QUE É ISSO, DONA ODETE?!



Rodrigo até respirou tranquilo quando percebeu que os vizinhos eram um casal já mais velho. Ele, seu Paulo, com 65 anos e ela, dona Odete com 59. Sinal que de, depois de muito tempo, provavelmente estariam livres de som alto todos os finais de semana na casa da frente ou qualquer tipo de confusão como aconteceu com os antigos vizinhos. Com o passar dos meses, tivera poucas oportunidades de interagir com eles, até que, numa terça feira no meio da manhã, dona Odete bateu na sua porta. Queria saber se ele poderia fazer o favor de trocar o botijão de gás. Ela estava sozinha e tinha medo de mexer com essas coisas.
Rodrigo prontamente atravessou a rua com dona Odete e foi até os fundos da casa onde, em coisa de 5 minutos trocou os botijões.
__ Por favor, você não sai daqui sem tomar um cafezinho de agradecimento.
Rodrigo disse que não precisava, que vizinho é pra isso mesmo, mas a insistência de dona Odete fez parecer que recusar mais uma vez seria até mal educado. E ela já ia passar um café mesmo, não custava nada lhe fazer companhia né.
Na conversa descobriu que o seu Paulo passa o dia na rua, cuidando dos 2 estacionamentos que ele tem no centro da cidade.
__ É bom que você me faz companhia.
Não demorou muito e dona Odete trouxe as xícaras. Conversa vai, conversa vem, ela elogiou Patrícia, a esposa de Rodrigo. “Ela tem muita sorte”, fazendo-o ficar um pouco sem graça. Contou que eles tinham 2 filhos já em idade adulta e que moravam em outra cidade.
__ E você e a Patrícia, tem filhos? Nunca ouvi barulho de criança na casa de vocês...
__ Não, não temos.
__ Por quê? Ela não pode?
__ Pode sim. Mas achamos que ainda não está na hora.
__ Ah, entendi! Mas pelo menos estão treinando?
É claro que dona Odete fez uma brincadeira. Mas aquilo sem ele esperar, deixou-o ainda mais sem jeito. Rodrigo riu sem graça, tomou o resto do café e agradeceu já se levantando.
__ Olha, desculpe a minha brincadeira. O Paulo mesmo diz que às vezes eu passo um pouco da conta, não queria deixar você sem graça.
__ Que é isso, tá tudo bem! A senhora não me deixou sem graça, não, imagina. E a gente treina todo dia!
__ Ah, que bom! Porque aqui, depois de tanto tempo, a gente nem treina mais. Se abusar, até já esqueci...
Rodrigo voltou para a sua casa e a vida seguiu. Até comentou com sua mulher sobre o acontecido e ela riu. “Agora você vai dar conta da coroa?” Rodrigo riu. Mas aquilo fez cair uma ficha. Desde a adolescência ele tinha uma tara nunca realizada de comer uma mulher mais velha. Isso o fez começar a olhar de outra forma para a dona Odete. E ela não era uma coroa de se jogar fora. Do jeito que Rodrigo gostava: uma mulher de verdade. Peitos maiores que da Patrícia, sua esposa, aquelas coxas grossas com um pouco de estrias que dá gosto de pegar. A cintura já não era fininha, mas num bom tamanho pra segurar e, seguramente, o ponto alto era aquela bunda que ainda atraía os seus olhares. Cabelos ruivos e curtos que certamente ela pintava pra tentar disfarçar um pouco a idade. Enfim, um mulherão de verdade.
Duas semanas depois, lá estava dona Odete de novo pedindo a ajuda do Rodrigo. Dessa vez era seu guarda-roupas que havia quebrado com a fechadura dentro e ela precisava de uma bolsa com documentos que estava lá dentro. Mexe daqui, mexe de lá, meia hora depois usando um alicate, Rodrigo puxou a porta que veio junto com uma gaveta, jogando tudo o que estava lá dentro no chão. Eram calcinhas e soutiens de renda de várias cores e provocantes. Rapidamente ela se apressou em recolher tudo e foi ajudada por Rodrigo que não conseguiu disfarçar o olhar ao entregar as roupas para dona Odete.
__ Gostei dessa daqui. – disse Rodrigo, enquanto segurava a calcinha branca rendada.
__ Agora fui eu que fiquei sem graça... disse dona Odete rindo.
__ Que é isso! Olha, pra me desculpar, vou aceitar o café.
__ Mas eu nem ofereci!
__ Pois o que a senhora oferecer agora eu vou aceitar.
__ Que danado!... e não me chame de senhora.
__ É só um pronome de respeito.
__ Que é isso, agora nós já somos íntimos. Você até já viu minhas calcinhas.
__ Não vi não. Infelizmente.
__ Viu sim!
__ A senhora... digo, você não estava dentro... Infelizmente.
__ Queria ver? Até parece.
__ Quero!
Dona Odete entendeu. E sorriu: espere aqui!
Ela saiu com a lingerie na mão. Voltou alguns minutos depois, ajeitando a alcinha do lado da calcinha.
__ Que é isso, dona Odete! A senhora tá com tudo em cima. Que corpão, hein!
__ Gostou? Odete deu um giro, rebolando levemente.
__ Gostei!

