O cuidado da enfermeira



Um acidente de moto me deixou preso na cama do hospital, sem poder andar. Os dias eram intermináveis, sempre iguais. O quarto era pequeno e sem graça, com paredes brancas e frias. O som dos passos no corredor e o bip das máquinas eram minha única companhia.
A fisioterapia era o único momento do dia em que algo diferente acontecia. Normalmente, enfermeiros diferentes vinham cuidar da circulação das minhas pernas. Mas, naquele dia, quem entrou no quarto foi Clara.
Clara era uma mulher que parecia carregar o peso da experiência em cada gesto. Devia estar na casa dos cinquenta anos, com cabelos grisalhos presos em um coque apertado que deixava seu rosto à mostra. As marcas do tempo estavam ali, com rugas em torno dos olhos e da boca. Seu corpo era comum, magro e um pouco flácido, como o de qualquer pessoa da sua idade. Não havia nada de especialmente chamativo em sua aparência.
— Olá, como você tá hoje? — perguntou ela, com um sorriso leve.
— Ah, tô levando... — respondi, tentando disfarçar o tédio.
Ela começou com os exercícios de sempre, movimentando minhas pernas e pés para estimular a circulação. Era quase mecânico: ela dobrava e esticava minhas pernas, pressionava meus pés, fazia movimentos circulares com os tornozelos. Apesar da simplicidade, o toque dela era firme e preciso, mostrando que sabia o que estava fazendo.
— Tá sentindo alguma coisa diferente? — perguntou, enquanto movia minha perna com cuidado.
— Só um pouco de formigamento... Acho que tô melhorando.
— É, parece que tá indo bem. Mas ainda tem trabalho a fazer — disse ela, com um sorriso.
Depois dos exercícios, ela passou para a massagem, algo que já fazia parte da rotina. Clara começou deslizando as mãos pelas minhas coxas, aplicando uma pressão firme para aliviar os músculos tensos.
Ela não parecia se importar em colocar as mãos por dentro do meu uniforme hospitalar, como todos os outros enfermeiros também faziam. Quando seus dedos roçaram nas minhas bolas pela primeira vez, não demonstrou nenhuma reação. Era como se fosse apenas parte do trabalho.
Eu, no entanto, senti meu corpo reagir de imediato. Não estava acostumado a nenhum tipo de toque ali desde o acidente, e a sensação foi estranha, mas também... boa. Tentei me controlar, mas era impossível não pensar na situação.
Clara continuava completamente alheia ao que estava acontecendo comigo. Suas mãos deslizavam pela minha coxa, subindo e descendo com precisão, pressionando os músculos tensos. A cada movimento, seus dedos às vezes encostavam no meu pau, mas ela agia como se não fosse nada demais.
Meu corpo, no entanto, estava reagindo de um jeito que eu não conseguia evitar. Meu pau começou a endurecer por baixo do uniforme hospitalar, erguendo o tecido e deixando tudo à mostra. Senti o rosto esquentar de vergonha e, instintivamente, levei a mão para tentar cobrir.
Clara parou por um instante, me observando com calma. Então, com um sorriso de canto, disse:
— Relaxa, garoto. Isso é normal. Já cuidei de muito homem na minha vida. Essas coisas acontecem — respondeu ela, num tom cordial.
Antes que eu pudesse responder, ela afastou minha mão devagar, puxando o uniforme para cima e deixando minha rola completamente exposta. Meu coração disparou, e eu não sabia onde enfiar a cara. Clara, no entanto, parecia no controle de tudo.
Meu pau estava duro, pulsando como um pendulo em direção ao teto do quarto. A cabeça rosada e brilhante contrastava com o tom mais escuro do resto do membro. As veias estavam salientes, pulsando com o fluxo de sangue. Fazia tanto tempo que eu não gozava que ele parecia até maior de tanto tesão. A área ao redor estava cuidadosamente aparada, deixando tudo à vista, minhas bola se contraíram ao toque do ar frio.
Clara fixou os olhos no meu pau com um olhar atento. Seu rosto exibia um sorriso leve. Ela inclinou a cabeça levemente para o lado, seus olhos castanhos brilhando com uma mistura de curiosidade e desejo, enquanto seus dedos ainda deslizavam suavemente pela minha coxa.
— Bela rola... — murmurou ela. Muito bonita, na verdade.
Eu não sabia o que fazer ou como reagir. Meu pau, completamente duro, pulsava sob o olhar atento dela, e cada segundo que passava parecia me deixar mais nervoso. Mas Clara não parecia nem um pouco desconfortável. Seus olhos subiram para os meus, e o sorriso em seus lábios se alargou, agora com uma malícia que fez meu estômago revirar.
