Primeiro dia é aquela alegria. Chega, tira tudo do carro, dá uma olhada no apartamento, já tenta imaginar onde cada um vai dormir mais ou menos e segue para praia curtir o sol e mar. Chegamos cedo à praia, e já pegamos uma área onde os prédios faziam sombra, porque eu odeio me queimar no sol e a maioria da família também concorda. Colocamos tudo lá e fiquei sentado de óculos escuros só vendo as mulheres em suas poucas roupas desfilando na praia. O resto da família já se preparava para entrar na água. Eu tinha acordado cedo e estava cansado e não tava a fim de ir nadar. Fiquei ali olhando os pertences enquanto o povo já se despia para se deliciar no mar gelado. A criançada tava doida.
Beatriz colocou seu chileno no meio da roda que fizemos de cadeira e tirou sua blusinha mostrando seu biquíni preto com um peito já bem grandinho desde a última vez que o vi. Eu seguia de óculos escuro, observando sua movimentação na minha frente. Ela estava com um short jeans e virando a bunda para mim, começou a descer empinando-a para o meu lado. A calcinha enfiada no rabo moldava sua buceta naquela posição. Por sorte eu estava de óculos. Nessas horas o óculos salva nossa pele. Dei uma disfarçada falando qualquer coisa aleatória para qualquer pessoa que quisesse ouvir, mas os olhos não desgrudaram daquela raba. Ela tirou do rego ajeitando a calcinha e olhou para mim com cara de safada já sabendo a provocação que tinha feito.
Foram todos para a água e eu simplesmente não aguente o cansaço e cochilei na cadeira de praia. Acordei com alguém me molhando com o resto de água que escorria pelo corpo, em um tom de brincadeira alguém gritou.
— Acorda!
Acordei assustado sem saber onde eu tava. Todos se sentaram e perguntaram se não queria entrar na água, que estava ótima, não poderia perder a chance. Eu disse que não, que queria mesmo era dormir porque estava cansado e depois aproveitaria melhor. Perguntei onde estava Beatriz para uma que estava sentada ao meu lado tentando se secar. Ela tinha ficado na água mais um pouco, mas não demorou a surgir jogando água em mim balançando o cabelo molhado. A repreendi e ela pediu desculpas.
— Foi mal cunhadinho, é só para você se animar. A água está tão boa. Não quer mesmo entrar?
— Agora não, talvez mais tarde. — Falei tentando olhar para ela que estava atrás de mim me olhando de cima.
— Vamos, quero entrar de novo, mas todo mundo saiu já. — Falou me puxando pelo braço tentando me levantar sem sucesso.
Com isso todos que estavam ao redor ficaram me empurrando e dizendo que eu ia entrar e me animar e coisas desse tipo. No fim me rendi pela insistência, era melhor entrar do que ficar ouvindo o povo me encher a paciência, levantei, tirei a camisa e joguei na cadeira. Beatriz foi me puxando pela mão quase que correndo para a água. Ao entrar, ela já começou jogando água em meu rosto, me empurrando para que eu caísse. Fiz o mesmo e ela tomou um leve caldo. Ri muito dela tentando subir com cabelo na cara. Fomos mais para o fundo onde a onda não quebrasse tanto. Os parentes ficaram ao longe, várias barracas, tendas e guarda-sóis na frente entre nós. Nós não podíamos vê-los. Fim de ano e praia lotada é quase um pleonasmo. Beatriz chegou perto de mim, passou a mão no meu pau.
— Não quer ficar perto de mim não safado?
— Tu devias ter cuidado, ta ficando ousada. Sua família ta logo ali.
— Ainda não fiz nada de mais.
Ficamos ali de papo, a água balançando, ela tentando de todo jeito ficar mais próximo a mim. Eu, como sempre, medroso, tentando me esquivar antes que algum familiar desconfiasse da movimentação dentro da água. De repente, Beatriz aparece com a parte de cima do biquíni boiando na sua mão. Nós não estávamos tão longe de outras pessoas, mas ninguém conseguiria ver pelo mar agitado, ainda assim já suei frio e o pau subiu. Nunca vou entender a cabeça de baixo.
— Toma de presente.
— Tu é doida né Beatriz?
— Sou não, ninguém tá vendo. Depois coloco de novo. Só quero sentir a sensação
— Ta, mas não demora a colocar de novo, não estamos sozinhos aqui se não percebeu.
— Calma, tá tudo sobre controle. — Falava rindo do meu nervosismo.
Fui saindo da água. Afinal, quem tem cu tem medo. Se não fosse a família estar perto, com certeza aproveitaria mais dela. Quando estava tentando nada para sair, ela pergunta.
— Não tá com saudade deles não? — Falava colocando o biquíni novamente.
Eu podia ver seu peito na água turva. Redondos, durinhos e com um biquinho ouriçado de tesão e do gelo do mar. Seu peito era lindo e estava obviamente com saudades.
— To, mas não é hora nem lugar.
— Sente ela um pouco só. — Falava me provocando, e eu quase caindo.
