No escritório (25) – Negócio fechado de volta ao hotel



Breve resumo: Meu noivo resolveu nos punir pela foda aérea que tivemos enquanto ele dormia. Chamou minha nova camareira para fazer o papel de secretária que seria meu e fez com que eu e nosso segurança agíssemos como comissários a bordo do jatinho. Depois de me enlouquecer de ciúmes com ela, fez com que eu e nosso segurança trepássemos com os clientes dele.

Depois que o cliente gozou, meu noivo chegou por trás de mim e, enquanto eu me aproveitava da minha nova camareira, meteu no meu cuzinho. Era ele por trás e ela pela frente, me beijando e brincando com minha buceta. Excitada como estava, gozei rápido, mas mandei ela continuar, porque ele não percebera e continuava metendo.

Os clientes e nosso segurança assistiam nossa foda depois de gozarem. Nem sei como foi a foda do nosso segurança com o cliente porque estava muito ocupada com minha própria foda, mas o cliente parecia ter gostado tanto quanto o que gozou na minha buceta. Ser o centro das atenções sempre foi um fetiche que me excitava muito. Ali não foi diferente. Meu noivo avisou que ia gozar, mas não quis gozar dentro e mandou “As duas aqui na minha frente” e eu e minha nova camareira ficamos na frente dele aguardando o jato que viria e veio forte, como sempre, pegando nos nossos rostos e nos deixando mais meladas ainda, além do champanhe que tinham despejado em nós. Uma delícia.

Mas não tínhamos tempo. Afinal estávamos em um voo. Meu noivo assumiu mais uma vez o comando e mandou o segurança se vestir e avisar aos pilotos. Mandou que eu e minha camareira também saíssemos e mostrou aos clientes onde era a toalete para se lavarem. O avião estava retornando e eles mais do que satisfeitos em como o negócio havia sido fechado.

Quando ele saiu da sala de reunião já estávamos vestidos. Tínhamos nos lavado como possível na pequena toalete, mas estávamos apresentáveis para pegarmos nossa limusine e retornarmos ao hotel. Os clientes saíram e agradeceram formalmente a reunião e os negócios fechados e se foram na limusine deles. Reparei quando o piloto entregou uma coisa ao meu noivo. Parecia um pendrive. Estava cansada pra pensar em qualquer coisa e fomos na nossa limusine. Eu, meu noivo e minha camareira atrás e o segurança ao lado do motorista.

Chegamos no hotel e fomos direto para o quarto, eu, meu noivo e minha camareira. Me servi de suco da jarra que havia sobre a mesa e comecei a tirar a roupa avisando “Preciso de um banho” e nua, entrei no banheiro, deixando os dois no quarto. De repente ela entra no banheiro, também nua e fala que “O comendador mandou ajudá-la no banho” - Huummm seria um prazer, mas eu estava muito cansada para qualquer coisa com aquela linda e tentadora oriental. Mesmo assim aceitei sua ajuda. Deixei que ela lavasse meu corpo, que até insinuasse alguns carinhos tentadores nos meus seios e na minha buceta, que me davam uma sensação gostosa no corpo, apenas prazerosa, mas não o suficiente pra me excitar.

Enxugou fez uma touca para os meus cabelos e saí do banheiro enrolada em uma toalha pequena com a ajuda dela, porque eu estava começando a me sentir tonta. Meu noivo não estava no quarto. Ela me levou até a cama eu tirei a toalha antes de deitar e pedi pra ela “Dorme comigo?” ela me acariciou o rosto e respondeu “Claro que durmo com a senhora” e me deu um gostoso beijo de boa noite. Adormeci e sonhei que ela nua, se movimentava atrás de mim. Percebi seu corpo nu encostado no meu, de conchinha e senti movimentos constantes, mas adormeci e só imaginei outro movimento dela se masturbando, mas o sono me dominava e não tinha certeza. Achei que meu noivo podia estar na cama conosco, fodendo-a do meu lado. Sonhei que alguém me masturbava, que brincava com meu clitóris e a sensação era muito boa e me deixei levar nesse sonho.

Quando acordei, ela estava abraçada comigo e meu noivo dormia também abraçado, mas com ela. Ambos nus. Foi um despertar suave e muito bom. Eu estava completamente relaxada e recuperada. Ao vê-los ali nus, fiquei na dúvida se sonhei ou se tinha acontecido.

Ela acordou primeiro e ao me ver tomando meu suco, perguntou “Dormiu bem senhora?”. “Sim, dormi muito bem.” - respondi. Quando ia perguntar se eu tinha sonhado, meu noivo acordou. Ela saiu da cama, veio junto de mim e me beijou “Bom dia” e foi à toalete. Ele sorriu para mim e quis saber se “Está recuperada? Ontem você dormiu pesado. Espero que tenha tido uma noite boa de sono”. Alguma coisa me dizia que eles estavam se divertindo às minhas custas. Ela saiu da toalete e perguntou a ele “Posso pedir o café, senhor?” “Pode sim” e saiu da cama sem se importar por estar nu. Ela interfonou à copa e pediu um brunch. Só então me dei conta da hora.

