Quem quiser saber como sou, dá um biscoito lá no insta @leo_devir. Manda um coraçãozinho no DM pra eu saber que posso seguir de volta (perfil secundário, pra biscoitar).
Voltava eu de uma audiência na cidade vizinha, e tive que pegar a linha diamante no horário de pico. Todo mundo sabe que na volta do trabalho rola às vezes aquela mão boba no trem, mas não é tão fácil quanto parece. Tem dias e dias. Nesse, tive sorte. Entramos e já fomos nos apertando em pé no canto de um dos vagões, e tive sorte de ficar perto de um rapaz negro, meio alto, naturalmente atlético, corpo muito bonito, olhos claros, indo pro verde, muito bonito, mas com cara de ingênuo. Calça social, roupa de peão e mochila nas costas. Mais tarde descobri que era frentista.
Normalmente não gosto de avançar se não tenho certeza se o cara curte, mas, no horário de pico do trem/metrô, avançar não é uma opção. O único trabalho que tenho é deixar minha mão na altura do pau dos caras. O trem foi apertando, e chegou um a ponto em que eu tava quase grudado nele. Ainda dava para afastar, mas tava a fim era de encostar mais. Ele olhava pela janela. Lembro como os olhos dele brilhavam com a luz. Encostei meu punho algumas vezes na altura do pau dele. Não tinha certeza se sentia o tecido grosso ou se realmente tinha alguma coisa ali. Até que ele percebeu e deu uma afastada. “Perdi minha aventura”, pensei. Mas o trem foi apertando mais, até que não tinha como ficar distante dele. Ele olhou pra mim. Eu não sabia se aquele olhar era de reprovação. Se afastou um pouco mais e fez uma cara de sonso. Mantive o braço do mesmo lugar, deixando disponível pra ele, até que sinto algo duro encostar com vontade no meu punho. Encosta mais uma vez e fica. Olhei pra cara dele, a mesma cara de ingênuo, mas dessa vez me desafiando. Então agarrei o pau dele e comecei a apertar sobre a calça. Ficamos nessa todo o percurso, sem dizer uma palavra.
Chegamos na estação de baldeação e puxei conversa com ele. Foi quando ele me disse um pouco mais sobre ele, disse que tinha esposa e que tinha acabado de ter uma filha. Que não ficava com caras sempre, mas que já tinha ficado antes. Senti que na cabeça dele, ficar com outro cara não era traição, só se fosse com outra mina, haha. Perguntei como a gente fazia pra desenrolar, e ele não tinha muita ideia. Sugeriu motel, mas estávamos sem tempo. Foi quando perguntei se poderíamos ir a um dos banheiros da estação onde não aparecia ninguém quase.
Lá fomos, e entramos na última cabine. Perguntei se ele beijava e ele disse que sim. Levei a minha boca à dele, e dei um beijo gostoso... quer dizer, ele estava meio tímido. Poderia ter se esforçado mais. Mas toda vez que a gente beija um cara assim, macho natural, é como se fosse a primeira vez. Ele se sentou no vaso e saquei o pau da calça desgastada de peão. Não era um pau enorme, mas era bonito e meio grosso. Comecei a mamar, e ele com a mesma cara de sonso, hahhaha. Mas eu nem tava ligando. O pau tava duro e esse era o maior sinal. Além disso, o moleque era gostoso, macho sisudo, umas pernas grossas de peão... Ele pega na minha cabeça e começa a revirar a dele pra trás, até que sinto a garganta inundar. O cara gozou na minha garganta sem avisar. Esses caras têm nada na cabeça. Cuspi no vaso o que consegui reter, e ele ficou lá com aquela cara de sonso. Ele me garantiu que estava tranquilo. Tinha feito todos os exames por causa da filha.
Trocamos WA, mas não lembro por qual motivo não voltamos a nos encontrar. Perdi o número, mas acho que ainda tenho sugestão de amizade no FB. A história faz uns 4 anos, acho que vou ver o quanto ele evoluiu, rs...
Se gozou, manda seu voto. Até sexta que vem.
Adoro essas situações em transporte público, e essa ainda rendeu uma experiencia ainda mais gostosa depois... Votado!
Como sempre mais um conto cheio de tesão. Votado.
Que conto delicioso meu amor, votadissimo, leia meu último conto, vou adorar sua visita na minha página, bjinhos Ângela
Corrigindo, "calça jeans".
Eita tesao tu mim deixou aqui seu safado.