Fui chegando perto dela, e ela rindo, sabendo ter conseguido o que queria. Me provocar. Nadei um pouco mais e fiquei atrás dela. Segurei seus peitos por um segundos e enfiei a cabeça dela na água.
— Filho da puta! — Gritou ela!
— Vamos apagar esse fogo que to com o pau duro e daqui a pouco vou ter que sair
— Eu vou gostar de ver ele marcado. — Riu de novo, sabendo que eu ficaria constrangido se isso acontecesse.
— Titia, quer comer alguma coisa? — Gritou sua sobrinha mais velha enquanto entrava no mar.
Rapidamente Beatriz se vestiu, se transformou em uma pessoa seria. Se deu conta por um segundo que realmente era algo perigoso. Por sorte já tinha colocado o biquíni.
— Quero nada não! — Falou de volta enquanto ia ao encontra da criança
Segurou sua sobrinha pela mão e retornamos para perto dos familiares. Sentei e coloquei meu óculos de novo e Beatriz ficou exatamente na minha frente, se jogando na cadeira com as pernas entreabertas, ajeitando o biquíni na melhor posição para que sua marquinha ficasse perfeita. Papo vai, papo vem, o pessoal já estava comendo umas porções que pediram e resolveram voltar para água. Ficou somente sua mãe, eu e ela sentados. Os demais seguiram para o mar. A mãe de Beatriz disse que estava cansada e ia para casa arrumar as coisas do almoço, mas que a gente ficasse para esperar o resto do pessoal para irem todos juntos. Pegou as chaves do apartamento, umas bolsas e seguiu. Falei que iria com ela porque tava cansado do trajeto e Beatriz reclamou.
— Vai me deixar aqui sozinha com as coisas?
— Logo mais o pessoal já vem.
— Ah não, não quero ficar sozinha.
— Para de graça Beatriz — Repreendendo a filha.
— Tudo bem, eu fico. — Respondi para que o clima não pesasse.
Beatriz, com cara de sapeca e com os braços cruzados, sorriu. Sentei novamente e fiquei olhando Beatriz. Ela ficava chamando minha atenção, passando a mão sobre o corpo, como se guiar o meu olhar. Deixava a perna mais aberta, arrumava o biquíni deixando escapar um biquinho. Enfiava os dedos dentro da calcinha pela virilha, ajeitando ele. Eu ficava louco. Já passava a mão no pau, tentando acalmá-lo sem sucesso. Algum tempo se passou e todos chegaram. Ficamos mais um pouco até acabar com toda comida e bebida que tínhamos pedido. Pegamos nossas coisas e seguimos para o apartamento.
O dia passou rápido. Todos de banho tomado, e com muita energia ainda. Brincando com jogos de tabuleiro, vendo TV e falando mal dos outros enquanto bebiam. A noite chega e com ela a fome começava a aparecer. Discutiram o que comeriam e resolveram ir a uma pizzaria perto dali. Era por volta das 8 e eu não queria sair de casa. Só queria aproveitar aquele tempo para descansar porque ainda não tinha parado um minuto sequer. Todos foram, menos eu. 5 minutos depois para Beatriz volta.
— O que vocês esqueceram? — Perguntei
— Nada, voltei sozinha. Inventei uma desculpa, não queria ir.
Entrou, trancou a porta, sentou ao meu lado e começou a mexer no celular. Eu estava vendo TV e mais um pouco eu estaria dormindo se não fosse ela.
— Tudo bem com você?
— Tudo sim e com você?
— Eu estou bem! É que você tá com uma cara péssima.
— Eu estou cansado. Não é fácil pegar estrada tão cedo.
Ela se levantou, foi ao quarto e voltou com um pijaminha bem fofo de pandas. Era uma blusinha curtinha e um shortinho mais curto ainda de um tecido mole e brilhante, lembrando seda. O short quase mostrava a polpa da bunda. Foi ao banheiro, depois a cozinha e eu olhando o desfile dela pela casa.
— Tá procurando alguma coisa? — Resolvi perguntar
— Fone do carregador. — Falou apontando para o celular.
— Tem um aqui ao meu lado.
Ela então veio em minha direção, se debruçou em minha perna e puxou o carregador da tomada. Pude sentir seu cheiro e isso foi aguçando as partes baixas. Puxei uma almofada que estava perto e coloquei no colo
— O que tá escondendo aí? — Não tem nada que já não tenha visto.
— Escondendo nada não! Só para ficar confortável
Ela puxou dizendo:
— Então não precisa disso para ficar confortável — Falou enquanto puxava a almofada
Estava com um short jeans e cueca dessa vez. O volume estava contido e ela continua.
— Não sei como ta aguentando esse short jeans nesse calor. Vai colocar um pijama.
— Daqui a pouco eu coloco, to com preguiça
— Eu pego para você. Onde tá?
— Alguma mala no quarto do meio. Mas não precisa quando for dormir eu visto.
— Que nada, já pego para você
Ela então foi ao quarto e trouxe um short bem molinho, que embora não fosse um pijama, serviria por ser bem confortável.
— Tá aí, agora é só trocar.
— Depois eu troco
Ela então veio em minha direção, se abaixou com as mãos em direção ao zíper do short e começou a desabotoar.
