Trabalho em um pequeno hotel como atendente noturno e eu ficava intrigado com o jeito de certas pessoas. Então, comprei uma câmera espiã e consegui instalar em um guarda-roupas. Embuti a minicâmera posicionando dentro de um dos buracos das frestas do guarda-roupas, de forma que era impossível enxergar por fora, mas que dava uma visão parcial da cama. A câmera era conectada por wi-fi, de modo que eu podia assistir no app pelo celular ou no computador. A imagem tinha ótima resolução e captava o som perfeitamente, sendo que para o escuro, tinha um modo de visão noturna. Certo dia, perto da meia noite, estacionou um Corolla, e desceu um senhor de meia idade, usando terno sem gravata. Ele perguntou se tinha quarto disponível, de preferência com duas camas de solteiro. Confirmei que tinha quartos com cama de solteiro disponível. Nisso, sem que eu perguntasse, como quem se justificasse, comentou que precisava descansar, pois estava quase dormindo no volante, e pediu um desconto dizendo que sairia do hotel antes do café. Enquanto preparava o checking, uma moça magra, de meia altura, de vestido longo desceu do carro, trazendo consigo uma bolsinha a tiracolo. Pelo jeito que os dois estavam vestidos e pelo jeito de falar, deduzi que pertenciam a uma certa religião e que estavam voltando de algum culto importante ou de alguma festa. Ignorando minha presença, a moça abraçou o coroa com uma ternura incomum e ficou resmungando em voz dengosa. Fiquei intrigado, pois pela diferença de idade parecia sua filha, pelo paparico parecia sua amante. Para tirar a dúvida, pedi o documento da hóspede. O documento dela confirmou a filiação, mas o chamego me deixou ainda mais intrigado. A voz dengosa e o abraço pareciam sintomas de uma relação ilícita entre pai e filha. Nisso, ouvi a moça sussurrando que tinha ligado pra mãe, que tinha dito que achava que o conserto do carro iria demorar. Por lembrar a justificativa de sono ao volante, estranhei a versão de conserto de carro. Então, reparando os trajes de festa e a ausência de bolsas, senti que os dois estavam inventando histórias para não voltarem pra casa, para dormirem juntos naquela noite. Somei o fato de o hóspede ter perguntado por quartos em geral, com preferência com camas de solteiro, e logo percebi que ele não tinha excluído a possibilidade de dormirem numa só cama. Sem ter mais o que esperar naquela noite, bateu uma curiosidade de ver como aquele pai e aquela filha se comportavam dentro de um quarto fechado, de saber se havia alguma coisa de ilícita entre eles. Então, decidi jogar eles em meu quartinho espião. __senhor Juarez, estou olhando aqui e não tem mais quarto com camas de solteiro. Tem problemas se eu colocar vocês num quarto de casal? Se o senhor quiser posso colocar um colchão de solteiro no chão. Hanah, sua filha, não esboçou a menor reação e ignorava completamente a minha presença. Ela só tinha olhos para o próprio pai, que a mantinha aconchegada em seus braços. Ele aceitou as condições e pediu que eu colocasse um colchão no chão. Acho que ele fez isso apenas para não me dar a entender que dormiriam juntos. Terminei o checking e conduzi os dois até o quarto. Depois busquei um colchão, instalei ao lado da cama e voltei para o atendimento para fazer outro checking, logo não pude confirmar de imediato os primeiros movimentos deles no quarto. Assim que terminei o outro checking, abri o aplicativo, ainda sem saber o que iria descobrir. Minha suspeita inicial é que talvez estivessem de roupas íntimas, pois não traziam bagagens e obviamente não dormiriam com roupas sociais tão distintas. Para a minha surpresa quando a câmera carregou, encontrei Hanah encavalada em cima do pai dela, com as mãos apoiadas na cama, cuidadosamente subindo e descendo na pica dele, e dava pra ver nitidamente que o pau estava encaixado na buceta. De imediato percebi que a safada estava acostumada a domar aquela pica, pois ela saracoteava certinho. Hanah estava pelada da cintura pra baixo, ainda de sutiã, e o pai pelado da cintura pra baixo. São indícios claros de que mal fecharam a porta e já começaram a foder. Corri na gaveta, peguei o fone de ouvido, encaixei no celular, ergui o volume e ouvi a safada gemendo e sendo açodada pelo pai: __eu tô sentando... você gosta quando eu sento? __onde você tá sentando, gostosa? __na sua pica... na sua vara... no seu pauzão delicioso. __você gosta, né, sua puta? __gosto... eu tava doida pra foder... doida... __é? Você queria o que? __eu queria foder... queria sua vara.. __onde você queria minha vara? __na minha buceta, lá dentro. Depois de alguns instantes o safado dobrou a filha na cama, subiu por cima dela, ergueu as pernas em posição de franguinho assado e desceu a rola sem dó. A safada gemia baixinho pedindo pau na buceta e ele tacando a rola. __vai me fode... me fode... me fode pai... fode minha bucetinha. E ele respondia: __isso, putinha, pede minha rola na sua xota. __eu quero... quero rola na xota... fode... fode minha xota. Pouco depois o safado urrou, enchendo a buceta da filha de porra. Então, soltou o corpo molengo em cima da filha e ficaram respirando fundo, resmungando coisas incompreensíveis. Então, puxei as cópias dos documentos da gaveta e voltei a conferir se realmente tinha lido direito. Não restava dúvidas: Nome: Hanah Cristina Marques de Carvalho; data de nascimento: 21/12/2005; Pai: Juarez Marques de Carvalho. Nome: Juarez Marques de Carvalho; data de nascimento: 14/10/1979; Mãe: Cristina Marques de Carvalho Estava claro que o pai tinha homenageado a filha com o nome da avó, e que talvez sua esposa tivesse exigido o primeiro nome “Hanah” por ser diferente. Para não restar dúvidas, planejei ainda perguntar no checkout, despretensiosamente, se a moça tinha o nome da avó, disfarçando de que eu teria suspeitado disso por causa dos documentos. Isto me confirmaria de vez e mais uma vez se os dois eram pai e filha vivendo naquela safadeza, naquela depravação. Porém, os pombinhos atravessaram a madrugada fodendo e só fizeram checkout depois das 9 da manhã. Ao todo, foderam quatro vezes, provavelmente tirando o atraso ou aproveitando a escapulida que tiveram. Com isso, meu expediente terminou e tive que ir embora antes que eles saíssem do quarto. Seja como for, pelo que vi Hanah estava viciada no pai, e Juarez não desperdiçava a filha, dando aquilo que ela pedia, pica na xoxota. Juarez, com aquela pinta de homem sério, se revelou um tremendo depravado e a filha dengosa, uma putinha de mão cheia.
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Adoro ler contos assim .
As vezes fico imaginando ter uma esposa chifradeira incestuosa, nossa que delícia seria ter uma família assim
T:cornosubmisso43