dona Odete segurou forte nas costas de Rodrigo, cravando as unhas nas costas do rapaz.
__ Você gosta com força né? Então fode!
Rodrigo deu vários tapas na cara da dona Odete.
__ Vai! Vai, fode e bate nessa cachorra vai! Me dá pica, fode essa boceta firme, eu quero tudoooooo!
Rodrigo batia no rosto e nos peitos de dona Odete. Até que ela se virou sobre ele.
__ Agora é a minha vez de mandar!
A mulher se transformou. Começou a subir e descer e saltar com força naquele cacete como se não houvesse amanhã. Rodrigo se curvou para frente e tentou abocanhar todo o peito de dona Odete. Como era muito grande para a sua boca, ele mordia o biquinho firme, quase arrancando.
__ Ai ca-chor-rooooo!
A sucção de Rodrigo era cada vez mais forte que quando ele parou de mamar naqueles peitos deliciosos dava pra ver a marca da chupada.
__ Se o meu marido vê isso, eu tô ferrada.
Rodrigo abusou. Queria agora deixar marca também no pescoço e na nuca da dona Odete mas ela não deixou.
__ Me trata como puta mas não deixa marca. Paulo não é corno.
__ Ah é! Agora é, com certeza! E vai ser muito mais.
Enquanto Odete cavalgava e rebolava sobre Rodrigo, as mãos do rapaz desciam rapidamente pelas costas da coroa, seguravam firmes as suas nádeas e iam rápido até o cuzinho dela. Ao sentir os dedos de Rodrigo encostando no seu cuzinho, dona Odete parou sobre Rodrigo e rebolou com o pau todo fincado dentro da sua buceta.
__ Não, não, não! A buceta eu dou todinha pra você, olha. Esfrega o pau dentro dela, põe com força... mas o cuzinho é só do meu marido.
Rodrigo então puxou a cabeça de dona Odete para trás até ela sair de cima dele e a deitou na cama, enfiando o cacete repentinamente até o talo, fazendo-a engasgar e quase perder o ar. A vara foi fundo na garganta, dona Odete ficou vermelha, os olhos lacrimejando mas Rodrigo tomado de tesão, raiva e da vontade de dominar uma mulher madura de verdade, cochichou bem devagar.
__ Não vai dar o cuzinho então vai tomar leitinho lá no fundo da garganta.
Dona Odete tentou engolir o pau inteiro mas novamente engasgou com os jatos de porra cada vez mais forte batendo no fundo da sua garganta e escorrendo pela língua e até pelo queixo antes que ela pudesse fechar a boca e engolir tudo. Ainda segurando em seus cabelos, Rodrigo direcionou a cabeça de dona Odete para lamber desde o saco até a ponta do cacete, limpando tudinho sem deixar uma única gota.
A partir daquele dia e até o final das férias, Rodrigo e dona Odete criaram um código. Ela oferecia o café. Ele entregava o leite.
Gostei muito!