Não demorou a baterem na porta e ela foi abrir nua como estava, sem aparentemente se importar em fazer isso na frente do garçom, que procurou não demonstrar espanto ao ver os três completamente nus. Arrumou o café na mesa e saiu. Rimos da situação do garçom que fingia não olhar, mas olhava tudo com cara de espantado. Não o provocamos mais porque meu noivo lembrou que aquele não era um hotel de putarias.

Eu estava morrendo de fome e me aproveitei da mesa farta. Havia um delicioso suco de manga que era uma excelente variação daqueles sucos e chás que eu vinha tomando, mas ele também trocou a jarra que estava antes por outra com mais daqueles meus. Meu noivo apenas afirmou que eram chás revigorantes e pra provar que não faziam mal, ele e minha camareira também tomaram. Estranhei ela estar na mesa conosco, mas imaginei que fora promovida de camareira a secretária, só que não. “Ela vai ser sua secretária além de camareira. O desempenho dela ontem foi excelente e merece acumular os cargos”. Ela abaixou os olhos timidamente e agradeceu “Obrigado senhor, não fiz mais do que minha obrigação com o senhor”. Ele segurou sua mão e quase fico com ciúmes novamente.

Após o brunch, ele avisou que “Temos horas livres antes da nossa programação noturna. Quero que vocês aproveitem e saiam pra fazer compras. Mas apenas compras - deixem a putaria para quando estivermos juntos mais tarde” - e foi bem enfático ao dizer isso. Apesar de que ser exposta como uma puta para os clientes não ter me incomodado. O que me incomodou foi ver minha nova camareira como secretária do meu noivo. Um papel que desde o início seria meu. Eu que deveria participar da reunião com os clientes e depois ser despida por eles ou até fazer um strip pra eles. Isso não aconteceria outra vez.

Fomos às compras com meu segurança mantendo respeitosa distância pra não passar de novo por garoto de programa e ter que comer o cuzinho de algum cliente. Até porque de uma próxima vez poderia ser o cuzinho dele e seu namorado não iria gostar nem um pouco. Gastamos com roupas em lojas elegantes da capital e minha camareira assumiu seu lugar e me deixou ser a riquinha mimada esbanjando dinheiro do noivo. Claro que comprei mimos pra ela, pro segurança e pro meu noivo, pra quem comprei um lindíssimo relógio.

Voltamos para o hotel no início da noite. Jantamos eu e ela, por ordens que ele havia deixado e ela me ajudou a me vestir seguindo as orientações que ele enviou para o celular dela. Desde que chegamos não vi meu celular. Minha roupa era uma lingerie bem sexy, com um fio dental apenas com um fio na parte de trás e um sutiã como o que eu usara antes, que não cobria meus seios. Um vestido abaixo dos joelhos com duas fendas laterais e dois generosos decotes na frente e atrás. “Nada de meias” - dizia nas instruções e: “Uma sandália alta de tirinhas” completava a instrução e a roupa que eu usaria.

Assim que fiquei pronta, maquiada e penteada, com o cabelo preso em um discreto coque, meu noivo entrou vestido com um traje esporte. Camisa polo, calça social e mocassins sem meias. “Está pronta querida?” - me chamando assim, sabia que estávamos bem outra vez. Ele estava lindo e dei uma voltinha mostrando como estava. “Perfeita” - disse ele e agradecendo à camareira - “Você pode tirar a noite de folga, mas esteja aqui até a manhã para retornarmos”. “Sim senhor - respondeu ela - mas não vou sair do hotel”. “Muito bem. Vamos?” - e me deu o braço. Saímos como qualquer casal que vai a um programa noturno.

“Onde vamos!” - arrisquei perguntar. “Vamos a uma boate”. Adorei a ideia e já imaginei um lugar onde poderíamos dançar à noite toda. Mas não foi esse o tipo de boate que ele me levou. Por fora, nada era diferente do que a boate que imaginei, mas quando entramos é que reparei ser diferente. Não havia pista de dança e o palco era uma arena circular com mesas em volta dele. Havia também um enorme balcão de bar à direita da entrada que emendava com um palco com músicos. Era tudo muito sofisticado, mas não era o que imaginei.

Leiam os outros contos dessa série e comentem. Adoro comentários inteligentes e safadinhos. Me excitam, me incentivam a continuar e posso até dar um presentinho para o melhor comentário.


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Comentários


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sexgrafia Comentou em 03/04/2025

Que leitura prazerosa!

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ffsafadao Comentou em 24/02/2025

Safadaaaa




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Ficha do conto

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Nome do conto:
No escritório (25) – Negócio fechado de volta ao hotel

Codigo do conto:
229862

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
24/02/2025

Quant.de Votos:
3

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