Pegamos uma sessão logo após o almoço, já que nos encontramos cedo naquele dia para comprar presentes para sua irmã que faria aniversário naquela semana. A sessão estava bem vazia pelo horário, dois casais bem afastados um do outro e um cara sozinho bem no meio da sala. Sentamos em uma cadeira no canto da sala onde não tinha ninguém, todos estavam abaixo de nós mais para o meio da sala. O filme começa e tento assistir, não tinha intenção de fazer nada naquele dia. Mas não deu 15 min de filme e Juliana já me beija colocando ardentemente a mão em meu pau. Juliana vestia uma saia jeans preta com vários botões na frente, uma camisa de banda e all star nos pés. Como sempre de camiseta, short jeans e tênis.
O beijo já descia o pescoço e a mão dela se enchia do meu pau que já se fazia ativo. Ela então abriu meu short, me deu uma risada sem vergonha, olhou para os lados e enfiou na boca. Segurei seu cabelo enrolando-o em minha mão e ela foi fazendo o oral. Juliana gemia baixinho enquanto molhava meu pau com sua boca quente e sedenta de sexo. Parou por um instante e se levantou me beijando e falando em meu ouvido.
— Ta gostando?
Acenei com a cabeça que sim e com minha mão ainda segurando seu cabelo, a inclinei para continuar o ato. Ela nem resistiu, caiu de boca novamente. Sugava a cabeça, enfiava tudo na boca e ia subindo devagar até quase beijar a ponta da glande. Continuou a chupada até que avisei que ia gozar.
— Ainda não. — Falou se ajeitando na cadeira rindo e disse.
— Deixa ele se acalmar um pouco. — reforçou enquanto passava os dedos pelos lábios de um jeito provocativo
— Você provoca, esperava o quê? Essa sua chupada é sensacional.
— Ainda espero que me coma aqui dentro
— Sabia que era o que me pediria. Você não tem jeito mesmo né?
— Jeito é você quem vai me dar logo, logo.
— Espero conseguir apagar um pouco desse seu fogo que nunca acaba.
Vimos mais um pouco do filme e tão logo Juliana achou que tinha passado tempo suficiente, se levantou. Sem pestanejar, puxou a calcinha para baixo, dando uma reboladinha e pegando-a com o pé, jogou em mim. Sentou novamente o banco ao lado, e voltou a me beijar, agora empurrando meu short para o chão para que ela aproveitasse da melhor forma. Com o short aos meus pés, me sentia nu e com medo se alguém veria, mas era isso que Juliana gostava. Ela então se levantou novamente, tentando ser discreta e levantando a saia, se colocou na minha frente, sentando no meu colo. Foi procurando meu pau para poder direcionar em sua buceta. Não demorou e meu pau estava todo dentro dela, que gemia baixo, segurando a boca com a mão para que ninguém pudesse ouvir.
Juliana segurou o banco da frente e começou a cavalgar, abri suas pernas e com a mão fui em direção a sua buceta molhada, comecei a masturbá-la enquanto ela cavalgava no meu pau. A cadeira fazia um leve rangido, mas não acho que alguém escutou com o som tão alto do cinema e a distância que estávamos dos outros expectadores.
Senti que ela começou a aumentar a velocidade. Ela mordia sua própria mão, pois sabia que gritaria se pudesse. Seu gemido ficou abafado, mas isso me dava um tesão enorme. Puxei seu cabelo, quase que enrolando em meus punhos. E ela ficou arqueada. Por vezes meu pau quase saia de dentro dela pela intensidade das coisas. Ela então tirou minha não e se inclinou para frente mordendo a poltrona gozando. Suas pernas tremiam e com as duas mãos segurei em seus peitos por cima da camiseta, tentando puxada para continuar encaixada em meu pau.
As contrações de sua buceta abraçava meu pau, e foi perdendo força lentamente até que relaxou, deitou sobre mim, colocando seus pés na poltrona da frente. Enfiei minhas mãos por debaixo de sua camiseta, procurando seus seios. Levantei o sutiã e fiquei ali brincando com seus mamilos enquanto ela continuava rebolando em meu pau.
— Não goza em mim! — Balbuciou as palavras em meio aos gemidos
— Eu te aviso
— Tá bom!
Ela segurava minha cabeça, me acariciando os cabelos. Os gemidos deram lugar a uma respiração suave, mas cadenciada com cada penetração em sua buceta. Estava sentindo que gozaria em breve, puxei suas pernas da poltrona e me coloquei de pé, com ela tentando se apoiar na poltrona a frente, mas não era isso que eu queria. A virei para o corredor.
— Ajoelha! — Falei baixinho e desci em uma mordida em seu pescoço
— Seu desejo é uma ordem — Concordou passando mais uma vez a mão em meus cabelos, ainda com nossos corpos colados.
Ela se ajoelhou, me olhou nos olhos e caiu de boca. Fiquei ali de pé morrendo de medo que alguém olhasse para trás. Juliana queria leite em sua boca e a masturbação e a chupada na glande era feroz. Segurei sua cabeça em sinal que o leite estava vindo. Ela parou de me masturbar e com o pau quase em sua garganta, olhou para mim como uma criança faminta esperando a comida. Gozei. Ela só tirou da boca quando o pau parou de latejar. Deu duas engolidas fortes e se sentou novamente no banco. Nos ajeitamos, mas ela ainda se encontrava sem calcinha.
— Cadê minha calcinha? — Questionou, verificando os arredores.
— Está no meu short — Falei enquanto buscava no bolso esquerdo
— Passa para cá! — Estendendo a mão.
Amassei ela em minhas mãos, antes de entregá-la dei uma cheirada forte e comentei.
— O cheiro da sua buceta é delicioso
— Cuido bem para que você possa brincar com ela — Disse rindo e tomando da minha mão
— Só você para me acompanhar nessas loucuras. — Continuou enquanto vestia a pequena peça que cobria aquele tesouro
— Só você para me convencer a fazer isso.
Depois disso, ficamos abraçadinhos vendo o restante do filme. Ela pegou no sono logo depois e perdeu boa parte.