— Você tem noção do que tem aqui, garoto? — Grande, grosso... — continuou ela, agora passando a ponta dos dedos pela base, num gesto lento e provocativo que me fez prender a respiração. — E com essas veias... — Ela riu baixinho, um som rouco que me fez arrepiar.
— Esse pau deve deixar as garotas loucas, não é?
Eu tentei responder, mas minha boca parecia seca. Tudo o que consegui foi balançar a cabeça de leve, sem saber se concordava ou negava. Clara arqueou uma sobrancelha, claramente se divertindo com minha hesitação.
— Sabe... meu falecido marido também tinha um pau grande. Eu me lembro bem... ele sabia como usar, e eu adorava cada segundo. — Ela fez uma pausa, mordendo de leve o lábio inferior, enquanto seus olhos voltavam a descer pela minha pica. — Mas o seu... o seu é maior.
Minhas bochechas queimavam, e meu pau pulsava na mão dela, como se tivesse vida própria. Clara percebeu, é claro, porque o sorriso que ela deu foi ainda mais sacana.
— Faz muito tempo que eu não vejo algo assim — continuou ela, sua voz mais baixa agora, quase como um sussurro. — E mais tempo ainda que eu não sinto algo assim dentro de mim.
Ela disse isso com tanta naturalidade que meu coração disparou, e eu senti meu corpo inteiro reagir. Clara percebeu minha tensão e sorriu, agora mais suave, mas ainda cheia de intenções.
— Está nervoso? — perguntou ela, sua voz suave e reconfortante, mas com aquele toque característico de provocação que fazia meu coração bater ainda mais rápido. — Não precisa ficar, querido. Eu já fiz isso mais vezes do que você pode imaginar.
Seus dedos apertaram minha coxa levemente, como se quisesse me tranquilizar, enquanto seus olhos encontravam os meus. Ela deu uma risada baixa, quase maternal, e balançou a cabeça de leve.
— Relaxa... — disse ela, sua voz ficando mais rouca enquanto sua mão finalmente começava a subir. — Eu vou cuidar de tudo.
E então, pela primeira vez, Clara deixou sua mão deslizar para o meu pau. Seus dedos envolveram minha rola com cuidado, apertando levemente antes de começar a deslizar pela extensão. Eu soltei um gemido baixo, incapaz de segurar.
— Tá vendo? — disse ela, com um sorriso satisfeito enquanto aumentava o ritmo lentamente. — Não é tão difícil relaxar, não é?
Ela começou a movimentar a mão devagar, explorando cada centímetro da minha rola. Seus dedos apertavam suavemente, enquanto a outra mão continuava a massagear minhas coxas. A combinação de toques era irresistível. Meu corpo inteiro tremia, e minha respiração estava completamente descompassada.
Clara usava a ponta dos dedos para deslizar suavemente pela cabeça do meu pau, espalhando a umidade que começava a se formar. Ela apertava levemente, movendo a mão para cima e para baixo, envolvendo todo o comprimento do meu pau. Seus movimentos eram precisos e controlados, aumentando a pressão gradualmente.
A cada movimento, eu sentia uma onda de prazer percorrer meu corpo. Clara sabia exatamente o que estava fazendo, e sua confiança me deixava ainda mais excitado. Ela aumentou o ritmo, movendo a mão mais rápido, enquanto a outra mão acariciava minhas bolas com delicadeza. A sensação de seus dedos experientes trabalhando em mim era indescritível.
De repente, sem qualquer aviso, Clara se inclinou e abocanhou minha pica. A sensação foi tão intensa que meu corpo inteiro se enrijeceu. A boca dela era quente e úmida, e seus lábios envolviam meu pau com firmeza. Sua língua deslizava pela cabeça do meu pau, explorando cada centímetro com precisão.
Clara chupava com naturalidade, como se fosse apenas mais uma etapa do que estava fazendo. Seu olhar era calmo, mas focado, e o som molhado de sua boca trabalhando em mim preenchia o quarto. Ela movia a cabeça para cima e para baixo, tomando meu pau cada vez mais fundo. Sua língua girava ao redor da cabeça do meu pau, enquanto seus lábios apertavam firmemente ao redor do meu membro.
Eu gemia baixinho, incapaz de segurar as reações do meu corpo. Clara continuava, aumentando a intensidade dos movimentos. Ela sugava com força, deslizando a língua por toda a extensão da minha rola. A cada movimento dela, eu sentia o clímax se aproximar. Meu coração disparava, e minha respiração estava completamente fora de controle.
Quando Clara começou a mover a cabeça mais rápido, sugando com força e deslizando a língua por toda a extensão da minha rola, eu soube que não ia aguentar por muito mais tempo.
