Um negro, a loira casada e a suruba em casa



Eu e Josias criamos laços fortes que não havia entre eu e Antunes. Ele é solteiro e após sua ida em casa conhecendo a Karen, ampliou bem mais minha liberdade, afinal, a Karen confiava nele. No caso do Antunes, o problema era a Magnólia que não permitia extrapolar além do já sabido entre nós quatro. Isto sinalizava que o melhor caminho para seguir eram caras solteiros e descompromissados para sexo casual. Josias faria aquilo que chamamos de trisal, dando trato na Karen, a minha companheira.

Josias é negro, quarenta e cinco anos, físico de trinta e poucos, rosto comprido, malhado, um pouco alto. A Karen, é negra de 1.72 de altura, trintona, gordinha, cabelos compridos, rosto redondo, dentes frontais bem juntinhos e destacados, bundão e seios fartos. Eu completo a lista sendo branco e magro, olhos castanhos, estatura mediana, cabelos pretos e trinta e cinco anos.

É claro que após algumas relações, as coisas esgotam sendo preciso apimentar. Fazia um tempo que a Karen queria trazer uma amiga para dar uns tratos. A Karen é bi, portanto, o leitor e a leitora não devem estranhar. O inconveniente que a moça era casada e eu abortei logo a ideia pois tudo que eu menos queria era corno na minha porta ainda mais de lésbica. Só que uma janela de oportunidade apareceu, o marido dela foi resolver uns negócios em outro estado, ficaria três dias fora e chamamos a Débora. Liguei ao Josias e aguardamos a chegada da moça.

No meu portão apareceu uma loira de olhos azuis com cabelos longos, magra e branquinha, rosto comprido e mandei entrar. As duas logo se entenderam. O Josias e eu ficamos na sala, a loira cresceu os olhos no negrão, assimilei que a coisa não seria só um pega de aranhas. Débora, 25 anos, sentada na cadeira da cozinha, não estava aí para casamento e segundo eu conversei com a Karen, a loira só precisava do empurrãozinho para cair na safadeza generalizada. O Josias que não perde tempo, colou sua cintura quase na boca da loira com pau pulsando, ela olhou e sorriu ao Josias que botou sua ferramenta para fora e a danada sorriu à Karen, pedindo autorização já alisando o seu interesse, caindo de boca! O pau fez a boca da Débora abri bem e ficou mamando a cabeça. O tesão subiu e logo quem aguardava a vez era eu. A Karen foi ao quarto neste tempo voltando com gel, camisinha (era só enganar) e nua!

A loira estava sedenta e segurando o pau preto, ela dava mamadas rápidas e por fim abriu bem engolindo por completo e recebendo uma garganta profunda! Eu já recebia uma mamada da Karen estimulando a putaria dos dois. A boca da Débora saiu babando saliva, a Karen ofertou meu pau e a loira veio de joelhos batendo uma, sorrindo como se o marido fosse dela, trocamos olhares e ganhei uma bocada completa onde fodi sem dó segurando sua cabeça! A Karen deu tratamento igual ao pau preto! A loira começou a soltar as roupas, seios expostos e fartos, fizemos uma espanhola. Nua, ela pagou mais boquete na minha rola e seu bucetão era o nosso desejo. Falei:

- Vai na Débora, Josias.

A loira deitou na mesa da cozinha, passou a mão na xota, cuspiu, melou e o Josias descobriu seu novo parque de diversões ao penetrá-la. Eu e a Karen vimos e o tesão subiu demais! Ganhei mais mamadas e a Karen cedeu a xota em pé com a mãos na mesa. Gemendo baixo, sorrindo, a loira bolinava sua buceta e o Josias só ia e vinha, sem pressa, explorando ao máximo e provocando tesão na Débora que abria a boca fazendo algumas caretas. Acompanhando aquilo, eu tinha um tesão extra com a Karen, eu amo buceta de mulher negra e fui enterrando sem dó. A Karen lambia os lábios manando fodê-la!

