Sou a Marina, hoje com meus 25 anos. Sou da cidade de São Paulo. Tenho 1,60 de altura, peso 55 kg, seios e bumbum médios, pele branca e cabelos castanhos como meus olhos.
O conto que vou relatar aconteceu há 6/7 anos.
Estava continuando minha viagem pelo interior da Bahia. Bem longe da minha família podia realizar as minhas aventuras exibicionistas sem problema.
Acabei encontrando um povoado. Era aquele tipo de lugar que você vai de uma ponta a outra em 5 minutos.
Adoro lugares assim, são mal iluminados e ajudam nas minhas aventuras exibicionistas.
Decidi criar alguns jogos, tipo desafios para mim. Assim a emoção aumentava.
Um deles foi nesse povoado.
Eu me decidi que iria sair do meu carro nua e andar até o orelhão da cidade e fazer uma ligação para alguém de São Paulo.
Mesmo naquela época era uma raridade achar um orelhão. O lugares que mantinham eram os lugares isolados. Lá nesse povoado, meu celular não tinha sinal e a região era bem pobre.
Esperei escurecer. Deixei meu carro na rua do lado. Aquele lugar era bem interiorzão. Quem passava sabia claramente que eu não era dali. Esperei bastante até o movimento sumir.
Nessa hora tirei minha roupa e sai do carro. Estava bem na frente de um mercado fechado.
Eu tive a sorte que veio com minha brasilia (carro velho) no porta luva alguns cartões telefônicos.
Fui andando com cuidado, virei a esquina e lá estava ele.
Fiquei meio receosa no começo, pois o orelhão tiraria muito a minha visão enquanto estivesse conversando.
Levou um tempo ligando nos números que conhecia, sabia que naquele horário talvez alguém infartasse, mas queria continuar o jogo que criei. Continuei, continuei até que alguém atendeu minha ligação.
Foi uma prima minha.
- Alô.
- Oi prima.
- Marina, a quanto tempo e que horas. Você sabe que seus pais estão preocupados, faz dias que você não liga.
- Perdão. Eu estava ocupada.
- Onde você está.
Falei o nome da cidade.
- Espera. Está em um orelhão no meio do nada. Ligando de madrugada.
- Pois é, falta tempo.
Fiquei olhando o máximo que podia quando me abaixava.
- Falta de tempo nada, está fazendo alguma daquelas suas merdas que quase deram problema.
- Prima.
- Dá para ver pela sua fala que algo está acontecendo, essa pausas.
- Puxa Prima, não é nada disso.
- Eu sei o que está fazendo.
Fiquei assustada.
- Não entendi.
- Está andando pelada. Eu sei que faz isso.
Congelei e calei.
Minha prima tinha ouvido falar que perto da casa dela apareceu uma garota nua.
A questão é que ela ouvi outras histórias de amigas nossa da escola de uma garota que aparecia nua.
A questão é que todas as situações, eu estava na região no momento.
- Prima...
- Verdade, não é?
- Sim, mas por favor, não conta para ninguém.
- Menina. Uma hora te pegam, se é não já não pegaram.
- Bem...
- Nossa, Marina sua louca. Seus pais um dia descobrem. Coitados dos tios.
- Prima, fica tranquila eu tomo cuidado.
- Você está no meio da rua pelada, falando comigo, como pode isso é tomar cuidado.
- Prima..
- Sabe Marina, apesar disso tudo. Te invejo.
Aquilo não esperava.
- Não entendi.
- Tenho um monte de trava e você é tão diferente de mim.
Então perguntei?
- Quer sentir como são minhas aventuras.
- Sim, mas como.
- Deixa eu narra.
- Estou abaixando agora. Ficando com as costas grudadas no orelhão.
- Estou olhando ao redor, algumas casas tem luzes, mas ninguém na rua.
- Prima, estou me tocando com uma das mãos. Bem aqui na rua, onde posso ser vista a qualquer momento. É tão boa a sensação.
- Se eu me distrair, posso ser flagrada a qualquer momento.
- Você já foi flagrada antes?
- Muitas vezes.
- Muita gente já te viu pelada.
- Fala peladinha. Fala prima.
- Peladinha.
- Sim, muita gente, mais do que tinha na nossa escola.
- Já chegou a falar com alguém que te flagrou.
- Sim, perto da casa de uma amiga nossa. Era um segurança. Conversei com ele e acabei chupando ele no portão, bem no meio da rua.
- Nossa. hahaha. Prima sua louca.
- Ele gozou?
- Sim, bem gostoso.
- Você chupou um pau de um estranho prima e na rua. Peladinha. Sua louca. Hahaha.
- Pois é prima. Antes mesmo de ter meu primeiro beijo na boca, já tinha chupado alguns caras. Uma boa parte dos paus que senti, os donos nunca me viram com roupa.
Eu gozei forte. Era muito bom ter alguém para contar. Alguém que sabia quem eu era, estudou comigo e conhecia minha família.
- Prima, acho que estou me sentindo bem maldosa.
- Por quê?
- Estou com uma vontade de que você seja pega.
Aquilo me deixou com muito tesão.
- Você tem vontade de me ver me exibindo.
- Muita.
- Humm. Prima, achei que era a mais comportada, mas tem uma capeta ai.
Foi então que reparei um movimento vindo a uma quadra de mim.
- Prima, estou vendo alguém vindo da esquina. bjs.
- Corre. Foge dai.