— Clara, eu... eu não vou... — tentei avisar, mas minha voz falhou.
Ela não parou. Pelo contrário, intensificou os movimentos, tomando minha pica profundamente na boca. Foi demais para mim. Meu corpo inteiro se enrijeceu enquanto eu gozava, sentindo ondas de prazer explodirem dentro de mim. Clara continuou, engolindo tudo sem hesitar, como se fosse a coisa mais natural do mundo.
Quando terminou, ela limpou os lábios com a ponta dos dedos e me olhou com um sorriso satisfeito.
— Parece que você precisava disso — disse ela, ajeitando meu uniforme com calma, como se nada demais tivesse acontecido.
Eu ainda estava tentando recuperar o fôlego, mas Clara parecia perfeitamente tranquila.
— Sabe — disse ela, olhando para mim com aquele sorriso de canto que agora eu entendia bem —, não é só você que tá precisando de atenção.
Antes que eu pudesse responder, Clara virou-se de costas e começou a abaixar a calça e a calcinha devagar, um fio de baba se esticou de sua boceta até a calcinha melada, sua bunda magra com um cu flácido e piscante de tesão, sua boceta molhada e cabeluda tinham lábios rosados e brilhantes de excitação, e agora estavam expostos e oferecidos a mim, o cheiro de velho se misturou a cheiro da boceta em meu nariz.
Ela se inclinou sobre mim, empinando um pouco mais, e olhou por cima do ombro:
— Vamos ver se você consegue me ajudar agora...
Clara começou a chupar meu pau novamente, mesmo mole ainda, seus lábios e língua trabalhando com habilidade sugando como se fosse uma teta para fazer meu cacete crescer em sua boca. A saliva quente e a língua experiente de Clara rapidamente o fizeram endurecer. Ela movia a cabeça para cima e para baixo, tomando meu pau cada vez mais fundo, enquanto a saliva escorria, eu sentia sua garganta apertar a cabeça da minha rola e o nariz roçar em minhas bolas sempre que ela engolia tudo.
Ao deslizar os primeiros dedos dentro da boceta de Clara, senti como era flácida e larga, marcada pelo tempo de uso, mas ainda assim incrivelmente excitante. Clara arqueou as costas, empurrando sua boceta ainda mais contra meus dedos, gemendo baixinho enquanto continuava a chupar meu pau.
Adicionei mais um dedo, movendo-os para dentro e para fora, aumentando a intensidade e a velocidade. Seu cu, também flácido e largo, piscava de tesão, contraído e relaxando a cada movimento dos meus dedos dentro de sua boceta.
Clara gemia baixinho enquanto continuava a chupar meu pau, sua boca e língua trabalhando em sincronia com meus dedos. Continuei a dedar sua boceta, explorando cada centímetro de sua intimidade.
De repente, decidi surpreendê-la. Com um movimento rápido, deslizei um dedo dentro de seu cu. Clara soltou um gemido de surpresa, mas não parou de chupar meu pau. Seu corpo estremeceu, e eu senti seu cu se apertar ao redor do meu dedo. A sensação era incrível, e eu podia sentir cada movimento dela enquanto continuava a dedar sua boceta e seu cu simultaneamente.
Clara gemia e se contorcia de prazer, seu cu apertando meu dedo. Continuei a dedar sua boceta e seu cu com intensidade crescente, meus dedos movendo-se cada vez mais rápido e profundo. Clara gemia e se contorcia de prazer, sua boceta apertando meus dedos com cada movimento.
Finalmente, Clara gozou em meus dedos. Seu corpo tremia de prazer, e eu senti sua boceta se contraindo ao redor dos meus dedos, enquanto ondas de êxtase a percorriam. Ela continuou a chupar meu pau, levando-me ao clímax mais uma vez. Meu corpo tremia, e eu jorrei porra na boca de Clara, sentindo cada jato de sêmen sendo engolido por ela sem hesitar. Clara continuou a chupar. Seus lábios apertavam firmemente ao redor do meu membro, e sua língua deslizava pela cabeça do meu pau, explorando cada centímetro com precisão. Ela sugava com força, deslizando a língua por toda a extensão da minha rola, como se quisesse mais do que eu realmente tinha para dar.
Quando terminou, meu corpo ainda tremia, tomado pelas ondas de prazer que mal começavam a se dissipar. Clara deixou minha rola escorregar lentamente para fora da boca, limpando os lábios com a ponta dos dedos em um gesto quase casual, como se fizesse aquilo sem esforço algum. Seu sorriso era tranquilo, mas carregava uma satisfação evidente, como se soubesse exatamente o que tinha feito comigo.
