Olá aos amigos. Para melhor entendimento dessa história, sugiro a leitura do conto #229933, onde está o prólogo e minha descrição. Depois que usei a boca do Sérgio, meu vizinho, como depósito de porra e descobri que ele é um viadinho submisso, achei que logo ia torar aquela bundinha gostosa. Mas não foi fácil assim. A Patrícia, esposa dele, foi diagnosticada com síndrome de burnout e teve de se afastar do trabalho. Como ele me disse que ela é bolada com uma série de coisas, acabou não rolando naquele momento. Mas nos cruzamos no condomínio e conversávamos normalmente, como bons vizinhos. Aí em seguida vinham as mensagens. “Louco pra pegar na tua pica!” “Meu cuzinho ficou piscando.” “Ainda sinto o gosto da tua porra na boca”. Fiquei até bolado se ele não estava criando expectativa. Se tinha ficado assim levando gozada na boca, imagine quando viesse a tora no cu. E eu não queria confusão;adoro morar na minha casa. Sei que paira sobre mim no condomínio uma fama de safado, mas ela mais me beneficia que atrapalha e não preciso complicar esse equilíbrio. Por isso não fiquei exatamente triste quando a história ficou no gelo. Até o dia em que recebi a mensagem. “Fazendo o quê, negão?” “De boa, só” - era um sábado. “Então a fim de fazer alguma coisa gostosa?” A pica levantou imediatamente na expectativa daquele rabo. “Mano, é uma boa, mas se tá a fim do que estou pensando, melhor não ser aqui.” “E onde, então?!” “Vamos para o motel.” “Tá louco?! Vão reconhecer a gente,e eu não posso demorar…a patroa se animou e foi pra casa da sogra com as crianças.” “Além de viado é cagão!! Não vamos pernoitar, idiota!! Nós vamos aqui na cidade do lado. Tem um lugar que pouca gente conhece e que nem documento pede.” “Puta merda, deve ser ruim…” “Caralho, vai lá pra me dar o cu ou apreciar a decoração?!” Trato todos os meus amigos sem a menor cerimônia e sei que o viadinho do Sérgio gosta de ser totalmente dominado, inclusive nas palavras. Fizemos o arranjo e eu o peguei num lugar combinado fora do condomínio. Ele tava todo tenso então patolei a piroca dele pra ele relaxar e fiz ele pegar a minha. “Cuzão, hoje é pica sem choro. E espero que essa porra de buraco esteja limpa. Se borrar o cheque leva pancada!!” “Pode deixar…comi quase nada hoje e tá bem lavadinho, louco pela sua rola.” O lugar era escondido numa estradinha de terra vicinal. Saquei a vara, que já tava um aço e falei: “Chupa!” “Mano, vamos entrar no lugar!!” “E daí?! Deixa de onda! Não é a primeira vez que venho aqui, você não é a primeira bichinha que trago e não vai ser a coisa mais estranha que a pessoa da recepção já viu, sem falar que não mostra tua cara.” Empurrei a cabeça dele e entrou no motel com a minha piroca na boca, enquanto eu pagava o quarto Já lá dentro mandei ele tirar a roupa e ficar de quatro na cama, enquanto eu pedia umas cervejas e caipirinha e ele obedeceu, viadinho que é. A puta ficou lá piscando o anel, louco de vontade de rola, enquanto eu falava com a recepção. “Ainda vou ser legal com você porque quero esse cu quando eu quiser, entendeu?” E caí de boca no anelzinho guloso, enfiando a língua até o fundo, e ele já gemendo como a putinha que é , enquanto eu ordenhava o pau dele. Parava de linguar, dava mordidinhas nas polpas da bunda (e que bundinha ele tem) e puxava o pau dele para trás e mamava. Ele não parava de gemer. “Entendeu por que a gente teve de vir aqui?! A putinha não pára de “ainnnnn”, “ainnn”, “ainnnnn”...com esse barulho lá em casa tua mulher ia saber da casa da tua sogra que o marido é viado, se é que já não sabe.” “Sabe não…” Dei uma mamada cabulosa na rola dele enquanto passava lubrificante nos dedos pra enfiar naquele buraquinho. Aí o viadinho pirou de vez. Enfiei um, deu um pulinho mas aguentou. No segundo já tava rebolando então já meti quatro de uma vez. “Ainnnnnnn!!” Além de rebolar o cuzinho já piscava. Tava na hora. Coloquei uma camisinha lubrificada, lambuzei o cu, e já fui empurrando a cabeça. “Dói, porra!!!” “Já passa cuzão,segura aí.” O viadinho mordia o travesseiro literalmente, com lágrimas nos olhos. Empurrei mais um pouco e entrou tudo. Dei uma rebolada, montei nas costas dele e apertei os mamilos.E comecei a socar. “AAAAAAINNNNNNNNNNNN” Foi uma choradeira só, mas não quis nem saber. “Pára de chorar filho da puta, que isso é lágrima de crocodilo. Aguenta pica porque tá chorando, mas esse anelzinho não pára de piscar querendo rola…toma!!!” E soquei, muito, mas muito naquele cu, sem dó, até ele parar de chorar e só gemer. Acostumou a bichinha, e já tava curtindo. Senti ele dar uma tremida e por instinto pus a mão no pau dele; Tava esguichando como uma mangueira de incêndio. “Ah viadinho!!! Agora é oficial:é viado!!! Gozou com pau no cu!!!” Tirei o pau do cu dele e o virei pra cima, pondo as pernas nos meus ombros e também tirei a camisinha. “Agora tu vai levar rola no pêlo e olhar na cara do seu dono!!!” E enterrei a pica sem dó com ele de franguinho. Sérgio tava meio mole, mas aquilo o acendeu. Soquei com tanta fúria que cheguei a erguer as pernas dele acima da cabeça. Mais um pouco dava uma cambalhota.Deitei sobre ele que passou as mãos atrás da minha nuca fazendo menção de me beijar. “Não, filho da puta…beijo tem que merecer, e você não merece, chorou demais. Hoje é só pirocada e já vou gozar, porraaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa” E gozei, nem sei quantos jatos despejei naquele rabo…caralho, como gozei naquele cu. Foi daquelas de lavar a alma.Olhei pra ele e a barriga dele tava cheia de porra. O viadinho gozou de novo. Saí de dentro dele com o pau esfolado. Castiguei muito aquele cu. “Mano, que surra de piroca eu levei…delícia.” - deitado de lado passou a mão no rabo e veio com os dedos cheios da minha porra. Fui dar um gole na caipirinha e depois bebi a latinha de cerveja num gole só. Aí fiz ele ficar de quatro para ver o estrago. O buraquinho tava aberto parecendo um couve-flor; ele perdeu umas pregas e o anelzinho tava todo vermelho, jorrando porra pra fora e caindo nas pernas. “Você me estuprou, Negão…caralho.” Dei um tapão na bunda dele. ‘Era isso que você queria,vadia, pára de choro !! E pode se preparar que na próxima não vai ser pirocada correndinho não, com compromisso em casa, Vou te foder até cagar no meu pau.” Voltamos e ele veio sentado meio de lado, reclamando que o cu tava doendo. Deixei ele um pouco antes de casa e depois de guardar o carro fiquei na varanda do quarto esperando ele passar, e quando o fez passou andando devagar e mancando. Fui tomar um banho e quando saí, tinha uma mensagem dele no whatsapp. “Vai me dar pirocada de novo?!”
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