Odete viu o volume na bermuda de Rodrigo.
__ Parece que você gostou mesmo.
Rodrigo foi chegando mais perto, mais perto e mais perto até que apenas alguns centímetros separavam os seus corpos. Era impossível não imaginar o que aconteceria. A tensão do momento explodiu num beijo violento como se cada um quisesse sugar o outro imediatamente. Ainda beijando e ofegante, dona Odete tirou toda a roupa de Rodrigo com uma das mãos enquanto a outra estava massageando o seu cacete duro.
__ Que tesão! Que tesão! – Rodrigo segurava firme a bunda da dona Odete enquanto também puxava a sua calcinha. Logo, tudo estava apertando aquela buceta de lábios inchados.
Rodrigo colocou dona Odete de quatro sobre a sua própria cama. Retirou a sua calcinha com força enquanto ela apenas gemia.
__ Espera! – disse dona Odete enquanto se mexia na cama até o criado mudo. Virou a foto com o marido para baixo.
Rodrigo abriu a mão e a levou ao alto. Em seguida, de uma só vez, desceu dando um tapão forte de mão aberta na bunda da dona Odete.
__ Assim você vai deixar marca!
__ É isso que eu quero!
__ Filho da puta você, hein!
Rodrigo dava tapas e mais tapas. Já era possível ver a marca da sua mão impresso em vermelho naquela bunda grande, redonda e que se mexia em ondas a cada tapa. Sem perder tempo, com a ponta dos dedos ele abriu a buceta de dona Odete e sem avisar ou esperar meteu logo tudo de uma vez. Era incrível a visão daquela buceta toda depiladinha, com os lábios inchados, rosinha e pronta pra receber pau. Quanto cacete já não tinha castigado aquela buceta deliciosa? Agora era a vez de Rodrigo.
Dona Odete gritou. Com a idade, ela não ficava mais lubrificada com tanta facilidade e por isso, o pau entrou rasgando dentro da sua buceta. Mas o cacete de Rodrigo estava molhado o suficiente para se acostumar lá dentro. Depois de meter violentamente durante 2 ou 3 minutos, ele puxou o pau pra fora e virou dona Odete de frente. Se abaixou novamente e cuspiu em sua buceta. Odete tratou de espalhar toda a saliva com a mão. Rodrigo não resistiu e tentou morder levemente o grelo mas Odete novamente o puxou para cima até fazer o cacete encaixar novamente na entrada da buceta e socou tudo repentinamente de uma vez, com força. Olhando nos seus olhos, enquanto rebolava com o pau dentro de si, dona Odete segurou forte nas costas de Rodrigo, cravando as unhas nas costas do rapaz.
__ Você gosta com força né? Então fode!
Rodrigo deu vários tapas na cara da dona Odete.
__ Vai! Vai, fode e bate nessa cachorra vai! Me dá pica, fode essa boceta firme, eu quero tudoooooo!
Rodrigo batia no rosto e nos peitos de dona Odete. Até que ela se virou sobre ele.
__ Agora é a minha vez de mandar!
A mulher se transformou. Começou a subir e descer e saltar com força naquele cacete como se não houvesse amanhã. Rodrigo se curvou para frente e tentou abocanhar todo o peito de dona Odete. Como era muito grande para a sua boca, ele mordia o biquinho firme, quase arrancando.
__ Ai ca-chor-rooooo!
A sucção de Rodrigo era cada vez mais forte que quando ele parou de mamar naqueles peitos deliciosos dava pra ver a marca da chupada.
__ Se o meu marido vê isso, eu tô ferrada.
Rodrigo abusou. Queria agora deixar marca também no pescoço e na nuca da dona Odete mas ela não deixou.
__ Me trata como puta mas não deixa marca. Paulo não é corno.
__ Ah é! Agora é, com certeza! E vai ser muito mais.
Enquanto Odete cavalgava e rebolava sobre Rodrigo, as mãos do rapaz desciam rapidamente pelas costas da coroa, seguravam firmes as suas nádeas e iam rápido até o cuzinho dela. Ao sentir os dedos de Rodrigo encostando no seu cuzinho, dona Odete parou sobre Rodrigo e rebolou com o pau todo fincado dentro da sua buceta.
__ Não, não, não! A buceta eu dou todinha pra você, olha. Esfrega o pau dentro dela, põe com força... mas o cuzinho é só do meu marido.
Rodrigo então puxou a cabeça de dona Odete para trás até ela sair de cima dele e a deitou na cama, enfiando o cacete repentinamente até o talo, fazendo-a engasgar e quase perder o ar. A vara foi fundo na garganta, dona Odete ficou vermelha, os olhos lacrimejando mas Rodrigo tomado de tesão, raiva e da vontade de dominar uma mulher madura de verdade, cochichou bem devagar.
__ Não vai dar o cuzinho então vai tomar leitinho lá no fundo da garganta.
Dona Odete tentou engolir o pau inteiro mas novamente engasgou com os jatos de porra cada vez mais forte batendo no fundo da sua garganta e escorrendo pela língua e até pelo queixo antes que ela pudesse fechar a boca e engolir tudo. Ainda segurando em seus cabelos, Rodrigo direcionou a cabeça de dona Odete para lamber desde o saco até a ponta do cacete, limpando tudinho sem deixar uma única gota.
A partir daquele dia e até o final das férias, Rodrigo e dona Odete criaram um código. Ela oferecia o café. Ele entregava o leite.


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Comentários


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sexgrafia Comentou em 02/04/2025

Gostei muito!




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Ficha do conto

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Nome do conto:
QUE É ISSO, DONA ODETE?!

Codigo do conto:
232443

Categoria:
Coroas

Data da Publicação:
02/04/2025

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