Sem dizer nada, ela se levantou devagar e, para minha surpresa, não se preocupou em se ajeitar primeiro. Em vez disso, voltou sua atenção completamente para mim. E então ela começou a me ajeitar com uma delicadeza que contrastava com a intensidade de tudo o que havia acabado de acontecer.
— Vamos, querido... — murmurou ela, mais para si mesma do que para mim, enquanto suas mãos firmes mas gentis deslizavam pelos meus ombros e braços, ajustando minha posição. — Você precisa descansar agora.
Clara segurou meu braço com cuidado, levantando-o suavemente para arrumar a manga do uniforme hospitalar que estava parcialmente dobrada. Suas mãos deslizavam pelo tecido, alisando as dobras e certificando-se de que ele cobria meu peito por completo. Seus dedos trabalharam com uma precisão quase metódica, mas havia algo no jeito como me tocava que parecia mais íntimo, mais cuidadoso, como se quisesse garantir que eu estivesse confortável de verdade.
Então, Clara abaixou o olhar para minha rola, que ainda estava exposta, semi-mole e sensível, brilhando sob a luz fraca do quarto. Ela inclinou levemente a cabeça, como se estivesse avaliando a situação, e soltou um suspiro quase imperceptível, um som que parecia misturar cansaço e satisfação.
— Vamos te ajeitar direitinho — murmurou ela, mais para si mesma do que para mim.
Com movimentos gentis, ela segurou o tecido do roupão com uma mão, enquanto a outra tocava minha rola com todo o cuidado do mundo. Não havia pressa, apenas uma atenção meticulosa que me fez arrepiar de leve, mesmo depois de tudo o que já havia acontecido. Seus dedos deslizaram pela base, ajustando meu pau com delicadeza, como se quisesse garantir que ele ficasse bem acomodado e protegido.
— Mesmo mole, ele ainda é grande... — disse ela, num tom calmo, mas que carregava uma provocação evidente. — Não é qualquer um que pode dizer isso.
Ela puxou o lado do roupão sobre a minha cintura, cobrindo minha rola com cuidado, mas não sem antes dar um último olhar de aprovação, como se quisesse se certificar de que tudo estava no lugar certo. Suas mãos continuaram, fechando o roupão com precisão e amarrando a faixa na minha cintura com um nó firme, mas sem apertar demais.
— Assim. Agora você está pronto para descansar — disse ela, num tom suave, enquanto alisava o tecido do roupão mais uma vez com as mãos.
Ela se levantou e começou a ajeitar a própria roupa. Puxou a calcinha para cima e alisou o tecido com movimentos rápidos, antes de subir a calça do uniforme. Mas, ao contrário da atenção meticulosa que havia dedicado a mim, ela parecia tratar sua própria aparência como uma simples formalidade. Quando terminou, virou-se novamente para mim, com aquela expressão que misturava cuidado e cumplicidade.
— Você precisa descansar agora. Mais tarde eu volto para ver como você está — disse ela, com um sorriso reconfortante, mas havia algo mais na maneira como ela falava, algo que parecia prometer mais do que apenas uma visita de rotina.
Clara se afastou devagar, puxando o cobertor sobre mim com cuidado, como quem coloca uma criança para dormir. Clara deu um passo em direção à porta, mas antes de sair, parou e virou-se para mim mais uma vez. Seu olhar encontrou o meu, e havia algo de brincalhão nele, algo que fez meu coração acelerar de novo.
— Ah, e daqui a três dias serei sua fisioterapeuta novamente — disse ela, com um sorriso que parecia carregar segundas intenções. — Quem sabe eu prepare uma massagem ainda melhor que essa... Talvez algo anal, já que você gostou tanto do meu cu.
Suas palavras me atingiram com força, deixando-me entre a surpresa e a excitação.
— E lembre-se... o que aconteceu aqui fica entre nós. É nosso segredo — disse ela.
E então ela saiu, desaparecendo pelo corredor. O silêncio que ficou no quarto parecia pesado, mas não desconfortável. Fechei os olhos, sentindo o corpo relaxar completamente.

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Comentários


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casalbisexpa Comentou em 21/03/2025

delicia de conto ... só faltou as fotos




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Ficha do conto

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writerincubus

Nome do conto:
O cuidado da enfermeira

Codigo do conto:
231617

Categoria:
Coroas

Data da Publicação:
21/03/2025

Quant.de Votos:
6

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