Cinco minutos depois, trocamos as parceiras. Eu senti o poder da xota rosada, quente e carnuda daquela casada que metia chifre no marido sem o menor grau de arrependimento. Meus dezessete centímetros de caralho branco fizeram a loira gemer mais alto, passar a mão na xota, delícia de buceta, A Karen tomava uma surra de pica e gaguejava! A Débora ficou em pé, perna esquerda sobre a mesa, tomando rola de olhos fechados, lambendo os lábios e mordendo, vez ou outra abria a boca e falei no ouvido dela:

- Bem-vinda ao clube!

- Já sou sócia e pagando em dia.

Rimos.

Tomamos uma água e fomos ao quarto. A Débora deitou na cama e a Karen foi para cima da danada. Beijos, seios mordicados, vieram as chupadas quentes da Karen na xota da loira que gemia e passava a mão direto. Eu e o Josias nos entendemos, não resisti pagando boquete nele. Foda-se! Se a Débora não gostasse, ela que fosse tomar no cu! Ela adorou a iniciativa, ficou bem mais excitada e inverteram os papéis sendo a Karen que receberia chupadas!

Sexo é momento para extravasar e não conter desejos! A coisa estava quente entre as duas, a Débora já metia dedadas na xota carnuda da Karen e o Josias viu a chance de meter mais na loira pegando a danada de quatro. Eu dei pica para a Karen mamar! A loira estava surpreendendo com suas chupadas na xota da Karen e a minha desconfiança que ela chegou até nós já preparada por outra amiga. A Débora deu um tapa na bunda da Karen e eu passei a levar chupadas no cu da safada loira que não mediu esforços para agradar meu rabo! Ela gemia com as estocadas firmes do pau preto e trabalhava minha bunda! Safada!

- Ah, ah, isso, mete, fode, arromba caralho!

A tara ficou mais forte e a loira cavalgou no ar naquele pau preto, segurando o pescoço do Josias, chegando ao orgasmo!

- Ah, ah, ahhh, ahhh! Delícia! Ahhhhh!

Eu fodia a Karen e vimos a cena. O Josias chupou os seios dele, devolvendo na cama, a loira optou por cavalgar na pica preta e o Josias falou:

- Mete no rabo dela.

Forcei e enterrei fácil no cu dela partindo para um vai e vem que a loira fez caretas. A Karen abriu as pernas ofertando a xota em pé. Ela chupou e castiguei bem o cu da nova integrante! Ela gemia alto, gaguejando! Tesão, gostosa, cu delicioso da porra!

Fodi um pouco mais depois desta deixa da Débora. O Josias botou fogo na coisa, todo mundo grudando e suando ali, o meu macho tirou gritinhos da loira com sua pica preta dando surra merecida. Foram mais duas surras intensas onde ouvimos a loira gaguejar, eu ainda dei o pau para que ela chupasse, o pau preto mostrou para nós como deixa uma loira tensa em prazer e ele gemeu alto no quarto, soltando esperma sem dó dentro do fértil útero da Débora.

- Ahhh, ohhh, tesuda, gostosa, ahhhh!

Boca aberta, olhando o teto, a loira apertou os seios desejando que o sêmen do pau preto encontrasse algum óvulo vacilante dela! Fechou os olhos, sorriu, sua buceta vazou esperma e o Josias falou:

- Sua vez, viado. Leite na puta aqui.

Débora virou na ponta da cama, segurei suas pernas vendo a danada provar os resquícios do esperma do pau preto com o indicador. Fiz o vai e vem na xota melada que estava fácil. Não resisti e após um minuto soltei meu esperma dentro da gostosa!

- Ahhh, hum, caralho, ohhhh!

Tirei e a Karen caiu de boca segurando quantidade suficiente e levando até a boca da loira trocando esperma em suas línguas. A loira passava a mão na xota e o problema estava resolvido!

As duas ficaram de namoro enquanto nós fomos ao banho vindo logo em seguida.

Bebemos um pouco e a Débora foi embora uma hora depois.

Sorrimos pela audácia e a Karen tranquilizou que a amiga tomava anticoncepcional. Ela evitava filho com o corno. Por quê será, hein?

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Comentários


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sexgrafia Comentou em 03/04/2025

Delicia adorei!




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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico viadinho75

Nome do conto:
Um negro, a loira casada e a suruba em casa

Codigo do conto:
232490

Categoria:
Bissexual

Data da Publicação:
03/04/2025

Quant.de Votos:
3

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