— Ta me dando agonia você com isso
— Vai me trocar agora é mamãe? — Brinquei.
— Deixa de graça, já vi tudo que tem aí.
— Pelo visto quer ver de novo né.
— Ora, Ora, temos um Sherlock aqui.
Continuou tirando todo meu short e eu só olhando aquela safadinha querendo ver pau. Como sempre o medo de alguém chegar continuava em minha cabeça, mas achava que não seria naquele momento. Tinha acabado de sair.
— Já tá de pau duro e fica fazendo cu doce.
— Sou difícil! — Falei rindo. Ela também riu.
— Não ficou com medo quando me fez gozar na sua casa.
— Fiquei sim! Mas a vontade era maior
Ela então começou a tirar a cueca e fiquei ali quase nu só de camisa. Peguei o short que tava jogado no sofá para vestir, mas ela segurou.
— Faz tempo que não vejo ele, calma
Sentou do meu lado e pegou no meu pau. Começou a punheta-lo e eu me rendi me jogando para trás com a cabeça escorando no sofá com os braços sobre o encosto. Ela então fez algo que eu não esperava. Começou a chupá-lo. Não deu nem tempo de segurá-la. Só senti a boca quente envolvendo a cabeça do meu pau.
— Onde aprendeu isso? — Voltei o meu olhar para aquela visão maravilhosa.
— Na internet! — Respondeu.
Continuou a chupar sem jeito. Obviamente não sabia muito bem o que estava fazendo ainda. Segurava a base e ia subindo e descendo devagar, tentando engolir um pouco mais com sua boquinha pequena. Lambia a cabeça e a extensão dele. Comecei a segurar seu cabelo que caia sobre minha barriga. Queria apreciar melhor ela me chupando. Ela continuou e aumentando o ritmo, já começava a entender como funcionava e ia descobrindo o que me agradava mais à medida que eu gemia, ou a guiava segurando seu cabelo. Ela não olhava para mim, estava concentrada no que fazia. Para quem não tinha feito isso ainda. Ela estava se saindo bem. Eu media meu quadril quase comendo sua boca. Ela então se canso e levantou. Com uma mão ainda me segurando, limpou sua boca com a outra me olhando com sorriso aberto, feliz.
— Gostou?
— Claro! Está cada dia mais safada.
Fui para cima dela para beijá-la e ela me abraçou aceitando o beijo. Comecei a passar a mão pelo seu corpo, subindo minha mão por suas coxas até seu bumbum, apertei com força e puxei ela para cima de mim. Ficamos ali nos beijando, ela se esfregando em mim, descia pelo pescoço, subia pela orelha, mordiscava seu corpo. Ela ia segurando meu rosto para me beijar mais. A Levantei e com ela ainda no meu colo a sentei em cima de uma mesa que estava próximo à sala. Sentei na cadeira e puxei seu micro short junto de sua calcinha, deixando sua buceta na minha cara.
— Abre as pernas! — Falei olhando em seus olhos.
— O que vai fazer? — Perguntou preocupada.
— Retribuir a chupada.
Ela se ajeitou na mesa com os braços para trás e com as pernas no encosto da cadeira e ficou ali aberta para mim. Cai de boca naquela buceta novinha, encharcada de tesão. Lambia seu grelinho e apertava seus peitos ao mesmo tempo. Beatriz gemia baixinho e mexia suas pernas a cada linguada. Comecei a chupar seu grelo e enfiar minha língua dentro da sua buceta virgem. Ela já estava completamente deitada sobre a mesa. Me Levantei por um instante e vi seu cuzinho piscando de tesão. Não aguentei e dei uma linguada nele também. Ela estranhou, apertou minha cabeça com as pernas sem saber o que dizer.
— Não gostou?
— Foi inesperado, mas foi bom.
Continuei enfiando minha língua na sua buceta virgem e subia de novo para seu grelo. Hora ou outra lambia seu cu. Quando comecei a chupar seu grelinho com mais força ela não resistiu e gozou, continuei lambendo de cima a baixo até ela segurar minha cabeça pedindo para parar que estava sensível. Me recompus e peguei ela no colo e coloquei no chão. Ela foi até o banheiro e voltamos para o sofá. Ficamos abraçados nos beijando até que ouvimos passos. Beatriz correu para a cama dela, fingindo que estava dormindo e eu fui abrir a porta com cheiro de buceta na boca.
— Finalmente posso dormir. — Exclamei!
— Cadê Beatriz? — Sua mãe perguntou
— Chegou, trocou de roupa e foi deitar para ver alguma coisa no YouTube.
Escovei os dentes e fui dormir. Ela depois me manda mensagem.
— Adorei ser chupada! Quero mais outro dia.
— Quem sabe! — Respondi e fui dormir.
Belo conto, cunhadinha gostosa e safadinha, doido pra saber se já transou com ela!!!! Votado.
Bote essa cunhada na vara. Tire logo o cabaço do cuzinho e depois tire o da buceta. Ela vai ser sua putinha até quando vc quiser. Faça o serviço bem feito. Ja vi muitas dessas. Sempre safadinhas e gostam muito de rola nos buracos.