Em vez de seguir o que ela disse. Queria aproveitar a sensação.
- Ainda não.
- Como?
- Ainda tenho tempo para escapar.
Apesar do breu, o vulto chegava cada vez mais perto.
- Prima o vulto esta chegando perto.
- Marina, cuidado. Sai dai.
- Não dá, esse medo deixa meus mamilos duros e minha bucetinha inchada e molhada.
- Prima!!!!
- Eu preciso, eu preciso muito disso. Quando tiro a roupa fico muito puta e preciso dos olhares. Faço qualquer coisa.
- Prima, ele está do outro lado da rua.
- Ele está perto???
- Uns 10 metros.
O homem tinha reparado em mim. Meio que olhando e não acreditando.
- Ele agora está me encarando do outro lado. É um homem, acho que tem a idade do papai.
- Como ele é prima, fala mais.
Minha prima estava ficando também envolvida. A adrenalina chegou nela também.
- Ele deve ter no máximo 1,80. Um pouco calvo, barba e bigode. Está usando óculos e camiseta e calça.
- O que esta fazendo?
Ele mudou de posição, ficando encostado no muro do outro lado. Ele arruma o óculos, parece não acreditar no que está vendo.
- O que você vai fazer prima?
- O que acha que devo fazer?
- Se toca para ele. Tem coragem.
- Se tenho.
Comecei a me tocar para o estranho do outro lado da rua.
Eu narrava tudo para minha prima.
O homem começou a andar um pouco mais perto, acho que uns 5 metros.
- Ele esta se aproximando, vou parar.
- Não prima, não para. Continua, me conta o que está acontecendo.
Senti que minha segurança não importava para ela. A minha aventura estava tirando ela daquele mundinho chato de escola, casa e igreja que ela vivia.
- Ele está bem pertinho. Olhando todo o meu corpo.
- Está agora mais perto.
- Agora uns dois metros de mim.
- Não sai dai prima.
- Ele abaixou e agora olha para mim, que estou me tocando.humm.
O estranho apreciava a cena. Uma garota, branquela, estranha nua conversando no orelhão.
- Ele está ouvindo nossa conversa prima.
- Tudinho.
- Pergunta o nome dele.
- Humm, qual o seu nome?
O senhor não me respondeu de primeiro, meio que ficou perdido olhando minha bucetinha.
- Qual seu nome moço?
- Meu nome??? Sou o Beto senhorita.
- Ele te chamou de senhoria. hahaha. Minha prima tinha ouvido.
- Pergunta o que ele está achando.
- Está gostando do que esta vendo Sr. Beto?
- Muito, uma bela surpresa. Faz tempo que não vejo carne jovem assim.
Fiquei me tocando mais um pouco.
- Vira a bundinha para ele prima.
Segui as instruções da minha prima e virei.
- Nossa, que rabinho.
- Gostou seu Beto?
- Muito. Com quem está falando menina.
- Com minha prima.
- Prima, você pode fazer um carinho no seu Beto?
- Seu Beto, posso fazer um carinho gostoso no seu pau enquanto você conversa com minha prima.
O senhor se aproximou. Entreguei o telefone para ele.
Fui abrindo o zíper da calça, deixando o pau para fora.
Cai de boca sugando aquele pau com gosto. Então ouvi.
- Sim, sim...ela está me chupando. Nossa como sua prima chupa.
- Marina, seu nome é Marina. hummm. Ela pediu, ela pediu para você chupar minhas bolas.
Comecei a fazê-lo.
Era gostoso e bem arriscado fazer isso. Mas receber ordens da minha prima me deixava com tesão.
- Ela mandou você se virar, para eu te comer.
Virei empinando bem a minha bundinha.
Ele me devolveu o telefone, enquanto me comia minha prima pedia os detalhes.
- È tão bom prima. Estou fodendo no meio da rua.
- Consegue ver tudo assim.
- Não, mas não consigo.... não consigo. huuuum. Gozei naquele momento.
Claro que a situação teve um preço. Durante a minha distração não vi outra duas pessoas perto assistindo.
Só reparei porque ouvi elas conversando uma com a outra.
- Prima, tem mais gente me assistindo. É um casal.
- Não sai dai até o Beto gozar. Mesmo que fique cheio de gente.
- Prometo.
Reparei em algumas casas com a luz acessa. Pelo visto o som chamou a atenção.
Quando o Beto finalmente gozou, vi que tinha pelo menos 6 pessoas na rua me assistindo e outras três casas vendo o que ocorria pela janela.
Comentei com a minha prima que perguntou como me sentia.
- Me sinto como uma vagabunda e estou gostando.
Nossa conversa foi interrompida por um berro.
- Piranha, vou chamar a polícia. Fazendo isso na frente da minha casa e família.
Uma senhora vinha na minha direção com algo na mão.
- Tchau. Foi a ultima palavra que disse, enquanto corria e peguei meu carro.
A mulher só conseguiu jogar o que carregava no carro, deixando quando fui ver mais tarde um belo amassado. Sai dali e só parei para me vestir e descansar uma hora depois.
Fui muito descuidada, podia realmente ter sido pega naquele momento, mas também gozei muito fazendo tudo que era perigoso na frente de toda aquela gente estranha e com a minha prima ouvindo.
Claro que depois entrei em contato com minha prima.
E com ele criei mais alguns jogos e desafios que prometi realizar e contar depois para ela.
Mesmo sabendo serem um grande erro.